Posso estar com covid-19 mesmo após o teste rápido ser negativo?

Posso estar com covid-19 mesmo após o teste rápido ser negativo

Essa é uma dúvida bem comum entre as pessoas que fazem o teste rápido, também conhecido como antígeno, para verificar se estão com covid-19 ou não. Continue lendo para saber mais sobre este assunto.

No começo deste ano, além da covid-19, também tivemos um surto de influenza (gripe). E isso fez com que muitas pessoas ficassem em dúvida ao fazer o teste rápido e este dar negativo para o coronavírus.

Já adiantamos que especialistas apontam que um resultado negativo no teste de antígeno não significa que a pessoa não está com a covid-19. Principalmente se estiver com sintomas gripais.

“Um teste de antígeno negativo numa pessoa sintomática não afasta o diagnóstico. É melhor a pessoa repetir ou um PCR, para ter mais certeza, ou um teste de antígeno 24 horas depois”, afirma explica Alberto Chebabo, infectologista da rede de saúde integrada Dasa e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Isso ocorre porque o teste de antígeno é menos sensível que o PCR, considerado o “padrão ouro” do diagnóstico.

Falando um pouco mais sobre o teste antígeno, o antígeno viral é uma estrutura do vírus que faz com que o corpo produza uma resposta imunológica contra ele: os anticorpos.

Os testes de antígeno detectam essas estruturas. Se ele dá positivo, significa que a pessoa está infectada no momento do teste e pode infectar outras.

A diferença do teste antígeno para o PCR é que enquanto o primeiro detecta pequenas estruturas que estimulam o sistema imune, o segundo detecta o código genético do vírus.

E se o teste rápido der positivo para a covid-19?

E se o teste rápido der positivo para a covid-19

Já te mostramos que se o teste rápido der negativo para covid-19 não significa necessariamente que a pessoa não tenha contraído o coronavírus.

Mas e o contrário? Se eu fizer um teste antígeno e der positivo, isso pode ser um engano? E a resposta é não!

“É muito difícil um antígeno falso positivo. Se der positivo, ele confirma o diagnóstico. Ele tem uma especificidade boa, mas uma sensibilidade um pouco menor. Um exame positivo fecha como positivo. Um exame negativo não garante que está negativo mesmo”, explica Alberto Chebabo.

“Acredita-se que uma pessoa sintomática tem uma carga viral alta e um exame de antígeno, mesmo com uma menor sensibilidade que o PCR, consegue detectar a presença do vírus ali, exatamente por essa maior carga viral”, conclui o médico.

Então, de forma resumida, se você fez um teste rápido e ele deu positivo, dificilmente será um falso positivo e é praticamente certo que você esteja com covid-19.

Agora se você fez o mesmo teste e ele deu negativo, não significa necessariamente que você não tenha contraído o coronavírus. O ideal é você se consultar com o clínico geral e se possível realizar um teste PCR, que como você pode ver aqui, é mais assertivo que o teste antígeno.

Para isso, você pode contar com a Imed! Além do PCR, também trabalhamos com outros testes para covid-19.

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Tireoide – Qual a função, sintomas de problemas e como tratar?

Tireoide

Hoje o assunto para o nosso artigo é tireoide. É bem provável que você já tenha ouvido falar dela, mesmo sem saber exatamente o que significa.

É possível que você já tenha ouvido alguém falar que ganhou peso ou perdeu peso por causa da tireoide. Para entender melhor como isso funciona, e obter mais informações sobre o assunto, continue lendo.

A tireoide é uma das maiores glândulas do corpo humano, localizada no pescoço, um pouco abaixo do pomo de adão. Ela tem um formato de borboleta e atua na produção dos hormônios T3 e T4.

Quando ocorre alguma alteração na tireoide, o que pode acontecer é ela liberar menos ou mais quantidade de hormônio do que o habitual. A glândula pode interferir em:

  • Peso.

  • Concentração.

  • Fertilidade.

  • Humor.

  • Regulação do ciclo menstrual.

Os principais problemas envolvendo a tireoide são os seguintes:

Hipertireoidismo: os hormônios da tireoide são liberados em grande quantidade, fazendo com que o organismo comece a trabalhar de forma mais veloz do que antes.

Alguns dos sintomas do hipertireoidismo são: agitação fora do normal, aumento da frequência cardíaca e palpitações, perda de peso e suor em excesso.

Hipotireoidismo: a tireoide libera menos hormônios, fazendo com que o corpo funcione mais devagar.

Alguns dos sintomas do hipotireoidismo são: sonolência, redução da frequência cardíaca, cansaço, ganho de peso e depressão.

Neste caso, o organismo age como se estivesse querendo poupar a pessoa de gastar muita energia.

Nódulo na tireoide: eventualmente, é possível observar o aparecimento de nódulos na glândula, que em geral são assintomáticos. Na maior parte dos casos, quando se encontra um nódulo na tireoide o seu diagnóstico é benigno.

Porém, é necessário sempre investigá-lo com ultrassonografia e algumas vezes realizar biópsia.

Sintomas que podem indicar problemas na tireoide

Os idosos maiores de 65 anos de idade podem ser mais suscetíveis a mudanças nos hormônios da tireoide.

Em grande parte dos casos acontece o hipotireoidismo e nem sempre é necessário tratamento quando há alteração laboratorial, porém o paciente está assintomático.

Quem tem histórico familiar de parentes com problemas na tireoide precisa ficar atento, pois grande parte das doenças que atingem a glândula são autoimunes e sendo assim há um componente genético na sua ocorrência.

As mulheres também devem ter uma atenção maior quanto a isso, uma vez que são as mais acometidas por doenças autoimunes.

A deficiência hormonal sempre deve ser tratada nas gestantes, pois esses hormônios são fundamentais no processo de desenvolvimento do feto.

O hipotireoidismo pode ocorrer também nos bebês recém-nascidos, que podem ter hipotireoidismo congênito e serem rapidamente diagnosticados através do teste do pezinho.

O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível para que não apresentem sequelas no futuro.

Além de relatar seu histórico de doenças e realizar exame físico (apalpando a região da glândula), exames especializados são usados para diagnosticar distúrbios da tireoide.

  • Exames de sangue para medir os níveis de hormônios tireoidianos e TSH.

  • Exames de imagem (como ultrassom) para investigar o tamanho e a presença de nódulos na tireoide.

  • Biópsia e punção aspirativa por agulha fina.

  • Cintilografia de tireoide.

E por falar em exames e tratamento, para isso você pode contar com a Imed!

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Puerpério – Cuidados no pós-parto

Puerpério

O nascimento de um filho costuma trazer muita alegria para a família, não é mesmo?! E é comum que toda atenção se volte para o novo integrante, que necessita de cuidados especiais. Porém, a nova mamãe passa por tantas transformações que também deve receber atenção. A fase é chamada de puerpério, e é tão importante que pode definir os próximos anos da mulher. Continue lendo para saber mais!

O puerpério costuma ser dividido em três etapas que, ao todo, somam aproximadamente 60 dias.

No entanto, vale lembrar que o processo é extremamente individual, e pode ser influenciado por fatores externos, como:

  1. As expectativas que a mulher tinha em relação à maternidade.

  2. As informações que foram disponibilizadas para ela.

  3. E, principalmente, a sua rede de apoio.

Dito isso, há casos em que o puerpério pode durar mais do que dois meses, chegando até anos! Veja, logo a seguir, como as fases se dividem:

Puerpério imediato

Costuma durar do 1º ao 10º dia, geralmente com início assim que o corpo expele a placenta.

Quem teve um parto natural pode caminhar um pouco pelo quarto logo nas primeiras horas, já que o estímulo melhora o fluxo intestinal e evita o surgimento de trombose.

Por outro lado, quem passou por uma cesariana ou precisou levar pontos deve fazer um repouso mais reforçado.

Puerpério tardio

Geralmente acontece do 11º ao 43º dia pós-parto. Mesmo com o fim do primeiro período, os cuidados com a saúde da mulher devem continuar, já que seu corpo ainda passa por muitas mudanças.

Durante 25 dias, por exemplo, o endométrio (mucosa que reveste o interior do útero) cicatriza de forma natural e volta à sua espessura inicial.

Além disso, após o primeiro mês pode ocorrer a ovulação e, se o óvulo não for fecundado, a primeira menstruação. Contudo, esse tempo pode ser maior se a mãe decidir amamentar.

Ao fim do 40º dia, as relações sexuais já podem acontecer. É nessa época, também, que há a segunda visita ao especialista.

Puerpério remoto

Tem início a partir do 43º dia. Nesse período já é hora de pensar em algum método anticoncepcional, pois a ovulação tende a normalizar.

Ficar de olho na saúde mental da mulher nesse período é de extrema importância, visto que o diagnóstico de uma possível depressão pós-parto é o primeiro passo para um tratamento adequado.

Mais alguns cuidados durante o pós-parto

Além das dicas que já compartilhamos com você, você pode acrescentar as seguintes durante o puerpério:

Sempre mantenha-se hidratada: A sede é uma das sensações marcantes do período da amamentação, independente dela acontecer após o bebê ter vindo ao mundo por meio de um parto normal ou cesárea.

A produção do leite materno deriva da circulação da materna, usando substratos do sangue. Então, como existe essa perda de água, a necessidade de reposição hídrica é muito maior nesse período de amamentação.

Evite dietas restritivas: Não se deve fazer grandes restrições, principalmente proteicas, porque isso pode eventualmente alterar a composição do leite materno. O equilíbrio tende a ser sempre a melhor alternativa!

Descanse enquanto o bebê dorme: A privação de sono é um dos desafios enfrentados pelas mães durante o puerpério, o que afeta sua concentração, raciocínio e causa até mesmo mudanças no humor. Por isso, a recomendação médica é que a mãe tente descansar nos mesmos intervalos que o bebê.

Esperamos que essas dicas ajudem você, puérpera! E lembre-se que você sempre pode contar com a Imed para cuidar da sua saúde e do seu bebê! Entre em contato conosco e saiba mais!

Glaucoma – O que é? Tem cura?

Glaucoma

Você já ouviu falar em glaucoma? Mesmo que tenha ouvido falar, te convidamos a continuar lendo este artigo para complementar seu conhecimento. E para você que não sabe nada ou quase nada sobre o assunto, essa leitura será ainda mais proveitosa!

O glaucoma é uma doença grave que aparece geralmente após o aumento da pressão intraocular, que constitui o principal fator de risco para essa condição.

Esta pressão acontece devido ao aumento de um líquido chamado de humor aquoso, que é produzido na parte anterior do olho ou por uma deficiência de sua drenagem através de seu canal.

Quando há um bloqueio desse fluido do olho, este provoca o aumento da pressão ocular. Na maioria dos casos de glaucoma, essa pressão está elevada e provoca danos no nervo óptico.

A falta de visão é uma consequência da destruição das células ganglionares. Essas estruturas ligam o olho ao cérebro e são responsáveis pela condução das imagens da retina ao cérebro.

O glaucoma costuma ser assintomático e pode provocar cegueira ou perda de visão severa se não for diagnosticado e tratado corretamente.

A doença pode estar presente e a pessoa não percebe causando uma piora do quadro e progressivamente uma lesão irreversível do nervo que, por sua vez, afeta o campo de visão.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são registrados 2,4 milhões de novos casos de glaucoma anualmente, o que totaliza 60 milhões de pessoas no mundo.

No Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Glaucoma, a doença atinge 2% dos brasileiros acima dos 40 anos, resultando em cerca de um milhão de pessoas.

Glaucoma tem cura?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o que é glaucoma, vem a questão: a doença tem cura? E a resposta é: infelizmente não! O glaucoma é uma doença crônica, ou seja, não tem cura.

Mas mesmo não tendo cura, a pressão intraocular pode ser controlada e os sintomas atenuados, com o tratamento adequado.

Assim, o ideal é que sempre que existe suspeita de ter a doença se consulte um oftalmologista para iniciar o tratamento, que pode incluir o uso de colírios, comprimidos ou, até, cirurgia.

Geralmente, o médico precisa começar por fazer uma avaliação para entender qual o tipo de glaucoma, já que pode influenciar o tipo de tratamento.

Um exame ocular pode ser usado para confirmar o diagnóstico de glaucoma.

O médico precisará examinar o interior do olho, observando através da pupila, que geralmente é dilatada.

O especialista geralmente realiza um exame completo do olho.

Somente a averiguação da pressão intraocular (por meio da tonometria) não é suficiente para diagnosticar o glaucoma, pois a pressão ocular costuma mudar.

Por isso, outros exames deverão ser feitos para que o médico possa diagnosticar o paciente com glaucoma ou não.

Como você deve ter percebido durante a leitura, o glaucoma muitas vezes é assintomático. Portanto, marque uma consulta com o oftalmologista e verifique se está tudo certo com a saúde dos seus olhos.

Neste caso, você pode contar com a Imed! Além de um atendimento de alto nível, com o Cartão iSaúde você tem direito a descontos exclusivos! Entre em contato conosco para saber mais!

A lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções

A lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções

Sabemos que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções. Mesmo que isso possa ser óbvio para você que está lendo e para a maioria das pessoas, é bom reforçarmos a ideia e acrescentarmos algumas informações. E é isso que faremos neste artigo. Continue lendo para saber mais!

Quando se trata de prevenção de infecções, especialmente aquelas que se espalham por meio de gotículas de tosse ou espirro, como a covid-19, a higienização das mãos é sempre uma medida eficaz para a população, além do uso de máscara e distanciamento social.

Em suas diretrizes sobre como prevenir a infecção pelo coronavírus, a OMS declarou que todos devem “lavar as mãos frequentemente com sabão e água”.

Ainda assim, algumas pessoas continuam a duvidar que algo tão simples quanto a higiene pessoal básica possa ter algum efeito preventivo e de impacto na saúde coletiva. Lembra que acabamos de falar que talvez possa parecer óbvio para você, a lavagem das mãos ser eficaz na prevenção de infecções? Infelizmente para alguns, não é.

Para reforçar a ideia da importância em lavar as mãos e prevenir infecções, uma pesquisa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Cambridge, explica que a lavagem das mãos é eficaz no contexto de uma pandemia, mostrando que esse ato simples pode retardar a propagação de doenças infecciosas.

Publicado na revista Risk Analysis, o estudo usou modelagem epidemiológica e simulações baseadas em dados para determinar como a melhor higiene pessoal pode afetar a taxa de transmissão de doenças.

Dessa forma, manter as mãos limpas pode evitar a infecção e a transmissão de diversas doenças.

Agora que você já sabe que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções, veja como fazer de forma prática

Agora que você já sabe que a lavagem das mãos pode ser eficaz na prevenção de infecções, veja como fazer de forma prática

Alguns momentos no decorrer do dia, a higienização é importante para evitar um possível contágio viral, como em locais públicos, após ter tocado superfícies que possam ser frequentemente tocadas por outras pessoas.

Como exemplo podemos citar maçanetas, mesas, carrinhos de compras ou caixas registradoras entre outros locais de uso comum.

É indispensável lavar as mãos antes de tocar nos olhos, boca e nariz. Também antes e após as refeições, assim como depois de tossir ou espirrar. E após usar o banheiro.

Essas são algumas das situações rotineiras em que é importante a lavagem das mãos ou utilização de álcool em gel, principalmente, quando não seja possível a lavagem.

Agora veja o passo a passo de como você deve lavar as suas mãos:

  1. Retirar todos os acessórios, como anéis, relógios e pulseiras, antes de lavar as mãos.

  2. Aplicar o sabão e friccionar as mãos.

  3. Ensaboar as mãos esfregando-as bem com o sabão. Lavar a palma das mãos, entre os dedos, debaixo das unhas e punhos.

  4. Esfregar as mãos por pelo menos 20 segundos.

  5. Enxaguar bem as mãos em água corrente limpa.

  6. Por último, secar as mãos com um papel toalha. Com o mesmo fechar a torneira. Todo processo deve durar cerca de 50 segundos.

A prevenção é com você. Agora, se você precisa de ajuda para tratar alguma infecção, você pode contar conosco! Além de preços acessíveis, a Imed Saúde conta com profissionais dedicados e também o Cartão iSaúde, que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato e saiba mais!

Alimentação da criança: do nascimento até os 2 anos

Alimentação da criança do nascimento até os 2 anos

Você sabia que é até os dois anos de idade a criança adquire o gosto por alimentos saudáveis que pode durar toda sua vida? Os primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento infantil. Por isso, a importância da alimentação da criança. Continue lendo para saber mais!

Desde o nascimento e preferencialmente até os 2 anos de idade, os bebês recebem no leite materno tudo aquilo que é necessário para seu pleno desenvolvimento.

De acordo com o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos, uma publicação do Ministério da Saúde, o leite materno é o alimento ideal para a criança – sendo seu alimento exclusivo até os 6 meses de vida, por ser totalmente adaptado às suas necessidades nos primeiros anos de vida.

Como destaca o guia, é por meio da amamentação que acontece o primeiro contato das crianças pequenas com a comida de verdade.

A recomendação é que até os seis meses, os bebês se alimentem exclusivamente de leite materno. Isso porque o leite materno oferece todos os nutrientes que o bebê precisa. Portanto, não é necessário o consumo de chá, sucos ou água.

Além disso, a amamentação fortalece o vínculo entre a mãe e o bebê e promove o melhor desenvolvimento do cérebro.

Um alerta para papais e mamães: Não ofereça nada com açúcar, mel ou melado ao bebê. Nada mesmo!

O bebê que experimenta açúcar nos primeiros dois anos vai ter preferência por doces e alimentos não saudáveis por toda a vida.

Depois dos seis meses de vida do bebê, a alimentação da criança deve ser composta de arroz, feijão, raízes, verduras, legumes, carnes, ovo e frutas. Porém, é importante continuar amamentando a criança até os 2 anos de idade.

Mais algumas dicas sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade

Mais algumas dicas sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade

Uma outra dica que podemos compartilhar com você sobre alimentação da criança até os 2 anos de idade é que você pode oferecer frutas no momento em que o bebê mostrar sinais de fome.

Dessa forma, ele vai comer quantidades suficientes para ter todas as vitaminas de que precisa para crescer. Se o bebê se recusar a comer a refeição, a dica é não insistir e oferecer novamente em outro momento.

É importante que você, papai ou mamãe, estimule seu bebê a mastigar.

A mastigação vai fortalecer a bochecha do bebê, ajudar na formação dos dentes e no desenvolvimento da fala.

Além disso, se o bebê aprende a mastigar cedo, ele vai aceitar a alimentação da família com facilidade.

A recomendação é oferecer alimentos bem cozidos, amassados ou desfiados, nunca triturados.

Mesmo sem os dentes, os bebês conseguem esmagar e engolir os alimentos.

Alimentos com muito sal, gordura, açúcar e corantes fazem mal para a saúde de qualquer pessoa, principalmente para a dos bebês.

Ofereça comida de panela feita com alimentos de verdade, como: arroz, feijão, lentilha, batata, batata-doce, quiabo, couve-flor, abóbora, abobrinha, cenoura, beterraba, folhas verdes, peixe, carne, frango, etc.

Use o colorido dos alimentos para a refeição ficar divertida. Todas as verduras e frutas podem ser consumidas.

Antes dos 2 anos, não ofereça muito sal ou muita gordura para as crianças experimentarem, pois o “gosto” está em formação.

Evite doces, biscoitos, salgadinhos, café, refrigerantes, gelatina, ou demais alimentos com açúcar. O consumo desses alimentos atrapalha o sabor de alimentos nutritivos como verduras, legumes e frutas.

Além desses cuidados, a Imed pode te ajudar na saúde do seu bebê, com profissionais preparados para prestarem o melhor atendimento que você merece! Entre em contato conosco e saiba mais!

Corrimento vaginal é normal? Entenda os tipos e causas

Corrimento vaginal

Corrimento vaginal é um assunto que gera muitas dúvidas nas mulheres e também certa preocupação. Se este for o seu caso, continue lendo, pois iremos esclarecer algumas coisas relacionadas a este tema. Acompanhe-nos!

Antes de qualquer coisa, vamos entender o que é o corrimento vaginal.

O corrimento vaginal consiste na secreção de líquidos expelida na vagina, com exceção da menstruação. Trata-se de um fluido composto de células mortas, proveniente da descamação de tecidos e atividade da flora vaginal e normalmente é transparente ou esbranquiçada, com odor intenso.

Estamos falando de um processo fisiológico que é uma resposta natural do corpo feminino, por isso, nem sempre significa que existe uma doença.

No entanto, é preciso ter atenção se houver alterações na cor, odor e volume, fatores que podem indicar alguma anormalidade.

Sendo assim, o corrimento vaginal pode variar de mulher para mulher, considerando a idade, fase da vida, ciclo menstrual, reposição hormonal, menopausa e períodos de fertilidade.

Portanto, o corrimento existe em tipos diferentes, classificados pelas características da secreção. Veja logo a seguir quais são eles:

O corrimento branco ou transparente, com pouco volume e pastosos, são considerados corrimentos normais, principalmente se estiver inodoro ou com baixo odor, sem sintomas como coceiras e inflamações.

O corrimento vaginal marrom ou em tons de rosa também é muito comum e está associado à presença de coágulos de sangue misturados à secreção. Caso a manifestação desse tipo de corrimento for frequente e acompanhada de coceiras e cor mais intensa, é aconselhável procurar um médico para uma avaliação clínica.

O corrimento amarelado e até mesmo com tons de verde, com cheiro forte, ardência e coceira é o tipo que mais exige atenção. Geralmente, esse corrimento é um indicativo de algum problema mais sério, que exige a avaliação de um médico para um diagnóstico preciso.

Corrimento vaginal: entenda as causas

Corrimento vaginal

O corrimento vaginal pode ser considerado normal até certo ponto e é uma resposta natural do corpo feminino, no entanto, em alguns casos acontece com características anormais.

Dessa forma, o primeiro passo para saber se é algo que merece atenção especial, é avaliar as características da secreção e identificar o tipo, como te mostramos nos parágrafos anteriores.

Os corrimentos transparentes e inodoros são considerados normais e podem indicar que a mulher está no período fértil do ciclo ou passando por alterações hormonais. É um processo natural do organismo e não é considerado indicativo de alguma inflamação ou doença.

O corrimento branco pode ser um sinal da candidíase ou outra doença que também é causada por fungos. Principalmente, se o corrimento acontecer acompanhado de coceiras, vermelhidão e queimação ao redor da vulva.

Nos casos de corrimentos amarelados ou esverdeados, com cheiro forte e presença de sintomas como coceiras, queimação, dor ao urinar ou no ato sexual, merecem atenção. Nesse caso, pode ser um indicativo de alguma doença sexualmente transmissível.

O corrimento vaginal marrom ou vermelho é comum após os períodos menstruais, no entanto, quando ocorre de forma anormal, pode ser causado pela gonorreia. Neste caso, você deve ficar atenta, e se notar que está com diferenças, procure um ginecologista.

E por falar em ginecologista, você pode encontrar este profissional aqui na Imed! Além de preços justos, que cabem no seu bolso, você também conta com o Cartão iSaúde, que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato conosco para saber mais!

Urologista: Mulher também precisa ir?

Urologista

Quem nunca ouviu algo do tipo: ginecologista é o médico para mulher e o urologista é o médico para homem?

Talvez você acredite nisso, assim como muitos outros. Mas saiba que essa frase não é totalmente verdadeira.

O ginecologista sim cuida da saúde da mulher e de órgãos específicos do sexo feminino.

Mas sobre o urologista, ele não é um médico exclusivo para o homem. Continue lendo para entender melhor.

O urologista é sim responsável por tratar problemas do aparelho sexual masculino, mas além disso, é ele também que cuida do aparelho urológico (rins, ureteres, bexiga e uretra…) de homens e mulheres.

Sendo assim, cabe ao urologista tratar tanto homens, quanto mulheres!

Mas calma, não feche a página, ainda não termina por aqui!

Agora que você já sabe que o urologista é responsável também por cuidar de todo o aparelho urológico feminino, vamos descobrir quais doenças que este profissional trata das mulheres.

Como acabamos de dizer, cabe ao médico urologista tratar de forma clínica e até mesmo cirúrgica uma série de patologias que acometem os rins, bexiga e alguns outros órgãos que fazem parte do sistema urinário feminino.

Dito disso, vamos compartilhar com você uma lista com as 7 principais motivos que fazem com que mulheres procurem por um urologista:

  1. Cálculos renais
  2. Incontinência Urinária
  3. Bexiga Hiperativa
  4. Infecções urinárias e cistites
  5. Cólica Renal
  6. Prolapso de órgãos da pelve (Útero ou Bexiga caída)
  7. Doenças sexualmente Transmissíveis

Além dessas doenças, uma série de outros problemas que acometem o sistema urinário são atendidos pelos urologistas. Esses são apenas os mais frequentes, porém não os únicos.

Quando a mulher precisa ir ao urologista?

Quando a mulher precisa ir ao urologista

Como você viu, existem algumas doenças que as mulheres podem tratar com a ajuda do urologista. Mas quais os sintomas que devem fazer com que ela visite este especialista? É o que nós iremos te mostrar agora.

Ao perceber sintomas como dores na bexiga, pélvis ou região genital, dor ao urinar, necessidade frequente de urinar, desconforto ou sangue na urina a mulher deve procurar um urologista para fazer o diagnóstico correto e recomendar o melhor tratamento, que poderá ser à base de antibióticos.

A infeção urinária soma mais de 2 milhões de casos no Brasil e é muito mais comum nas mulheres. O motivo é justamente a anatomia do corpo feminino.

O canal urinário da mulher é mais curto do que o do homem, além de ser mais próximo da vagina e ânus. Esta condição facilita a entrada de bactérias, ocasionando a infecção.

Por essa razão, a higiene da mulher precisa de atenção especial. Cuidar na hora de fazer a limpeza da região genital após ir ao banheiro, lavar-se corretamente após relações sexuais e não usar o mesmo absorvente por muito tempo são ações importantes para evitar infeções.

É de suma importância que casos de infecção urinária sejam tratados com acompanhamento do médico.

Se a infecção não for eliminada da forma correta, ela pode tornar-se recorrente e até se agravar, causando complicações nos rins como a pielonefrite.

Portanto, se você, mulher, estiver com algum desses sintomas, procure ajuda médica o quanto antes. E se este for o seu caso, a Imed pode te ajudar!

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Cardiologista: Porque devo cuidar do meu coração desde cedo?

Cardiologista

Muitos de nós temos o mau costume de procurar ir ao médico somente quando um problema incomoda, quando sentimos dor ou desconforto. Neste artigo você irá descobrir porque deve ir ao cardiologista o quanto antes e cuidar do seu coração desde cedo. Boa leitura!

Os mais jovens tendem a não se preocupar muito em visitar o médico com certa frequência. Muito menos cuidar da saúde do coração. Mas isso é um erro.

Um estudo feito pela Fundação Favaloro na Argentina, revela que a primeira causa de morte da humanidade é o ataque cardíaco ou morte súbita.

A placa arterial é uma substância dura que se forma e cresce dentro das artérias, fazendo com que os vasos sanguíneos fiquem obstruídos e endurecidos.

A formação dessas placas, conhecidas como doença arterial coronariana ou aterosclerose coronariana, muitas vezes leva a ataques cardíacos e derrames por ir lentamente cortando o fornecimento de sangue para órgãos vitais.

Coágulos sanguíneos formados por estas plaquetas que se libertam das paredes das artérias podem bloquear o fluxo de sangue e causar a morte.

A arteriosclerose é outra doença que envolve a formação de placas nas artérias e também é vulgarmente chamada de “endurecimento das artérias”. A placa é constituída por gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias do sangue.

Especialistas aconselham levar uma alimentação saudável, pobre em gordura e sódio, mas rica em fibras.

Além disso, fazer uma rotina de exercícios durante 30 minutos, pelo menos três vezes por semana para remover a gordura do corpo. E beber muita água para manter o sistema hidratado.

A Organização Mundial de Saúde estima que pelo menos 80% das mortes prematuras por doenças cardíacas e derrames poderiam ser evitados através de uma dieta saudável, atividade física regular e abandono do tabaco.

Porque cuidar do coração mais cedo e como o cardiologista pode ajudar

Nosso coração possui a função essencial de manter o corpo em funcionamento. Ele faz isso através do bombeamento do sangue pelo sistema circulatório.

O lado direito do coração manda o sangue para os pulmões, onde ocorre a troca gasosa.

Consequentemente, esse sangue é preenchido com oxigênio e devolvido ao lado esquerdo que, simultaneamente, envia esse sangue rico em oxigênio para as artérias.

Desse modo, o sangue nutre os órgãos e tecidos do corpo, enquanto remove o excesso de resíduos.

A importância de cuidar do coração deve estar presente desde a juventude e continuar por toda a vida. Porém, nunca é tarde para fazer mudanças no estilo de vida que poderão melhorar a saúde do seu coração.

Claro que quanto mais cedo começar, melhor. Mas é sempre preferível começar hoje mesmo do que daqui alguns meses ou anos, independentemente da sua idade.

No mundo, em média 18 (dezoito) milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças cardiovasculares.

Do mesmo modo, no Brasil, ocorrem aproximadamente quatrocentos mil óbitos por ano. Isso representa mais de mil mortes por dia. E, enfim, o mais importante, 50% dessas mortes são evitáveis.

Portanto, manter o coração saudável é fundamental para uma boa saúde em geral.

Sempre é melhor prevenir do que remediar. Isso é fato. Mas diagnosticar e tratar pessoas que já estejam com algum problema cardíaco também é fundamental. E é aí que entra o papel do cardiologista.

E se você precisa de um bom cardiologista, a Imed é a sua solução! Além de preços atrativos, contamos com o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato conosco para saber mais.

Fertilidade feminina: o que não fazer quando se pretende engravidar?

Fertilidade feminina

Você decidiu que chegou sua hora de engravidar, de ter seu primeiro ou próximo(a) filho(a)? Então este artigo vai te interessar, pois iremos falar sobre fertilidade feminina e o que não fazer quando se pretende engravidar. Boa leitura!

A gravidez costuma ser um momento especial, o qual muitas mulheres sonham. Porém, muitas vezes, as tentativas acabam não dando resultado e acabam frustrando e preocupando o casal. Se este for o seu caso, fique tranquila! Já vamos te dizer o que você pode estar fazendo de errado.

Quando a mulher deseja engravidar pode ter o costume de fazer algumas contas para que a relação sexual aconteça no período favorável, ou seja, no período fértil da mulher.

Alguns casais acabam se preocupando em ter o maior número de relações possíveis, porém, se esquecem de contar quais são os dias mais prováveis para que a fertilização aconteça.

A data ideal é a partir do décimo dia do ciclo, se estendendo até o vigésimo dia. Se o ciclo menstrual for muito irregular, o ideal é ter relações sexuais no mínimo 3 vezes por semana, em dias alternados.

Outra coisa que você não deve fazer se pretende engravidar é se preocupar apenas com a saúde reprodutiva.

Casais que resolvem ter um filho e não conseguem engravidar nas primeiras tentativas, logo pensam em problemas de reprodução no homem ou na mulher.

No entanto, outros problemas de saúde podem afetar diretamente a fertilidade, tais como tabagismo, estresse, obesidade, má alimentação e até o uso de alguns medicamentos.

Por isso, antes de se concentrar na saúde do seu corpo com relação à infertilidade, pense se algum dos seus hábitos podem estar colaborando para a dificuldade de engravidar.

Fertilidade feminina e mais algumas dicas de o que não fazer quando se pretende engravidar

Fertilidade feminina e mais algumas dicas de o que não fazer quando se pretende engravidar

Até agora falamos algumas coisas que a mulher não deve fazer se pretende engravidar. Mas saiba que os homens também devem evitar certas atitudes, caso desejem que sua companheira engravide.

De acordo com o médico ginecologista Eduardo Schor, “para que produzam espermatozoides em boa quantidade e qualidade, os testículos devem estar à temperatura ambiente. Usar cuecas e calças muito apertadas ou manter o notebook sobre o colo por muito tempo pode aquecer a região, diminuindo a qualidade dos espermatozoides”.

Por fim, mas não menos importante, quando a mulher decide engravidar, é preciso ter em mente que talvez o resultado positivo não venha em apenas um ou dois meses.

Se você estiver tentando há mais de 12 meses, já é o momento de procurar um especialista.

Mas, se você tem mais de 35 anos, espere seis meses antes de consultar um profissional, já que as chances de fertilidade diminuem depois dessa idade.

Quando está tentando engravidar, o casal precisa ter ainda mais cumplicidade e compreensão.

Ou seja, não devem se culpar e ter em mente que é normal que algumas tentativas sejam feitas antes de obter a boa notícia.

E por falar em especialista, se você precisa da ajuda de um, pois já está tentando engravidar a algum tempo e não consegue, conte com a Imed!

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