Ligamento rompido não é só coisa de atleta: quando a reconstrução é necessária

Reconstrução ligamentar

Lesões ligamentares costumam ser associadas ao esporte de alto rendimento. A imagem do atleta que cai, sente o estalo no joelho e sai carregado reforça essa ideia. Na prática, qualquer pessoa pode romper um ligamento, mesmo em atividades rotineiras.

Uma torção ao descer escadas, um escorregão, um movimento em falso ou até um impacto leve podem causar uma lesão séria, especialmente no joelho.

O que são os ligamentos e por que eles importam

Os ligamentos são estruturas que conectam os ossos e garantem a estabilidade da articulação. No joelho, eles são fundamentais para caminhar, mudar de direção e sustentar o peso do corpo.

Quando um ligamento se rompe, a articulação perde estabilidade. Isso não se resolve apenas com repouso.

Principais ligamentos afetados

No joelho, os mais frequentemente lesionados são:

  • Ligamento cruzado anterior.
  • Ligamento cruzado posterior.
  • Ligamentos colaterais.

Cada um deles tem função específica. A lesão de qualquer um pode comprometer movimentos simples do dia a dia.

Sintomas de um ligamento rompido

Os sinais mais comuns incluem:

  • Dor intensa logo após o trauma.
  • Inchaço rápido.
  • Sensação de falseio ao caminhar.
  • Dificuldade para apoiar o peso do corpo.
  • Perda de confiança no joelho.

Algumas pessoas conseguem continuar andando, o que gera falsa sensação de melhora. O problema permanece.

Por que nem toda lesão melhora sozinha

Em lesões parciais, o tratamento conservador pode ser indicado. Já nas rupturas completas, principalmente quando há instabilidade, a reconstrução ligamentar passa a ser a melhor opção.

Ignorar a instabilidade leva a:

  • Desgaste precoce da cartilagem.
  • Lesões de menisco.
  • Dor crônica.
  • Limitação funcional progressiva.

Ou seja, o joelho vai piorando com o tempo.

Quando a reconstrução ligamentar é indicada

A cirurgia costuma ser indicada quando:

  • Há ruptura completa do ligamento.
  • O joelho apresenta instabilidade frequente.
  • O paciente sente medo de caminhar ou fazer força.
  • O tratamento conservador falhou.
  • A qualidade de vida está comprometida.

A decisão não é baseada apenas em esporte, mas em funcionalidade.

Reconstrução ligamentar e recuperação

A reconstrução ligamentar é feita com técnicas modernas e, na maioria dos casos, por abordagem minimamente invasiva. A reabilitação é parte fundamental do sucesso do tratamento e envolve fisioterapia orientada.

Quando bem indicada, a cirurgia devolve estabilidade, segurança e confiança ao paciente.

Cirurgia ortopédica na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece atendimento em cirurgia ortopédica, com avaliação especializada para lesões ligamentares, diagnóstico preciso e definição do melhor tratamento para cada paciente.

Instabilidade no joelho não é normal, mesmo fora do esporte. Se você sente que o joelho falha ou não responde como antes, procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e avalie com um especialista a melhor forma de tratamento.

Dor no joelho que não passa: quando a artroscopia é indicada

Dor no joelho que não passa

Dor no joelho é comum. Conviver com ela não deveria ser. Quando o desconforto persiste por semanas ou meses, limita movimentos e começa a interferir na rotina, é sinal de que algo mais sério pode estar acontecendo dentro da articulação.

Em muitos casos, o tratamento definitivo envolve a artroscopia, um procedimento cirúrgico minimamente invasivo que permite diagnosticar e tratar lesões internas do joelho.

Por que o joelho dói por tanto tempo

O joelho é uma das articulações mais exigidas do corpo. Caminhar, subir escadas, correr ou simplesmente levantar da cadeira exige estabilidade e alinhamento perfeito. Lesões internas nem sempre aparecem em exames simples e podem evoluir silenciosamente.

As causas mais comuns de dor persistente incluem:

  • Lesões de menisco.
  • Lesões ligamentares.
  • Desgaste da cartilagem.
  • Inflamações articulares recorrentes.
  • Impactos e traumas esportivos.

Quando a dor não melhora com repouso, fisioterapia ou medicação, a investigação precisa avançar.

O que é a artroscopia

A artroscopia é uma técnica cirúrgica realizada com pequenas incisões, através das quais uma câmera e instrumentos específicos são inseridos na articulação. Isso permite ao cirurgião visualizar o interior do joelho com precisão e corrigir o problema no mesmo procedimento.

É uma cirurgia menos agressiva, com menor trauma aos tecidos e recuperação mais rápida quando comparada às cirurgias abertas.

Quando a artroscopia é indicada

A indicação surge quando:

  • A dor persiste apesar do tratamento conservador.
  • Há limitação de movimento.
  • O joelho trava ou falha durante a caminhada.
  • Exames de imagem indicam lesões internas.
  • O paciente tem queda significativa na qualidade de vida.

Adiar a decisão cirúrgica pode agravar lesões que inicialmente seriam mais simples de tratar.

Benefícios da artroscopia

Entre as principais vantagens do procedimento estão:

  • Diagnóstico preciso.
  • Tratamento direcionado da lesão.
  • Menor tempo de internação.
  • Recuperação funcional mais rápida.
  • Retorno mais seguro às atividades diárias e esportivas.

Quando bem indicada, a artroscopia não é excesso de intervenção. É solução.

O risco de “empurrar com a barriga”

Muitas pessoas se adaptam à dor, mudam o jeito de andar ou evitam movimentos. Isso gera compensações, sobrecarga em outras articulações e piora progressiva do quadro. Joelho não tratado vira problema crônico.

Cirurgia ortopédica na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece atendimento em cirurgia ortopédica, com avaliação especializada para definir se a artroscopia é a melhor opção em cada caso, sempre priorizando segurança, precisão diagnóstica e recuperação eficiente.

Dor no joelho que não passa não é normal. Se o desconforto está limitando sua rotina, procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e avalie com um especialista a melhor forma de tratamento.

Dor abdominal após refeições gordurosas: quando o problema pode estar na vesícula biliar

Dor abdominal após refeições gordurosas

Sentir dor no abdômen depois de comer alimentos gordurosos não é normal, mesmo que muita gente tente se convencer disso. Quando esse desconforto se repete, principalmente do lado direito do abdômen, o alerta deve acender. Em muitos casos, o problema está na vesícula biliar.

Ignorar os sinais pode levar a crises mais intensas, inflamações graves e até internações de emergência.

O papel da vesícula biliar

A vesícula é um pequeno órgão localizado abaixo do fígado. Sua função é armazenar a bile, substância essencial para a digestão das gorduras. Quando algo interfere nesse processo, surgem os sintomas.

O problema mais comum é a formação de cálculos biliares, popularmente chamados de “pedras na vesícula”.

Sintomas que merecem atenção

Os sinais costumam aparecer após refeições mais pesadas e podem incluir:

  • Dor no lado direito do abdômen, abaixo das costelas.
  • Dor que pode irradiar para as costas ou ombro direito.
  • Náuseas e vômitos.
  • Sensação de estufamento.
  • Indigestão frequente.

Em fases iniciais, a dor pode ser tolerável. Com o tempo, as crises se tornam mais longas, intensas e imprevisíveis.

Por que a dor piora após comidas gordurosas

Alimentos ricos em gordura estimulam a liberação da bile. Se há pedras na vesícula, essa liberação fica prejudicada, causando contrações dolorosas e inflamação do órgão.

Esse mecanismo explica por que muitas crises surgem:

  • Após churrascos.
  • Depois de frituras.
  • Em refeições muito pesadas à noite.

Os riscos de adiar o tratamento

A tentativa de “controlar na dieta” pode funcionar temporariamente, mas não resolve o problema. Sem tratamento adequado, podem ocorrer:

  • Colecistite aguda, que é a inflamação da vesícula.
  • Infecções.
  • Complicações que exigem cirurgia de urgência.
  • Dor intensa e internação hospitalar.

Quanto mais cedo o diagnóstico é feito, menor o risco de complicações.

Quando a cirurgia é indicada

A colecistectomia, cirurgia para retirada da vesícula biliar, é o tratamento definitivo nos casos sintomáticos. Atualmente, na maioria das situações, o procedimento é realizado por via minimamente invasiva, com recuperação mais rápida.

Viver sem a vesícula é totalmente possível. O organismo se adapta e a qualidade de vida melhora significativamente após a cirurgia.

Cirurgia de vesícula na IMED Saúde

A IMED Saúde oferece avaliação especializada em cirurgia geral, com estrutura adequada para o diagnóstico e tratamento das doenças da vesícula biliar, sempre priorizando segurança e bem-estar do paciente.

Dores frequentes após refeições gordurosas não devem ser ignoradas. Se esse quadro faz parte da sua rotina, procure a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e receba orientação médica adequada antes que o problema evolua.

Abaulamento no abdômen que aparece ao fazer força: quando pode ser hérnia e precisa de cirurgia

hérnia

Muita gente percebe um “caroço” no abdômen, na virilha ou próximo ao umbigo e ignora. No começo, não dói. Às vezes some quando a pessoa deita. O problema é que esse sinal costuma indicar uma hérnia, e ela não se resolve sozinha.

Hérnia é uma condição cirúrgica. Adiar a avaliação pode transformar um problema simples em uma urgência.

O que é hérnia

A hérnia ocorre quando uma parte de um órgão ou tecido interno atravessa uma região enfraquecida da musculatura. Isso cria um abaulamento visível ou palpável, que tende a aumentar com o tempo.

As hérnias mais comuns são:

  • Hérnia inguinal
  • Hérnia umbilical
  • Hérnia epigástrica

Todas seguem a mesma lógica: fraqueza muscular + pressão interna.

Principais sinais de alerta

Os sintomas variam conforme o tipo de hérnia, mas os mais frequentes são:

  • Abaulamento visível ao tossir, levantar peso ou fazer força
  • Sensação de peso ou desconforto local
  • Dor leve a moderada, que piora ao longo do dia
  • Desconforto ao ficar muito tempo em pé

Um erro comum é achar que só deve procurar ajuda quando dói muito. Esse é o atraso que complica o quadro.

Por que a hérnia piora com o tempo

A abertura na musculatura não fecha espontaneamente. Com o passar dos meses ou anos:

  • O abaulamento aumenta
  • A dor se torna mais frequente
  • O risco de encarceramento cresce

Hérnia encarcerada acontece quando o conteúdo herniado fica preso, podendo evoluir para estrangulamento, que compromete a circulação do órgão e exige cirurgia de urgência.

Quando a cirurgia é indicada

Na maioria dos casos, a correção cirúrgica é o tratamento definitivo. A cirurgia:

  • Reforça a parede abdominal
  • Elimina o risco de complicações
  • Melhora a qualidade de vida
  • Evita emergências futuras

Quanto mais cedo é realizada, mais simples é o procedimento e mais rápida é a recuperação.

Cirurgia planejada é sempre melhor que cirurgia de urgência

Corrigir a hérnia de forma programada permite:

  • Avaliação clínica completa
  • Melhor preparo do paciente
  • Menor risco cirúrgico
  • Pós-operatório mais tranquilo

Esperar “estourar” nunca é uma boa estratégia.

Atendimento cirúrgico na IMED Saúde

A IMED Saúde conta com cirurgia geral especializada, oferecendo diagnóstico preciso e tratamento adequado para diferentes tipos de hérnia, sempre com foco em segurança e recuperação eficiente.

Percebeu um abaulamento no abdômen ou na virilha? Não espere virar urgência. Entre em contato com a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e avalie o melhor momento para o tratamento cirúrgico.

Dor abdominal que começa “leve” e piora rápido: quando pode ser apendicite

Dor de barriga frequente não é normal

Nem toda dor abdominal é sinal de algo grave. Mas existe um tipo específico de dor que nunca deve ser ignorado: aquela que começa fraca, parece inofensiva, e em poucas horas se intensifica rapidamente. Esse é um sinal clássico de apendicite aguda.

A apendicite é uma urgência cirúrgica. Quanto mais cedo é diagnosticada, menor o risco de complicações e mais simples é o tratamento.

O que é apendicite

A apendicite é a inflamação do apêndice, uma pequena estrutura ligada ao intestino grosso. Quando inflama, não regride espontaneamente. Sem tratamento adequado, a inflamação evolui até a perfuração do órgão.

Quando isso acontece, o risco de infecção abdominal grave aumenta significativamente.

Como a dor da apendicite costuma começar

O padrão mais comum é:

  • Dor abdominal difusa ou mal localizada no início
  • Desconforto leve que parece algo passageiro
  • Em poucas horas, a dor se concentra no lado inferior direito do abdômen
  • A intensidade aumenta e não melhora com repouso ou analgésicos simples

Esse tipo de dor não vai e volta. Ela progride.

Sintomas que costumam acompanhar

Além da dor, outros sinais costumam aparecer:

  • Náuseas e vômitos
  • Falta de apetite
  • Febre baixa, que pode aumentar com a evolução do quadro
  • Sensibilidade ao toque abdominal
  • Dor ao caminhar, tossir ou realizar movimentos simples

A associação desses sintomas exige avaliação médica imediata.

O risco de esperar demais

Um dos erros mais comuns é tentar “aguentar” a dor para ver se melhora. Esse atraso pode levar à perfuração do apêndice, causando:

  • Infecção abdominal grave
  • Cirurgia mais complexa
  • Maior tempo de internação
  • Recuperação mais lenta

Na apendicite, tempo é fator decisivo.

Quando a cirurgia é necessária

O tratamento indicado é a apendicectomia, cirurgia para retirada do apêndice. Quando realizada precocemente:

  • O procedimento é mais seguro
  • O risco de complicações é menor
  • A recuperação é mais rápida
  • O retorno às atividades ocorre em menos tempo

Por isso, identificar os sinais e agir rápido faz toda a diferença.

Atendimento especializado faz diferença

Na IMED Saúde, os pacientes contam com avaliação médica criteriosa e cirurgiões experientes em cirurgia geral, garantindo diagnóstico rápido e tratamento seguro para quadros como a apendicite.

Se você ou alguém da sua família apresenta dor abdominal que piora rapidamente, não espere. Entre em contato com a IMED Saúde, que atende Sorocaba-SP e região, e receba o cuidado adequado no momento certo.

A importância da saúde mental da mulher

A importância da saúde mental da mulher

Neste Outubro Rosa a Imed traz para você mais um artigo com foco na saúde da mulher. E hoje queremos falar sobre a importância da saúde mental da mulher. Continue lendo para saber mais!

As conquistas no trabalho e seu papel na sociedade nos levam a refletir também sobre como a mulher pode ser bem sucedida, mas também feliz emocionalmente.

Um dos grandes vilões do bem-estar emocional da mulher são os transtornos do humor, especialmente a depressão.

Além da depressão ser mais comum nas mulheres do que nos homens, quadros específicos como a depressão pós-parto e a depressão na menopausa dificultam ainda mais fases da vida já difíceis.

Aspectos fisiológicos, como a dança dos hormônios e seus papéis no organismo feminino, ainda são pouco compreendidos por homens e mulheres.

Diferenças entre homens e mulheres existem do ponto de vista físico – entre outros aspectos – à formação do cérebro, características do sangue (número de glóbulos vermelhos) e aparência (altura, peso, músculos, distribuição de gordura, etc.).

As diferenças cumprem função essencial em relação ao progresso que se realiza em uma determinada existência.

É evidente que as mulheres sofrem mais com os hormônios quando comparadas aos homens.

E algumas mulheres são mais suscetíveis às oscilações hormonais fisiológicas do que outras.

Nem sempre precisa haver uma detecção de um nível hormonal alterado para se ter alterações emocionais e comportamentais decorrentes.

Basta uma vulnerabilidade maior às variações normais de tais hormônios, incluindo períodos como o pré-menstrual, pós-parto e perimenopausa.

Mas além da depressão e também da variação hormonal que pode causar problemas na saúde mental da mulher, queremos falar sobre um outro problema que é relativamente novo, mas que também afeta o bem-estar mental feminino: a síndrome do burnout

A importância da saúde mental da mulher: síndrome do burnout

Ainda falando sobre a importância da saúde mental da mulher, vamos destacar neste momento a síndrome de burnout.

Com a independência para o mercado de trabalho, ocorrida junto à criação do anticoncepcional, as mulheres assumiram novas responsabilidades.

No entanto, ainda existe o que é chamado de jornada dupla.

As mulheres trabalham 3 horas a mais que os homens, por dia, por causa desse cenário.

Afinal, muitas assumem o papel de cuidar da casa e dos filhos, o que se soma às responsabilidades do trabalho.

É por isso que a relação entre o público feminino e a síndrome de burnout merece atenção.

Esse quadro, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, é mais comum nas mulheres pelo acúmulo de funções e pelo estresse associado ao cotidiano. O quadro é marcado por sintomas como:

  • cansaço físico e emocional, em nível de esgotamento.

  • dores de cabeça e enxaquecas.

  • dificuldades de concentração.

  • mudanças no apetite (que se torna intenso ou esparso).

  • dores musculares.

  • mudanças repentinas de humor.

  • dificuldade de concentração.

  • pensamentos negativos.

  • competitividade elevada.

O tratamento pode envolver o uso de medicamentos para alguns sintomas, além de terapia e mudanças de hábitos no dia a dia. Sem a atenção adequada, é um quadro que afeta intensa e progressivamente a saúde mental da mulher.

Prevenção, melhor solução!

Como diz o ditado, prevenir é melhor do que remediar, você pode fazer algumas coisas para evitar este problema como, por exemplo, dividir as tarefas e não tentar fazer tudo sozinha, aprender a dizer não, ter um tempo para você, para fazer o que você gosta e se sente bem.

E por fim, se perceber esses sintomas que listamos, procure ajuda profissional.

E por falar em ajuda profissional, você pode contar com a Imed!

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Mamografia: a partir de que idade precisa ser feito?

Mamografia: a partir de que idade precisa ser feito?

Outubro Rosa é uma campanha para conscientizar e reforçar os cuidados com a saúde da mulher. Mas independente do mês, esse é um tema que sempre deve estar em evidência. Neste artigo nós iremos falar sobre mamografia: a partir de que idade precisa ser feito? Tenha uma ótima leitura!

Sobre a saúde da mulher, o câncer de mama é um dos assuntos mais frequentes. Ele pode ser detectado com o autoexame e também através da mamografia, mas a partir de qual idade é preciso fazê-la regularmente?

Nos últimos anos, tem havido uma preocupação crescente de que as mamografias anuais, a partir dos 40 anos, possam fazer mais mal do que bem para muitas mulheres.

É por isso que a Força Tarefa para Serviços Preventivos dos Estados Unidos, um grupo de especialistas que analisa as últimas descobertas de pesquisas, recomenda que a mamografia comece com 50 anos, em vez de 40, e que a frequência seja a cada dois anos (em vez de anualmente) a partir dos 74 anos.

A Força-Tarefa é usada amplamente como padrão-ouro para determinar o tratamento médico e a triagem.

Neste caso, eles recomendaram aumentar a idade para 50 anos depois que o American College of Physicians recomendou a mesma diretriz, e também que as mulheres continuem a passar por mamografia até os 74 anos.

Eles dizem que não há evidências de quais seriam os benefícios em mulheres com 75 anos ou mais.

Por muitos anos, a American Cancer Society (ACS) recomendou mamografias anuais a partir dos 40 anos, mas em outubro de 2015, eles emitiram novas recomendações.

Agora recomenda-se que as mulheres com risco médio de câncer de mama iniciem a mamografia aos 45 anos e que realizem mamografias anuais dos 45 aos 54 e continuem a fazer mamografia a cada dois anos.

Mamografia: a partir de que idade precisa ser feito e mais detalhes

Apesar do que já dissemos aqui, sobre recomendações para que a mamografia comece a ser feita a partir dos 50 anos da mulher, o exame é necessário em quase qualquer idade, se um nódulo for encontrado.

Os especialistas concordam que as mulheres com risco especialmente alto de câncer de mama, como aquelas com mães ou irmãs que tiveram câncer de mama, podem fazer mamografias entre as idades de 40 e 50 anos ou, em casos raros, até mais cedo.

O resultado é que as mamografias têm o potencial de ajudar a detectar o câncer de mama mais cedo.

Se você, mulher, quer ser um pouco mais cautelosa, pode fazer uma mamografia mais cedo (por volta dos 45 anos) e, em seguida, se estiver tudo normal, pode esperar até os 50 anos para a próxima.

Este é o conselho que o Centro Nacional de Pesquisa em Saúde e seu Fundo de Prevenção e Tratamento do Câncer vêm dando desde 2007.

Para as mulheres que são portadoras da mutação genética do BRCA é recomendado iniciar mamografias anuais entre as idades de 25 a 30 anos, já que essa mutação as coloca em um risco muito maior de desenvolver o câncer de mama.

Lembrando que no caso das mulheres mais jovens, a tendência é que os seios sejam mais densos, e muitas vezes aparecem brancos em uma mamografia.

Como o nódulo de câncer também aparece branco, as mamografias são menos precisas para mulheres mais jovens.

Nesse caso o mais recomendado é a ressonância magnética.

Se você se encaixa no perfil que precisa fazer uma mamografia, fale com a Imed! Além de preços justos, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde! Entre em contato e saiba mais!

Confira dicas para manter a saúde e se prevenir contra o câncer do colo de útero

Confira dicas para manter a saúde e se prevenir contra o câncer do colo de útero

O câncer é uma doença relativamente complexa e pode atingir praticamente qualquer parte do nosso corpo. Mas mesmo com essa suposta complexidade, é possível implementar em nossa rotina hábitos que podem prevenir a doença. E neste artigo nós iremos compartilhar com você algumas dicas para manter a saúde e se prevenir contra o câncer do colo de útero. Continue lendo e saiba mais!

O câncer do colo de útero (também conhecido como câncer cervical) é causado pela infecção persistente dada por alguns tipos do Papilomavírus Humano – HPV (tipos oncogênicos).

Esse vírus é muito frequente e não causa a doença na maioria das vezes, mas a infecção pode acontecer e é muito importante saber se proteger.

O câncer ocorre devido ao crescimento desordenado e descontrolado do epitélio do colo do útero. Trata-se de uma doença com desenvolvimento lento e que pode ocorrer sem apresentar sintomas evidentes em sua fase inicial.

Esta replicação descontrolada do epitélio pode comprometer tanto tecidos próximos e subjacentes – como o estroma, por exemplo -, quanto tecidos e órgãos distantes do útero, como o pulmão.

O câncer do colo de útero é raro em mulheres com menos de 30 anos, tendo pico de incidência entre 45 e 50 anos.

Isso ocorre porque o tempo para o desenvolvimento do câncer é de 15 a 20 anos em mulheres sem comprometimento imunológico.

O histórico familiar pode aumentar o risco da ocorrência deste tipo de câncer. De acordo com o Instituto Oncoguia, mulheres cujas mães ou irmãs tiveram a doença têm até três vezes mais chances de desenvolvê-la.

Veja agora como manter a saúde e se prevenir contra o câncer do colo de útero de forma simples

Agora que você entendeu o que é o câncer do colo de útero, vamos compartilhar as dicas para que possa se prevenir dele. E já adiantamos que não é nada complicado. Muito pelo contrário. Está ao alcance de praticamente qualquer mulher.

Como a doença é assintomática em seu estado inicial, é fundamental passar com o ginecologista anualmente para avaliação e para fazer os exames de rastreamento, que devem ser iniciados a partir dos 25 anos de idade e repetidos conforme orientação médica.

O Papanicolau é um exame simples, de fácil acesso, e de extrema importância na vida da mulher.

Mediante alterações no Papanicolau, o ginecologista vai solicitar um exame mais específico para visualização e análise do colo do útero, que se chama colposcopia, com a realização de biópsia da região alterada.

Entre essas possíveis alterações, pode constar o vírus HPV, o qual já mencionamos aqui.

Existem vacinas disponíveis que podem proteger os jovens contra determinadas infecções pelo HPV.

Essas vacinas protegem contra a infecção com os subtipos de HPV mais comumente ligados ao câncer.

Tais vacinas agem apenas para prevenir a infecção pelo HPV, elas não tratam uma infecção já existente.

Por essa razão, para ser mais eficaz, as vacinas contra o HPV devem ser administradas antes que uma pessoa seja exposta ao HPV.

Essas vacinas ajudam a prevenir o pré-câncer e o câncer de colo do útero.

Lembrando que nenhuma vacina oferece proteção completa contra todos os tipos de HPV causadores de câncer. É importante fazer o rastreamento para o câncer de colo de útero regularmente.

E se você ainda não fez o seu, ou se está na hora de fazer novamente, conte com a Imed! Além de ótimos preços, você ainda tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato e saiba mais!

Sintomas estranhos? O que pode e o que não pode ser câncer do colo de útero

Sintomas estranhos? O que pode e o que não pode ser câncer do colo de útero

O câncer, principalmente o câncer do colo de útero, é uma doença silenciosa e tende a assustar as pessoas. Por isso, algumas mulheres ficam preocupadas e com dúvidas sobre alguns sintomas estranhos, pensando o que pode e o que não pode ser câncer do colo de útero. Se esse assunto te interessa, continue lendo.

Alguns sinais, como dor no útero, corrimento amarelado, coceira ou dor durante a relação sexual podem indicar a presença de alterações no útero, como cervicite, pólipos ou miomas.

Embora, na maioria dos casos, estes sinais apenas indiquem problemas leves, como inflamação do útero ou dos ovários, também podem ser sinal de doenças mais graves como câncer, por exemplo.

Normalmente não existem os primeiros sintomas do câncer de colo do útero, sendo que a maioria dos casos é identificado durante o exame de Papanicolau ou apenas nas fases de câncer mais avançadas.

Assim, além de se saber quais os sintomas do câncer de colo do útero, o mais importante é fazer frequentemente consultas no ginecologista para realizar o Papanicolau e iniciar o tratamento precoce, caso seja indicado.

No entanto, quando provoca sintomas, o câncer de colo do útero pode causar sinais como:

  • Sangramento vaginal sem causa aparente e fora da menstruação

  • Corrimento vaginal alterado, com mau cheiro ou coloração marrom, por exemplo

  • Dor abdominal ou pélvica constante, que pode piorar ao usar o banheiro ou durante o contato íntimo

  • Sensação de pressão no fundo da barriga

  • Vontade de urinar com mais frequência, mesmo durante a noite

  • Perda rápida de peso sem estar fazendo dieta

O que fazer em caso de suspeita?

Em casos que o câncer do colo uterino já está num estágio avançado, podem surgir outros sintomas como cansaço excessivo, dor e inchaço nas pernas, assim como perdas involuntárias de urina ou de fezes.

Estes sinais e sintomas também podem ser causados por outros problemas, como candidíase ou infecção vaginal, podendo não estar relacionado com o câncer.

Sendo assim, o melhor a se fazer é consultar o ginecologista para fazer o diagnóstico correto com os exames como Papanicolau ou colposcopia com biópsia do tecido do útero e avaliar se existem células cancerígenas.

O exame de Papanicolau deve ser realizado todos os anos, durante 3 anos consecutivos. Se não houver nenhuma alteração, o exame só deve ser realizado de 3 em 3 anos.

Mulheres com mais chances de desenvolver câncer do colo de útero

O câncer de útero é mais frequente em mulheres com:

  • Doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia ou gonorreia

  • Infecção com HPV

  • Múltiplos parceiros sexuais

Além disso, mulheres que utilizam anticoncepcional oral por muitos anos também apresentam maior risco de câncer, sendo que quanto maior o tempo de uso, maior o risco de câncer.

E por falar em anticoncepcional, durante a gravidez podem surgir problemas no útero ou apenas na vagina e os sintomas são comuns para a mulher que não está grávida.

No entanto, o tratamento pode ser diferente, pois a grávida não pode tomar qualquer tipo de medicamento. Desta forma, é importante ir ao médico, assim que surgem os primeiros sintomas, como corrimento amarelo ou dor ao urinar.

Percebe que dos sintomas que falamos, sejam os que indicam possível presença de um câncer ou não, sempre falamos que o melhor é procurar ajuda médica?

E é nesse momento que você pode contar com a Imed! Além de preços justos, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Fale conosco e saiba mais!

Confira 6 motivos para visitar o ginecologista regularmente

Confira 6 motivos para visitar o ginecologista regularmente

Considerando a data em que este artigo está sendo produzido, o mês de outubro já se foi e com ele a campanha Outubro Rosa, que tem como foco a conscientização e prevenção do câncer de mama e colo uterino. Mas isso não significa que você, mulher, tenha que deixar de lado os cuidados com a sua saúde, não é mesmo? E é por isso que neste artigo nós iremos compartilhar com você 6 motivos para visitar o ginecologista regularmente. Tenha uma ótima leitura!

A ginecologia é uma das poucas especialidades médicas em que a paciente não precisa estar doente para agendar uma consulta, pois os exames ginecológicos devem ser realizados rotineiramente, com objetivo de preservar a saúde da mulher.

O ginecologista é o profissional responsável por cuidar da saúde do órgão reprodutor da mulher e das doenças a eles relacionadas.

A ginecologia é a área da medicina que cuida da saúde feminina, começando desde a adolescência até a chegada da terceira idade, e tem o objetivo de tratar de assuntos relacionados ao útero, ovários e vagina. Incluindo exames preventivos, como o Papanicolau e a mamografia.

Apesar da importância da ginecologia e do profissional especializado nesta área, uma pesquisa do Datafolha de 2019 apontou que 4 milhões de brasileiras nunca foram ao ginecologista, o equivalente a 5% da população. Outras 6,5 milhões, cerca de 8%, não costumam ir ao médico.

No ano passado (2020), a situação pode ter se agravado devido a pandemia do coronavírus. Entre abril e maio, hospitais e instituições de saúde registraram queda de até 75% nos exames de mamografia, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). O dado serve de alerta para as mulheres sobre o câncer de mama e a importância da prevenção.

Veja porque você deve visitar o ginecologista regularmente

Ir ao ginecologista regularmente não significa que a mulher tem de fato algum problema, mas é um ótimo jeito de prevenir ou identificar com antecedência complicações comuns no corpo de toda mulher.

Isso porque algumas doenças são difíceis de diagnosticar, e quanto mais cedo identificadas e tratadas, menores são os riscos para a saúde da mulher. Eis o primeiro e talvez mais importante motivo para você, mulher, visitar o ginecologista regularmente. Conheça agora mais 5:

Avaliar detalhes sobre a menstruação: É muito importante conversar sobre o que é normal e o que é não é durante o ciclo menstrual. Sentir muita dor, cólica e ter alterações no fluxo precisam de avaliação médica.

Métodos contraceptivos: Existem vários métodos contraceptivos que ajudam a evitar uma gravidez indesejada, como a pílula anticoncepcional ou o implante no braço. Antes de escolher e usar um método anticoncepcional é importante consultar o ginecologista para decidir qual a opção mais adequada, sendo que o melhor método é sempre o mais adequado às condições da mulher e do homem.

Conversar sobre saúde íntima: Tem alguns assuntos que a mulher só se sente à vontade em falar com seu ginecologista durante a consulta. Coceiras, corrimento, higiene, libido, são alguns exemplos. Ambos precisam de esclarecimento médico.

Avaliar distúrbios hormonais: Ao contrário do que muitos pensam, não é só no período da menopausa que a mulher sofre com as alterações hormonais. E só com um acompanhamento ginecológico é possível fazer o diagnóstico correto.

Cada idade e ciclo feminino necessita de cuidados especiais: para garantir o bem-estar e a qualidade de vida da mulher durante toda sua existência, as visitas periódicas ao ginecologista devem acontecer. Assim o organismo feminino sempre terá o que precisa.

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