A misteriosa hepatite em crianças

A misteriosa hepatite em crianças

Todos já estão cansados de ouvir falar em pandemia, coronavírus, covid-19 e afins. A boa notícia é que após dois anos de isolamento social, muitos prejuízos sociais e econômicos, temos vacinas e, apesar de a pandemia ainda não ter acabado, estamos conseguindo controlá-la aos poucos. No entanto, uma nova doença tem preocupado as autoridades: a misteriosa hepatite em crianças.

Um tipo de hepatite aguda de origem desconhecida está acometendo crianças em ao menos 20 países. Muito severa, a doença não tem relação direta com os vírus conhecidos da hepatite, e 10% dos casos exigiu transplante de fígado.

Houve relatos na Espanha, Israel, Estados Unidos, Dinamarca, Irlanda, Holanda, Itália, Noruega, França, Romênia, Bélgica e Argentina – a maioria em crianças de um mês a 16 anos, com uma morte relatada. No Brasil, 16 casos suspeitos estão sob investigação.

A síndrome clínica entre os casos identificados é a hepatite aguda (inflamação do fígado de forma abrupta) com enzimas hepáticas acentuadamente elevadas.

O adenovírus foi detectado em pelo menos 74 casos; em 18 casos, testes moleculares identificaram a presença do adenovírus F tipo 41 e em 20 foi identificada a presença do SARS-CoV-2 (coronavírus). Além disso, em 19 houve uma coinfecção por SARS-CoV-2 e adenovírus.

Os vírus comuns que causam hepatite viral aguda (vírus da hepatite A, B, C, D e E) não foram detectados em nenhum desses casos. Viagens internacionais ou conexões em outros países não foram identificados como fatores da doença. Sua real causa ainda está sob investigação pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A misteriosa hepatite em crianças em crianças e sua possível causa

A misteriosa hepatite em crianças em crianças e sua possível causa

Como acabamos de dizer, o novo surto de hepatite em crianças ainda é um mistério e as autoridades na área da saúde estão investigando.

Mas especialistas do Reino Unido acreditam ter identificado a causa da recente onda de misteriosos problemas hepáticos que afetam crianças pequenas em todo o mundo.

Em seus estudos, chegaram à conclusão que dois vírus comuns voltaram a circular após o fim das restrições impostas pelos governos para controlar a pandemia da covid-19 — e desencadearam os raros, mas muito graves, casos de hepatite.

Duas equipes de pesquisadores, de Londres, na Inglaterra e Glasgow, na Escócia, dizem que bebês expostos mais tarde do que o normal — por causa das restrições da pandemia — perderam alguma imunidade precoce a:

  • adenovírus, que normalmente causa resfriados e dores de estômago

  • vírus adeno-associado dois (AAV2), que normalmente não causa doença e requer um vírus “auxiliar” coinfectante – como o adenovírus – para se replicar

Isso poderia explicar por que alguns desenvolveram complicações hepáticas incomuns e preocupantes.

Não está claro por que alguns desenvolvem inflamação no fígado — mas a genética pode influenciar na gravidade do quadro.

Os cientistas descartaram qualquer conexão com vacinas contra o coronavírus ou à própria covid-19.

Os sintomas da hepatite em crianças são os seguintes: dor abdominal, diarreia e vômitos e aumento dos níveis de enzimas hepáticas (aspartato transaminase (AST) ou alanina aminotransaminase (ALT) acima de 500 UI/L), além de icterícia e ausência de febre.

Caso você tenha filhos pequenos e apresentem algum desses sintomas, procure a Imed. Com certeza nossos pediatras poderão ajudar a aliviar os sintomas e restaurar a saúde dos pequenos!

Além de preços acessíveis, você também conta com o Cartão iSaúde, que te proporciona descontos em exames e consultas. Entre em contato conosco e saiba mais!

Câncer de Cólon: Como reconhecer os sintomas? As fezes indicam sinais?

Câncer de Cólon

Existem diversas partes do corpo que são afetadas pelo câncer e o cólon é uma delas. Mas como reconhecer os sintomas? As fezes indicam sinais? Afinal, o que exatamente é o câncer de cólon? Tudo isso você irá descobrir continuando a leitura!

Em primeiro lugar vamos entender o que é o cólon.

O cólon representa a maior parte do intestino grosso. Ele se inicia no ceco, mais especificamente após a válvula ileocecal, e termina no reto. O cólon possui cerca de 1,5 metros de comprimento e emoldura o intestino delgado na cavidade abdominal.

Agora que você já sabe o que é e onde fica o cólon, vamos falar sobre o câncer de cólon e porque devemos dar a devida atenção a este assunto.

Recentemente, a produtora e empresária Patricia Perissinotto Kisser, esposa do músico Andreas Kisser, da banda Sepultura, morreu de câncer de cólon, aos 52 anos.

Um pouco antes disso, a apresentadora britânica da BBC Deborah James também morreu de câncer de cólon, aos 40 anos. Constantemente repetia uma dica na sua campanha para aumentar a conscientização sobre a doença: verifiquem as suas fezes.

Essa dica pode parecer um pouco estranha e até fútil, mas é mais importante do que parece. Todos nós devemos segui-la sem ter vergonha ou algum receio.

Precisamos ficar atentos a sinais de sangue nas fezes e também de sangramento na área do ânus.

O sangue vermelho claro pode ser resultado de vasos sanguíneos inchados, mas também pode ser causado por câncer de cólon.

Sangue vermelho escuro ou preto pode vir do intestino ou do estômago, o que também pode ser preocupante.

Câncer de cólon: mais alguns sinais e sintomas

Câncer de cólon: mais alguns sinais e sintomas

Além da presença de sangue nas fezes, outros sinais que você deve observar são as mudanças nos hábitos intestinais, como fezes mais soltas ou a necessidade de defecar com mais frequência do que o normal.

Também deve prestar atenção se você sentir que não está esvaziando totalmente o intestino, ou que não vai ao banheiro com frequência suficiente.

A detecção do câncer de cólon pode se dar através de uma colonoscopia (procedimento que usa uma câmera dentro de um tubo longo para olhar dentro de todo o intestino) ou uma sigmoidoscopia flexível, que examina parte dele.

Mais de 90% das pessoas diagnosticadas com câncer de cólon em seu estágio inicial sobrevivem por cinco anos ou mais. Em comparação com 44% quando diagnosticados no estágio mais avançado.

É por isso que nós queremos reforçar aqui que você observe bem se há alguma anormalidade, das quais já citamos no seu organismo. E se for o caso, procure um especialista. Inclusive, existe um especialista para tratar tipos de câncer.

Aqui na Imed nós temos este especialista, que é o oncologista.

A oncologia (também conhecida como cancerologia no Brasil) é um ramo da medicina que estuda sobre os tumores (neoplasias), incluindo a maneira com que eles se desenvolvem e qual a melhor forma de tratamento para cada tipo.

O oncologista é o médico capacitado para tratar tumores sejam eles benignos ou malignos. Inclusive para prescrever tratamentos de quimioterapia, hormonioterapia e imunoterapia, quando necessários.

Saúde é coisa séria e não deve ser deixada para depois. Por isso a Imed quer ajudar a cuidar da sua! E com o Cartão iSaúde, você paga ainda menos em suas consultas e exames. Entre em contato e saiba mais!

Entenda o que é a Endometriose, as causas e o tratamento

Endometriose

Hoje o assunto que queremos tratar neste artigo é com você, mulher. Queremos falar sobre a sua saúde e falar de um tema específico: a endometriose. Vamos falar sobre o que é, as causas e o tratamento. Continue lendo para saber mais!

Talvez você tenha ouvido falar sobre endometriose por causa da cantora Anitta que divulgou o assunto em seu Twitter recentemente. Veja o que ela postou:

Se você não sabe exatamente o que é a endometriose, não precisa pesquisar, como aconselhou Anitta, pois vamos te explicar agora mesmo!

O útero é revestido por um tipo de tecido que é afetado diretamente pelos hormônios, engrossando sua espessura e sendo expelido do corpo conforme o ciclo menstrual da mulher, e é chamado de endométrio.

O endométrio é o que permite, por exemplo, que o óvulo se instale ali para que possa ser fecundado pelo espermatozoide, gerando uma gravidez.

Quando esse tecido cresce fora do útero, em lugares da cavidade abdominal, como os ovários e a bexiga, a paciente é diagnosticada com endometriose.

Normalmente, ao final do ciclo menstrual, o endométrio costuma ser expelido do corpo, por meio da menstruação. Quando há endometriose, ou seja, a presença de endométrio em outros pontos do corpo, isso não acontece, gerando dores intensas.

Causas e tratamento para endometriose

Causas e tratamento para endometriose

Agora que você já sabe o que é a endometriose, chegou o momento de saber o que causa essa inflamação e principalmente como tratar.

A endometriose não tem causa muito bem estabelecida, no entanto algumas teorias explicam o que poderia favorecer o crescimento de tecido endometrial fora do útero.

Uma delas é a menstruação retrógrada, que é uma situação em que a menstruação não é eliminada corretamente, podendo seguir em direção aos outros órgãos pélvicos.

Dessa forma, os fragmentos do endométrio que deveriam ser eliminados na menstruação permanecem nos outros órgãos, dando origem à endometriose.

Os fatores ambientais também podem ser responsáveis pela inflamação. Por exemplo, a presença de poluentes que são encontrados na gordura das carnes e refrigerantes poderiam alterar o sistema imune fazendo com que o corpo não reconheça estes tecidos.

Porém, mais pesquisas científicas devem ser realizadas para comprovar estas teorias.

Sobre o tratamento para endometriose deve ser orientado pelo ginecologista de acordo com os sintomas apresentados pela mulher, idade e gravidade da endometriose.

E falando em ginecologista, a Imed conta com excelentes profissionais que podem ajudar você, mulher a tratar tanto a endometriose, quanto qualquer outro tipo de problema envolvendo a sua saúde. Além também de ajudar a cuidar da saúde de toda a sua família.

De quebra você e sua família têm direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Para saber mais, entre em contato conosco. Estamos à sua disposição!

Puerpério – Cuidados no pós-parto

Puerpério

O nascimento de um filho costuma trazer muita alegria para a família, não é mesmo?! E é comum que toda atenção se volte para o novo integrante, que necessita de cuidados especiais. Porém, a nova mamãe passa por tantas transformações que também deve receber atenção. A fase é chamada de puerpério, e é tão importante que pode definir os próximos anos da mulher. Continue lendo para saber mais!

O puerpério costuma ser dividido em três etapas que, ao todo, somam aproximadamente 60 dias.

No entanto, vale lembrar que o processo é extremamente individual, e pode ser influenciado por fatores externos, como:

  1. As expectativas que a mulher tinha em relação à maternidade.

  2. As informações que foram disponibilizadas para ela.

  3. E, principalmente, a sua rede de apoio.

Dito isso, há casos em que o puerpério pode durar mais do que dois meses, chegando até anos! Veja, logo a seguir, como as fases se dividem:

Puerpério imediato

Costuma durar do 1º ao 10º dia, geralmente com início assim que o corpo expele a placenta.

Quem teve um parto natural pode caminhar um pouco pelo quarto logo nas primeiras horas, já que o estímulo melhora o fluxo intestinal e evita o surgimento de trombose.

Por outro lado, quem passou por uma cesariana ou precisou levar pontos deve fazer um repouso mais reforçado.

Puerpério tardio

Geralmente acontece do 11º ao 43º dia pós-parto. Mesmo com o fim do primeiro período, os cuidados com a saúde da mulher devem continuar, já que seu corpo ainda passa por muitas mudanças.

Durante 25 dias, por exemplo, o endométrio (mucosa que reveste o interior do útero) cicatriza de forma natural e volta à sua espessura inicial.

Além disso, após o primeiro mês pode ocorrer a ovulação e, se o óvulo não for fecundado, a primeira menstruação. Contudo, esse tempo pode ser maior se a mãe decidir amamentar.

Ao fim do 40º dia, as relações sexuais já podem acontecer. É nessa época, também, que há a segunda visita ao especialista.

Puerpério remoto

Tem início a partir do 43º dia. Nesse período já é hora de pensar em algum método anticoncepcional, pois a ovulação tende a normalizar.

Ficar de olho na saúde mental da mulher nesse período é de extrema importância, visto que o diagnóstico de uma possível depressão pós-parto é o primeiro passo para um tratamento adequado.

Mais alguns cuidados durante o pós-parto

Além das dicas que já compartilhamos com você, você pode acrescentar as seguintes durante o puerpério:

Sempre mantenha-se hidratada: A sede é uma das sensações marcantes do período da amamentação, independente dela acontecer após o bebê ter vindo ao mundo por meio de um parto normal ou cesárea.

A produção do leite materno deriva da circulação da materna, usando substratos do sangue. Então, como existe essa perda de água, a necessidade de reposição hídrica é muito maior nesse período de amamentação.

Evite dietas restritivas: Não se deve fazer grandes restrições, principalmente proteicas, porque isso pode eventualmente alterar a composição do leite materno. O equilíbrio tende a ser sempre a melhor alternativa!

Descanse enquanto o bebê dorme: A privação de sono é um dos desafios enfrentados pelas mães durante o puerpério, o que afeta sua concentração, raciocínio e causa até mesmo mudanças no humor. Por isso, a recomendação médica é que a mãe tente descansar nos mesmos intervalos que o bebê.

Esperamos que essas dicas ajudem você, puérpera! E lembre-se que você sempre pode contar com a Imed para cuidar da sua saúde e do seu bebê! Entre em contato conosco e saiba mais!

A lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções

A lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções

Sabemos que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções. Mesmo que isso possa ser óbvio para você que está lendo e para a maioria das pessoas, é bom reforçarmos a ideia e acrescentarmos algumas informações. E é isso que faremos neste artigo. Continue lendo para saber mais!

Quando se trata de prevenção de infecções, especialmente aquelas que se espalham por meio de gotículas de tosse ou espirro, como a covid-19, a higienização das mãos é sempre uma medida eficaz para a população, além do uso de máscara e distanciamento social.

Em suas diretrizes sobre como prevenir a infecção pelo coronavírus, a OMS declarou que todos devem “lavar as mãos frequentemente com sabão e água”.

Ainda assim, algumas pessoas continuam a duvidar que algo tão simples quanto a higiene pessoal básica possa ter algum efeito preventivo e de impacto na saúde coletiva. Lembra que acabamos de falar que talvez possa parecer óbvio para você, a lavagem das mãos ser eficaz na prevenção de infecções? Infelizmente para alguns, não é.

Para reforçar a ideia da importância em lavar as mãos e prevenir infecções, uma pesquisa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Cambridge, explica que a lavagem das mãos é eficaz no contexto de uma pandemia, mostrando que esse ato simples pode retardar a propagação de doenças infecciosas.

Publicado na revista Risk Analysis, o estudo usou modelagem epidemiológica e simulações baseadas em dados para determinar como a melhor higiene pessoal pode afetar a taxa de transmissão de doenças.

Dessa forma, manter as mãos limpas pode evitar a infecção e a transmissão de diversas doenças.

Agora que você já sabe que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções, veja como fazer de forma prática

Agora que você já sabe que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções, veja como fazer de forma prática

Alguns momentos no decorrer do dia, a higienização é importante para evitar um possível contágio viral, como em locais públicos, após ter tocado superfícies que possam ser frequentemente tocadas por outras pessoas.

Como exemplo podemos citar maçanetas, mesas, carrinhos de compras ou caixas registradoras entre outros locais de uso comum.

É indispensável lavar as mãos antes de tocar nos olhos, boca e nariz. Também antes e após as refeições, assim como depois de tossir ou espirrar. E após usar o banheiro.

Essas são algumas das situações rotineiras em que é importante a lavagem das mãos ou utilização de álcool em gel, principalmente, quando não seja possível a lavagem.

Agora veja o passo a passo de como você deve lavar as suas mãos:

  1. Retirar todos os acessórios, como anéis, relógios e pulseiras, antes de lavar as mãos.

  2. Aplicar o sabão e friccionar as mãos.

  3. Ensaboar as mãos esfregando-as bem com o sabão. Lavar a palma das mãos, entre os dedos, debaixo das unhas e punhos.

  4. Esfregar as mãos por pelo menos 20 segundos.

  5. Enxaguar bem as mãos em água corrente limpa.

  6. Por último, secar as mãos com um papel toalha. Com o mesmo fechar a torneira. Todo processo deve durar cerca de 50 segundos.

A prevenção é com você. Agora, se você precisa de ajuda para tratar alguma infecção, você pode contar conosco! Além de preços acessíveis, a Imed Saúde conta com profissionais dedicados e também o Cartão iSaúde, que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato e saiba mais!

Alimentação da criança: do nascimento até os 2 anos

Alimentação da criança do nascimento até os 2 anos

Você sabia que é até os dois anos de idade a criança adquire o gosto por alimentos saudáveis que pode durar toda sua vida? Os primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento infantil. Por isso, a importância da alimentação da criança. Continue lendo para saber mais!

Desde o nascimento e preferencialmente até os 2 anos de idade, os bebês recebem no leite materno tudo aquilo que é necessário para seu pleno desenvolvimento.

De acordo com o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos, uma publicação do Ministério da Saúde, o leite materno é o alimento ideal para a criança – sendo seu alimento exclusivo até os 6 meses de vida, por ser totalmente adaptado às suas necessidades nos primeiros anos de vida.

Como destaca o guia, é por meio da amamentação que acontece o primeiro contato das crianças pequenas com a comida de verdade.

A recomendação é que até os seis meses, os bebês se alimentem exclusivamente de leite materno. Isso porque o leite materno oferece todos os nutrientes que o bebê precisa. Portanto, não é necessário o consumo de chá, sucos ou água.

Além disso, a amamentação fortalece o vínculo entre a mãe e o bebê e promove o melhor desenvolvimento do cérebro.

Um alerta para papais e mamães: Não ofereça nada com açúcar, mel ou melado ao bebê. Nada mesmo!

O bebê que experimenta açúcar nos primeiros dois anos vai ter preferência por doces e alimentos não saudáveis por toda a vida.

Depois dos seis meses de vida do bebê, a alimentação da criança deve ser composta de arroz, feijão, raízes, verduras, legumes, carnes, ovo e frutas. Porém, é importante continuar amamentando a criança até os 2 anos de idade.

Mais algumas dicas sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade

Mais algumas dicas sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade

Uma outra dica que podemos compartilhar com você sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade é que você pode oferecer frutas no momento em que o bebê mostrar sinais de fome.

Dessa forma, ele vai comer quantidades suficientes para ter todas as vitaminas de que precisa para crescer. Se o bebê se recusar a comer a refeição, a dica é não insistir e oferecer novamente em outro momento.

É importante que você, papai ou mamãe, estimule seu bebê a mastigar.

A mastigação vai fortalecer a bochecha do bebê, ajudar na formação dos dentes e no desenvolvimento da fala.

Além disso, se o bebê aprende a mastigar cedo, ele vai aceitar a alimentação da família com facilidade.

A recomendação é oferecer alimentos bem cozidos, amassados ou desfiados, nunca triturados.

Mesmo sem os dentes, os bebês conseguem esmagar e engolir os alimentos.

Alimentos com muito sal, gordura, açúcar e corantes fazem mal para a saúde de qualquer pessoa, principalmente para a dos bebês.

Ofereça comida de panela feita com alimentos de verdade, como: arroz, feijão, lentilha, batata, batata-doce, quiabo, couve-flor, abóbora, abobrinha, cenoura, beterraba, folhas verdes, peixe, carne, frango, etc.

Use o colorido dos alimentos para a refeição ficar divertida. Todas as verduras e frutas podem ser consumidas.

Antes dos 2 anos, não ofereça muito sal ou muita gordura para as crianças experimentarem, pois o “gosto” está em formação.

Evite doces, biscoitos, salgadinhos, café, refrigerantes, gelatina, ou demais alimentos com açúcar. O consumo desses alimentos atrapalha o sabor de alimentos nutritivos como verduras, legumes e frutas.

Além desses cuidados, a Imed pode te ajudar na saúde do seu bebê, com profissionais preparados para prestarem o melhor atendimento que você merece! Entre em contato conosco e saiba mais!

Corrimento vaginal é normal? Entenda os tipos e causas

Corrimento vaginal

Corrimento vaginal é um assunto que gera muitas dúvidas nas mulheres e também certa preocupação. Se este for o seu caso, continue lendo, pois iremos esclarecer algumas coisas relacionadas a este tema. Acompanhe-nos!

Antes de qualquer coisa, vamos entender o que é o corrimento vaginal.

O corrimento vaginal consiste na secreção de líquidos expelida na vagina, com exceção da menstruação. Trata-se de um fluido composto de células mortas, proveniente da descamação de tecidos e atividade da flora vaginal e normalmente é transparente ou esbranquiçada, com odor intenso.

Estamos falando de um processo fisiológico que é uma resposta natural do corpo feminino, por isso, nem sempre significa que existe uma doença.

No entanto, é preciso ter atenção se houver alterações na cor, odor e volume, fatores que podem indicar alguma anormalidade.

Sendo assim, o corrimento vaginal pode variar de mulher para mulher, considerando a idade, fase da vida, ciclo menstrual, reposição hormonal, menopausa e períodos de fertilidade.

Portanto, o corrimento existe em tipos diferentes, classificados pelas características da secreção. Veja logo a seguir quais são eles:

O corrimento branco ou transparente, com pouco volume e pastosos, são considerados corrimentos normais, principalmente se estiver inodoro ou com baixo odor, sem sintomas como coceiras e inflamações.

O corrimento vaginal marrom ou em tons de rosa também é muito comum e está associado à presença de coágulos de sangue misturados à secreção. Caso a manifestação desse tipo de corrimento for frequente e acompanhada de coceiras e cor mais intensa, é aconselhável procurar um médico para uma avaliação clínica.

O corrimento amarelado e até mesmo com tons de verde, com cheiro forte, ardência e coceira é o tipo que mais exige atenção. Geralmente, esse corrimento é um indicativo de algum problema mais sério, que exige a avaliação de um médico para um diagnóstico preciso.

Corrimento vaginal: entenda as causas

Corrimento vaginal

O corrimento vaginal pode ser considerado normal até certo ponto e é uma resposta natural do corpo feminino, no entanto, em alguns casos acontece com características anormais.

Dessa forma, o primeiro passo para saber se é algo que merece atenção especial, é avaliar as características da secreção e identificar o tipo, como te mostramos nos parágrafos anteriores.

Os corrimentos transparentes e inodoros são considerados normais e podem indicar que a mulher está no período fértil do ciclo ou passando por alterações hormonais. É um processo natural do organismo e não é considerado indicativo de alguma inflamação ou doença.

O corrimento branco pode ser um sinal da candidíase ou outra doença que também é causada por fungos. Principalmente, se o corrimento acontecer acompanhado de coceiras, vermelhidão e queimação ao redor da vulva.

Nos casos de corrimentos amarelados ou esverdeados, com cheiro forte e presença de sintomas como coceiras, queimação, dor ao urinar ou no ato sexual, merecem atenção. Nesse caso, pode ser um indicativo de alguma doença sexualmente transmissível.

O corrimento vaginal marrom ou vermelho é comum após os períodos menstruais, no entanto, quando ocorre de forma anormal, pode ser causado pela gonorreia. Neste caso, você deve ficar atenta, e se notar que está com diferenças, procure um ginecologista.

E por falar em ginecologista, você pode encontrar este profissional aqui na Imed! Além de preços justos, que cabem no seu bolso, você também conta com o Cartão iSaúde, que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato conosco para saber mais!

Cardiologista: Porque devo cuidar do meu coração desde cedo?

Cardiologista

Muitos de nós temos o mau costume de procurar ir ao médico somente quando um problema incomoda, quando sentimos dor ou desconforto. Neste artigo você irá descobrir porque deve ir ao cardiologista o quanto antes e cuidar do seu coração desde cedo. Boa leitura!

Os mais jovens tendem a não se preocupar muito em visitar o médico com certa frequência. Muito menos cuidar da saúde do coração. Mas isso é um erro.

Um estudo feito pela Fundação Favaloro na Argentina, revela que a primeira causa de morte da humanidade é o ataque cardíaco ou morte súbita.

A placa arterial é uma substância dura que se forma e cresce dentro das artérias, fazendo com que os vasos sanguíneos fiquem obstruídos e endurecidos.

A formação dessas placas, conhecidas como doença arterial coronariana ou aterosclerose coronariana, muitas vezes leva a ataques cardíacos e derrames por ir lentamente cortando o fornecimento de sangue para órgãos vitais.

Coágulos sanguíneos formados por estas plaquetas que se libertam das paredes das artérias podem bloquear o fluxo de sangue e causar a morte.

A arteriosclerose é outra doença que envolve a formação de placas nas artérias e também é vulgarmente chamada de “endurecimento das artérias”. A placa é constituída por gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias do sangue.

Especialistas aconselham levar uma alimentação saudável, pobre em gordura e sódio, mas rica em fibras.

Além disso, fazer uma rotina de exercícios durante 30 minutos, pelo menos três vezes por semana para remover a gordura do corpo. E beber muita água para manter o sistema hidratado.

A Organização Mundial de Saúde estima que pelo menos 80% das mortes prematuras por doenças cardíacas e derrames poderiam ser evitados através de uma dieta saudável, atividade física regular e abandono do tabaco.

Porque cuidar do coração mais cedo e como o cardiologista pode ajudar

Nosso coração possui a função essencial de manter o corpo em funcionamento. Ele faz isso através do bombeamento do sangue pelo sistema circulatório.

O lado direito do coração manda o sangue para os pulmões, onde ocorre a troca gasosa.

Consequentemente, esse sangue é preenchido com oxigênio e devolvido ao lado esquerdo que, simultaneamente, envia esse sangue rico em oxigênio para as artérias.

Desse modo, o sangue nutre os órgãos e tecidos do corpo, enquanto remove o excesso de resíduos.

A importância de cuidar do coração deve estar presente desde a juventude e continuar por toda a vida. Porém, nunca é tarde para fazer mudanças no estilo de vida que poderão melhorar a saúde do seu coração.

Claro que quanto mais cedo começar, melhor. Mas é sempre preferível começar hoje mesmo do que daqui alguns meses ou anos, independentemente da sua idade.

No mundo, em média 18 (dezoito) milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças cardiovasculares.

Do mesmo modo, no Brasil, ocorrem aproximadamente quatrocentos mil óbitos por ano. Isso representa mais de mil mortes por dia. E, enfim, o mais importante, 50% dessas mortes são evitáveis.

Portanto, manter o coração saudável é fundamental para uma boa saúde em geral.

Sempre é melhor prevenir do que remediar. Isso é fato. Mas diagnosticar e tratar pessoas que já estejam com algum problema cardíaco também é fundamental. E é aí que entra o papel do cardiologista.

E se você precisa de um bom cardiologista, a Imed é a sua solução! Além de preços atrativos, contamos com o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato conosco para saber mais.

Fertilidade feminina: o que não fazer quando se pretende engravidar?

Fertilidade feminina

Você decidiu que chegou sua hora de engravidar, de ter seu primeiro ou próximo(a) filho(a)? Então este artigo vai te interessar, pois iremos falar sobre fertilidade feminina e o que não fazer quando se pretende engravidar. Boa leitura!

A gravidez costuma ser um momento especial, o qual muitas mulheres sonham. Porém, muitas vezes, as tentativas acabam não dando resultado e acabam frustrando e preocupando o casal. Se este for o seu caso, fique tranquila! Já vamos te dizer o que você pode estar fazendo de errado.

Quando a mulher deseja engravidar pode ter o costume de fazer algumas contas para que a relação sexual aconteça no período favorável, ou seja, no período fértil da mulher.

Alguns casais acabam se preocupando em ter o maior número de relações possíveis, porém, se esquecem de contar quais são os dias mais prováveis para que a fertilização aconteça.

A data ideal é a partir do décimo dia do ciclo, se estendendo até o vigésimo dia. Se o ciclo menstrual for muito irregular, o ideal é ter relações sexuais no mínimo 3 vezes por semana, em dias alternados.

Outra coisa que você não deve fazer se pretende engravidar é se preocupar apenas com a saúde reprodutiva.

Casais que resolvem ter um filho e não conseguem engravidar nas primeiras tentativas, logo pensam em problemas de reprodução no homem ou na mulher.

No entanto, outros problemas de saúde podem afetar diretamente a fertilidade, tais como tabagismo, estresse, obesidade, má alimentação e até o uso de alguns medicamentos.

Por isso, antes de se concentrar na saúde do seu corpo com relação à infertilidade, pense se algum dos seus hábitos podem estar colaborando para a dificuldade de engravidar.

Fertilidade feminina e mais algumas dicas de o que não fazer quando se pretende engravidar

Fertilidade feminina e mais algumas dicas de o que não fazer quando se pretende engravidar

Até agora falamos algumas coisas que a mulher não deve fazer se pretende engravidar. Mas saiba que os homens também devem evitar certas atitudes, caso desejem que sua companheira engravide.

De acordo com o médico ginecologista Eduardo Schor, “para que produzam espermatozoides em boa quantidade e qualidade, os testículos devem estar à temperatura ambiente. Usar cuecas e calças muito apertadas ou manter o notebook sobre o colo por muito tempo pode aquecer a região, diminuindo a qualidade dos espermatozoides”.

Por fim, mas não menos importante, quando a mulher decide engravidar, é preciso ter em mente que talvez o resultado positivo não venha em apenas um ou dois meses.

Se você estiver tentando há mais de 12 meses, já é o momento de procurar um especialista.

Mas, se você tem mais de 35 anos, espere seis meses antes de consultar um profissional, já que as chances de fertilidade diminuem depois dessa idade.

Quando está tentando engravidar, o casal precisa ter ainda mais cumplicidade e compreensão.

Ou seja, não devem se culpar e ter em mente que é normal que algumas tentativas sejam feitas antes de obter a boa notícia.

E por falar em especialista, se você precisa da ajuda de um, pois já está tentando engravidar a algum tempo e não consegue, conte com a Imed!

Além de trabalharmos com excelentes profissionais e termos preços justos, na Imed você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Para saber mais detalhes, entre em contato conosco!

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Neste mês de junho o inverno começa. E apesar de ainda não ter começado, o frio já deu as caras em várias regiões do Brasil, principalmente nas regiões Sul e Sudeste. E é por isso que nesse artigo nós iremos te mostrar quais são as doenças mais comuns no inverno. Continue lendo para saber mais!

O frio é ideal para programas caseiros e cenários românticos – inclusive junho, o mesmo mês que começa o inverno, é o mês dos namorados aqui no Brasil – porém é também nessa época que algumas doenças aparecem.

Gripes e resfriados podem ser recorrentes, porém há outras doenças mais comuns no inverno como a sua época de proliferação.

Isso acontece porque elas podem ser causadas por microorganismos, como vírus, fungos e bactérias, e para fugir do frio é frequente encontrar aglomerações de pessoas em locais fechados.

Isso facilita a transmissão de tais agentes. As reações alérgicas também dão as caras no inverno, isso porque em ambientes fechados é possível encontrar vários estímulos alérgicos.

Além das doenças respiratórias e alérgicas, as doenças de pele também podem ter um destaque na estação mais fria do ano.

A dermatite atópica, os eczemas e as micoses são exemplos de doenças que podem acometer a pele durante o inverno.

Isso porque, além de o clima frio gerar ressecamento da epiderme, muitas pessoas costumam tomar banho com água quente, o que provoca desidratação e afeta a barreira cutânea.

O uso de meias, por exemplo, contribui para o surgimento das micoses, principalmente se forem calçadas com os pés molhados. Afinal, a umidade favorece a proliferação de fungos.

Quais são as doenças mais comuns no inverno e como evitá-las

Quais são as doenças mais comuns no inverno e como evitá-las

Antes de falarmos sobre como você pode evitar as doenças mais comuns no inverno, queremos citar uma outra doença que não é tão falada: a otite.

A otite média aguda é uma infecção que acontece no ouvido médio — espaço localizado atrás dos tímpanos — e provoca dor muito forte, diminuição da audição e secreção.

Esse problema pode ter origem viral ou bacteriana, e geralmente está associado a outras doenças, como a gripe e o resfriado.

Agora sim, sobre a prevenção das doenças!

Não é nada fora do comum, são cuidados básicos e talvez até óbvios, mas muitas vezes o óbvio também deve ser dito!

Lave as mãos

Você sabia que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), lavar as mãos é uma das práticas mais importantes quando o objetivo é prevenir doenças?

Isso porque os vírus e as bactérias estão em todas as partes, especialmente, aquelas que todos tocam — maçanetas, corrimões, cadeiras etc.

Basta tocar o rosto, os olhos ou o nariz para se contaminar. Assim, adquira o hábito de lavar as mãos, não somente antes e após as refeições.

Tenha uma boa alimentação

Os alimentos estão entre os fatores que mais influenciam a saúde. Desse modo, a adoção de uma alimentação balanceada, ou seja, rica em verduras, legumes, frutas e carnes brancas, ajuda a manter o organismo saudável, pois fortalece o sistema imunológico.

Vacine-se

Atualmente, já existem vacinas que previnem algumas das doenças de inverno — gripe e pneumonia, por exemplo. Inclusive, elas são ofertadas gratuitamente em postos de saúde.

Por isso, vale a pena apostar nessa forma de prevenção. A vacina estimula o organismo a produzir anticorpos contra essas enfermidades e, ao contrário do que muitos pensam, não trazem prejuízos à saúde.

A Imed quer te ajudar a cuidar bem da sua saúde! Por isso trabalhamos com ótimos profissionais e preços acessíveis. Além disso, com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais!

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