Gaslighting: significado, conscientização sobre saúde mental e tratamento

Gaslighting

Você conhece alguma pessoa ou algumas pessoas que estão em um relacionamento tóxico? É possível que essa(s) pessoa(s) podem ser vítimas das armações dos seus parceiros sem perceber. Acontece que muitos indivíduos demonstram uma habilidade de manipulação com os seus companheiros. Para explicar melhor essa situação, entenda o significado de gaslighting e como identificá-lo.

Gaslighting se trata de uma manipulação feita por uma pessoa com o intuito de controlar o parceiro. Muitas informações são distorcidas, omitidas e inventadas para que a pessoa continue o abuso psicológico na vítima. Por sua vez, a vítima convive com uma sensação de medo e insegurança em relação ao agressor.

Além de duvidar de si, o alvo desse abuso assume por completo a responsabilidade dos problemas no relacionamento. Por isso, em casos mais graves o indivíduo começa a duvidar da sua própria sanidade.

O gaslighting pode ser praticado tanto por mulheres quanto por homens em seus relacionamentos. Porém, esse comportamento abusivo é frequente entre o público masculino.

A palavra gaslighting originou-se do filme Gaslight, em português À meia luz, lançado em 1944.

O filme mostra um marido abusivo tentando convencer a esposa e os amigos de que ela é louca. Para tanto, ele manipula o ambiente ao redor, negando os comentários de que a casa está mudando.

Nos estudos a respeito do gaslighting, a psicologia esclarece que os maus tratos à vítima é uma forma de se beneficiar da situação. Ainda que o agressor seja confrontado por esse comportamento, ele vai negar ter más intenções.

Sendo uma forma de violência psicológica, o gaslighting afeta a psique da vítima por causa das constantes manipulações psicoemocionais.

Tanto que indivíduos que não conseguem romper relações abusivas possuem a autoestima frágil em razão do abuso que sofreram.

Gaslighting: como identificar e receber ajuda

como identificar e receber ajuda

Como a vítima sofre com manipulações discretas, tem dificuldades de reconhecer o abuso. Tudo porque está esgotada mentalmente e pode desenvolver sinais de uma depressão.

A vítima precisa analisar o comportamento do parceiro de forma mais racional e questionar quais emoções ele gera nela. Ficar com esse parceiro gera bem-estar, estresse, emoções boas ou ansiedade? Por isso é importante refletir.

Também é importante pensar a respeito das ocasiões em que o seu parceiro mentiu ou fez acusações falsas. Caso o número de situações de conflito seja grande, certamente a vítima está sendo agredida sem saber.

O agressor tentará mostrar como a vítima age de forma equivocada, confusa e transfere para ela a responsabilidade das suas ações.

Ele talvez até diga como a sua vítima deve se sentir em relação aos eventos ditos na conversa e por isso essa atitude também se torna duvidosa.

Uma relação saudável é marcada por uma troca dos dois lados, apoio, encorajamento e capacidade de conversar abertamente entre o casal.

Além de te fazer bem, esse tipo de relacionamento trará o melhor dos seus sentimentos, bem como vai mostrar a verdade no seu parceiro.

O amor de verdade não manipula, mas sim acolhe para que o casal se desenvolva para demonstrar o seu melhor.

Se você ou alguém conhecido sofre com o gaslighting deve buscar o apoio de pessoas queridas e de psicólogos para se recuperar.

Além de recuperar a autoestima, essa rede de apoio ajudará na recuperação do seu amor-próprio e confrontar o parceiro abusivo.

A Imed pode te ajudar a cuidar da sua saúde mental. Temos profissionais qualificados e preços justos. Além disso, com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais.

Gastro: Azia e queimação constante. Por que sinto isso?

Gastro: Azia e queimação constante. Por que sinto isso

De forma geral, não é difícil diagnosticar a azia somente a partir da descrição de sintomas. No entanto, às vezes, ela pode ser confundida com outros problemas de saúde. Por isso, em caso de o diagnóstico não estar claro, você poderá se consultar com um médico gastroenterologista – ou simplesmente gastro – para fazer mais exames. Se você tem sentido azia e queimação no estômago constantes e gostaria de saber o que pode ser, continue lendo!

Em primeiro lugar vamos entender o que é a azia. A azia é uma sensação de queimação na região do esôfago, no peito, atrás do osso esterno. Ela pode provocar, ainda, dor ou incômodo que irradia para o pescoço ou garganta.

Normalmente, a azia é causada por refluxo de ácido gástrico e alguns fatores de risco, como hérnia de hiato e oscilações hormonais na gravidez.

Além disso, a azia pode ser provocada por má alimentação, nervosismo ou uso de roupas muito justas, que acabam prejudicando a digestão dos alimentos.

Independente da causa, o tratamento para a azia constante é feito com antiácidos para diminuir a acidez do estômago e mudança nos hábitos alimentares. Apenas em casos raros indica-se cirurgia para resolver o problema.

A principal causa da azia é o refluxo, no entanto há também outras causas que justificam essa queimação.

O refluxo ocorre quando o retorno involuntário do conteúdo que está no estômago sobe para o esôfago, causando um desconforto intenso por se tratar de um conteúdo muito ácido.

Em casos de refluxo, o sintoma mais comum é a azia, mas também pode haver dor intensa na região do tórax – parecida com a dor do infarto ou angina – tosse seca e, até mesmo problemas respiratórios como asma e pneumonia.

Azia e queimação constante: veja quais as outras razões e como o gastro pode ajudar

Azia e queimação constante

Continuando a falar do refluxo, você pode fazer algumas coisas para aliviar o problema antes mesmo de visitar o gastro.

Por exemplo, evitar deitar-se logo após comer, dormir com a cabeceira elevada e também ter alguns cuidados com a alimentação, evitando o consumo de café, álcool, alimentos gordurosos e bebidas ácidas.

Outro problema que pode estar te causando azia é a hérnia de hiato.

Normalmente a hérnia de hiato é mais comum em pessoas com excesso de peso, que fumam, ou que praticam exercício físico em excesso.

Os sintomas são leves e muito parecidos com os de refluxo, incluindo indigestão principalmente quando a pessoa se deita após comer, e pioram quando a pessoa se inclina, faz esforços ou levanta objetos pesados.

Para aliviar o problema é aconselhado comer devagar e em mais vezes ao dia, evitar refeições pesadas pelo menos duas horas antes de ir dormir.

Também, evitar alimentos gordurosos, ácidos, álcool, cigarros, e a perda de peso quando há obesidade ou sobrepeso.

Outro problema comum que pode causar azia é a gastrite.

A gastrite é a irritação ou inflamação que ocorre no estômago causada por infecções, estresse, alergias, uso de alguns medicamentos e alteração no sistema imune.

Os sintomas dependem do tipo de gastrite e, podem ser dor e desconforto abdominal, náuseas e vômitos, indigestão e sensação de estar cheio mesmo após uma refeição pequena.

Estes são apenas alguns problemas que podem estar te causando azia. E mesmo que você possa ter algumas práticas que aliviam os sintomas, o ideal é você procurar por uma ajuda profissional. Neste caso, a do gastro.

E para isso, você pode contar com a Imed Saúde! Além de preços acessíveis, também temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato conosco e saiba mais!

Clínico Geral: 10 motivos para procurar um agora!

Clínico Geral 10 motivos para procurar um agora

Clínico Geral: 10 motivos para procurar um agora!

Você sabia que, apesar do nome, o clínico geral é um médico com especialização?

No entanto, em lugar de se qualificar para o tratamento de apenas uma parte do corpo, este profissional se especializou em clínica geral, também denominada de medicina interna.

O médico clínico geral possui um conhecimento mais amplo sobre o corpo humano e tem competência para tratar várias doenças, que não precisam de um acompanhamento exclusivo.

Além disso, vamos te mostrar mais 10 motivos para procurar um clínico geral o quanto antes. Acompanhe:

1 – Reduz o risco de autodiagnóstico

A internet nos ajuda muito quando queremos obter informações sobre determinados assuntos. Mas nem tudo que se encontra aqui é verdade ou serve para nós.

É muito comum pacientes jogarem seus sintomas no Google e se autodiagnosticar, o que pode trazer muitas consequências negativas como a automedicação e o diagnóstico incorreto. Por isso você deve sempre recorrer ao clínico geral, pois ele é o profissional adequado para te ajudar seja qual for a sua queixa.

2 – Economia

E não estamos falando apenas de economizar dinheiro, mas tempo também. Ao invés de perder tempo com diversas consultas a especialistas e exames que muitas vezes nem seriam necessários, você pode procurar um clínico geral e obter suas respostas corretas e, então, ser direcionado ao que precisa.

3 – Histórico médico

Muitas vezes o clínico geral se torna o médico da família, pois ele tem acesso a todo o histórico médico de seus pacientes. Sabendo precisamente quais são suas doenças, a causa delas e até mesmo fatores psicológicos e sociais que podem agravá-las. Assim, ele transmite mais confiança e segurança aos pacientes.

4 – Prontidão

Ter conhecimento aprofundado do corpo humano, acesso ao histórico médico e estar consciente da situação dos seus pacientes torna o esse profissional mais apto para o atendimento rápido e eficaz em casos emergenciais, diagnósticos e tratamentos.

5 – Eficiência no atendimento

Com exceção de doenças cirúrgicas, ginecológicas e obstétricas, qualquer outra pode ser tratada de maneira mais eficiente pelo clínico geral. Ele está apto a diagnosticar a doença, o tratamento ou a especialidade médica mais adequada para cada caso.

6 – Orientação nutricional

Como já falamos aqui, o clínico geral pode fazer uma avaliação do que você precisa e depois te encaminhar para um especialista. E no caso da nutrição não é diferente. Ele pode te dar algumas orientações nutricionais e se for necessário, o encaminhamento para um nutricionista.

7 – Realizar um checkup

Fazer um checkup de tempos em tempos é um dos bons hábitos que você deve ter e, para isso, o clínico geral pode ser de grande valia. Ele não apenas está habilitado para solicitar os exames que são necessários, mas também poderá interpretá-los.

8 – Aparecimento de alergias

É comum pensar logo no dermatologista quando surge alguma alergia em nosso corpo. Mas quando estiver com alguma alergia mais intensa ou diferente, é bastante recomendável procurar um clínico geral.

9 – Surgimento de qualquer sintoma

Qualquer sintoma novo que você perceber em seu corpo, deve te levar a uma visita ao clínico geral. Principalmente se for algo inespecífico ou que você não correlacione com alguma especialidade médica.

10 – Previne doenças

A realização de exames, consultas e conversas são importantes para o reconhecimento de fatores de risco, além do fato de podermos ter um diagnóstico e tratamentos precoces que podem ser mais eficientes no combate de qualquer doença.

Depois desses 10 motivos que te mostramos, não deixe de marcar sua consulta com o clínico geral. Aqui na Imed você conta com descontos exclusivos por meio do Cartão iSaúde. Entre em contato conosco e saiba mais!

Você sabe a diferença entre os tipos de colesterol?

Você sabe a diferença entre os tipos de colesterol

Você sabe a diferença entre os tipos de colesterol?

Embora seja mais famoso pelos malefícios que provoca no organismo, você sabia que o colesterol também pode ser muito benéfico, sendo um elemento essencial para o corpo? A explicação para isso está nos dois tipos de colesterol que existem: LDL e HDL. Mas você sabe a diferença entre os tipos de colesterol? Continue a leitura para descobrir!

Colesterol é uma palavra relativamente comum entre a maioria das pessoas. Mas você sabe dizer o que exatamente é o colesterol?

O colesterol é uma gordura encontrada e produzida naturalmente no corpo humano. Entre as importantes funções que desempenha no organismo estão a produção de hormônios e de sais biliares.

O colesterol é essencial para o corpo, pois faz parte da membrana celular. Nesse sentido, é necessário para a fabricação da vitamina D e de outras substâncias fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

Porém, apesar de ser classificado de duas formas distintas, na verdade o colesterol é um só.

O que muda são as chamadas lipoproteínas, composto químico presente nas membranas celulares formadas por um lipídio e uma proteína.

Inclusive, o papel dessas lipoproteínas é transportar o colesterol pela corrente sanguínea até os tecidos. Outrossim, o fígado produz as lipoproteínas de duas formas distintas: HDL e LDL.

Veja qual a real diferença entre os tipos de colesterol

Veja qual a real diferença entre os tipos de colesterol

Ambos os tipos de colesterol precisam ser encontrados no sangue para que o organismo funcione corretamente. Porém, se a quantidade de HDL estiver baixa e a LDL estiver alta, há um risco maior no desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Dessa forma, entende-se o LDL como o colesterol ruim e o HDL como o colesterol bom. O equilíbrio na presença dessas substâncias é fundamental.

Por isso, recomenda-se a avaliação periódica dos seus níveis no sangue. A seguir, entenda mais sobre as diferenças entre esses tipos.

Colesterol HDL

A sigla HDL significa High Density Lipoprotein, ou, em tradução literal, Lipoproteína de Alta Densidade. Esse composto transporta o colesterol, removendo as moléculas em excesso no sangue e nos tecidos, direcionando-as para o fígado, onde serão processadas e eliminadas pelo intestino.

Por isso, o HDL é considerado o “colesterol bom”, pois impede-se o acúmulo de gorduras nos vasos sanguíneos. Além disso, ele previne a ocorrência de doenças cardiovasculares, como, por exemplo, a aterosclerose e o infarto.

Para que desempenhe seu papel corretamente, o nível de colesterol HDL no sangue precisa estar acima de 40 mg/dL, sendo este o seu valor de referência.

Quando é necessário melhorar sua taxa, recomenda-se o consumo de abacate, castanha, amendoim, salmão e sardinha.

Colesterol LDL

O colesterol LDL, ou Low Density Lipoprotein (Lipoproteína de Baixa Densidade), tem por função transportar o colesterol do fígado e do intestino para as células e tecidos. Ou seja, faz o caminho inverso do tipo HDL.

Ainda, esse trajeto reverso tem por objetivo fornecer colesterol para a fabricação da membrana celular, vitamina D, hormônios esteroides e ácidos biliares. O problema está no excesso de LDL no sangue.

Para que seja considerado bom, o nível de LDL precisa estar abaixo de 130 mg/DL. Para os fumantes, pessoas acima do peso, com diabetes ou arritmia, o valor de referência é de, no máximo, 100 mg/DL.

Agora que você já sabe a diferença entre os tipos de colesterol, quando foi a última vez que fez um exame para checar o seu?

Na Imed você pode agendar uma consulta com o médico e este irá te solicitar o exame. Na Imed você também conta com o Cartão iSaúde, um cartão de descontos para deixar seus exames e consultas com um preço ainda mais interessante! Entre em contato conosco e saiba mais!

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Neste mês de junho o inverno começa. E apesar de ainda não ter começado, o frio já deu as caras em várias regiões do Brasil, principalmente nas regiões Sul e Sudeste. E é por isso que nesse artigo nós iremos te mostrar quais são as doenças mais comuns no inverno. Continue lendo para saber mais!

O frio é ideal para programas caseiros e cenários românticos – inclusive junho, o mesmo mês que começa o inverno, é o mês dos namorados aqui no Brasil – porém é também nessa época que algumas doenças aparecem.

Gripes e resfriados podem ser recorrentes, porém há outras doenças mais comuns no inverno como a sua época de proliferação.

Isso acontece porque elas podem ser causadas por microorganismos, como vírus, fungos e bactérias, e para fugir do frio é frequente encontrar aglomerações de pessoas em locais fechados.

Isso facilita a transmissão de tais agentes. As reações alérgicas também dão as caras no inverno, isso porque em ambientes fechados é possível encontrar vários estímulos alérgicos.

Além das doenças respiratórias e alérgicas, as doenças de pele também podem ter um destaque na estação mais fria do ano.

A dermatite atópica, os eczemas e as micoses são exemplos de doenças que podem acometer a pele durante o inverno.

Isso porque, além de o clima frio gerar ressecamento da epiderme, muitas pessoas costumam tomar banho com água quente, o que provoca desidratação e afeta a barreira cutânea.

O uso de meias, por exemplo, contribui para o surgimento das micoses, principalmente se forem calçadas com os pés molhados. Afinal, a umidade favorece a proliferação de fungos.

Quais são as doenças mais comuns no inverno e como evitá-las

Quais são as doenças mais comuns no inverno e como evitá-las

Antes de falarmos sobre como você pode evitar as doenças mais comuns no inverno, queremos citar uma outra doença que não é tão falada: a otite.

A otite média aguda é uma infecção que acontece no ouvido médio — espaço localizado atrás dos tímpanos — e provoca dor muito forte, diminuição da audição e secreção.

Esse problema pode ter origem viral ou bacteriana, e geralmente está associado a outras doenças, como a gripe e o resfriado.

Agora sim, sobre a prevenção das doenças!

Não é nada fora do comum, são cuidados básicos e talvez até óbvios, mas muitas vezes o óbvio também deve ser dito!

Lave as mãos

Você sabia que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), lavar as mãos é uma das práticas mais importantes quando o objetivo é prevenir doenças?

Isso porque os vírus e as bactérias estão em todas as partes, especialmente, aquelas que todos tocam — maçanetas, corrimões, cadeiras etc.

Basta tocar o rosto, os olhos ou o nariz para se contaminar. Assim, adquira o hábito de lavar as mãos, não somente antes e após as refeições.

Tenha uma boa alimentação

Os alimentos estão entre os fatores que mais influenciam a saúde. Desse modo, a adoção de uma alimentação balanceada, ou seja, rica em verduras, legumes, frutas e carnes brancas, ajuda a manter o organismo saudável, pois fortalece o sistema imunológico.

Vacine-se

Atualmente, já existem vacinas que previnem algumas das doenças de inverno — gripe e pneumonia, por exemplo. Inclusive, elas são ofertadas gratuitamente em postos de saúde.

Por isso, vale a pena apostar nessa forma de prevenção. A vacina estimula o organismo a produzir anticorpos contra essas enfermidades e, ao contrário do que muitos pensam, não trazem prejuízos à saúde.

A Imed quer te ajudar a cuidar bem da sua saúde! Por isso trabalhamos com ótimos profissionais e preços acessíveis. Além disso, com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais!

Exame preventivo ginecológico: Por que e quando deve ser feito?

Exame preventivo ginecológico

Exame preventivo ginecológico: Por que e quando deve ser feito?

O exame preventivo é o principal exame ginecológico que toda mulher em idade reprodutiva precisa fazer. Mas por que? Porque é a melhor forma de saber se anda tudo certo com a sua saúde vaginal.

O Papanicolau, nome científico do exame preventivo, é basicamente uma coleta da secreção do colo do útero, que é colocado em uma lâmina e enviado para avaliação em um laboratório.

Se forem detectadas células anormais, o ginecologista pode pedir exames mais específicos — como a colposcopia — e, caso necessário, iniciar o tratamento para evitar que a doença pré-maligna se transforme em maligna.

É essa a razão de o Papanicolau ser conhecido como o exame preventivo do câncer de colo do útero.

O preventivo é um exame ginecológico essencial para todas as mulheres que já iniciaram a vida sexual.

O ginecologista Dr. Marco Aurélio explica que sua finalidade é a prevenção e diagnóstico do câncer de útero.

“O objetivo do teste é detectar alterações nas células do colo do útero que possam se transformar em câncer. Tais alterações costumam ser causadas pelo HPV (vírus do papiloma humano)”.

De acordo com o especialista, a frequência para realização do preventivo varia conforme a idade e os resultados dos preventivos anteriores. “De modo geral, o preventivo deve ser feito anualmente, mas pode ser antecipado em casos de alterações”, diz.

O resultado do exame pode identificar infecções vaginais, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), além de alterações benignas ou malignas, como lesões e tumores.

O papanicolau sozinho não confirma o diagnóstico de câncer de útero, mas é importante para identificar uma pré-disposição e ajuda a prevenir o problema. Quando há suspeita, o médico indica outros testes complementares e mais detalhados.

Exame preventivo: de quanto em quanto tempo deve ser feito?

Exame preventivo: de quanto em quanto tempo deve ser feito

Seguindo recomendações do Ministério da Saúde, não se deve ter relações sexuais dois dias antes do exame, nem mesmo com preservativo.

“No mesmo período, não se devem usar duchas ou medicamentos vaginais. Além disso, o exame não pode ser feito durante a menstruação”, comenta o médico.

O mais indicado é realizar o exame entre o décimo e vigésimo dia depois da chegada da menstruação.

Como o exame tem a função de detectar doenças em um primeiro momento e analisar a saúde íntima da mulher, é necessário que ele seja feito regularmente.

Por isso, a frequência do preventivo vai variar para cada caso. Geralmente, ele pode ser feito uma vez ao ano. Mas, se a mulher tiver notado qualquer alteração na região, é possível antecipar esse período.

Outro caso é aquele em que os últimos dois exames ginecológicos não indicaram nenhum problema.

Nessa situação, a mulher pode diminuir a frequência e os testes podem ser feitos de três em três anos. Mas o importante mesmo é nunca deixar de ir ao ginecologista.

E nesse caso, você pode contar com a Imed Saúde! Além de excelentes médicos ginecologistas, toda nossa equipe profissional é altamente qualificada para prestar o melhor atendimento para você e sua família!

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A importância da Pediatria na saúde das crianças e adolescentes

A importância da Pediatria na saúde das crianças e adolescentes

A importância da Pediatria na saúde das crianças e adolescentes

Você sabia que a escolha do pediatra é uma das maiores e mais importantes decisões que os pais tomam antes do bebê nascer? Afinal, é ele quem será responsável pela saúde e desenvolvimento da criança, estando presente em seus momentos e evoluções mais importantes. E é sobre isso que iremos falar hoje, sobre a importância da pediatria na saúde das crianças e adolescentes. Tenha uma boa leitura!

Falando sobre o pediatra, o papel desse profissional vai muito além do atendimento da criança ou adolescente, se estendendo a uma relação íntima e de empatia com toda a família.

Lembrando que empatia não é a mesma coisa de simpatia, mas significa afinidade. E esta é muito importante para a construção do relacionamento entre o pediatra e a família.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o especialista tem como função zelar e dar a máxima assistência para crianças e adolescentes de modo a promover comportamentos saudáveis, prevenir doenças, diagnosticar e prescrever tratamentos.

As principais funções do pediatra são o auxílio na prevenção de acidentes, nas imunizações, no aleitamento e desenvolvimento saudável da criança e adolescente.

Outra função também exercida está na prevenção da obesidade e dos sintomas de violência que as crianças possam vir a sofrer.

A principal importância está justamente no zelo que a especialidade traz para os primeiros anos de vida dos seres humanos e a forma com que estuda e assiste seus pacientes e familiares.

De modo a destacar suas características e peculiaridades e contribuir no incentivo ao autocuidado, na resiliência e na capacidade crítica para reflexão.

A importância da Pediatria na saúde das crianças e adolescentes: saiba como escolher o melhor profissional

Como você pôde notar, o pediatra saberá cuidar, com propriedade e conhecimento, da saúde dos recém-nascidos, crianças e adolescentes.

Afinal, somente ele é capaz de detectar problemas de desenvolvimento precocemente e, claro, cuidar de outras condições que acometem os pequenos.

Queremos agora compartilhar com você algumas dicas de como você pode escolher o melhor pediatra para cuidar da saúde dos seus filhos:

Planeje-se

Caso você seja pai/mãe de primeira viagem, o ideal é que a busca pelo pediatra se inicie antes do nascimento do bebê, preparando os pais para os primeiros cuidados e desafios dos primeiros dias de vida.

Pesquise

É importante fazer uma pesquisa cuidadosa, conferindo se o profissional escolhido está devidamente certificado e, se possível, se é bem avaliado.

Não se esqueça de orientar-se da disponibilidade do profissional por telefone em caso de urgências, o local de atendimento, a viabilidade da agenda do mesmo com os seus horários e encaixe em doenças agudas do seu filho.

Recomendações de pessoas próximas são muito valiosas. Na dúvida, agende uma consulta com mais de um profissional e, após conhecê-los, decida-se.

Pergunte

Caso você esteja procurando um novo pediatra para uma criança mais velha, peça pela opinião dela após a consulta. Veja se ela se sentiu confortável e segura com o profissional, e deixe claro o quanto esses sentimentos são importantes para manter uma boa relação com o médico.

E para te ajudar a escolher um pediatra para seus filhos, você pode contar com a Imed! Contamos com profissionais competentes e dedicados a prestar o melhor atendimento possível!

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Alopecia Areata. Você sabe o que é?

Alopecia Areata

Alopecia Areata. Você sabe o que é?

Digamos que agora a poeira baixou, mas quem não se lembra do polêmico tapa na cara que Chris Rock levou de Will Smith no evento do Oscar de 2022? Will Smith teve essa reação logo após Chris Rock fazer uma piada com Jada Pinkett Smith, esposa de Will Smith devido a sua falta de cabelos causada pela alopecia areata. Provavelmente você soube dessa notícia, mas você sabe o que é a alopecia areata? Continue lendo para mais detalhes!

Direto ao ponto: A alopecia areata é uma condição caracterizada pela queda localizada de cabelo, na cabeça ou, mais raramente, em outras áreas do corpo.

Em pessoas com essa condição, o cabelo sempre cai em áreas bem delimitadas, resultando em círculos ou em áreas ovais onde não há fios de cabelo.

A alopecia areata pode afetar pacientes de ambos os sexos e é bastante comum na faixa etária dos 20 anos de idade.

A doença ocorre devido a um processo inflamatório na raiz do cabelo.

De modo geral, é provocada por fatores genéticos e está associada a doenças como lúpus, vitiligo, diabetes e alergias, como a rinite, por exemplo. Também ocorre em consequência do tratamento oncológico.

Alguns fatores emocionais, como estresse e processos de luto, podem desencadear a alopecia areata ou agravar a condição, fazendo com que o paciente perca ainda mais pelos.

Os pacientes com alopecia areata podem apresentar coceira no couro cabeludo ou uma sensação forte de queimação antes da queda de cabelo efetivamente acontecer.

Algumas pessoas tem um episódio na vida e não voltam mais a ter e outras, persistem com episódios durante toda a vida. Muitas pesquisas estão sendo feitas em busca de um tratamento, sem muitos efeitos colaterais, para tentar evitar que se tenha novos episódios da doença.

Como Funciona o tratamento da alopecia areata

Como Funciona o tratamento da alopecia areata

A inflamação é tratada com uso de medicamentos variados e pela estimulação do folículo capilar. O tratamento deve ser sempre conduzido por um médico dermatologista.

Seu médico irá rever seus sintomas para determinar se você tem alopecia areata. Eles podem diagnosticar a doença simplesmente observando a extensão da perda de cabelo e examinando algumas amostras de cabelo ao microscópio.

O especialista também pode realizar uma biópsia do couro cabeludo para descartar outras condições que causam a perda de cabelo, incluindo infecções por fungos, como a tinea capitis.

Durante uma biópsia do couro cabeludo, o médico irá remover um pequeno pedaço de pele do couro cabeludo para análise.

Em alguns casos, quando o cabelo volta a nascer, ele apresenta uma cor diferenciada, mais clara ou totalmente branca, retornando posteriormente ao seu tom normal.

O médico também pode fazer um exame de sangue para testar a presença de um ou mais anticorpos anormais. Se esses autoanticorpos forem encontrados no sangue, isso geralmente significa que a pessoa tem um distúrbio auto-imune.

Se perceber que seus cabelos estão caindo mais que o normal ou passando por alterações como falhas localizadas, procure um dermatologista com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia para que ele te examine, faça seu diagnóstico e inicie, se necessário, seu tratamento.

Neste caso, conte com a Imed! Além de ótimos profissionais, temos preços acessíveis e com o Cartão iSaúde você tem direito a descontos exclusivos. Fale com a nossa equipe e saiba mais!

Dia Mundial da Saúde: lembre-se dele todos os dias!

Dia Mundial da Saúde

Dia Mundial da Saúde: lembre-se dele todos os dias!

Todo dia 07 de abril de cada ano é celebrado o Dia Mundial da Saúde. A data é lembrada desde 1950 com o objetivo de chamar a atenção para as prioridades específicas da saúde global.

A data homenageia a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS) durante a primeira Assembleia Mundial da Saúde, em 1948.

Neste ano de 2022, a OMS focará a atenção global nas ações urgentes e necessárias para manter os seres humanos e o planeta saudáveis e promover um movimento para criar sociedades focadas no bem-estar.

As decisões políticas, sociais e comerciais estão impulsionando a crise climática e da saúde. Mais de 90% das pessoas respiram ar insalubre resultante da queima de combustíveis fósseis.

Um mundo em aquecimento está vendo os mosquitos espalharem doenças mais longe e mais rápido do que nunca.

Eventos climáticos extremos, degradação da terra e escassez de água estão deslocando as pessoas e afetando sua saúde.

Poluição e plásticos são encontrados no fundo de nossos oceanos mais profundos, nas montanhas mais altas, e entraram em nossa cadeia alimentar.

Os sistemas que produzem alimentos e bebidas altamente processados e pouco saudáveis estão gerando uma onda de obesidade, aumentando o câncer e as doenças cardíacas e gerando um terço das emissões globais de gases de efeito estufa.

A poluição do ar mata 13 pessoas a cada minuto devido ao câncer de pulmão, doenças cardíacas e derrames.

3,6 bilhões de pessoas carecem de sanitários seguros em todo o mundo. Resíduos humanos não tratados degradam os ecossistemas e a saúde humana.

As mudanças climáticas são uma ameaça, causando doenças como câncer, asma, doenças cardíacas e doenças transmitidas por mosquitos, como a dengue.

O Dia Mundial da Saúde não é apenas uma data comemorativa

O Dia Mundial da Saúde não é apenas uma data comemorativa

Como você pode perceber, o Dia Mundial da Saúde engloba muitas coisas. Praticamente tudo o que acontece no mundo tem alguma ligação com a nossa saúde. Veja mais alguns dados relevantes:

2 bilhões de pessoas carecem de água potável em todo o mundo. É necessário proteger as fontes de água evitando que esgotos, resíduos e produtos químicos entrem em lagos, rios ou águas subterrâneas.

829.000 pessoas morrem todos os anos de doenças diarreicas causadas por água poluída e falta de saneamento.

O correto gerenciamento de resíduos hospitalares evita lesões com agulhas de seringas descartadas, que podem causar hepatite B, C e doenças infecciosas.

As emissões da queima de resíduos de serviços de saúde podem aumentar os cânceres.

O tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas todos os anos e é altamente viciante. É um importante fator de risco para câncer, doenças cardíacas e pulmonares.

600 milhões de árvores são cortadas para produzir 6 trilhões de cigarros todos os anos, diminuindo o ar limpo que respiramos.

O tabaco mata e seu cultivo prejudica o planeta. É necessário manter corpos e meio ambiente livres do tabaco.

A poluição por dióxido de nitrogênio pode agravar doenças respiratórias, particularmente a asma.

Sistemas de transporte público bem planejados, com rotas seguras para caminhadas e ciclismo, podem melhorar a qualidade do ar, mitigar as mudanças climáticas e proporcionar ganhos adicionais à saúde.

O Dia Mundial da Saúde tem uma data específica, mas para você e sua família, aliás, para todos nós, deve ser lembrado todos os dias!

E para ajudar a manter a sua saúde e a da sua família em dia, você pode contar com a Imed! Além de preços acessíveis, você ainda tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde! Fale com a nossa equipe de atendimento e saiba mais!

Odontopediatria. A partir de qual idade devo levar meu filho(a) ao dentista?

Odontopediatria

Odontopediatria. A partir de qual idade devo levar meu filho(a) ao dentista?

Odontopediatria é um assunto de extrema importância para você e principalmente para seu filho ou filha. Inclusive já falamos sobre o tema em um artigo anterior que você pode conferir clicando aqui.

Mas hoje queremos falar um pouco mais sobre a odontopediatria e a partir de qual idade você deve levar seus filhos ao dentista. Continue lendo para saber mais.

De acordo com especialistas em odontopediatria, os primeiros anos de cuidados bucais de uma criança vão influenciar muito na saúde dos dentes dela na fase adulta.

Por isso, é fundamental que os pais ou responsáveis entendam a importância de incluir check-ups odontológicos na rotina das crianças.

Para assegurar que nenhum problema se instale na boca dos pequenos, é recomendado iniciar o acompanhamento assim que nasce o primeiro dentinho.

O motivo é que o sorriso de uma criança começa a ser cuidado pela mãe já no período de gestação.

Depois do nascimento, portanto, a consulta com o odontopediatra não pode demorar, para que a saúde bucal não fique descuidada.

Esse atendimento precisa iniciar mesmo antes do surgimento dos primeiros dentes, porque os pais terão acesso a esclarecimentos importantes.

Exemplos de questões que deixam os pais em dúvida são o uso da mamadeira, da chupeta, do hábito de chupar o dedo, bem como de hábitos alimentares, tipos de pasta de dentes, incômodos do nascimento dos dentes etc.

A odontopediatria ajuda em diagnósticos e intervenções precoces de problemas bucais e oclusais da criança.

Assim, quanto antes os pais puderem conversar com um profissional da área sobre os cuidados com a higiene bucal do bebê, trabalhar na prevenção de doenças, menor o risco de cáries.

Odontopediatria e os problemas bucais mais comuns nas crianças

Odontopediatria e os problemas bucais mais comuns nas crianças

Falando sobre os problemas bucais mais comuns entre as crianças, a cárie é o que mais ocorre. No entanto, existem outros motivos que fazem necessária a intervenção do dentista. Entre eles:

  • Bruxismo: ranger ou apertar dos dentes durante o sono.
  • Periodontite: inflamação na gengiva, que se não for tratada pode provocar enfraquecimento ou perda dos dentes.
  • Halitose: mais conhecido como “mau hálito”, também pode atingir as crianças e entre suas principais causas estão a gengivite, placa bacteriana e cárie.
  • Gengivoestomatite: inflamação da mucosa oral causada pelo vírus da herpes. Se dá com o aparecimento de aftas e inchaço das gengivas. É muito comum principalmente quando a criança está com a imunidade baixa.

Como já foi dito, o acompanhamento do odontopediatra é indispensável para o bom desenvolvimento da dentição da criança.

Mesmo que os dentes do seu filho(a) aparentemente não apresentem problemas, é importante levá-lo(a) ao dentista para verificar se realmente está tudo certo com sua saúde bucal e receber as devidas orientações para o cuidado ideal com os dentes.

Caso algum problema esteja ocorrendo, é indicado que você marque uma consulta para o seu filho assim que aparecerem os primeiros sintomas. Seja lá qual for a situação, iniciar o tratamento logo trará resultados muito melhores e mais rápidos.

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