Novembro Azul: quais exames eu devo fazer?

Novembro Azul quais exames eu devo fazer

Sabemos que o Novembro Azul é uma campanha que tem por principal objetivo conscientizar a todos os homens que precisam cuidar de sua saúde, principalmente no que diz respeito à prevenção ao câncer de próstata. Mas quais exames eu devo fazer, muitos homens perguntam-se. E nós iremos falar sobre isso, neste artigo. Continue lendo para saber mais!

Como acabamos de dizer, o Novembro Azul tem como principal objetivo conscientizar os homens sobre o câncer de próstata. Mas vai um pouco além disso.

A campanha também tem por incentivo fazer com que o homem cuide da sua saúde de forma geral. Pois sabemos que o homem tem um costume de ir bem menos ao médico e cuidar de sua saúde, se comparado com as mulheres.

Muito bem, além dos exames envolvendo o câncer de próstata, os quais também citaremos aqui, queremos compartilhar com você outros tipos de exames que o homem pode e deve fazer, não apenas durante a campanha do Novembro Azul, mas sempre que possível e necessário.

Um dos primeiros exames que você, homem, pode fazer é o exame de sangue. O exame de sangue tem um papel importantíssimo na hora de verificar a saúde. Muito realizado nas épocas de Novembro Azul, ele é ótimo para rastrear o câncer de próstata em homens assintomáticos. Geralmente, é um dos primeiros exames a serem realizados.

Para que os resultados sejam mais eficazes, o exame de sangue é realizado com o paciente ainda em jejum. O jejum mínimo é de 8 horas.

Outro exame bem importante é o exame de urina. O exame de urina é um dos testes laborais mais comuns realizados durante o Novembro Azul. Coletado de maneira rápida e pelo próprio paciente, visa observar as células, bactérias e possíveis cristais que possam estar presentes.

Mais alguns exames que você pode e deve fazer durante o Novembro Azul

Depois de falarmos sobre os exames gerais, vamos agora citar os exames para diagnosticar doenças graves, como câncer de próstata. São exames mais assertivos. Eles são os seguintes:

PSA

O exame PSA determina a quantidade da proteína Antígeno Prostático Específico (ou PSA), produzida pela próstata. Quando se encontra em níveis muito altos, pode significar câncer ou alguma outra doença, não necessariamente maligna, mas que precisa de tratamento.

PSA 2

O PSA2 serve para diferenciar a hiperplasia benigna da próstata do câncer de próstata de fato. Quando os níveis indicam menos de 25%, possivelmente trata-se de hipertrofia benigna.

P2PSA

Esse exame faz parte do grupo dos exames do PSA. Ele tem se mostrado muito promissor, já que estudos mostraram que as elevações de P2PSA estão relacionadas ao tumor.

PHI

Conhecido também como Índice de Saúde da Próstata, o PHI é utilizado para calcular o PSA total, o PSA livre e também o P2PSA. Segundo estudos clínicos, esse exame possui uma sensibilidade de 90% no diagnóstico do câncer de próstata.

Prolaris

O teste Prolaris é um teste genético recente e desenvolvido para prever, além do câncer, a sua agressividade e demais condições clínicas variáveis. Ele oferece também avaliação de risco personalizada, como chances de mortalidade da doença e risco de desenvolver metástase.

Como você notou, são muitos exames que podem te ajudar a cuidar melhor da sua saúde. E por falar em exame, você pode contar com a Imed para realizá-los! Além de uma equipe de alto nível, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato conosco e saiba mais!

Câncer de mama: Qual a importância do diagnóstico precoce e como se prevenir desde cedo

Câncer de mama

É provável que você conheça alguém que teve ou tem câncer de mama. Isso porque ele é o segundo câncer mais comum entre as mulheres do Brasil e do mundo, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma. Continue lendo para entender a importância do diagnóstico precoce e como se prevenir desde cedo contra o câncer de mama. Boa leitura!

O Outubro Rosa é a data onde celebra-se a conscientização sobre o câncer de mama, divulgando informações sobre o tema, principalmente a prevenção da doença.

Descobrir o câncer de mama nas fases iniciais é o maior aliado para um tratamento eficaz, aumentando assim as chances de cura e também a qualidade de vida.

De acordo com o Instituto Oncoguia, 95% dos casos de câncer de mama diagnosticados no início têm possibilidade de cura.

Mas para que seja diagnosticada precocemente, precisamos entender melhor a doença, quais cuidados precisamos tomar. É necessário entender o câncer de mama, prestar atenção a alterações suspeitas nas mamas e realizar exames preventivos de rastreamento.

E por falar em entender a doença, o câncer de mama é causado pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, enquanto outros são mais lentos.

Existem alguns fatores de risco genéticos e ambientais mais comuns que podem levar ao desenvolvimento desse câncer, como tabagismo, sedentarismo e mutações genéticas.

Se ele é detectado em estágios avançados, o organismo já não responde tão bem ao tratamento, e a cura pode ficar cada vez mais difícil.

Câncer de mama: descubra os sintomas e exames para diagnosticar a doença

Se uma mulher se conhece bem, ela percebe quando acontece alguma alteração na mama. É por isso que o INCA Instituto Nacional do Câncer orienta a mulher a fazer a observação e a tocar suas mamas sempre que se sentir confortável, sem necessidade de uma técnica específica.

Sobre os sinais que podem identificar a existência da doença, podemos listar os seguintes:

  • Pele da mama avermelhada ou retraída
  • Alterações no mamilo
  • Nódulo fixo e geralmente indolor
  • Nódulos nas axilas e/ou no pescoço
  • Saída de líquido anormal das mamas

Falando em sintomas, nem sempre o câncer de mama apresenta-os em sua fase inicial. É por isso que o exame preventivo é tão importante. Além dos exames, o acompanhamento médico também é essencial.

E por falar em médico, o especialista que cuida da saúde das mamas e principal responsável pelo diagnóstico da doença é o mastologista.

O exame médico mais comum a ser feito para descobrir a doença é a mamografia.

O Ministério da Saúde recomenda que o exame seja feito entre mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos.

As mulheres que têm histórico de câncer de mama na família precisam conversar com o médico para que este defina o que deve ser feito em seguida.

A mamografia é um exame um pouco incômodo, mas possibilita detectar a doença logo no início, ocasionando um tratamento menos agressivo e mais eficaz.

Portanto, você, mulher, cuide-se! Ame-se e não deixe de fazer um check-up sempre que possível!

A Imed te ajuda a cuidar da sua saúde prestando um serviço de qualidade e de quebra você consegue descontos exclusivos com o Cartão iSaúde! Entre em contato e saiba mais!

Quais são os tipos de exame de mama e para que servem?

Quais são os tipos de exame de mama e para que servem

Como você já sabe, o Outubro Rosa é a campanha que tem o objetivo de conscientizar todos sobre o câncer de mama. Mas quais são os tipos de exame de mama e para que servem? É o que você irá descobrir ao continuar lendo. Boa leitura!

Primeiro, vamos entender o que é a mamografia. A mamografia ou mastografia é um exame de imagem, pertencente à classe dos exames complementares (ou seja, exames adicionais em relação àqueles chamados de exames de rotina).

As imagens são obtidas com um mamógrafo, aparelho que aplica pequenas porções de raios-X para gerar radiografias das mamas.

O exame identifica microcalcificações (pequenos cristais de cálcio que se depositam em lugares diversos do corpo), assimetrias, nódulos ou lesões nas mamas, que não seriam possíveis de identificar com a simples palpação. A mamografia é o exame recomendado para diagnosticar o câncer de mama.

A mamografia é feita da seguinte forma: a mulher deve colocar-se em pé, de frente ao mamógrafo, despida da cintura para cima.

O mamógrafo é um aparelho formado por duas placas que pressionam as mamas horizontal e verticalmente durante alguns segundos.

Durante o exame, a paciente deve ficar imóvel e segurando a respiração, a fim de obter uma imagem de maior qualidade.

Após o exame, o técnico pede para a paciente aguardar alguns minutos até que as imagens possam ser conferidas e se tenha certeza de que tudo ocorreu bem. Todo o procedimento não dura mais que 20 minutos.

A mamografia dói? Sim! Ter as mamas prensadas por uma aparelha causa um desconforto, mas que não se compara ao benefício de prevenir uma doença como o câncer de mama!

Conheça agora quais são os tipos de exame de mama e para que servem

Agora que você entendeu como funciona a mamografia, chegou a hora de conhecer quais são os tipos de exame de mama e para que servem.

Existem dois tipos de mamografia: a convencional, realizada com um aparelho analógico, e a digital, realizada com um aparelho digital.

No modo convencional, as mamografias feitas com o mamógrafo analógico projetam as imagens em um filme, que deverá ser processado depois.

Com método convencional, há uma desvantagem, a de que se o filme apresentar algum problema técnico, o exame precisará ser refeito.

A mamografia digital, por outro lado, produz imagens digitais, que podem ser armazenadas e recuperadas eletronicamente.

O exame, além de permitir ao radiologista ajustes das imagens durante o exame, graças ao uso de softwares que auxiliam na detecção de lesões ou permitem realçar ou ampliar alguma área.

A tecnologia permite reduzir o número de repetições do exame e, por consequência, poupar a paciente da exposição excessiva aos raios-X.

Toda essa praticidade se deve à tecnologia aplicada no mamógrafo digital, que usa um detector que transforma o raio-X em sinal elétrico e transmite para um computador em forma de imagem.

Independentemente de estarmos no Outubro Rosa ou não, você, mulher não pode deixar de cuidar da sua saúde. E para isso, você pode contar com a Imed! Nós temos uma equipe qualificada para prestar o melhor atendimento para você! E além disso, temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato conosco para saber mais!

Saiba os 5 principais tipos de ultrassom na gravidez

Saiba os 5 principais tipos de ultrassom na gravidez

Que o ultrassom é um dos exames essenciais durante a gestação, você já deve saber. Mas você sabia que existem 5 principais tipos de ultrassom na gravidez? Se a sua resposta for não, continue lendo para mais detalhes!

O exame de ultrassom é uma das formas mais conhecidas de realizar diagnósticos com ajuda da imagem.

Por ser um procedimento com bastante precisão, é muito usado para revelar diferentes condições de saúde e auxiliar no acompanhamento periódico. Além, é claro de ser uma ótima forma de descobrir o sexo do bebê durante a gestação.

Mais do que ser um momento emocionante para os pais, a incorporação de diferentes ultrassonografias obstétricas no pré-natal é imprescindível para o médico conseguir acompanhar a evolução do bebê.

Os ultrassons já fazem parte dos exames de rotina de 100% das gestantes. Além de orientar as consultas ao longo do pré-natal, as ultrassonografias mais recentes devem ser apresentadas na admissão para o parto.

“Mas por que 5 principais tipos de ultrassom na gravidez? Pensei que fosse só um” Talvez você esteja com essa dúvida. Muito bem, vamos esclarecê-la!

O ultrassom gestacional é um exame indolor e seguro, feito com base na emissão de ondas sonoras de alta frequência, sem o uso de radiação.

Tais ondas alcançam o bebê e refletem as formas exibidas nas imagens. Assim, seus diversos tipos são necessários para possibilitar as análises em diferentes idades gestacionais.

Caso ainda não tenha ficado claro, vamos agora falar dos 5 principais tipos de ultrassom na gravidez e explicar cada um deles.

Conheça agora os 5 principais tipos de ultrassom na gravidez

Conheça agora os 5 principais tipos de ultrassom na gravidez

Entre os 5 principais tipos de ultrassom na gravidez, vamos começar falando do ultrassom endovaginal.

Também conhecido como ultrassom transvaginal, ou ainda intravaginal, este é o ultrassom que deve ser feito no primeiro trimestre do período de gestação, preferencialmente entre a 8ª e a 12ª semana.

O ultrassom endovaginal tem como objetivos verificar a idade gestacional e a quantidade de embriões (no caso de gêmeos). Esse exame é muito importante para confirmar o tempo de vida do bebê, seu tamanho e assim definir as condutas médicas até o parto.

O próximo ultrassom é o ultrassom obstétrico com medida da translucência nucal. Este exame também é feito no primeiro trimestre de gestação.

Seu objetivo é rastrear o risco de o bebê ter doenças genéticas ou alterações estruturais em seu organismo. Esse exame é capaz de detectar, por exemplo, a Síndrome de Down.

Um outro ultrassom que está entre os 5 principais tipos de ultrassom na gravidez é o morfológico.

Esse tipo de ultrassom deve ser realizado, geralmente, no segundo trimestre da gravidez. Ele é um dos mais importantes, por conseguir verificar a formação dos órgãos e estruturas do bebê. Com o ultrassom obstétrico morfológico é possível detectar malformações.

A ultrassonografia obstétrica com Doppler colorido é outro exame que serve para avaliar o fluxo sanguíneo do feto, a oxigenação, batidas cardíacas, e também conhecer o peso e altura aproximados do bebê. Aqui, o foco é o crescimento do feto. Esse exame pode ser feito ainda no primeiro trimestre de gravidez.

Conhecendo melhor o bebê

Por fim, temos o ultrassom em 3D e ultrassom em 4D.

O ultrassom em 3D é capaz de produzir imagens tridimensionais. Já no ultrassom em 4D, é possível ter perfeição e realismo em detalhes do rosto e corpinho do bebê, por isso é conhecido como uma máquina fotográfica do bebê, além de permitir visualizar imagens com movimento.

Seja qual for o procedimento, a Imed pode te ajudar a cuidar da saúde do seu bebê! E com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos em consultas e exames. Entre em contato conosco e saiba mais!

Exagerou na bebida? Confira 3 dicas para curar a ressaca

dicas para curar a ressaca

Você, eu e quase todos sabemos que bebidas alcoólicas em excesso fazem mal a nossa saúde. Mas mesmo assim podemos exagerar em algumas ocasiões específicas como: festas, comemorações ou confraternizações. E pensando nessas ocasiões específicas que nós queremos compartilhar com você 3 dicas para curar a ressaca do dia seguinte. Tenha uma boa leitura!

Antes de irmos direto às dicas, vamos entender o que é a ressaca, porque a sentimos.

Quando falamos em ressaca, estamos nos referindo a uma série de sintomas físicos e mentais causados pela intoxicação que acontece quando consumimos bebidas alcoólicas em excesso.

O nosso corpo precisa eliminar o álcool do organismo após o exagero. E para que isso aconteça, o fígado precisa transformá-lo em ácido acético, porém, antes disso, tem que transformá-lo primeiro em acetaldeído, substância ainda mais tóxica que o álcool.

Até absorver e metabolizar essa substância, o organismo sobrecarrega todos os órgãos envolvidos no processo, causando mal-estar.

O excesso de bebidas alcoólicas causa também menor liberação de açúcar para o sangue, o que causa hipoglicemia, e maior liberação de água do organismo, motivo da desidratação.

Todo esse desequilíbrio no corpo é responsável pelos sintomas da ressaca: dor de cabeça, ânsia de vômito, enjoo, tontura, cansaço, etc.

Claro que o assunto principal deste artigo é compartilhar com você 3 dicas para curar a ressaca, mas não podemos deixar de falar que melhor do que curar a ressaca, é evitá-la. Como diz o velho ditado: melhor prevenir do que remediar.

Existe uma vacina contra a ressaca e ela se chama consciência. Divirta-se, mas não esqueça de consumir álcool com responsabilidade.

“Ok, ignorei essa parte! E agora, o que faço?” Muito bem, vamos às dicas!

Descubra agora as 3 dicas para curar a ressaca

Descubra agora as 3 dicas para curar a ressaca

A primeira das 3 dicas para curar a ressaca que queremos evidenciar é: hidrate seu corpo com água e sucos naturais.

Como falamos antes, quando consumimos o álcool em excesso, nosso corpo desidrata, perde muita água. Isso acontece devido ao alto teor diurético do álcool.

Aquelas várias idas ao banheiro enquanto você bebe têm um preço. Portanto, para ajudar o seu corpo a se recuperar da ressaca mais rápido, beba muita água.

Além da água, os sucos naturais ajudam muito também, pois contêm frutose, um açúcar natural que vai ajudar o corpo a queimar o álcool mais depressa.

Uma outra excelente aliada para ajudar a curar a ressaca é a água de coco, pois ela é rica em nutrientes e com açúcar natural.

A segunda dica para ajudar a curar a ressaca é: repouso. Isso mesmo, pois enquanto consumimos bebidas alcoólicas, nosso organismo trabalha muito para absorver e metabolizar todo o álcool.

Portanto, recompense seu corpo pelo esforço com um bom descanso até que ele volte a executar adequadamente suas funções.

E a terceira e última dica: alimente-se bem. Sabemos que o enjoo que a ressaca causa dificulta nossa alimentação, mas é indispensável para se recuperar. Nos alimentos, o organismo encontra duas substâncias essenciais para curar a ressaca: carboidrato e sódio.

Claro que você não pode comer qualquer coisa. Prefira alimentos leves e ricos em nutrientes para ajudar o corpo a recuperar as substâncias que perdeu. Sopa de legumes é um ótimo exemplo.

Essas são as dicas para curar a ressaca. Esperamos que você tenha gostado! E lembre-se: precisando cuidar da saúde? Conte com a Imed! Além de preços acessíveis e profissionais de qualidade, temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos em consultas e exames. Entre em contato e saiba mais!

Algumas coisas que você precisa saber sobre clareamento dental

Algumas coisas que você precisa saber sobre clareamento dental

É fato que um belo sorriso pode ajudar em diversas ocasiões. Seja numa reunião de negócios ou num encontro pessoal, dentes alinhados e brancos podem fazer a diferença. E se você tem os dentes amarelados, talvez já tenha pensado em fazer um clareamento. E é por isso que nesse artigo nós vamos compartilhar coisas que você precisa saber sobre clareamento dental. Boa leitura!

Antes de partir para o clareamento dental, os dentistas recomendam fazer uma limpeza para retirada de tártaro e verificar junto ao profissional se não há inflamação nas gengivas.

Um outro detalhe importante que você deve prestar atenção é que, se você possui restaurações nos dentes, o produto não age sobre elas. Por isso, é interessante você pensar em trocá-las antes ou depois do clareamento.

Outra dúvida que as pessoas têm é se o clareamento dental é aconselhado para todo mundo. E a resposta é: NÃO!

Esse tipo de tratamento não é recomendado para menores de 16 anos, gestantes, mulheres que estão amamentando ou ainda em pessoas que têm manchas nos dentes causadas pelo uso de tetraciclina, ou que sofrem de sensibilidade nos dentes.

E mais: se você tem o hábito de respirar pela boca, precisa procurar ajuda médica antes de iniciar o clareamento dental. Isso porque esse hábito faz com que a boca fique mais seca, provocando manchas nos dentes.

Uma coisa que poucos sabem é que existem três tipos de clareamento dental que podem ser recomendados pelo seu dentista: caseiro, profissional ou a laser. Isso vai depender do grau do problema, do tempo a ser dedicado e do investimento que você está disposto a fazer.

Detalhes sobre os 3 tipos de clareamento dental

Detalhes sobre os 3 tipos de clareamento dental

Sobre os 3 tipos de clareamento dental que acabamos de falar, o clareamento feito a laser é feito no consultório odontológico e é a maneira mais efetiva e mais rápida, mas também a mais cara e pode deixar os dentes mais sensíveis.

O clareamento caseiro envolve um kit e uma boa dose de paciência. São três semanas usando esse material todos os dias, num processo que pode durar entre 30 minutos e 8 horas.

Por fim, o tratamento profissional, com o dentista, vai usar produtos mais concentrados, produzindo um resultado mais rápido. O dentista ainda pode prescrever uma complementação com o tratamento caseiro para um efeito mais duradouro.

Mais algumas informações relevantes

Durante o tratamento de clareamento dental, é necessário evitar alguns alimentos e bebidas como beterraba, suco de uva, bebidas a base de cola e mate e café. Isso porque, durante o tratamento, os dentes ficam mais permeáveis e esses alimentos e bebidas possuem pigmentos que podem ser absorvidos com mais chances.

Além de evitar esses alimentos e bebidas, fumar durante o tratamento está proibido! A nicotina amarela os dentes. O ideal seria não fumar em nenhum momento! Mas isso é assunto para outro artigo!

Outra informação relevante que você deve levar em consideração antes de fazer o clareamento dental é que ele não é permanente!

Os resultados do clareamento dental podem durar entre dois e cinco anos. Isso vai depender dos cuidados que você terá após o tratamento. É importante manter a atenção com a alimentação, fazer uma boa higiene bucal e visitar regularmente o dentista.

E por falar em dentista, você pode contar com a Imed! Além de preços que cabem no seu bolso, uma estrutura e equipe profissional de qualidade, você também tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato conosco e saiba mais!

Mastologista: quando ir a um profissional de mamas?

Mastologista

Como você já sabe, existem várias especialidades médicas. O cardiologista cuida do coração; o oftalmologista, dos olhos; o neurologista, do cérebro e assim por diante. Há também o médico mastologista, que tem como objetivo o cuidado e o estudo das mamas. E nós iremos falar justamente sobre este profissional e quando é o momento de visitá-lo. Continue lendo para saber isso e muito mais!

A mastologia é a especialidade médica dedicada aos cuidados das glândulas mamárias. O mastologista é, então, o médico responsável pelo estudo, diagnóstico, tratamento e reabilitação de todas as afecções nas mamas. Em caso de qualquer suspeita, é ele o especialista que deve ser procurado.

O mastologista é o profissional responsável por promover e executar os meios terapêuticos (cirúrgicos, reparadores e clínicos) necessários para o tratamento ou prevenção de algumas doenças, as quais falaremos logo a seguir.

De uma forma geral, o mastologista tem como objetivo principal combater o câncer de mama. Porém, existem outras doenças que este especialista também trata. Veja quais são:

  • Mastite – inflamação ou infecção da mama, comum durante a amamentação.

  • Nódulos – formação de caroços, massa ou área endurecida.

  • Assimetrias – ou alteração de forma, ou aparência das mamas.

  • Ginecomastias – desenvolvimento das glândulas mamárias em homens.

Todas essas doenças podem ser detectadas previamente com o autoexame de mama. O autoexame pode ser feito durante o banho, por exemplo. A mulher pode verificar se há algo estranho na mama por meio do toque ou até mesmo olhando se há alguma alteração no local.

Qual o momento certo de ir ao mastologista?

Qual o momento certo de ir ao mastologista

Antes de responder a esta pergunta no subtítulo, queremos deixar claro que todas as mulheres devem fazer uma visita ao mastologista todos os anos, a partir dos 35 anos de idade.

Em casos onde há histórico familiar de câncer de mama, menstruação precoce ou tardia, o acompanhamento com o mastologista deve começar mais cedo e até mais de uma vez por ano.

Além disso, você mulher, também precisa ir ao mastologista nas seguintes situações:

Aumento no volume da mama: Esse sinal pode ser apenas uma alteração funcional benigna da mama (AFBM), mas também pode indicar a presença de um tumor maligno. Se for um nódulo canceroso, ele pode se desenvolver, aumentando o tamanho da mama.

Vermelhidão na pele: Normalmente, essa vermelhidão é fria e indolor. Pode ser sintoma de carcinoma mamário inflamatório (câncer raro), ou um sarcoma mamário com comprometimento dos vasos linfáticos da pele.

Secreção nos mamilos: Toda secreção que sai pelo mamilo deve ser investigada. Os exames adequados irão detectar a presença (ou não) de células suspeitas de câncer.

Descamação mamilar: As causas das descamações nos mamilos podem ser inúmeras. Por isso, é preciso estar atento se ela está acompanhada de sintomas como a dor, nódulos, mudanças no formato do seio ou secreção de líquidos do mamilo, pois pode estar relacionada a uma mastite, (infecção nas mamas), cistos ou a um tumor de mama.

Nódulo palpável: É importante procurar um médico se notar qualquer nódulo palpável nas mamas. Eles podem indicar a presença de massa benigna, ou de algum tumor maligno.

E por falar em procurar médico, você pode contar com a Imed! E também com o Cartão iSaúde que te proporciona descontos especiais nas consultas e exames médicos. Entre em contato conosco e saiba mais!

Conheça as 5 vantagens da prótese dentária

Conheça as 5 vantagens da prótese dentária

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a perda de dentes não influencia apenas na estética, que consequentemente influencia na autoestima. A perda de dentes também está relacionada à fala e à mastigação. Iremos nos aprofundar mais adiante neste assunto e compartilhar com você as 5 vantagens da prótese dentária. Boa leitura!

Continuando a falar sobre as influências que a perda de dentes causam, citamos a fala e a mastigação. Sobre a fala, é bem simples: a falta de alguns dentes pode dificultá-la. E isso pode ser um grande empecilho, principalmente se a pessoa precisar falar bastante em seu trabalho, como é o caso dos professores, por exemplo.

Sobre a mastigação, a perda dos dentes com o avançar dos anos, dificulta a mastigação de frutas, carnes e outros alimentos mais sólidos e com alta elasticidade.

Parecem coisas óbvias e, até são, de fato, mas precisamos deixar bem claras as razões pelas quais uma prótese dentária é tão importante.

Além da perda de dentes que pode acontecer de forma “natural” com o envelhecimento de cada pessoa e também da perda acidental dos dentes devido a algum trauma (pancada), existem muitos brasileiros desdentados porque tomaram algumas decisões precipitadas ao extrair um ou mais dentes. Ao fazerem isso, pensam ser uma solução mais econômica e prática no lugar de um tratamento alternativo.

Felizmente, para falta de dentes, seja qual for o motivo, a prótese dentária é uma excelente solução. E logo a seguir nós vamos te mostrar 5 vantagens da prótese dentária.

Conheça as 5 vantagens da prótese dentária e volte a sorrir!

Conheça as 5 vantagens da prótese dentária e volte a sorrir

Muito bem, sem enrolação, vamos compartilhar as 5 vantagens da prótese dentária para você que está com problema de perda de dentes.

A primeira vantagem é ter um sorriso mais bonito. E mesmo que pareça algo supérfluo, em muitas ocasiões não é. A falta de dentes pode fazer com que as pessoas fiquem com baixa autoestima, prejudicando a vida social. A prótese dentária devolve a autoestima da pessoa e faz com que esta não se sinta envergonhada de sorrir em locais públicos.

A segunda, das 5 vantagens da prótese dentária que, inclusive, já mencionamos aqui, é a boa mastigação. A mastigação é o começo da alimentação, a não ser que você passe a vida toda tomando sopa, você precisará morder várias vezes um alimento antes de engoli-lo. Sendo assim, esse é um gesto importantíssimo nas nossas vidas.

Outra vantagem que também já citamos é a melhora na fala. Uma simples abertura entre seus dentes, por falta de um deles, na parte frontal principalmente, pode mudar a entonação prejudicando sua comunicação.

O ar produzido durante a fala sai rapidamente deixando a fala assoprada, com entonação diferente, dificultando o entendimento das pessoas.

A quarta vantagem da prótese dentária é o fim do incômodo ao comer. Os dentes além da estética e da mastigação protegem nossa gengiva. Quando alguém perde os dentes, ainda mais se forem todos, a gengiva fica exposta e gera desconforto durante a mastigação.

E por fim, mas não menos importante, a quinta vantagem da prótese dentária é a facilidade de higienização. Para tal, basta fazer a escovação, no mínimo, três vezes ao dia e utilizar o fio dental e as escovas interdentais para limpar os espaços que o paciente não consegue alcançar com a escova convencional. Além disso, as visitas ao dentista também devem ser periódicas para garantir uma maior durabilidade à prótese.

Citamos aqui apenas 5 vantagens da prótese dentária, mas existem outras. E se você está com problema de perda de dentes, saiba que pode contar com a Imed Saúde! Além de profissionais competentes e preços justos, você consegue descontos exclusivos em consultas e exames com o Cartão iSaúde. Para saber mais, entre em contato conosco!

Alimentação saudável na terceira idade

Alimentação saudável na terceira idade

Cuidar da nossa alimentação é algo que deve ser feito em todas as idades, desde o nascimento. Na verdade, até mesmo quando o bebê está na barriga da mãe, esta deve ter uma boa alimentação para que surta efeito na criança. Mas neste artigo em especial, nós queremos falar sobre a alimentação saudável na terceira idade. Continue lendo para saber mais!

Ultrapassar os 60 anos de vida é a certeza de que o tempo corre rápido demais, mas, principalmente, que também é hora de aproveitar cada momento.

E para curtir essa fase de forma plena e saudável, é preciso estar atento aos hábitos do cotidiano e preparar um cardápio especial com as necessidades nutricionais específicas desta faixa etária.

Com o passar dos anos, nossos corpos demandam cuidados diferentes e na terceira idade manter uma dieta saudável se torna ainda mais vital.

A escolha inteligente de alimentos e hábitos mais sadios são essenciais para garantir uma boa qualidade de vida, com mais saúde, autonomia e imunidade contra diversas doenças.

Envelhecer é um processo biológico natural, inevitável, onde o corpo atravessa por mudanças, mas, em virtude da idade, já sem a mesma força e vivacidade de outros tempos. Isso é completamente comum e acontece com todos nós, sem exceção!

Por isso, a suplementação alimentar de nutrientes, além de hábitos saudáveis de vida, é tão importante para suprir essas carências do organismo, que passa a trabalhar mais lentamente e, muitas vezes, desequilibrado.

A dieta saudável aliada a prática de exercícios físicos e acompanhamento médico é essencial para garantir a longevidade dos idosos, assegurando não apenas um corpo mais vigoroso, mas também uma mente saudável.

Veja agora algumas dicas de como ter uma alimentação saudável na terceira idade

Muito bem, depois de vermos a importância de se ter uma alimentação saudável na terceira idade, vamos agora falar sobre algumas dicas para que isso possa acontecer.

A primeira dica é: beber muita água! Parece uma coisa óbvia, mas que, mesmo assim, muitos negligenciam. O grande objetivo da alimentação saudável na terceira idade é cuidar do corpo e a hidratação é uma parte muito importante do processo.

A segunda dica é: incluir gorduras boas nas refeições. Essas substâncias são conhecidas por fortalecerem o coração e prevenir as doenças cardiovasculares. E ainda garantir o fortalecimento do sistema nervoso central, beneficiando a memória e a concentração. Como exemplos de alimentos que contenham gorduras boas podemos citar o abacate, a azeitona, o azeite de oliva, salmão, nozes, ovos, linhaça, entre outros.

Terceira dica para uma alimentação saudável na terceira idade: consumir fibras. Na terceira idade, o intestino fica mais preguiçoso e precisa de um estímulo para funcionar. As fibras estão presentes em cereais integrais (trigo, arroz), frutas, hortaliças e sementes.

Quarta dica: aumentar o consumo de vitamina B12, vitamina D e cálcio. A vitamina B12 é essencial para manter o sistema nervoso saudável e garantir uma boa saúde para os músculos. A deficiência dessa substância é muito comum na terceira idade, devido à diminuição na produção de ácido clorídrico no suco gástrico, solução essencial para a absorção da vitamina B12. O fígado, o leite, a carne e o ovo são fontes de vitamina B12.

E a última dica: procure sempre um especialista. Principalmente um gastroenterologista e nutricionista. E por falar em especialistas, a Imed conta com uma equipe de profissionais altamente experientes que podem te ajudar a cuidar melhor da sua saúde!

Além disso, com o Cartão iSaúde, você consegue descontos exclusivos em exames e consultas. Entre em contato conosco e saiba mais!

Síndrome de Ramsay Hunt: entenda a doença que afeta Justin Bieber

Síndrome de Ramsay Hunt entenda a doença que afeta Justin Bieber

Síndrome de Ramsay Hunt. Talvez você não tenha ouvido falar dela até o momento. Ou não a conhecia até saber que o cantor Justin Bieber tem essa doença. Seja como for, continue lendo para saber mais a respeito dessa síndrome.

Meses atrás um vídeo divulgado pelo cantor Justin Bieber ganhou grande repercussão. Neste vídeo o artista anunciava que estava com uma paralisia facial, causada pela Síndrome de Ramsay Hunt. Ainda no vídeo, o cantor fala sobre a condição e demonstra que não consegue piscar ou movimentar a boca em um dos lados do rosto.

A Síndrome de Ramsay Hunt é semelhante à paralisia de Bell, tendo como diferença a origem do problema. As duas síndromes se referem a uma paralisia facial periférica.

A diferença é que a Ramsay Hunt é desencadeada por um quadro de herpes-zóster no ouvido. Ela forma lesões bolhosas que acabam atingido o nervo, que inflama e causa a paralisia

A herpes-zóster, causada pelo vírus varicela-zoster, é conhecida popularmente por outros nomes, como “cobreiro” ou “comichão”, e costuma acometer o tronco dos pacientes.

As lesões costumam ser bastante doloridas. Quando ela atinge o ouvido, causa a Síndrome de Ramsay Hunt.

Isso pode acontecer com qualquer um que teve catapora na infância, pois o vírus fica adormecido. Mas em um momento de baixa imunidade, pode despertar.

E justamente por quase todas as pessoas terem contraído a catapora na infância, não tem como prever quem será acometido pela Síndrome de Ramsay Hunt. Isso quer dizer que não existe um grupo de risco.

A síndrome tem esse nome por causa do neurologista James Ramsay Hunt, seu descobridor. Hunt descobriu a síndrome em 1907.

Síndrome de Ramsay Hunt: sintomas e tratamento

Síndrome de Ramsay Hunt

O principal sintoma da Síndrome de Ramsay Hunt é a dor de ouvido, que pode ser muito forte por conta das lesões. A dor, inclusive, pode aparecer antes das bolhas. E, depois que elas aparecem, ou no mesmo momento, vem a paralisia.

A doença não costuma acometer novamente o mesmo paciente e recebe o título de síndrome por conta das lesões e da necessidade de tratar a infecção pelo vírus.

Não pela paralisia, mas por conta das lesões, a doença pode progredir para uma meningite e, por isso, o tratamento é de extrema importância.

E por falar em tratamento, a Síndrome Ramsay Hunt também é diferente da paralisia de Bell, nesse sentido. Isso porque o paciente precisará tomar remédios antivirais utilizados no tratamento da infecção da herpes-zoster.

No geral, quando se fala em paralisia facial periférica recente, é comum que o médico receite um corticoide por uma semana. Na Ramsay, são receitados os antivirais.

Depois de um período de cerca de 15 dias, o paciente é encaminhado para a fisioterapia facial. Esse tempo é necessário porque o paciente tem muita dor no início, o que seria incômodo durante os exercícios.

Importante lembrar que, mesmo após o tratamento, é possível que o paciente fique com sequelas, com parte do rosto ainda paralisado.

Além disso, até em casos sem sequelas permanentes, os pacientes podem levar até nove meses para recuperar os movimentos, que é o tempo que o nervo pode demorar para desinflamar por completo.

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