Má circulação nas pernas: quando a revascularização pode salvar membros e qualidade de vida

Má circulação nas pernas

Dor ao caminhar que melhora quando a pessoa para. Sensação constante de frio nos pés. Feridas que não cicatrizam. Mudança na cor da pele das pernas. Esses sinais muitas vezes são ignorados ou atribuídos ao envelhecimento. Mas podem indicar um problema vascular importante: obstrução das artérias, também chamada de doença arterial periférica.

Quando o fluxo sanguíneo está comprometido, os tecidos deixam de receber oxigênio e nutrientes suficientes. Em estágios avançados, isso pode levar à perda de função e até risco de amputação. É nesse cenário que a revascularização se torna uma alternativa decisiva.

O que é doença arterial periférica

A doença arterial periférica ocorre quando as artérias que levam sangue às pernas sofrem estreitamento ou obstrução, geralmente por acúmulo de placas de gordura. Isso reduz o fluxo sanguíneo e provoca sintomas progressivos.

Os principais fatores de risco incluem:

  • Tabagismo.
  • Diabetes.
  • Hipertensão.
  • Colesterol elevado.
  • Histórico familiar de doença cardiovascular.

Muitas vezes, o problema evolui de forma silenciosa até que a circulação já esteja significativamente prejudicada.

Sintomas que não devem ser ignorados

Os sinais mais comuns incluem:

  • Dor nas panturrilhas ao caminhar, que melhora ao parar.
  • Sensação de cansaço ou peso nas pernas.
  • Dormência ou formigamento nos pés.
  • Pele fria ou pálida.
  • Feridas nos pés ou dedos que demoram para cicatrizar.
  • Escurecimento da pele em áreas específicas.

Em estágios avançados, a dor pode surgir até mesmo em repouso, especialmente à noite. Isso indica comprometimento circulatório mais grave.

O que é a revascularização

A revascularização é um procedimento que tem como objetivo restaurar o fluxo sanguíneo adequado para a região afetada. Dependendo do caso, pode ser realizada por técnicas minimamente invasivas ou por cirurgia aberta.

O tipo de abordagem depende:

  • Do grau da obstrução.
  • Da localização do bloqueio.
  • Do estado geral do paciente.
  • Da presença de outras doenças associadas.

O objetivo é simples e direto: devolver oxigenação adequada aos tecidos e evitar complicações graves.

Quando a revascularização é indicada

Nem todo caso de má circulação exige cirurgia imediata. Em fases iniciais, mudanças de estilo de vida e tratamento medicamentoso podem ser suficientes.

A revascularização costuma ser indicada quando:

  • Há dor incapacitante.
  • O paciente não consegue caminhar pequenas distâncias.
  • Existem feridas que não cicatrizam.
  • O risco de necrose ou amputação está presente.
  • O tratamento clínico não apresentou resultado satisfatório.

Adiar a intervenção quando há indicação pode piorar o prognóstico.

Por que agir cedo faz diferença

Quanto mais cedo o diagnóstico é feito, maior a chance de tratamento eficaz e menor o risco de complicações. A progressão da doença arterial pode ser lenta, mas quando atinge estágio crítico, as decisões precisam ser rápidas.

A revascularização, quando bem indicada, pode:

  • Reduzir a dor.
  • Melhorar a capacidade de caminhar.
  • Favorecer cicatrização de feridas.
  • Preservar o membro afetado.
  • Melhorar significativamente a qualidade de vida.

Não se trata apenas de circulação. Trata-se de autonomia.

Avaliação vascular especializada na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece atendimento em cirurgia vascular, com avaliação criteriosa para diagnóstico da doença arterial periférica e definição do tratamento mais adequado, incluindo procedimentos de revascularização quando necessários.

Dor ao caminhar e feridas que não cicatrizam não são normais. Se você apresenta sintomas de má circulação, procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e realize uma avaliação especializada para preservar sua saúde vascular e sua qualidade de vida.

Escleroterapia: quando o tratamento das varizes vai além da estética

Escleroterapia

Nem toda veia aparente nas pernas exige cirurgia. Em muitos casos, o tratamento indicado é a escleroterapia, um procedimento minimamente invasivo que ajuda a eliminar vasos dilatados e melhorar sintomas da insuficiência venosa.

O erro é pensar que se trata apenas de um procedimento estético. Em diversas situações, a escleroterapia tem papel funcional e preventivo.

O que é escleroterapia

A escleroterapia consiste na aplicação de uma substância diretamente dentro da veia doente. Essa substância provoca o fechamento do vaso, que deixa de receber sangue e é gradualmente reabsorvido pelo organismo.

Com isso:

  • A circulação é redirecionada para veias saudáveis.
  • O desconforto tende a diminuir.
  • A aparência das pernas melhora.

É um procedimento realizado em consultório, com rápida recuperação.

Para quem a escleroterapia é indicada

Ela costuma ser indicada para:

  • Vasinhos superficiais.
  • Pequenas varizes.
  • Pacientes com sintomas leves a moderados.
  • Casos em que ainda não há complicações avançadas.

A indicação correta depende de avaliação médica e, muitas vezes, de exames específicos para analisar a circulação.

Quando a escleroterapia não é suficiente

Em casos de insuficiência venosa mais avançada, com:

  • Veias calibrosas.
  • Edema frequente.
  • Alterações na pele.
  • Risco aumentado de trombose.

Pode ser necessário um tratamento cirúrgico complementar ou diferente abordagem terapêutica.

Por isso, a avaliação individualizada é essencial.

Benefícios do procedimento

Quando bem indicado, a escleroterapia oferece:

  • Procedimento rápido.
  • Baixo tempo de afastamento das atividades.
  • Melhora estética progressiva.
  • Alívio de sintomas como peso e desconforto nas pernas.

Não é milagre. É técnica bem aplicada para o caso certo.

A importância da avaliação especializada

Tratar apenas o que aparece na superfície pode mascarar um problema mais profundo. Antes de qualquer procedimento, é fundamental investigar o funcionamento do sistema venoso.

A decisão entre escleroterapia e cirurgia vascular deve ser baseada em diagnóstico preciso.

Tratamento vascular na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece avaliação em cirurgia vascular, definindo com critério quando a escleroterapia é indicada e quando outro tipo de tratamento é mais adequado.

Vasinhos e pequenas varizes podem ser o primeiro sinal de um problema circulatório. Se você perceber desconforto, dor ou alterações nas pernas, procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e faça uma avaliação especializada para definir o melhor tratamento.

Varizes não são apenas estéticas: quando elas viram um problema de saúde

varizes

Muita gente encara varizes como um problema puramente estético. Veias aparentes, arroxeadas ou saltadas nas pernas incomodam visualmente, mas o erro está em achar que o impacto termina aí.

Varizes são um sinal de insuficiência venosa, uma condição que pode evoluir e trazer complicações importantes quando não tratada.

O que realmente são varizes

As varizes surgem quando as veias das pernas perdem a capacidade de conduzir o sangue de volta ao coração de forma eficiente. Isso provoca acúmulo de sangue, dilatação das veias e aumento da pressão venosa.

Com o tempo, o problema deixa de ser apenas visual.

Sintomas que indicam que o quadro está evoluindo

Nem todo mundo sente dor no início. Mas quando aparecem, os sinais costumam incluir:

  • Sensação de peso nas pernas.
  • Inchaço no fim do dia.
  • Dor ou queimação.
  • Cãibras noturnas.
  • Coceira na pele próxima às veias dilatadas.

Esses sintomas indicam que a circulação já está comprometida.

Quando as varizes se tornam um problema de saúde

Se não houver acompanhamento, podem surgir complicações como:

  • Inflamação das veias.
  • Escurecimento da pele.
  • Endurecimento do tecido subcutâneo.
  • Feridas de difícil cicatrização.
  • Trombose venosa.

A trombose é uma das complicações mais preocupantes, pois envolve formação de coágulos que podem trazer riscos sérios à saúde.

Nem todo caso precisa de cirurgia, mas alguns precisam

O tratamento depende do grau da insuficiência venosa. Em estágios iniciais, pode-se indicar:

  • Uso de meias de compressão.
  • Mudanças de hábito.
  • Procedimentos menos invasivos.

Quando há dor persistente, edema frequente, risco de trombose ou complicações na pele, a cirurgia vascular pode ser a melhor solução.

A decisão é baseada em avaliação clínica e exames específicos.

Por que tratar antes de complicar

Muita gente procura ajuda apenas quando a dor é intensa ou surgem feridas. Esse atraso torna o tratamento mais complexo.

Tratar precocemente significa:

  • Melhor resultado funcional.
  • Recuperação mais tranquila.
  • Menor risco de complicações futuras.
  • Melhora significativa na qualidade de vida.

Varizes não são apenas uma questão estética. São um problema circulatório que merece atenção.

Tratamento vascular na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece avaliação em cirurgia vascular, com diagnóstico preciso e definição do tratamento mais adequado para cada paciente, sempre priorizando segurança e eficácia.

Se suas pernas doem, incham ou apresentam veias dilatadas, não ignore. Procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e faça uma avaliação especializada para cuidar da sua circulação antes que o problema evolua.

Ligamento rompido não é só coisa de atleta: quando a reconstrução é necessária

Reconstrução ligamentar

Lesões ligamentares costumam ser associadas ao esporte de alto rendimento. A imagem do atleta que cai, sente o estalo no joelho e sai carregado reforça essa ideia. Na prática, qualquer pessoa pode romper um ligamento, mesmo em atividades rotineiras.

Uma torção ao descer escadas, um escorregão, um movimento em falso ou até um impacto leve podem causar uma lesão séria, especialmente no joelho.

O que são os ligamentos e por que eles importam

Os ligamentos são estruturas que conectam os ossos e garantem a estabilidade da articulação. No joelho, eles são fundamentais para caminhar, mudar de direção e sustentar o peso do corpo.

Quando um ligamento se rompe, a articulação perde estabilidade. Isso não se resolve apenas com repouso.

Principais ligamentos afetados

No joelho, os mais frequentemente lesionados são:

  • Ligamento cruzado anterior.
  • Ligamento cruzado posterior.
  • Ligamentos colaterais.

Cada um deles tem função específica. A lesão de qualquer um pode comprometer movimentos simples do dia a dia.

Sintomas de um ligamento rompido

Os sinais mais comuns incluem:

  • Dor intensa logo após o trauma.
  • Inchaço rápido.
  • Sensação de falseio ao caminhar.
  • Dificuldade para apoiar o peso do corpo.
  • Perda de confiança no joelho.

Algumas pessoas conseguem continuar andando, o que gera falsa sensação de melhora. O problema permanece.

Por que nem toda lesão melhora sozinha

Em lesões parciais, o tratamento conservador pode ser indicado. Já nas rupturas completas, principalmente quando há instabilidade, a reconstrução ligamentar passa a ser a melhor opção.

Ignorar a instabilidade leva a:

  • Desgaste precoce da cartilagem.
  • Lesões de menisco.
  • Dor crônica.
  • Limitação funcional progressiva.

Ou seja, o joelho vai piorando com o tempo.

Quando a reconstrução ligamentar é indicada

A cirurgia costuma ser indicada quando:

  • Há ruptura completa do ligamento.
  • O joelho apresenta instabilidade frequente.
  • O paciente sente medo de caminhar ou fazer força.
  • O tratamento conservador falhou.
  • A qualidade de vida está comprometida.

A decisão não é baseada apenas em esporte, mas em funcionalidade.

Reconstrução ligamentar e recuperação

A reconstrução ligamentar é feita com técnicas modernas e, na maioria dos casos, por abordagem minimamente invasiva. A reabilitação é parte fundamental do sucesso do tratamento e envolve fisioterapia orientada.

Quando bem indicada, a cirurgia devolve estabilidade, segurança e confiança ao paciente.

Cirurgia ortopédica na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece atendimento em cirurgia ortopédica, com avaliação especializada para lesões ligamentares, diagnóstico preciso e definição do melhor tratamento para cada paciente.

Instabilidade no joelho não é normal, mesmo fora do esporte. Se você sente que o joelho falha ou não responde como antes, procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e avalie com um especialista a melhor forma de tratamento.

Dor no joelho que não passa: quando a artroscopia é indicada

Dor no joelho que não passa

Dor no joelho é comum. Conviver com ela não deveria ser. Quando o desconforto persiste por semanas ou meses, limita movimentos e começa a interferir na rotina, é sinal de que algo mais sério pode estar acontecendo dentro da articulação.

Em muitos casos, o tratamento definitivo envolve a artroscopia, um procedimento cirúrgico minimamente invasivo que permite diagnosticar e tratar lesões internas do joelho.

Por que o joelho dói por tanto tempo

O joelho é uma das articulações mais exigidas do corpo. Caminhar, subir escadas, correr ou simplesmente levantar da cadeira exige estabilidade e alinhamento perfeito. Lesões internas nem sempre aparecem em exames simples e podem evoluir silenciosamente.

As causas mais comuns de dor persistente incluem:

  • Lesões de menisco.
  • Lesões ligamentares.
  • Desgaste da cartilagem.
  • Inflamações articulares recorrentes.
  • Impactos e traumas esportivos.

Quando a dor não melhora com repouso, fisioterapia ou medicação, a investigação precisa avançar.

O que é a artroscopia

A artroscopia é uma técnica cirúrgica realizada com pequenas incisões, através das quais uma câmera e instrumentos específicos são inseridos na articulação. Isso permite ao cirurgião visualizar o interior do joelho com precisão e corrigir o problema no mesmo procedimento.

É uma cirurgia menos agressiva, com menor trauma aos tecidos e recuperação mais rápida quando comparada às cirurgias abertas.

Quando a artroscopia é indicada

A indicação surge quando:

  • A dor persiste apesar do tratamento conservador.
  • Há limitação de movimento.
  • O joelho trava ou falha durante a caminhada.
  • Exames de imagem indicam lesões internas.
  • O paciente tem queda significativa na qualidade de vida.

Adiar a decisão cirúrgica pode agravar lesões que inicialmente seriam mais simples de tratar.

Benefícios da artroscopia

Entre as principais vantagens do procedimento estão:

  • Diagnóstico preciso.
  • Tratamento direcionado da lesão.
  • Menor tempo de internação.
  • Recuperação funcional mais rápida.
  • Retorno mais seguro às atividades diárias e esportivas.

Quando bem indicada, a artroscopia não é excesso de intervenção. É solução.

O risco de “empurrar com a barriga”

Muitas pessoas se adaptam à dor, mudam o jeito de andar ou evitam movimentos. Isso gera compensações, sobrecarga em outras articulações e piora progressiva do quadro. Joelho não tratado vira problema crônico.

Cirurgia ortopédica na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece atendimento em cirurgia ortopédica, com avaliação especializada para definir se a artroscopia é a melhor opção em cada caso, sempre priorizando segurança, precisão diagnóstica e recuperação eficiente.

Dor no joelho que não passa não é normal. Se o desconforto está limitando sua rotina, procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e avalie com um especialista a melhor forma de tratamento.

Dor abdominal após refeições gordurosas: quando o problema pode estar na vesícula biliar

Dor abdominal após refeições gordurosas

Sentir dor no abdômen depois de comer alimentos gordurosos não é normal, mesmo que muita gente tente se convencer disso. Quando esse desconforto se repete, principalmente do lado direito do abdômen, o alerta deve acender. Em muitos casos, o problema está na vesícula biliar.

Ignorar os sinais pode levar a crises mais intensas, inflamações graves e até internações de emergência.

O papel da vesícula biliar

A vesícula é um pequeno órgão localizado abaixo do fígado. Sua função é armazenar a bile, substância essencial para a digestão das gorduras. Quando algo interfere nesse processo, surgem os sintomas.

O problema mais comum é a formação de cálculos biliares, popularmente chamados de “pedras na vesícula”.

Sintomas que merecem atenção

Os sinais costumam aparecer após refeições mais pesadas e podem incluir:

  • Dor no lado direito do abdômen, abaixo das costelas.
  • Dor que pode irradiar para as costas ou ombro direito.
  • Náuseas e vômitos.
  • Sensação de estufamento.
  • Indigestão frequente.

Em fases iniciais, a dor pode ser tolerável. Com o tempo, as crises se tornam mais longas, intensas e imprevisíveis.

Por que a dor piora após comidas gordurosas

Alimentos ricos em gordura estimulam a liberação da bile. Se há pedras na vesícula, essa liberação fica prejudicada, causando contrações dolorosas e inflamação do órgão.

Esse mecanismo explica por que muitas crises surgem:

  • Após churrascos.
  • Depois de frituras.
  • Em refeições muito pesadas à noite.

Os riscos de adiar o tratamento

A tentativa de “controlar na dieta” pode funcionar temporariamente, mas não resolve o problema. Sem tratamento adequado, podem ocorrer:

  • Colecistite aguda, que é a inflamação da vesícula.
  • Infecções.
  • Complicações que exigem cirurgia de urgência.
  • Dor intensa e internação hospitalar.

Quanto mais cedo o diagnóstico é feito, menor o risco de complicações.

Quando a cirurgia é indicada

A colecistectomia, cirurgia para retirada da vesícula biliar, é o tratamento definitivo nos casos sintomáticos. Atualmente, na maioria das situações, o procedimento é realizado por via minimamente invasiva, com recuperação mais rápida.

Viver sem a vesícula é totalmente possível. O organismo se adapta e a qualidade de vida melhora significativamente após a cirurgia.

Cirurgia de vesícula na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece avaliação especializada em cirurgia geral, com estrutura adequada para o diagnóstico e tratamento das doenças da vesícula biliar, sempre priorizando segurança e bem-estar do paciente.

Dores frequentes após refeições gordurosas não devem ser ignoradas. Se esse quadro faz parte da sua rotina, procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e receba orientação médica adequada antes que o problema evolua.

Abaulamento no abdômen que aparece ao fazer força: quando pode ser hérnia e precisa de cirurgia

hérnia

Muita gente percebe um “caroço” no abdômen, na virilha ou próximo ao umbigo e ignora. No começo, não dói. Às vezes some quando a pessoa deita. O problema é que esse sinal costuma indicar uma hérnia, e ela não se resolve sozinha.

Hérnia é uma condição cirúrgica. Adiar a avaliação pode transformar um problema simples em uma urgência.

O que é hérnia

A hérnia ocorre quando uma parte de um órgão ou tecido interno atravessa uma região enfraquecida da musculatura. Isso cria um abaulamento visível ou palpável, que tende a aumentar com o tempo.

As hérnias mais comuns são:

  • Hérnia inguinal
  • Hérnia umbilical
  • Hérnia epigástrica

Todas seguem a mesma lógica: fraqueza muscular + pressão interna.

Principais sinais de alerta

Os sintomas variam conforme o tipo de hérnia, mas os mais frequentes são:

  • Abaulamento visível ao tossir, levantar peso ou fazer força
  • Sensação de peso ou desconforto local
  • Dor leve a moderada, que piora ao longo do dia
  • Desconforto ao ficar muito tempo em pé

Um erro comum é achar que só deve procurar ajuda quando dói muito. Esse é o atraso que complica o quadro.

Por que a hérnia piora com o tempo

A abertura na musculatura não fecha espontaneamente. Com o passar dos meses ou anos:

  • O abaulamento aumenta
  • A dor se torna mais frequente
  • O risco de encarceramento cresce

Hérnia encarcerada acontece quando o conteúdo herniado fica preso, podendo evoluir para estrangulamento, que compromete a circulação do órgão e exige cirurgia de urgência.

Quando a cirurgia é indicada

Na maioria dos casos, a correção cirúrgica é o tratamento definitivo. A cirurgia:

  • Reforça a parede abdominal
  • Elimina o risco de complicações
  • Melhora a qualidade de vida
  • Evita emergências futuras

Quanto mais cedo é realizada, mais simples é o procedimento e mais rápida é a recuperação.

Cirurgia planejada é sempre melhor que cirurgia de urgência

Corrigir a hérnia de forma programada permite:

  • Avaliação clínica completa
  • Melhor preparo do paciente
  • Menor risco cirúrgico
  • Pós-operatório mais tranquilo

Esperar “estourar” nunca é uma boa estratégia.

Atendimento cirúrgico na IMED Saúde

A IMED Saúde conta com cirurgia geral especializada, oferecendo diagnóstico preciso e tratamento adequado para diferentes tipos de hérnia, sempre com foco em segurança e recuperação eficiente.

Percebeu um abaulamento no abdômen ou na virilha? Não espere virar urgência. Entre em contato com a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e avalie o melhor momento para o tratamento cirúrgico.

Dor abdominal que começa “leve” e piora rápido: quando pode ser apendicite

Dor de barriga frequente não é normal

Nem toda dor abdominal é sinal de algo grave. Mas existe um tipo específico de dor que nunca deve ser ignorado: aquela que começa fraca, parece inofensiva, e em poucas horas se intensifica rapidamente. Esse é um sinal clássico de apendicite aguda.

A apendicite é uma urgência cirúrgica. Quanto mais cedo é diagnosticada, menor o risco de complicações e mais simples é o tratamento.

O que é apendicite

A apendicite é a inflamação do apêndice, uma pequena estrutura ligada ao intestino grosso. Quando inflama, não regride espontaneamente. Sem tratamento adequado, a inflamação evolui até a perfuração do órgão.

Quando isso acontece, o risco de infecção abdominal grave aumenta significativamente.

Como a dor da apendicite costuma começar

O padrão mais comum é:

  • Dor abdominal difusa ou mal localizada no início
  • Desconforto leve que parece algo passageiro
  • Em poucas horas, a dor se concentra no lado inferior direito do abdômen
  • A intensidade aumenta e não melhora com repouso ou analgésicos simples

Esse tipo de dor não vai e volta. Ela progride.

Sintomas que costumam acompanhar

Além da dor, outros sinais costumam aparecer:

  • Náuseas e vômitos
  • Falta de apetite
  • Febre baixa, que pode aumentar com a evolução do quadro
  • Sensibilidade ao toque abdominal
  • Dor ao caminhar, tossir ou realizar movimentos simples

A associação desses sintomas exige avaliação médica imediata.

O risco de esperar demais

Um dos erros mais comuns é tentar “aguentar” a dor para ver se melhora. Esse atraso pode levar à perfuração do apêndice, causando:

  • Infecção abdominal grave
  • Cirurgia mais complexa
  • Maior tempo de internação
  • Recuperação mais lenta

Na apendicite, tempo é fator decisivo.

Quando a cirurgia é necessária

O tratamento indicado é a apendicectomia, cirurgia para retirada do apêndice. Quando realizada precocemente:

  • O procedimento é mais seguro
  • O risco de complicações é menor
  • A recuperação é mais rápida
  • O retorno às atividades ocorre em menos tempo

Por isso, identificar os sinais e agir rápido faz toda a diferença.

Atendimento especializado faz diferença

Na IMED Saúde, os pacientes contam com avaliação médica criteriosa e cirurgiões experientes em cirurgia geral, garantindo diagnóstico rápido e tratamento seguro para quadros como a apendicite.

Se você ou alguém da sua família apresenta dor abdominal que piora rapidamente, não espere. Entre em contato com a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e receba o cuidado adequado no momento certo.

A importância da saúde mental da mulher

A importância da saúde mental da mulher

Neste Outubro Rosa a Imed traz para você mais um artigo com foco na saúde da mulher. E hoje queremos falar sobre a importância da saúde mental da mulher. Continue lendo para saber mais!

As conquistas no trabalho e seu papel na sociedade nos levam a refletir também sobre como a mulher pode ser bem sucedida, mas também feliz emocionalmente.

Um dos grandes vilões do bem-estar emocional da mulher são os transtornos do humor, especialmente a depressão.

Além da depressão ser mais comum nas mulheres do que nos homens, quadros específicos como a depressão pós-parto e a depressão na menopausa dificultam ainda mais fases da vida já difíceis.

Aspectos fisiológicos, como a dança dos hormônios e seus papéis no organismo feminino, ainda são pouco compreendidos por homens e mulheres.

Diferenças entre homens e mulheres existem do ponto de vista físico – entre outros aspectos – à formação do cérebro, características do sangue (número de glóbulos vermelhos) e aparência (altura, peso, músculos, distribuição de gordura, etc.).

As diferenças cumprem função essencial em relação ao progresso que se realiza em uma determinada existência.

É evidente que as mulheres sofrem mais com os hormônios quando comparadas aos homens.

E algumas mulheres são mais suscetíveis às oscilações hormonais fisiológicas do que outras.

Nem sempre precisa haver uma detecção de um nível hormonal alterado para se ter alterações emocionais e comportamentais decorrentes.

Basta uma vulnerabilidade maior às variações normais de tais hormônios, incluindo períodos como o pré-menstrual, pós-parto e perimenopausa.

Mas além da depressão e também da variação hormonal que pode causar problemas na saúde mental da mulher, queremos falar sobre um outro problema que é relativamente novo, mas que também afeta o bem-estar mental feminino: a síndrome do burnout

A importância da saúde mental da mulher: síndrome do burnout

Ainda falando sobre a importância da saúde mental da mulher, vamos destacar neste momento a síndrome de burnout.

Com a independência para o mercado de trabalho, ocorrida junto à criação do anticoncepcional, as mulheres assumiram novas responsabilidades.

No entanto, ainda existe o que é chamado de jornada dupla.

As mulheres trabalham 3 horas a mais que os homens, por dia, por causa desse cenário.

Afinal, muitas assumem o papel de cuidar da casa e dos filhos, o que se soma às responsabilidades do trabalho.

É por isso que a relação entre o público feminino e a síndrome de burnout merece atenção.

Esse quadro, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, é mais comum nas mulheres pelo acúmulo de funções e pelo estresse associado ao cotidiano. O quadro é marcado por sintomas como:

  • cansaço físico e emocional, em nível de esgotamento.

  • dores de cabeça e enxaquecas.

  • dificuldades de concentração.

  • mudanças no apetite (que se torna intenso ou esparso).

  • dores musculares.

  • mudanças repentinas de humor.

  • dificuldade de concentração.

  • pensamentos negativos.

  • competitividade elevada.

O tratamento pode envolver o uso de medicamentos para alguns sintomas, além de terapia e mudanças de hábitos no dia a dia. Sem a atenção adequada, é um quadro que afeta intensa e progressivamente a saúde mental da mulher.

Prevenção, melhor solução!

Como diz o ditado, prevenir é melhor do que remediar, você pode fazer algumas coisas para evitar este problema como, por exemplo, dividir as tarefas e não tentar fazer tudo sozinha, aprender a dizer não, ter um tempo para você, para fazer o que você gosta e se sente bem.

E por fim, se perceber esses sintomas que listamos, procure ajuda profissional.

E por falar em ajuda profissional, você pode contar com a Imed!

Além de preços justos, você pode receber um desconto exclusivo com o cartão de descontos iSaúde! Fale conosco e saiba mais!

Como sair de um relacionamento abusivo

Como sair de um relacionamento abusivo

Se você segue a Imed nas redes sociais, já deve saber que neste mês de outubro é promovida a campanha do Outubro Rosa. E nós aqui da Imed estamos com uma campanha relacionada ao tema que se chama Ame-se. Além da conscientização do câncer de mama e de colo do útero, também queremos falar de outros assuntos que estão ligados à saúde da mulher. E hoje queremos falar sobre como sair de um relacionamento abusivo. Continue lendo para saber mais!

Logo de cara você pode se perguntar: qual a relação de relacionamento abusivo com saúde da mulher? Mas se você parar para pensar, chegará à conclusão que tem tudo a ver!

Sim, pois a saúde da mulher também envolve saúde mental e não apenas física. E um relacionamento abusivo pode sim prejudicar e muito a saúde mental da mulher.

A pandemia de COVID-19 chegou ao Brasil em março de 2020. Num cenário de temor causado por um vírus até então pouco conhecido, o isolamento social usado para conter a disseminação da doença acabou fazendo disparar os casos de violência doméstica no país.

Estima-se que uma em cada quatro mulheres foi vítima de violência no Brasil em 2020, segundo dados do Datafolha.

Traduzindo para números mais claros, cerca de 17 milhões de brasileiras teriam sofrido agressão, a maioria dentro de sua própria casa. São casos de violência psicológica, sexual ou física.

Muitas das mulheres que sofrem esse tipo de agressão estão com dificuldades de sair de um relacionamento abusivo. Elas enfrentam a chamada síndrome do desamparo aprendido.

Acreditam que jamais poderão viver sem o companheiro e acabam normalizando a violência psicológica. Fora isso, tentam constantemente justificar as atitudes grosseiras do cônjuge ou namorado.

Veja como sair de um relacionamento abusivo

Se você, mulher, sofre com um relacionamento abusivo, talvez já tenha ouvido de alguém próximo a você algo do tipo: “termine com ele”, “ele não vai mudar” ou “acabe logo com isso”, entre outros conselhos semelhantes.

Na maioria das vezes, esse é o melhor a se fazer e os conselhos estão certos, mas para você, que está dentro do relacionamento, não é tão simples quanto parece.

Por isso, queremos compartilhar com você alguns passos que podem te ajudar a sair de um relacionamento abusivo:

Acredite que tem saída

O primeiro passo é acreditar. Milhares de mulheres já conseguiram sair dessa situação, você também vai conseguir encontrar qual o melhor caminho para seguir. Encontre essa confiança dentro de você.

Saia do isolamento social, busque rede de apoio, conte para uma amiga

O isolamento social te afasta de pessoas que potencialmente poderiam te ajudar a sair do relacionamento abusivo. Volte aos poucos a sua antiga rotina ou crie uma nova, encontre amigas e procure acolhimento em pessoas de confiança, o importante é qualidade na amizade e não quantidade, então, mesmo que seja apenas uma amiga já é o suficiente.

Leia bastante sobre o tema, se informe, veja vídeos

Saber detectar o abuso é tão importante quanto sair dele. Tenha a informação como sua principal aliada, é por meio dela que você conseguirá recursos para entender o que está passando, ter consciência de como o abuso acontece em seu relacionamento e colocar um fim na violência.

Tente criar condições para sua independência financeira

Investir em sua independência financeira te ajuda a sair do isolamento social e também te dá condições para sair do abuso, principalmente se o seu parceiro usa do dinheiro para te manipular ou ameaçar.

Faça terapia

Por fim, procure por uma psicóloga especializada no tema para te ajudar nesse processo de autoconhecimento e também para entender as frestas emocionais que permitiram o abuso entrar, assim você diminui a possibilidade de cair em outro relacionamento não saudável.

Na Imed você pode contar com ajuda psicológica para acabar com o relacionamento abusivo. Entre em contato conosco e saiba mais.

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