Puerpério – Cuidados no pós-parto

Puerpério

O nascimento de um filho costuma trazer muita alegria para a família, não é mesmo?! E é comum que toda atenção se volte para o novo integrante, que necessita de cuidados especiais. Porém, a nova mamãe passa por tantas transformações que também deve receber atenção. A fase é chamada de puerpério, e é tão importante que pode definir os próximos anos da mulher. Continue lendo para saber mais!

O puerpério costuma ser dividido em três etapas que, ao todo, somam aproximadamente 60 dias.

No entanto, vale lembrar que o processo é extremamente individual, e pode ser influenciado por fatores externos, como:

  1. As expectativas que a mulher tinha em relação à maternidade.

  2. As informações que foram disponibilizadas para ela.

  3. E, principalmente, a sua rede de apoio.

Dito isso, há casos em que o puerpério pode durar mais do que dois meses, chegando até anos! Veja, logo a seguir, como as fases se dividem:

Puerpério imediato

Costuma durar do 1º ao 10º dia, geralmente com início assim que o corpo expele a placenta.

Quem teve um parto natural pode caminhar um pouco pelo quarto logo nas primeiras horas, já que o estímulo melhora o fluxo intestinal e evita o surgimento de trombose.

Por outro lado, quem passou por uma cesariana ou precisou levar pontos deve fazer um repouso mais reforçado.

Puerpério tardio

Geralmente acontece do 11º ao 43º dia pós-parto. Mesmo com o fim do primeiro período, os cuidados com a saúde da mulher devem continuar, já que seu corpo ainda passa por muitas mudanças.

Durante 25 dias, por exemplo, o endométrio (mucosa que reveste o interior do útero) cicatriza de forma natural e volta à sua espessura inicial.

Além disso, após o primeiro mês pode ocorrer a ovulação e, se o óvulo não for fecundado, a primeira menstruação. Contudo, esse tempo pode ser maior se a mãe decidir amamentar.

Ao fim do 40º dia, as relações sexuais já podem acontecer. É nessa época, também, que há a segunda visita ao especialista.

Puerpério remoto

Tem início a partir do 43º dia. Nesse período já é hora de pensar em algum método anticoncepcional, pois a ovulação tende a normalizar.

Ficar de olho na saúde mental da mulher nesse período é de extrema importância, visto que o diagnóstico de uma possível depressão pós-parto é o primeiro passo para um tratamento adequado.

Mais alguns cuidados durante o pós-parto

Além das dicas que já compartilhamos com você, você pode acrescentar as seguintes durante o puerpério:

Sempre mantenha-se hidratada: A sede é uma das sensações marcantes do período da amamentação, independente dela acontecer após o bebê ter vindo ao mundo por meio de um parto normal ou cesárea.

A produção do leite materno deriva da circulação da materna, usando substratos do sangue. Então, como existe essa perda de água, a necessidade de reposição hídrica é muito maior nesse período de amamentação.

Evite dietas restritivas: Não se deve fazer grandes restrições, principalmente proteicas, porque isso pode eventualmente alterar a composição do leite materno. O equilíbrio tende a ser sempre a melhor alternativa!

Descanse enquanto o bebê dorme: A privação de sono é um dos desafios enfrentados pelas mães durante o puerpério, o que afeta sua concentração, raciocínio e causa até mesmo mudanças no humor. Por isso, a recomendação médica é que a mãe tente descansar nos mesmos intervalos que o bebê.

Esperamos que essas dicas ajudem você, puérpera! E lembre-se que você sempre pode contar com a Imed para cuidar da sua saúde e do seu bebê! Entre em contato conosco e saiba mais!

Glaucoma – O que é? Tem cura?

Glaucoma

Você já ouviu falar em glaucoma? Mesmo que tenha ouvido falar, te convidamos a continuar lendo este artigo para complementar seu conhecimento. E para você que não sabe nada ou quase nada sobre o assunto, essa leitura será ainda mais proveitosa!

O glaucoma é uma doença grave que aparece geralmente após o aumento da pressão intraocular, que constitui o principal fator de risco para essa condição.

Esta pressão acontece devido ao aumento de um líquido chamado de humor aquoso, que é produzido na parte anterior do olho ou por uma deficiência de sua drenagem através de seu canal.

Quando há um bloqueio desse fluido do olho, este provoca o aumento da pressão ocular. Na maioria dos casos de glaucoma, essa pressão está elevada e provoca danos no nervo óptico.

A falta de visão é uma consequência da destruição das células ganglionares. Essas estruturas ligam o olho ao cérebro e são responsáveis pela condução das imagens da retina ao cérebro.

O glaucoma costuma ser assintomático e pode provocar cegueira ou perda de visão severa se não for diagnosticado e tratado corretamente.

A doença pode estar presente e a pessoa não percebe causando uma piora do quadro e progressivamente uma lesão irreversível do nervo que, por sua vez, afeta o campo de visão.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são registrados 2,4 milhões de novos casos de glaucoma anualmente, o que totaliza 60 milhões de pessoas no mundo.

No Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Glaucoma, a doença atinge 2% dos brasileiros acima dos 40 anos, resultando em cerca de um milhão de pessoas.

Glaucoma tem cura?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o que é glaucoma, vem a questão: a doença tem cura? E a resposta é: infelizmente não! O glaucoma é uma doença crônica, ou seja, não tem cura.

Mas mesmo não tendo cura, a pressão intraocular pode ser controlada e os sintomas atenuados, com o tratamento adequado.

Assim, o ideal é que sempre que existe suspeita de ter a doença se consulte um oftalmologista para iniciar o tratamento, que pode incluir o uso de colírios, comprimidos ou, até, cirurgia.

Geralmente, o médico precisa começar por fazer uma avaliação para entender qual o tipo de glaucoma, já que pode influenciar o tipo de tratamento.

Um exame ocular pode ser usado para confirmar o diagnóstico de glaucoma.

O médico precisará examinar o interior do olho, observando através da pupila, que geralmente é dilatada.

O especialista geralmente realiza um exame completo do olho.

Somente a averiguação da pressão intraocular (por meio da tonometria) não é suficiente para diagnosticar o glaucoma, pois a pressão ocular costuma mudar.

Por isso, outros exames deverão ser feitos para que o médico possa diagnosticar o paciente com glaucoma ou não.

Como você deve ter percebido durante a leitura, o glaucoma muitas vezes é assintomático. Portanto, marque uma consulta com o oftalmologista e verifique se está tudo certo com a saúde dos seus olhos.

Neste caso, você pode contar com a Imed! Além de um atendimento de alto nível, com o Cartão iSaúde você tem direito a descontos exclusivos! Entre em contato conosco para saber mais!

A lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções

A lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções

Sabemos que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções. Mesmo que isso possa ser óbvio para você que está lendo e para a maioria das pessoas, é bom reforçarmos a ideia e acrescentarmos algumas informações. E é isso que faremos neste artigo. Continue lendo para saber mais!

Quando se trata de prevenção de infecções, especialmente aquelas que se espalham por meio de gotículas de tosse ou espirro, como a covid-19, a higienização das mãos é sempre uma medida eficaz para a população, além do uso de máscara e distanciamento social.

Em suas diretrizes sobre como prevenir a infecção pelo coronavírus, a OMS declarou que todos devem “lavar as mãos frequentemente com sabão e água”.

Ainda assim, algumas pessoas continuam a duvidar que algo tão simples quanto a higiene pessoal básica possa ter algum efeito preventivo e de impacto na saúde coletiva. Lembra que acabamos de falar que talvez possa parecer óbvio para você, a lavagem das mãos ser eficaz na prevenção de infecções? Infelizmente para alguns, não é.

Para reforçar a ideia da importância em lavar as mãos e prevenir infecções, uma pesquisa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Cambridge, explica que a lavagem das mãos é eficaz no contexto de uma pandemia, mostrando que esse ato simples pode retardar a propagação de doenças infecciosas.

Publicado na revista Risk Analysis, o estudo usou modelagem epidemiológica e simulações baseadas em dados para determinar como a melhor higiene pessoal pode afetar a taxa de transmissão de doenças.

Dessa forma, manter as mãos limpas pode evitar a infecção e a transmissão de diversas doenças.

Agora que você já sabe que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções, veja como fazer de forma prática

Agora que você já sabe que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções, veja como fazer de forma prática

Alguns momentos no decorrer do dia, a higienização é importante para evitar um possível contágio viral, como em locais públicos, após ter tocado superfícies que possam ser frequentemente tocadas por outras pessoas.

Como exemplo podemos citar maçanetas, mesas, carrinhos de compras ou caixas registradoras entre outros locais de uso comum.

É indispensável lavar as mãos antes de tocar nos olhos, boca e nariz. Também antes e após as refeições, assim como depois de tossir ou espirrar. E após usar o banheiro.

Essas são algumas das situações rotineiras em que é importante a lavagem das mãos ou utilização de álcool em gel, principalmente, quando não seja possível a lavagem.

Agora veja o passo a passo de como você deve lavar as suas mãos:

  1. Retirar todos os acessórios, como anéis, relógios e pulseiras, antes de lavar as mãos.

  2. Aplicar o sabão e friccionar as mãos.

  3. Ensaboar as mãos esfregando-as bem com o sabão. Lavar a palma das mãos, entre os dedos, debaixo das unhas e punhos.

  4. Esfregar as mãos por pelo menos 20 segundos.

  5. Enxaguar bem as mãos em água corrente limpa.

  6. Por último, secar as mãos com um papel toalha. Com o mesmo fechar a torneira. Todo processo deve durar cerca de 50 segundos.

A prevenção é com você. Agora, se você precisa de ajuda para tratar alguma infecção, você pode contar conosco! Além de preços acessíveis, a Imed Saúde conta com profissionais dedicados e também o Cartão iSaúde, que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato e saiba mais!

Alimentação da criança: do nascimento até os 2 anos

Alimentação da criança do nascimento até os 2 anos

Você sabia que é até os dois anos de idade a criança adquire o gosto por alimentos saudáveis que pode durar toda sua vida? Os primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento infantil. Por isso, a importância da alimentação da criança. Continue lendo para saber mais!

Desde o nascimento e preferencialmente até os 2 anos de idade, os bebês recebem no leite materno tudo aquilo que é necessário para seu pleno desenvolvimento.

De acordo com o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos, uma publicação do Ministério da Saúde, o leite materno é o alimento ideal para a criança – sendo seu alimento exclusivo até os 6 meses de vida, por ser totalmente adaptado às suas necessidades nos primeiros anos de vida.

Como destaca o guia, é por meio da amamentação que acontece o primeiro contato das crianças pequenas com a comida de verdade.

A recomendação é que até os seis meses, os bebês se alimentem exclusivamente de leite materno. Isso porque o leite materno oferece todos os nutrientes que o bebê precisa. Portanto, não é necessário o consumo de chá, sucos ou água.

Além disso, a amamentação fortalece o vínculo entre a mãe e o bebê e promove o melhor desenvolvimento do cérebro.

Um alerta para papais e mamães: Não ofereça nada com açúcar, mel ou melado ao bebê. Nada mesmo!

O bebê que experimenta açúcar nos primeiros dois anos vai ter preferência por doces e alimentos não saudáveis por toda a vida.

Depois dos seis meses de vida do bebê, a alimentação da criança deve ser composta de arroz, feijão, raízes, verduras, legumes, carnes, ovo e frutas. Porém, é importante continuar amamentando a criança até os 2 anos de idade.

Mais algumas dicas sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade

Mais algumas dicas sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade

Uma outra dica que podemos compartilhar com você sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade é que você pode oferecer frutas no momento em que o bebê mostrar sinais de fome.

Dessa forma, ele vai comer quantidades suficientes para ter todas as vitaminas de que precisa para crescer. Se o bebê se recusar a comer a refeição, a dica é não insistir e oferecer novamente em outro momento.

É importante que você, papai ou mamãe, estimule seu bebê a mastigar.

A mastigação vai fortalecer a bochecha do bebê, ajudar na formação dos dentes e no desenvolvimento da fala.

Além disso, se o bebê aprende a mastigar cedo, ele vai aceitar a alimentação da família com facilidade.

A recomendação é oferecer alimentos bem cozidos, amassados ou desfiados, nunca triturados.

Mesmo sem os dentes, os bebês conseguem esmagar e engolir os alimentos.

Alimentos com muito sal, gordura, açúcar e corantes fazem mal para a saúde de qualquer pessoa, principalmente para a dos bebês.

Ofereça comida de panela feita com alimentos de verdade, como: arroz, feijão, lentilha, batata, batata-doce, quiabo, couve-flor, abóbora, abobrinha, cenoura, beterraba, folhas verdes, peixe, carne, frango, etc.

Use o colorido dos alimentos para a refeição ficar divertida. Todas as verduras e frutas podem ser consumidas.

Antes dos 2 anos, não ofereça muito sal ou muita gordura para as crianças experimentarem, pois o “gosto” está em formação.

Evite doces, biscoitos, salgadinhos, café, refrigerantes, gelatina, ou demais alimentos com açúcar. O consumo desses alimentos atrapalha o sabor de alimentos nutritivos como verduras, legumes e frutas.

Além desses cuidados, a Imed pode te ajudar na saúde do seu bebê, com profissionais preparados para prestarem o melhor atendimento que você merece! Entre em contato conosco e saiba mais!

Corrimento vaginal é normal? Entenda os tipos e causas

Corrimento vaginal

Corrimento vaginal é um assunto que gera muitas dúvidas nas mulheres e também certa preocupação. Se este for o seu caso, continue lendo, pois iremos esclarecer algumas coisas relacionadas a este tema. Acompanhe-nos!

Antes de qualquer coisa, vamos entender o que é o corrimento vaginal.

O corrimento vaginal consiste na secreção de líquidos expelida na vagina, com exceção da menstruação. Trata-se de um fluido composto de células mortas, proveniente da descamação de tecidos e atividade da flora vaginal e normalmente é transparente ou esbranquiçada, com odor intenso.

Estamos falando de um processo fisiológico que é uma resposta natural do corpo feminino, por isso, nem sempre significa que existe uma doença.

No entanto, é preciso ter atenção se houver alterações na cor, odor e volume, fatores que podem indicar alguma anormalidade.

Sendo assim, o corrimento vaginal pode variar de mulher para mulher, considerando a idade, fase da vida, ciclo menstrual, reposição hormonal, menopausa e períodos de fertilidade.

Portanto, o corrimento existe em tipos diferentes, classificados pelas características da secreção. Veja logo a seguir quais são eles:

O corrimento branco ou transparente, com pouco volume e pastosos, são considerados corrimentos normais, principalmente se estiver inodoro ou com baixo odor, sem sintomas como coceiras e inflamações.

O corrimento vaginal marrom ou em tons de rosa também é muito comum e está associado à presença de coágulos de sangue misturados à secreção. Caso a manifestação desse tipo de corrimento for frequente e acompanhada de coceiras e cor mais intensa, é aconselhável procurar um médico para uma avaliação clínica.

O corrimento amarelado e até mesmo com tons de verde, com cheiro forte, ardência e coceira é o tipo que mais exige atenção. Geralmente, esse corrimento é um indicativo de algum problema mais sério, que exige a avaliação de um médico para um diagnóstico preciso.

Corrimento vaginal: entenda as causas

Corrimento vaginal

O corrimento vaginal pode ser considerado normal até certo ponto e é uma resposta natural do corpo feminino, no entanto, em alguns casos acontece com características anormais.

Dessa forma, o primeiro passo para saber se é algo que merece atenção especial, é avaliar as características da secreção e identificar o tipo, como te mostramos nos parágrafos anteriores.

Os corrimentos transparentes e inodoros são considerados normais e podem indicar que a mulher está no período fértil do ciclo ou passando por alterações hormonais. É um processo natural do organismo e não é considerado indicativo de alguma inflamação ou doença.

O corrimento branco pode ser um sinal da candidíase ou outra doença que também é causada por fungos. Principalmente, se o corrimento acontecer acompanhado de coceiras, vermelhidão e queimação ao redor da vulva.

Nos casos de corrimentos amarelados ou esverdeados, com cheiro forte e presença de sintomas como coceiras, queimação, dor ao urinar ou no ato sexual, merecem atenção. Nesse caso, pode ser um indicativo de alguma doença sexualmente transmissível.

O corrimento vaginal marrom ou vermelho é comum após os períodos menstruais, no entanto, quando ocorre de forma anormal, pode ser causado pela gonorreia. Neste caso, você deve ficar atenta, e se notar que está com diferenças, procure um ginecologista.

E por falar em ginecologista, você pode encontrar este profissional aqui na Imed! Além de preços justos, que cabem no seu bolso, você também conta com o Cartão iSaúde, que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato conosco para saber mais!

Urologista: Mulher também precisa ir?

Urologista

Quem nunca ouviu algo do tipo: ginecologista é o médico para mulher e o urologista é o médico para homem?

Talvez você acredite nisso, assim como muitos outros. Mas saiba que essa frase não é totalmente verdadeira.

O ginecologista sim cuida da saúde da mulher e de órgãos específicos do sexo feminino.

Mas sobre o urologista, ele não é um médico exclusivo para o homem. Continue lendo para entender melhor.

O urologista é sim responsável por tratar problemas do aparelho sexual masculino, mas além disso, é ele também que cuida do aparelho urológico (rins, ureteres, bexiga e uretra…) de homens e mulheres.

Sendo assim, cabe ao urologista tratar tanto homens, quanto mulheres!

Mas calma, não feche a página, ainda não termina por aqui!

Agora que você já sabe que o urologista é responsável também por cuidar de todo o aparelho urológico feminino, vamos descobrir quais doenças que este profissional trata das mulheres.

Como acabamos de dizer, cabe ao médico urologista tratar de forma clínica e até mesmo cirúrgica uma série de patologias que acometem os rins, bexiga e alguns outros órgãos que fazem parte do sistema urinário feminino.

Dito disso, vamos compartilhar com você uma lista com as 7 principais motivos que fazem com que mulheres procurem por um urologista:

  1. Cálculos renais
  2. Incontinência Urinária
  3. Bexiga Hiperativa
  4. Infecções urinárias e cistites
  5. Cólica Renal
  6. Prolapso de órgãos da pelve (Útero ou Bexiga caída)
  7. Doenças sexualmente Transmissíveis

Além dessas doenças, uma série de outros problemas que acometem o sistema urinário são atendidos pelos urologistas. Esses são apenas os mais frequentes, porém não os únicos.

Quando a mulher precisa ir ao urologista?

Quando a mulher precisa ir ao urologista

Como você viu, existem algumas doenças que as mulheres podem tratar com a ajuda do urologista. Mas quais os sintomas que devem fazer com que ela visite este especialista? É o que nós iremos te mostrar agora.

Ao perceber sintomas como dores na bexiga, pélvis ou região genital, dor ao urinar, necessidade frequente de urinar, desconforto ou sangue na urina a mulher deve procurar um urologista para fazer o diagnóstico correto e recomendar o melhor tratamento, que poderá ser à base de antibióticos.

A infeção urinária soma mais de 2 milhões de casos no Brasil e é muito mais comum nas mulheres. O motivo é justamente a anatomia do corpo feminino.

O canal urinário da mulher é mais curto do que o do homem, além de ser mais próximo da vagina e ânus. Esta condição facilita a entrada de bactérias, ocasionando a infecção.

Por essa razão, a higiene da mulher precisa de atenção especial. Cuidar na hora de fazer a limpeza da região genital após ir ao banheiro, lavar-se corretamente após relações sexuais e não usar o mesmo absorvente por muito tempo são ações importantes para evitar infeções.

É de suma importância que casos de infecção urinária sejam tratados com acompanhamento do médico.

Se a infecção não for eliminada da forma correta, ela pode tornar-se recorrente e até se agravar, causando complicações nos rins como a pielonefrite.

Portanto, se você, mulher, estiver com algum desses sintomas, procure ajuda médica o quanto antes. E se este for o seu caso, a Imed pode te ajudar!

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Cardiologista: Porque devo cuidar do meu coração desde cedo?

Cardiologista

Muitos de nós temos o mau costume de procurar ir ao médico somente quando um problema incomoda, quando sentimos dor ou desconforto. Neste artigo você irá descobrir porque deve ir ao cardiologista o quanto antes e cuidar do seu coração desde cedo. Boa leitura!

Os mais jovens tendem a não se preocupar muito em visitar o médico com certa frequência. Muito menos cuidar da saúde do coração. Mas isso é um erro.

Um estudo feito pela Fundação Favaloro na Argentina, revela que a primeira causa de morte da humanidade é o ataque cardíaco ou morte súbita.

A placa arterial é uma substância dura que se forma e cresce dentro das artérias, fazendo com que os vasos sanguíneos fiquem obstruídos e endurecidos.

A formação dessas placas, conhecidas como doença arterial coronariana ou aterosclerose coronariana, muitas vezes leva a ataques cardíacos e derrames por ir lentamente cortando o fornecimento de sangue para órgãos vitais.

Coágulos sanguíneos formados por estas plaquetas que se libertam das paredes das artérias podem bloquear o fluxo de sangue e causar a morte.

A arteriosclerose é outra doença que envolve a formação de placas nas artérias e também é vulgarmente chamada de “endurecimento das artérias”. A placa é constituída por gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias do sangue.

Especialistas aconselham levar uma alimentação saudável, pobre em gordura e sódio, mas rica em fibras.

Além disso, fazer uma rotina de exercícios durante 30 minutos, pelo menos três vezes por semana para remover a gordura do corpo. E beber muita água para manter o sistema hidratado.

A Organização Mundial de Saúde estima que pelo menos 80% das mortes prematuras por doenças cardíacas e derrames poderiam ser evitados através de uma dieta saudável, atividade física regular e abandono do tabaco.

Porque cuidar do coração mais cedo e como o cardiologista pode ajudar

Nosso coração possui a função essencial de manter o corpo em funcionamento. Ele faz isso através do bombeamento do sangue pelo sistema circulatório.

O lado direito do coração manda o sangue para os pulmões, onde ocorre a troca gasosa.

Consequentemente, esse sangue é preenchido com oxigênio e devolvido ao lado esquerdo que, simultaneamente, envia esse sangue rico em oxigênio para as artérias.

Desse modo, o sangue nutre os órgãos e tecidos do corpo, enquanto remove o excesso de resíduos.

A importância de cuidar do coração deve estar presente desde a juventude e continuar por toda a vida. Porém, nunca é tarde para fazer mudanças no estilo de vida que poderão melhorar a saúde do seu coração.

Claro que quanto mais cedo começar, melhor. Mas é sempre preferível começar hoje mesmo do que daqui alguns meses ou anos, independentemente da sua idade.

No mundo, em média 18 (dezoito) milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças cardiovasculares.

Do mesmo modo, no Brasil, ocorrem aproximadamente quatrocentos mil óbitos por ano. Isso representa mais de mil mortes por dia. E, enfim, o mais importante, 50% dessas mortes são evitáveis.

Portanto, manter o coração saudável é fundamental para uma boa saúde em geral.

Sempre é melhor prevenir do que remediar. Isso é fato. Mas diagnosticar e tratar pessoas que já estejam com algum problema cardíaco também é fundamental. E é aí que entra o papel do cardiologista.

E se você precisa de um bom cardiologista, a Imed é a sua solução! Além de preços atrativos, contamos com o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato conosco para saber mais.

Fertilidade feminina: o que não fazer quando se pretende engravidar?

Fertilidade feminina

Você decidiu que chegou sua hora de engravidar, de ter seu primeiro ou próximo(a) filho(a)? Então este artigo vai te interessar, pois iremos falar sobre fertilidade feminina e o que não fazer quando se pretende engravidar. Boa leitura!

A gravidez costuma ser um momento especial, o qual muitas mulheres sonham. Porém, muitas vezes, as tentativas acabam não dando resultado e acabam frustrando e preocupando o casal. Se este for o seu caso, fique tranquila! Já vamos te dizer o que você pode estar fazendo de errado.

Quando a mulher deseja engravidar pode ter o costume de fazer algumas contas para que a relação sexual aconteça no período favorável, ou seja, no período fértil da mulher.

Alguns casais acabam se preocupando em ter o maior número de relações possíveis, porém, se esquecem de contar quais são os dias mais prováveis para que a fertilização aconteça.

A data ideal é a partir do décimo dia do ciclo, se estendendo até o vigésimo dia. Se o ciclo menstrual for muito irregular, o ideal é ter relações sexuais no mínimo 3 vezes por semana, em dias alternados.

Outra coisa que você não deve fazer se pretende engravidar é se preocupar apenas com a saúde reprodutiva.

Casais que resolvem ter um filho e não conseguem engravidar nas primeiras tentativas, logo pensam em problemas de reprodução no homem ou na mulher.

No entanto, outros problemas de saúde podem afetar diretamente a fertilidade, tais como tabagismo, estresse, obesidade, má alimentação e até o uso de alguns medicamentos.

Por isso, antes de se concentrar na saúde do seu corpo com relação à infertilidade, pense se algum dos seus hábitos podem estar colaborando para a dificuldade de engravidar.

Fertilidade feminina e mais algumas dicas de o que não fazer quando se pretende engravidar

Fertilidade feminina e mais algumas dicas de o que não fazer quando se pretende engravidar

Até agora falamos algumas coisas que a mulher não deve fazer se pretende engravidar. Mas saiba que os homens também devem evitar certas atitudes, caso desejem que sua companheira engravide.

De acordo com o médico ginecologista Eduardo Schor, “para que produzam espermatozoides em boa quantidade e qualidade, os testículos devem estar à temperatura ambiente. Usar cuecas e calças muito apertadas ou manter o notebook sobre o colo por muito tempo pode aquecer a região, diminuindo a qualidade dos espermatozoides”.

Por fim, mas não menos importante, quando a mulher decide engravidar, é preciso ter em mente que talvez o resultado positivo não venha em apenas um ou dois meses.

Se você estiver tentando há mais de 12 meses, já é o momento de procurar um especialista.

Mas, se você tem mais de 35 anos, espere seis meses antes de consultar um profissional, já que as chances de fertilidade diminuem depois dessa idade.

Quando está tentando engravidar, o casal precisa ter ainda mais cumplicidade e compreensão.

Ou seja, não devem se culpar e ter em mente que é normal que algumas tentativas sejam feitas antes de obter a boa notícia.

E por falar em especialista, se você precisa da ajuda de um, pois já está tentando engravidar a algum tempo e não consegue, conte com a Imed!

Além de trabalharmos com excelentes profissionais e termos preços justos, na Imed você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Para saber mais detalhes, entre em contato conosco!

Gaslighting: significado, conscientização sobre saúde mental e tratamento

Gaslighting

Você conhece alguma pessoa ou algumas pessoas que estão em um relacionamento tóxico? É possível que essa(s) pessoa(s) podem ser vítimas das armações dos seus parceiros sem perceber. Acontece que muitos indivíduos demonstram uma habilidade de manipulação com os seus companheiros. Para explicar melhor essa situação, entenda o significado de gaslighting e como identificá-lo.

Gaslighting se trata de uma manipulação feita por uma pessoa com o intuito de controlar o parceiro. Muitas informações são distorcidas, omitidas e inventadas para que a pessoa continue o abuso psicológico na vítima. Por sua vez, a vítima convive com uma sensação de medo e insegurança em relação ao agressor.

Além de duvidar de si, o alvo desse abuso assume por completo a responsabilidade dos problemas no relacionamento. Por isso, em casos mais graves o indivíduo começa a duvidar da sua própria sanidade.

O gaslighting pode ser praticado tanto por mulheres quanto por homens em seus relacionamentos. Porém, esse comportamento abusivo é frequente entre o público masculino.

A palavra gaslighting originou-se do filme Gaslight, em português À meia luz, lançado em 1944.

O filme mostra um marido abusivo tentando convencer a esposa e os amigos de que ela é louca. Para tanto, ele manipula o ambiente ao redor, negando os comentários de que a casa está mudando.

Nos estudos a respeito do gaslighting, a psicologia esclarece que os maus tratos à vítima é uma forma de se beneficiar da situação. Ainda que o agressor seja confrontado por esse comportamento, ele vai negar ter más intenções.

Sendo uma forma de violência psicológica, o gaslighting afeta a psique da vítima por causa das constantes manipulações psicoemocionais.

Tanto que indivíduos que não conseguem romper relações abusivas possuem a autoestima frágil em razão do abuso que sofreram.

Gaslighting: como identificar e receber ajuda

como identificar e receber ajuda

Como a vítima sofre com manipulações discretas, tem dificuldades de reconhecer o abuso. Tudo porque está esgotada mentalmente e pode desenvolver sinais de uma depressão.

A vítima precisa analisar o comportamento do parceiro de forma mais racional e questionar quais emoções ele gera nela. Ficar com esse parceiro gera bem-estar, estresse, emoções boas ou ansiedade? Por isso é importante refletir.

Também é importante pensar a respeito das ocasiões em que o seu parceiro mentiu ou fez acusações falsas. Caso o número de situações de conflito seja grande, certamente a vítima está sendo agredida sem saber.

O agressor tentará mostrar como a vítima age de forma equivocada, confusa e transfere para ela a responsabilidade das suas ações.

Ele talvez até diga como a sua vítima deve se sentir em relação aos eventos ditos na conversa e por isso essa atitude também se torna duvidosa.

Uma relação saudável é marcada por uma troca dos dois lados, apoio, encorajamento e capacidade de conversar abertamente entre o casal.

Além de te fazer bem, esse tipo de relacionamento trará o melhor dos seus sentimentos, bem como vai mostrar a verdade no seu parceiro.

O amor de verdade não manipula, mas sim acolhe para que o casal se desenvolva para demonstrar o seu melhor.

Se você ou alguém conhecido sofre com o gaslighting deve buscar o apoio de pessoas queridas e de psicólogos para se recuperar.

Além de recuperar a autoestima, essa rede de apoio ajudará na recuperação do seu amor-próprio e confrontar o parceiro abusivo.

A Imed pode te ajudar a cuidar da sua saúde mental. Temos profissionais qualificados e preços justos. Além disso, com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais.

Gastro: Azia e queimação constante. Por que sinto isso?

Gastro: Azia e queimação constante. Por que sinto isso

De forma geral, não é difícil diagnosticar a azia somente a partir da descrição de sintomas. No entanto, às vezes, ela pode ser confundida com outros problemas de saúde. Por isso, em caso de o diagnóstico não estar claro, você poderá se consultar com um médico gastroenterologista – ou simplesmente gastro – para fazer mais exames. Se você tem sentido azia e queimação no estômago constantes e gostaria de saber o que pode ser, continue lendo!

Em primeiro lugar vamos entender o que é a azia. A azia é uma sensação de queimação na região do esôfago, no peito, atrás do osso esterno. Ela pode provocar, ainda, dor ou incômodo que irradia para o pescoço ou garganta.

Normalmente, a azia é causada por refluxo de ácido gástrico e alguns fatores de risco, como hérnia de hiato e oscilações hormonais na gravidez.

Além disso, a azia pode ser provocada por má alimentação, nervosismo ou uso de roupas muito justas, que acabam prejudicando a digestão dos alimentos.

Independente da causa, o tratamento para a azia constante é feito com antiácidos para diminuir a acidez do estômago e mudança nos hábitos alimentares. Apenas em casos raros indica-se cirurgia para resolver o problema.

A principal causa da azia é o refluxo, no entanto há também outras causas que justificam essa queimação.

O refluxo ocorre quando o retorno involuntário do conteúdo que está no estômago sobe para o esôfago, causando um desconforto intenso por se tratar de um conteúdo muito ácido.

Em casos de refluxo, o sintoma mais comum é a azia, mas também pode haver dor intensa na região do tórax – parecida com a dor do infarto ou angina – tosse seca e, até mesmo problemas respiratórios como asma e pneumonia.

Azia e queimação constante: veja quais as outras razões e como o gastro pode ajudar

Azia e queimação constante

Continuando a falar do refluxo, você pode fazer algumas coisas para aliviar o problema antes mesmo de visitar o gastro.

Por exemplo, evitar deitar-se logo após comer, dormir com a cabeceira elevada e também ter alguns cuidados com a alimentação, evitando o consumo de café, álcool, alimentos gordurosos e bebidas ácidas.

Outro problema que pode estar te causando azia é a hérnia de hiato.

Normalmente a hérnia de hiato é mais comum em pessoas com excesso de peso, que fumam, ou que praticam exercício físico em excesso.

Os sintomas são leves e muito parecidos com os de refluxo, incluindo indigestão principalmente quando a pessoa se deita após comer, e pioram quando a pessoa se inclina, faz esforços ou levanta objetos pesados.

Para aliviar o problema é aconselhado comer devagar e em mais vezes ao dia, evitar refeições pesadas pelo menos duas horas antes de ir dormir.

Também, evitar alimentos gordurosos, ácidos, álcool, cigarros, e a perda de peso quando há obesidade ou sobrepeso.

Outro problema comum que pode causar azia é a gastrite.

A gastrite é a irritação ou inflamação que ocorre no estômago causada por infecções, estresse, alergias, uso de alguns medicamentos e alteração no sistema imune.

Os sintomas dependem do tipo de gastrite e, podem ser dor e desconforto abdominal, náuseas e vômitos, indigestão e sensação de estar cheio mesmo após uma refeição pequena.

Estes são apenas alguns problemas que podem estar te causando azia. E mesmo que você possa ter algumas práticas que aliviam os sintomas, o ideal é você procurar por uma ajuda profissional. Neste caso, a do gastro.

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