Teste PCR para covid-19 e síndromes gripais

Teste PCR para covid-19 e síndromes gripais

Existem vários tipos de testes para detectar a covid-19. E um deles é o PCR. Mas você sabia que além de ser usado para identificar a covid-19, o PCR também pode ser usado para identificar outras síndromes gripais? Continue lendo para saber mais!

Sobre os testes, cada um deles foi desenvolvido para detectar a presença do vírus ou dos anticorpos em diferentes fases da doença e, como têm diferentes custos, podem ser implantados em massa ou ser de uso mais restrito.

De acordo com o documento da Organização Panamericana da Saúde (Opas) Recomendações para Estratégias Nacionais de Testagem para Sars-CoV-2 e Capacidades Diagnósticas, as políticas de testagem de cada país devem seguir critérios como a situação epidemiológica, disponibilidade de recursos e fatores como áreas de difícil acesso.

“Todos os indivíduos que atendem à definição de caso suspeito de covid-19 devem ser testados para Sars-CoV-2, independentemente da situação de vacinação ou histórico da doença”, enfatiza a recomendação, destacando que “o teste é uma ferramenta fundamental para detectar o agente etiológico [causador da doença], entender a transmissão do vírus e orientar e monitorar as medidas de controle de saúde pública e o manejo clínico dos pacientes”.

O órgão ressalta que a testagem deve estar vinculada às outras ações de saúde pública, como atendimento clínico, isolamento de casos, rastreamento de contatos, quarentena de contatos com apoio e fornecimento de informações para as pessoas submetidas a testes.

Teste PCR também usado para síndromes gripais

Teste PCR também usado para síndromes gripais

Desde o fim do ano passado, a Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) emitiu uma nota técnica que orienta os profissionais de Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e de hospitais estaduais a realizarem a coleta de amostras para o teste molecular RT-PCR nas pessoas com sintomas de gripe.

Isso porque o exame é capaz de detectar não só o vírus sars-cov 2, que causa a covid-19, como os vírus influenza A e B – causadores de síndromes gripais.

A orientação da SVS aconteceu diante da epidemia de gripe que ocorreu em estados brasileiros, como o Rio de Janeiro.

A recomendação é necessária porque as amostras de RT-PCR estavam chegando em menor número no Laboratório Central (Lacen/SVS), o que acarreta menor quantidade de material analisado em busca de vírus circulantes.

Embora seja eficiente, o teste rápido antígeno aponta apenas a presença do vírus causador da covid-19. Já o PT-PCR é considerado padrão ouro pelas autoridades de saúde, já que uma amostra permite a investigação de diferentes síndromes gripais.

As análises epidemiológicas desses resultados são essenciais para a tomada de decisões assertivas sobre as medidas sociais e de saúde pública; diagnóstico, vacinas e/ou tratamentos disponíveis.

Apesar dos sintomas serem semelhantes, covid-19 e influenza devem ser tratadas de formas diferentes.

Por isso que essa medida de poder usar o teste PCR também para síndromes gripais têm ajudado a identificar qual a doença e assim iniciar o tratamento correto.

E por falar em testes, tratamentos, você pode fazer testes e tratar tanto a covid-19 quanto síndromes gripais na Imed Saúde! Além de excelentes profissionais, você consegue descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato e saiba mais.

Covid-19: a importância da realização do teste

Covid-19 a importância da realização do teste

Covid-19: a importância da realização do teste

Já estamos no segundo ano da pandemia e o Brasil registra até o momento mais de 155 milhões de pessoas vacinadas com duas doses da vacina contra o coronavírus. Número que equivale a cerca de 72,3% da população. Mesmo com o avanço da vacinação a importância da realização do teste da covid-19 não deve ser deixado de lado. Continue lendo para saber mais!

Apesar do alto índice de pessoas vacinadas no Brasil, em 2022 o país já registra mais casos que todo o segundo semestre do ano passado, segundo números do Ministério da Saúde.

Mesmo com a cobertura vacinal, é notório que certos cuidados deixaram de ser adotados por muitas pessoas.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a imprensa registra o otimismo de foliões para o “2º Carnaval do ano”, quando as escolas de samba devem desfilar em abril. A data foi adiada justamente buscando diminuir os casos provocados pela variante Ômicron.

Neste contexto, mesmo mantendo as medidas de prevenção, é difícil ter segurança em relação ao contágio.

Além disso, há um mês, o aumento de casos de Influenza, com sintomas parecidos com aqueles decorrentes da covid-19, lotaram hospitais e clínicas pelo país.

Uma solução para evitar aglomerações e ajudar no tratamento do novo coronavírus é o uso de autotestes. A Anvisa já liberou 6 destes produtos no Brasil.

Covid-19 e os autotestes

Covid-19 e os autotestes

Já no início do mês de março, os exames caseiros, os autotestes, começaram a chegar às redes farmacêuticas.

Ao longo do período de análise, foram verificadas pela Anvisa a segurança e a eficácia dos testes.

Segundo a agência, o teste de covid-19 é seguro, e os critérios avaliados incluíram a regularidade da documentação técnica e a clareza de instruções de uso, armazenamento e descarte, já que pessoas leigas vão usar os dispositivos.

De acordo com o levantamento feito pela imprensa, os valores variam entre R$ 39,90 e R$ 69,90.

O custo é mais em conta quando comparado aos testes de antígenos, que custam em média R$ 110, mas ainda não são acessíveis a toda população.

Alguns países contam com distribuição gratuita, como o Reino Unido, e outros com a inclusão na rede pública de saúde, como Canadá e Austrália.

O teste é realizado por meio de swab (um cotonete) que colhe material nasal ou saliva, dependendo do fabricante. A haste é colocada em reação química, que vai para a testagem.

Em cerca de 30 minutos, o resultado fica pronto, indicando positivo ou negativo para a presença do vírus.

Quando usado de maneira correta, esse é um dispositivo médico importante no controle da pandemia e na identificação da quantidade de pessoas que já foram infectadas.

E por falar em testes e covid-19, você pode realizar outros tipos de testes na Imed. Além disso, contamos com profissionais que te ajudarão a combater a doença em caso positivo!

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21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down. Saiba mais sobre essa síndrome

Dia Internacional da Síndrome de Down

21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down. Saiba mais sobre essa síndrome

Dia 20 de março é celebrado o Dia Internacional da Felicidade, como falamos aqui nesse nosso outro artigo. Mas o dia seguinte também é uma data muito importante. Estamos falando do Dia Internacional da Síndrome de Down. Continue a leitura para saber um pouco mais.

O Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, faz alusão aos 3 cromossomos no par número 21, característico das pessoas com Síndrome de Down.

A data está no calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo comemorado pelos 193 países-membros da ONU e tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelos direitos igualitários.

A Síndrome de Down não é uma doença. E sim uma falha genética, que acontece na divisão celular do óvulo, que resulta em um par a mais no cromossomo 21, chamada trissomia.

Pessoas com tal síndrome têm os direitos assegurados pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU. Ratificada pelo Brasil com força constitucional e pela Lei Brasileira de Inclusão.

No Brasil existem aproximadamente 300 mil pessoas com síndrome de Down, segundo dados do IBGE.

A inclusão dessas pessoas na vida escolar e profissional aumenta a possibilidade de desenvolvimento, além de reforçar para a sociedade a necessidade de respeito às diferenças, quaisquer que sejam.

“As pessoas com Síndrome de Down têm dado lições ao mundo quanto à inclusão. Hoje, elas estão nos bancos escolares, são professores, empresários, atores, repórteres, vendedores, fotógrafos, dentre tantas outras profissões, ocupando um lugar próprio e digno na sociedade”, informa o secretário nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Pellegrini.

Dia internacional da Síndrome de Down: veja como a síndrome é diagnosticada

veja como a síndrome é diagnosticada

Ainda durante a gestação, é possível fazer testes para diagnosticar a síndrome de down. Podem ser feitos os seguintes exames:

  • Translucência nucal – é o exame genético feito durante a ultrassonografia morfológica. Nele, é analisado o acúmulo de líquido sob a pele atrás do pescoço fetal, sendo possível identificar possíveis complicações, como Síndrome de Down, por exemplo.

  • Cordocentese – é feita a coleta do sangue do cordão umbilical. Com o material reunido, é possível verificar a presença de doenças genéticas, congênitas, hematológicas, metabólicas, hidropsia (caracterizada pelo acúmulo de líquidos em várias partes do corpo fetal, inclusive pulmões) e anemia fetais.

Esses exames não são obrigatórios para todas as gestantes, mas recomendados quando a mãe tem mais de 35 anos ou quando é portadora da Síndrome de Down.

O que fazer quando o diagnóstico for positivo?

A Síndrome de Down é um fator de risco à saúde mental. As doenças mentais decorrentes da síndrome variam de acordo com a idade de cada paciente.

As crianças mais novas, que ainda têm dificuldades com a linguagem e cognição, costumam apresentar problemas de comportamento, ansiedade, dificuldade para dormir e variações de humor.

Crianças mais velhas, adolescentes e jovens adultos tendem a ter depressão, ansiedade, comportamentos obsessivos compulsivos, falta de habilidades sociais e cognitivas, além de dificuldade para dormir.

Já os adultos, além de todos esses problemas, também podem sofrer de demência.

Por isso, é muito importante tomar cuidados com a saúde mental, para que a pessoa tenha melhor qualidade de vida, mais equilibrada, conseguindo exercer suas habilidades sociais e pessoais.

O importante é que as pessoas mais próximas estejam atentas aos principais sinais de doenças mentais. Como mudanças repentinas de comportamento, alterações no sono e no apetite, entre outros.

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20 de março: Dia Mundial da Saúde Bucal. Cuide do seu sorriso na IMED Saúde

Dia Mundial da Saúde Bucal

20 de março: Dia Mundial da Saúde Bucal. Cuide do seu sorriso na IMED Saúde

Além de 20 de março ser o Dia Internacional da Felicidade, como mostramos aqui nesse nosso outro artigo, a data também é lembrada por ser o Dia Mundial da Saúde Bucal. Continue lendo para saber mais sobre esse dia e sua importância.

Talvez você já saiba disso e pode parecer até óbvio, mas cuidar da saúde da sua boca é tão importante quanto cuidar da saúde das outras partes do corpo.

Isso porque, cuidar dos dentes não é só uma questão estética, já que muitos problemas relacionados à saúde bucal, como a cárie, se não tratados, podem impactar a saúde de todo o organismo da pessoa. Você sabia disso?

Portanto, é muito importante aprender a prevenir os problemas relacionados aos dentes, língua e gengiva para ter uma vida saudável.

Mas voltando a falar do Dia Mundial da Saúde Bucal, essa data foi criada pela Federação Dentária Internacional (FDI) em 2007.

Originalmente, o Dia Mundial da Saúde Bucal era comemorado em setembro, no entanto, após uma decisão do FDI em 2012, essa data passou a ser celebrada no dia 20 de março.

O objetivo do Dia Mundial da Saúde Bucal é alertar a população sobre a importância de ter uma boa higiene bucal e de visitar o dentista regularmente (a cada seis meses).

Além disso, essa data também foi criada para mostrar às pessoas que a saúde bucal tem grande impacto na vida de todos.

Isso porque, os dentes, a gengiva, a língua e a mucosa bucal são estruturas que impactam diretamente na fala, na alimentação e na saúde como um todo.

Conheça os principais problemas bucais

Conheça os principais problemas bucais

As doenças bucais atingem a maioria da população. Só a gengivite, por exemplo, afeta um a cada dois adultos, de acordo com um estudo publicado no Journal of Dental Research.

Confira a seguir quais são as doenças bucais mais prevalentes entre a população:

  • Cáries.

  • Gengivite.

  • Câncer de boca.

  • Candidíase oral (também conhecida como “sapinho na boca”).

  • Macroglossia (também conhecido como língua grande).

  • Aftas.

  • Língua geográfica.

  • Língua preta pilosa.

Algumas dessas condições podem se manifestar devido a um problema em outra parte do organismo da pessoa. Por exemplo: uma das causas da macroglossia pode ser o hipotireoidismo.

Já a afta e a língua geográfica podem estar ligadas a deficiências nutricionais.

Dia Mundial da Saúde Bucal: veja como cuidar melhor dos seus dentes e boca

Cuidar da saúde bucal não é difícil, e com a adoção de pequenos hábitos no dia a dia é possível ter uma boca saudável e prevenir várias doenças.

Para cuidar bem da sua saúde bucal você deve:

  • Escovar os dentes após as principais refeições.

  • Usar fio dental.

  • Usar enxaguante bucal.

Além disso, a alimentação também pode afetar a saúde da sua boca. Por isso, procure ter uma dieta balanceada e evite ingerir alimentos e bebidas com muito açúcar. Também é importante não consumir álcool em excesso.

Fumar também pode causar muitos prejuízos à saúde como um todo, portanto, se você tem esse hábito, procure ajuda para parar de fumar.

Quem quer ficar longe dos problemas bucais, e de outras doenças que podem estar relacionadas a eles, também precisa fazer visitas periódicas ao dentista.

E por falar em dentista, você pode encontrar profissionais de alto nível aqui na IMED Saúde! Além disso, temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais!

20 de março: Dia Internacional da Felicidade. Como anda sua saúde mental?

Dia Internacional da Felicidade

20 de março: Dia Internacional da Felicidade. Como anda sua saúde mental?

Dia da mulher, dia das mães, dia das crianças, dia dos pais, dia do amigo. Parece que cada grupo tem o seu dia especial. Mas você sabia que a felicidade também tem o seu dia? Isso mesmo, também existe o Dia Internacional da Felicidade, que é celebrado no dia 20 de março. Continue lendo para saber mais!

Internacionalmente conhecido como International Day of Happiness, o Dia Internacional da Felicidade é comemorado em 20 de março, como acabamos de dizer.

E tem o principal objetivo de fazer com que as pessoas percebam a importância de ser feliz para poder conviver em paz, lembrando aos povos do mundo que evitem guerras sociais e conflitos, diferenças étnicas ou comportamentos adversos que comprometam a paz e o bem estar das pessoas.

A Assembleia Geral das Nações Unidas instituiu o Dia Internacional da Felicidade em 2012, inspirando-se para isso numa reunião ocorrida em abril do mesmo ano que teve como tema “Felicidade e Bem Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico”.

A instituição da data é o reconhecimento da importância da felicidade para o ser humano, acima dos interesses econômicos e visa demonstrar que o bem estar deve ser a meta universal para o homem e servir para a condução política dos povos.

Vale lembrar que, pelo menos entre os delegados dos países do mundo na ONU, a iniciativa foi consagrada pela unanimidade dos países membros – 193 na época, muito embora se saiba que em muitos países a felicidade não seja o maior interesse dos dirigentes políticos.

Dia Internacional da Felicidade: saúde e mental e o que é a felicidade

saúde e mental e o que é a felicidade

Estamos aqui falando do Dia Internacional da Felicidade e como ele surgiu. Mas o que é a felicidade, afinal?

Uma palavra só, múltiplas possibilidades para interpretar, reinventar e viver. Ouse defini-la, lembrando que, talvez, todas as tentativas sejam limitadas e insuficientes. Há tantas canções, poesias, filmes e outras formas artísticas de expressá-la, não é mesmo?

Há tantas relações humanas, momentos e trajetórias que a traduzem em verdade e em energia pulsante. Seu significado é complexo e subjetivo, pois não é sobre uma chegada a algum lugar específico.

É sobre um percurso de altos e baixos, perfeições e imperfeições, erros e acertos em uma gangorra que apelidamos de “vida”.

O Relatório Mundial da Felicidade foi divulgado recentemente e, para a nossa surpresa (ou não), o Brasil ocupa a 39º posição no ranking dos países mais felizes do mundo.

No ano passado, o Brasil havia ficado na 41º colocação e em 32º, no ano de 2020. Em comparação com outros países da América Latina, o Brasil só perde para Costa Rica (23º) e Uruguai (30º). Entre os latino-americanos, a Venezuela ficou na pior posição, em 108º lugar.

O relatório se baseia em pesquisas realizadas com a população, que questionam sobre os sentimentos das pessoas. As respostas são avaliadas em conjunto com os dados econômicos, sociais e políticos dos países, para avaliar o nível geral de felicidade da população.

Saúde Mental

E por falar em sentimentos, a felicidade (ou falta dela) pode estar relacionada à saúde mental. E é de extrema importância que você cuide da sua!

Nós temos aqui um artigo em nosso blog onde compartilhamos algumas dicas para que você possa cuidar melhor da sua saúde mental, clique aqui para acessá-lo.

E se você precisa de ajuda profissional, a Imed pode te ajudar! Além de ótimos preços, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde! Fale conosco agora mesmo e saiba mais!

Síndrome pós-covid-19: o que é e o que fazer a respeito?

Síndrome pós-covid-19

Síndrome pós-covid-19: o que é e o que fazer a respeito?

Além da covid-19 e seus sintomas, também existe um outro problema que é a consequência da doença: a síndrome pós-covid-19. Continue lendo para entender melhor o assunto.

Síndrome pós-covid-19, ou “Long COVID” em inglês, é um termo que está sendo utilizado para descrever os casos em que a pessoa foi considerada curada da infecção por SARS-CoV-2, mas continua apresentando alguns sintomas ou problemas de saúde relacionados com a infecção, como cansaço excessivo, dor muscular, tosse, dificuldade de pensamento e/ou sensação de falta de ar.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), para ser considerada uma condição pós-covid, a pessoa deve apresentar todos estes critérios:

  • Apresentar sintomas 3 meses após os primeiros sintomas de covid-19.

  • Ter apresentado uma infecção confirmada ou provável por SARS-CoV-2.

  • Ter sintomas ou problemas de saúde que duram por mais de 2 meses.

  • Não possuir outro diagnóstico que justifique os sintomas.

Este tipo de síndrome já foi observada em outras infecções virais do passado como a gripe espanhola ou a infecção por SARS, e, embora a pessoa já não tenha o vírus ativo no corpo, continua apresentando alguns sintomas que podem afetar a qualidade de vida.

Dessa forma, esta síndrome está sendo classificada como uma possível sequela da covid-19.

Síndrome pós-covid-19: por que ela acontece?

Síndrome pós-covid-19: por que ela acontece

A síndrome pós-covid-19, assim como todas as possíveis complicações do vírus, ainda estão sendo estudadas. Por esse motivo, não se conhece a causa exata para o seu aparecimento.

No entanto, como os sintomas aparecem mesmo depois que a pessoa é considerada curada, é possível que a síndrome seja causada por alterações deixadas pelo vírus no corpo.

Nos casos leves e moderados, a síndrome pós-covid-19 está sendo relacionada à “tempestade” de substâncias inflamatórias que acontece durante a infecção.

Essas substâncias, conhecidas como citocinas, são produzidas em grande quantidade durante a infecção. E podem acabar se acumulando no sistema nervoso central, causando vários dos sintomas característicos da síndrome.

Já nos pacientes que apresentaram uma forma mais grave de covid-19, é possível que os sintomas persistentes sejam resultado de lesões causadas pelo vírus em várias partes do corpo, como pulmões, coração, cérebro e músculos, por exemplo.

Ainda não existe um tratamento específico para combater a síndrome pós-covid-19 e, por isso, é importante que todas as pessoas com sintomas pós-covid-19 façam uma avaliação com um clínico geral.

Esse médico poderá, de acordo com os sintomas, receitar o uso de medicamentos. Também aconselhar alterações no estilo de vida ou encaminhar a pessoa para um especialista.

Isso significa que pessoas com dor no peito e palpitações são normalmente encaminhadas para o cardiologista, enquanto pessoas com cansaço, tosse e sensação de falta de ar são geralmente encaminhadas para o pneumologista.

Estes especialistas podem recomendar tratamentos direcionados para o alívio dos sintomas. Que poderão também avaliar os diferentes órgãos para entender se existe alguma sequela mais específica que precise de tratamento.

E todos esses especialistas podem ser encontrados na Imed Saúde! E de quebra, com o Cartão iSaúde, você conta com descontos exclusivos em consultas e exames! Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais!

Reforce as medidas de segurança para minimizar o impacto da Covid-19 e suas variantes

Reforce as medidas de segurança para minimizar o impacto da Covid-19 e suas variantes

Reforce as medidas de segurança para minimizar o impacto da Covid-19 e suas variantes

Talvez você já esteja cansado(a) de ouvir falar em coronavírus, covid-19, variantes e todos os assuntos relacionados ao tema. Mas quando o assunto é cuidar da sua saúde, principalmente medidas de prevenção, nunca é demais falar sobre! Por isso, neste artigo iremos recomendar que você reforce as medidas de segurança para minimizar o impacto da covid-19 e suas variantes. Tenha uma boa leitura!

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça com frequência que lavar as mãos regularmente, evitar tocar nos olhos, nariz e boca e seguir o distanciamento social são as medidas mais eficazes para prevenir a contaminação pelo (não tão) novo coronavírus. Mas o que fazer no caso de apresentar um quadro leve da doença?

David Urbaez, infectologista e diretor científico da Sociedade de Infectologia do DF, dá algumas dicas para minimizar o impacto da covid-19 e suas variantes.

Mantenha seu corpo hidratado

“Vias aéreas hidratadas são vias aéreas que sofrem menos”, afirma o infectologista. Opte por se alimentar com sopas, beba muita água, sucos e chás.

O uso de umidificadores no ambiente também ajuda. Para quem não tem o aparelho, a dica é ligar o chuveiro na água quente e respirar o vapor da água.

Monitore a temperatura do seu corpo

Em caso de febre branda, o ideal é tomar algum remédio, como paracetamol. Entre em contato com um médico se a febre passar dos 39°C.

Pessoas com histórico de doenças respiratórias, como asma, devem manter a bombinha, medicamento tradicional, sempre por perto e ficarem atentas ao prazo de validade delas.

Fique em casa

Mesmo os pacientes com quadro leve não devem sair de casa ou ter contato com outras pessoas. Aproveite o isolamento social para descansar e se recuperar da doença.

“Nada disso pretende substituir o tratamento técnico, mas são orientações que devem ser levadas com bom senso”, completa o infectologista.

Enxaguante bucal serve para reforçar medidas de segurança para minimizar o impacto da covid-19 e suas variantes?

Foi feito um estudo por cientistas de diferentes países sobre como os enxaguantes bucais podem ajudar a minimizar o impacto da covid-19 e suas variantes.

De acordo com os pesquisadores, os experimentos in vitro apontaram que os enxaguantes bucais com cloreto de cetilpiridínio foram capazes de inibir o Sars-CoV-2 em 99,99%.

Mesmo com a presença de saliva humana, fator que poderia alterar a capacidade antiviral da substância.

Os mesmos resultados foram encontrados em testes feitos com as variantes Alfa (B.1.1.7), Beta (B.1.351) e Gama do coronavírus.

Segundo a Dra. Bruna Conde, cirurgiã dentista, “as evidências sugerem que os enxaguantes reduzem a carga da Covid-19 pela saliva, mas isso não é sinônimo de impedir a transmissão ou contágio, uma vez que o vírus é transmitido por meio de gotículas”.

“Nos enxaguantes bucais existem compostos que ajudam a diminuir a quantidade do vírus na saliva e reduzem a contaminação das placas bacterianas na boca. Mas, os ideais são os que possuem na sua composição o cloreto de cetilpiridínio, cloreto de dequalínio e o cloreto de benzoilmetronidazol, porém esses produtos precisam ser indicados pelo seu dentista, pois ele saberá qual é o ideal para suprir a sua necessidade”.

Lembrando que, se você está com sintomas da covid-19, pode contar com a Imed! Além dos diversos testes, também contamos com uma equipe médica pronta para te ajudar na cura!

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Fevereiro Roxo e a importância do diagnóstico precoce das doenças para melhor qualidade de vida

Fevereiro Roxo e a importância do diagnóstico precoce das doenças para melhor qualidade de vida

Fevereiro Roxo e a importância do diagnóstico precoce das doenças para melhor qualidade de vida

No nosso último post falamos sobre o Fevereiro Laranja, que é uma campanha de conscientização sobre a leucemia. Mas neste mês existe uma outra campanha tão importante quanto, conhecida como Fevereiro Roxo. Continue lendo para saber mais!

Em fevereiro, uma campanha de conscientização ao mal de Alzheimer é realizada no país para prevenir a doença.

A campanha de conscientização “Fevereiro Roxo” também é voltada para a fibromialgia e lúpus. Três doenças diferentes, mas com dois pontos em comum: são crônicas e incuráveis.

No caso do mal de Alzheimer, o diagnóstico precoce é importante pois o tratamento pode melhorar a qualidade de vida do paciente.

Dados do estudo Global Burden of Disease, publicado no periódico científico Lancet Public Health, mostram que o número de adultos com 40 anos ou mais vivendo com demência em todo o mundo deve quase triplicar até 2050.

No Brasil, podemos chegar a 5,6 milhões de pacientes nas próximas três décadas.

De acordo com a geriatra especialista em cuidados paliativos Maria Carolyna Fonseca Arbex, a idade é um fator de risco importante.

“Como a expectativa de vida está aumentando, mais casos de demência devem aparecer, sendo que Alzheimer é a doença mais comum e portanto aparece com mais frequência”, explica.

A campanha de conscientização Fevereiro Roxo é importante para chamar a atenção da população e dos familiares para ficarem atentos aos sintomas.

“Ter um mês focado na conscientização também é importante para elaboração de políticas públicas, já que é uma doença que está ficando cada vez mais frequente”, avalia a médica.

Fevereiro Roxo e a prevenção do Alzheimer

A faixa etária de maior risco é acima de 70 anos e alguns fatores podem influenciar, como sedentarismo, obesidade, tabagismo e pressão alta.

“Atividades que levam a traumas frequentes, como lutadores de boxe e jogadores de futebol americano, também têm mais chances de desenvolver a doença”, afirma a médica especialista.

Contudo, algumas ações podem ajudar na prevenção. “Fazer atividade física, ter um papel na comunidade e manter as doenças controladas são exemplos de fatores de prevenção”, orienta Maria Carolyna.

Outras atividades também auxiliam, como aprender uma segunda língua, realizar trabalhos manuais e tocar um instrumento musical.

“Em alguns casos, esses hábitos conseguem retardar a doença em até mais de cinco anos, quando conseguimos associar os fatores”, completa.

Principais sintomas da doença

O principal sintoma do Alzheimer é o esquecimento, ou seja, a memória recente é prejudicada.

“O paciente começa a ter dificuldades com atividades do dia a dia, se atrapalhando na hora de tomar as medicações, na organização da casa, nas compras, esquece o caminho, não lembra onde estacionou o carro”, exemplifica.

Além disso, a pessoa também pode ter dificuldade em aprender coisas novas. “Por exemplo, o micro-ondas da casa é trocado e a pessoa começa a ter dificuldades para usar o novo eletrodoméstico”, explica.

O diagnóstico é clínico, ou seja, feito de acordo com a avaliação do médico. Não existe um exame que detecte o Alzheimer, por isso é importante que os idosos façam acompanhamento regularmente com o clínico geral ou geriatra.

A Imed Saúde também apoia a campanha Fevereiro Roxo e para isso conta com uma equipe e ambiente de qualidade para cuidar da sua saúde. Tudo por um preço que cabe no seu bolso!

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Fevereiro Laranja: entenda mais sobre a Leucemia

Fevereiro Laranja

Fevereiro Laranja: entenda mais sobre a Leucemia

Fevereiro também é mês de conscientização! É o mês de conscientização sobre a leucemia, para isso foi criado o Fevereiro Laranja. E é sobre ele que nós iremos falar neste artigo. Boa leitura!

A campanha Fevereiro Laranja tem por objetivo levar informação sobre a leucemia, seus sintomas e diagnóstico e, principalmente, mostrar a importância de as pessoas se mobilizarem para serem doadores de medula óssea.

Mas o que é a leucemia?

Leucemia é o câncer que surge nas células do sangue e, assim, torna-se uma doença sistêmica, ou seja, não acomete apenas um órgão, mas todo o organismo.

Os leucócitos (glóbulos brancos) começam a se reproduzir de modo desordenado, dando início à patologia.

Dessa maneira, a produção e funcionamento de outras células sanguíneas — como as plaquetas e hemácias — ficam prejudicadas.

O que ocorre é um acúmulo de células doentes na medula óssea, que vão tomando o lugar das células sadias.

Tipos de Leucemia

Existem 12 tipos de leucemia, que variam de acordo com as células atingidas e velocidade que ocorre a divisão celular. Veja a seguir os 4 tipos primários da doença:

  • leucemia mieloide aguda (LMA) — atinge as células mieloides e se desenvolve de maneira rápida — acomete adultos e crianças.

  • leucemia mieloide crônica (LMC) — atinge as células mieloides e se desenvolve devagar, sendo mais comum em adultos.

  • leucemia linfoide aguda (LLA) — atinge células linfoides e se desenvolve de modo muito rápido — acomete mais as crianças menores, mas pode ocorrer em adultos.

  • leucemia linfoide crônica (LLC) — atinge as células linfoides e se desenvolve devagar — afeta, principalmente, pessoas acima de 55 anos.

Fevereiro Laranja: conheça os fatores de risco e os sintomas da leucemia

As causas da leucemia ainda são desconhecidas, mas, segundo o INCA, a associação de alguns fatores pode elevar o risco para a doença, como:

  • tabagismo.

  • exposição ao benzeno.

  • exposição à radiação ionizante.

  • histórico familiar.

  • realização de quimioterapia.

  • Síndrome de Down.

  • exposição a agrotóxicos.

  • algumas doenças sanguíneas.

Sintomas

Os sintomas da leucemia são decorrentes do acúmulo de células doentes na medula óssea, que impedem a produção e funcionamento das células sadias. A redução dos glóbulos vermelhos, por exemplo, causam:

  • anemia.

  • fadiga.

  • palidez.

  • falta de ar.

  • sonolência.

  • dor de cabeça.

Já a diminuição dos glóbulos brancos afeta a imunidade, ou seja, o paciente fica mais vulnerável a infecções. A queda das plaquetas ocasiona:

  • sangramentos (nasal ou gengival).

  • pontos roxos na pele (petéquias).

  • manchas arroxeadas na pele (equimoses).

Como é feito o diagnóstico da leucemia?

Quando existe suspeita de leucemia, o paciente deve realizar exames de sangue e ser encaminhado a um hematologista.

A confirmação pode ser feita com alteração no hemograma, que pode apontar, por exemplo, aumento dos leucócitos associado a uma diminuição de plaquetas e hemácias.

O diagnóstico pode incluir ainda exames de bioquímica e de coagulação.

Para combater a leucemia, o paciente precisa de um doador de medula óssea.

Doação de medula óssea

É muito simples ser doador de medula óssea: basta procurar o hemocentro de sua cidade. Lá, eles coletam 5 ml de sangue e o voluntário assina um termo de consentimento dessa coleta.

Os dados do doador ficam armazenados em um banco de medula e ele pode ser chamado caso algum paciente compatível esteja precisando realizar o transplante.

Nessa etapa, o doador realiza alguns exames para averiguar as condições de saúde e vai para o hospital.

A doação pode ser feita por pulsão, em que o paciente é internado, recebe anestesia geral e a medula óssea é retirada diretamente do osso da bacia com uma agulha; ou por aférese, em que ele recebe uma medicação para a produção de células sadias e é feita uma doação de sangue, não sendo necessária internação.

O médico decide sobre qual é o melhor método para a doação de acordo com as necessidades do receptor.

Os requisitos para ser doador de medula óssea são:

  • idade entre 18 e 55 anos.

  • ter boas condições de saúde.

  • não apresentar câncer, doença no sangue, no sistema imunológico ou ainda doença infecciosa ou incapacitante.

O Fevereiro Laranja é uma campanha essencial para que todos saibam como ajudar aqueles que precisam combater a leucemia. E a Imed Saúde apoia também esta campanha!

Covid-19: quando devo realizar o teste?

Covid-19: quando devo realizar o teste?

Covid-19: quando devo realizar o teste?

Em nosso artigo anterior falamos sobre quais são os sintomas da covid-19. E neste nós iremos falar sobre “covid19: quando devo realizar o teste“? Continue lendo para saber mais sobre este tema!

Ainda falando sobre os sintomas da covid-19, o Ministério da Saúde segue com a orientação para que a população procure assistência médica logo nos primeiros sinais, mesmo que sejam leves.

Além disso, o ministério também explica que qualquer unidade do SUS está preparada para receber o paciente e fazer o primeiro atendimento para diagnóstico clínico da doença.

Essas unidades seriam as de atendimento primário, ou seja, “porta de entrada” do SUS. São elas: as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), mais conhecidas como “postinhos”, as UBSs/AMAs Integradas, no caso de São Paulo, e também as UPAs (Unidade de Pronto Atendimento).

Também existem as clínicas da família ou os centros municipais de saúde e, em último caso, os prontos-socorros de hospitais públicos.

As siglas podem causar confusão, então, na dúvida, o indicado é procurar uma UBS do bairro em que você mora, em casos de sintomas leves, como febre baixa, coriza, tosse e dor de garganta.

A UPA seria mais indicada para sintomas graves, como a falta de ar persistente, rebaixamento de nível de consciência e sonolência.

Caso necessário, a equipe médica faz a triagem e encaminha para hospitais secundários ou terciários, que apresentam maior suporte de atendimento.

Já os prontos-socorros são mais indicados para serviços emergenciais e só devem ser procurados no caso de sintomas graves, já citados acima. Também em situações nas quais os postos de atendimento já estão fechados.

Um detalhe importante é que não são todos prontos-socorros que fazem atendimento primário. Alguns, inclusive, recebem pacientes apenas encaminhados de outros lugares.

Covid-19: quando devo realizar o teste? Descubra já!

quando devo realizar o teste

O tempo desde a exposição ao vírus da covid-19 até o momento em que os sintomas começam é, em média, de 5 a 6 dias e pode variar de 1 a 14 dias.

É por isso que as pessoas que foram expostas ao vírus são aconselhadas a permanecer em casa e afastadas de outras pessoas, durante 14 dias, a fim de prevenir a propagação do vírus, especialmente onde os testes não são facilmente disponíveis.

Ainda sobre os testes, o mais comum de ser aplicado é o RT-PCR. Ele serve para pacientes com sintomas desde leves até graves.

O RT-PCR é considerado o “padrão ouro” que identifica o vírus e confirma a doença quando a pessoa já está infectada. É mais indicado para ser feito do 3º ao 7° dia de sintomas.

Existem também os testes rápidos de sorologia, que detectam a presença dos anticorpos IgM e IgC a partir da coleta da amostra de sangue. Esse tipo de teste é mais indicado para saber se a pessoa já teve contato com o vírus e tem mais efetividade a partir do 8° dia de sintomas.

Se você está com sintomas da covid-19, a Imed Saúde possui testes que irão revelar se você contraiu mesmo o coronavírus ou não.

Além dos testes, você pode contar com excelentes profissionais que ajudarão no tratamento da doença, em caso positivo. De quebra, quem tem o Cartão iSaúde recebe descontos exclusivos em consultas e exames nas unidades da Imed! Fale com a nossa equipe agora mesmo e saiba mais!

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