Exame preventivo ginecológico: Por que e quando deve ser feito?

Exame preventivo ginecológico

Exame preventivo ginecológico: Por que e quando deve ser feito?

O exame preventivo é o principal exame ginecológico que toda mulher em idade reprodutiva precisa fazer. Mas por que? Porque é a melhor forma de saber se anda tudo certo com a sua saúde vaginal.

O Papanicolau, nome científico do exame preventivo, é basicamente uma coleta da secreção do colo do útero, que é colocado em uma lâmina e enviado para avaliação em um laboratório.

Se forem detectadas células anormais, o ginecologista pode pedir exames mais específicos — como a colposcopia — e, caso necessário, iniciar o tratamento para evitar que a doença pré-maligna se transforme em maligna.

É essa a razão de o Papanicolau ser conhecido como o exame preventivo do câncer de colo do útero.

O preventivo é um exame ginecológico essencial para todas as mulheres que já iniciaram a vida sexual.

O ginecologista Dr. Marco Aurélio explica que sua finalidade é a prevenção e diagnóstico do câncer de útero.

“O objetivo do teste é detectar alterações nas células do colo do útero que possam se transformar em câncer. Tais alterações costumam ser causadas pelo HPV (vírus do papiloma humano)”.

De acordo com o especialista, a frequência para realização do preventivo varia conforme a idade e os resultados dos preventivos anteriores. “De modo geral, o preventivo deve ser feito anualmente, mas pode ser antecipado em casos de alterações”, diz.

O resultado do exame pode identificar infecções vaginais, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), além de alterações benignas ou malignas, como lesões e tumores.

O papanicolau sozinho não confirma o diagnóstico de câncer de útero, mas é importante para identificar uma pré-disposição e ajuda a prevenir o problema. Quando há suspeita, o médico indica outros testes complementares e mais detalhados.

Exame preventivo: de quanto em quanto tempo deve ser feito?

Exame preventivo: de quanto em quanto tempo deve ser feito

Seguindo recomendações do Ministério da Saúde, não se deve ter relações sexuais dois dias antes do exame, nem mesmo com preservativo.

“No mesmo período, não se devem usar duchas ou medicamentos vaginais. Além disso, o exame não pode ser feito durante a menstruação”, comenta o médico.

O mais indicado é realizar o exame entre o décimo e vigésimo dia depois da chegada da menstruação.

Como o exame tem a função de detectar doenças em um primeiro momento e analisar a saúde íntima da mulher, é necessário que ele seja feito regularmente.

Por isso, a frequência do preventivo vai variar para cada caso. Geralmente, ele pode ser feito uma vez ao ano. Mas, se a mulher tiver notado qualquer alteração na região, é possível antecipar esse período.

Outro caso é aquele em que os últimos dois exames ginecológicos não indicaram nenhum problema.

Nessa situação, a mulher pode diminuir a frequência e os testes podem ser feitos de três em três anos. Mas o importante mesmo é nunca deixar de ir ao ginecologista.

E nesse caso, você pode contar com a Imed Saúde! Além de excelentes médicos ginecologistas, toda nossa equipe profissional é altamente qualificada para prestar o melhor atendimento para você e sua família!

Além disso, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Para mais detalhes, entre em contato conosco!

A importância da Pediatria na saúde das crianças e adolescentes

A importância da Pediatria na saúde das crianças e adolescentes

A importância da Pediatria na saúde das crianças e adolescentes

Você sabia que a escolha do pediatra é uma das maiores e mais importantes decisões que os pais tomam antes do bebê nascer? Afinal, é ele quem será responsável pela saúde e desenvolvimento da criança, estando presente em seus momentos e evoluções mais importantes. E é sobre isso que iremos falar hoje, sobre a importância da pediatria na saúde das crianças e adolescentes. Tenha uma boa leitura!

Falando sobre o pediatra, o papel desse profissional vai muito além do atendimento da criança ou adolescente, se estendendo a uma relação íntima e de empatia com toda a família.

Lembrando que empatia não é a mesma coisa de simpatia, mas significa afinidade. E esta é muito importante para a construção do relacionamento entre o pediatra e a família.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o especialista tem como função zelar e dar a máxima assistência para crianças e adolescentes de modo a promover comportamentos saudáveis, prevenir doenças, diagnosticar e prescrever tratamentos.

As principais funções do pediatra são o auxílio na prevenção de acidentes, nas imunizações, no aleitamento e desenvolvimento saudável da criança e adolescente.

Outra função também exercida está na prevenção da obesidade e dos sintomas de violência que as crianças possam vir a sofrer.

A principal importância está justamente no zelo que a especialidade traz para os primeiros anos de vida dos seres humanos e a forma com que estuda e assiste seus pacientes e familiares.

De modo a destacar suas características e peculiaridades e contribuir no incentivo ao autocuidado, na resiliência e na capacidade crítica para reflexão.

A importância da Pediatria na saúde das crianças e adolescentes: saiba como escolher o melhor profissional

Como você pôde notar, o pediatra saberá cuidar, com propriedade e conhecimento, da saúde dos recém-nascidos, crianças e adolescentes.

Afinal, somente ele é capaz de detectar problemas de desenvolvimento precocemente e, claro, cuidar de outras condições que acometem os pequenos.

Queremos agora compartilhar com você algumas dicas de como você pode escolher o melhor pediatra para cuidar da saúde dos seus filhos:

Planeje-se

Caso você seja pai/mãe de primeira viagem, o ideal é que a busca pelo pediatra se inicie antes do nascimento do bebê, preparando os pais para os primeiros cuidados e desafios dos primeiros dias de vida.

Pesquise

É importante fazer uma pesquisa cuidadosa, conferindo se o profissional escolhido está devidamente certificado e, se possível, se é bem avaliado.

Não se esqueça de orientar-se da disponibilidade do profissional por telefone em caso de urgências, o local de atendimento, a viabilidade da agenda do mesmo com os seus horários e encaixe em doenças agudas do seu filho.

Recomendações de pessoas próximas são muito valiosas. Na dúvida, agende uma consulta com mais de um profissional e, após conhecê-los, decida-se.

Pergunte

Caso você esteja procurando um novo pediatra para uma criança mais velha, peça pela opinião dela após a consulta. Veja se ela se sentiu confortável e segura com o profissional, e deixe claro o quanto esses sentimentos são importantes para manter uma boa relação com o médico.

E para te ajudar a escolher um pediatra para seus filhos, você pode contar com a Imed! Contamos com profissionais competentes e dedicados a prestar o melhor atendimento possível!

Além disso, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais. Será um prazer poder falar com você!

Odontopediatria. A partir de qual idade devo levar meu filho(a) ao dentista?

Odontopediatria

Odontopediatria. A partir de qual idade devo levar meu filho(a) ao dentista?

Odontopediatria é um assunto de extrema importância para você e principalmente para seu filho ou filha. Inclusive já falamos sobre o tema em um artigo anterior que você pode conferir clicando aqui.

Mas hoje queremos falar um pouco mais sobre a odontopediatria e a partir de qual idade você deve levar seus filhos ao dentista. Continue lendo para saber mais.

De acordo com especialistas em odontopediatria, os primeiros anos de cuidados bucais de uma criança vão influenciar muito na saúde dos dentes dela na fase adulta.

Por isso, é fundamental que os pais ou responsáveis entendam a importância de incluir check-ups odontológicos na rotina das crianças.

Para assegurar que nenhum problema se instale na boca dos pequenos, é recomendado iniciar o acompanhamento assim que nasce o primeiro dentinho.

O motivo é que o sorriso de uma criança começa a ser cuidado pela mãe já no período de gestação.

Depois do nascimento, portanto, a consulta com o odontopediatra não pode demorar, para que a saúde bucal não fique descuidada.

Esse atendimento precisa iniciar mesmo antes do surgimento dos primeiros dentes, porque os pais terão acesso a esclarecimentos importantes.

Exemplos de questões que deixam os pais em dúvida são o uso da mamadeira, da chupeta, do hábito de chupar o dedo, bem como de hábitos alimentares, tipos de pasta de dentes, incômodos do nascimento dos dentes etc.

A odontopediatria ajuda em diagnósticos e intervenções precoces de problemas bucais e oclusais da criança.

Assim, quanto antes os pais puderem conversar com um profissional da área sobre os cuidados com a higiene bucal do bebê, trabalhar na prevenção de doenças, menor o risco de cáries.

Odontopediatria e os problemas bucais mais comuns nas crianças

Odontopediatria e os problemas bucais mais comuns nas crianças

Falando sobre os problemas bucais mais comuns entre as crianças, a cárie é o que mais ocorre. No entanto, existem outros motivos que fazem necessária a intervenção do dentista. Entre eles:

  • Bruxismo: ranger ou apertar dos dentes durante o sono.
  • Periodontite: inflamação na gengiva, que se não for tratada pode provocar enfraquecimento ou perda dos dentes.
  • Halitose: mais conhecido como “mau hálito”, também pode atingir as crianças e entre suas principais causas estão a gengivite, placa bacteriana e cárie.
  • Gengivoestomatite: inflamação da mucosa oral causada pelo vírus da herpes. Se dá com o aparecimento de aftas e inchaço das gengivas. É muito comum principalmente quando a criança está com a imunidade baixa.

Como já foi dito, o acompanhamento do odontopediatra é indispensável para o bom desenvolvimento da dentição da criança.

Mesmo que os dentes do seu filho(a) aparentemente não apresentem problemas, é importante levá-lo(a) ao dentista para verificar se realmente está tudo certo com sua saúde bucal e receber as devidas orientações para o cuidado ideal com os dentes.

Caso algum problema esteja ocorrendo, é indicado que você marque uma consulta para o seu filho assim que aparecerem os primeiros sintomas. Seja lá qual for a situação, iniciar o tratamento logo trará resultados muito melhores e mais rápidos.

E para ajudar seus filhos a terem uma ótima saúde bucal melhor, você pode contar a Imed Saúde! Além dos excelentes profissionais e preços acessíveis, ao adquirir o Cartão iSaúde você tem direito a descontos exclusivos! Entre em contato conosco e saiba mais!

Depressão. Como evitar essa doença?

Depressão Como evitar essa doença

Depressão. Como evitar essa doença?

Cuidar da saúde do corpo já é uma prática antiga dos seres humanos. Mas nos últimos anos tem se falado muito sobre saúde mental. E uma das principais doenças que abalam a saúde mental é a depressão. Se você quer saber um pouco mais sobre o tema e como evitar essa doença, continue lendo.

Para começar, uma coisa que queremos destacar é que o segredo de cuidar bem do corpo e da mente é investir na prevenção.

“As mulheres vão todo ano ao ginecologista e nem sempre para tratar alguma enfermidade, e sim para prevenir. Temos que nos dedicar à nossa saúde mental do mesmo modo que fazemos com nossos dentes, por exemplo, que escovamos todos os dias”, comenta o psiquiatra Elson Asevedo, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo.

Assim como a prática de exercícios fortalece o sistema cardiovascular, melhora o condicionamento físico e, consequentemente, a saúde, alguns hábitos e comportamentos são fundamentais para a saúde mental.

Por exemplo, o consumo de frutas, grãos integrais, vegetais, peixes, azeite e laticínios com baixo teor de gordura contribui com a prevenção da depressão.

Por outro lado, a dieta rica em caloria, mas com baixo teor nutritivo, como frituras e gorduras saturadas, tem sido associada ao aumento do risco de desenvolvimento da doença.

Outro cuidado é dormir bem. O sono é fundamental e sua falta facilita o surgimento do transtorno.

“Ter um horário habitual para despertar auxilia o ciclo fisiológico e mantém o organismo saudável”, explica o psiquiatra Renério Fráguas Júnior.

Mais algumas práticas de como evitar a depressão

Mais algumas práticas de como evitar a depressão

Já citamos no comecinho deste artigo a prática de exercícios como uma forma de melhorar a saúde física. Mas praticar exercícios também ajuda a manter a saúde mental em dia.

O ideal é que você possa incorporar à sua rotina a prática de exercícios – ao menos três vezes por semana.

Sabe-se que os esportes promovem a liberação de endorfina, o hormônio do prazer, e de outros neurotransmissores por trás da sensação de bem-estar. Mas os benefícios vão além, segundo Fráguas:

“Suar a camisa desencadeia reações cerebrais que contribuem para a formação de mais pontos de contato entre os neurônios. Como resultado, aumenta a comunicação entre os circuitos que processam as emoções negativas e positivas e, consequentemente, eleva o prazer e o interesse por aquilo de que a pessoa gosta. Por outro lado, diminui a tendência à tristeza e ao desânimo.”

A maneira como se encara a vida também deve ser analisada. Reservar alguns momentos para fazer o que lhe dá prazer e buscar atividades que proporcionem a sensação de felicidade, tranquilidade e bem-estar são atitudes essenciais para manter a cabeça ativa e o pensamento positivo.

Pode ser deitar na rede para ler um livro, ouvir uma música, praticar ioga, meditação ou terapias diversas, aprender coisas novas, cultivar um hobby ou viajar.

Apoio de outras pessoas

Cercar-se de pessoas que lhe dão apoio também é um cuidado importante para se sentir fortalecido e evitar a depressão.

O apoio do cônjuge, família e amigos assim como dos pais, em particular para crianças e adolescentes, é capaz de proteger contra o transtorno.

Por meio de conversas, incentivos e amparo, eles garantem um suporte emocional que permite o desenvolvimento da capacidade de resiliência e de superação de situações adversas.

Essas são apenas algumas dicas para evitar a depressão. Mas se você precisa de ajuda para cuidar da sua saúde mental ou física, você pode contar com a Imed! E com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos! Entre em contato conosco e saiba mais!

Você sabe o que é vitiligo? Entenda mais sobre suas causas

Você sabe o que é vitiligo

Você sabe o que é vitiligo? Entenda mais sobre suas causas

O nome talvez não seja estranho para você e talvez até tenha uma noção do que se trata. Mas você sabe o que é vitiligo? Independentemente da sua resposta, neste artigo iremos compartilhar alguns detalhes sobre o assunto. Boa leitura!

O vitiligo é uma doença não contagiosa e que nenhum prejuízo traz à saúde física, caracterizada pela perda da coloração da pele. Nele as lesões se formam devido à diminuição ou à ausência das células responsáveis pela formação melanina, os melanócitos.

A melanina é o pigmento que dá cor à pele e, tais lesões são manchas brancas na pele com uma distribuição característica, mas de tamanho variável.

As causas do vitiligo ainda não foram totalmente esclarecidas, mas acredita-se que fenômenos autoimunes podem estar associados à doença. Nesses casos, o organismo passa a fabricar auto-anticorpos contra o próprio sistema pigmentar da pessoa.

Foi constatada a associação do vitiligo com alterações da tireóide em muitos pacientes, tanto em casos de hiper quanto de hipotireoidismo.

Entre outras doenças associadas encontram-se a anemia perniciosa, a alopecia areata, o diabetes e a insuficiência da glândula supra renal.

Além disso, traumas emocionais podem estar entre os fatores que desencadeiam ou agravam a doença.

Dito isso, não existem formas de prevenção do vitiligo. Como em cerca de 30% dos casos há um histórico familiar da doença, os parentes de indivíduos afetados devem realizar vigilância periódica da pele.

E também recorrer ao dermatologista caso surjam lesões de hipopigmentação e/ou esbranquiçadas, a fim de detectar a doença precocemente e iniciar cedo o tratamento.

O que é vitiligo, como é feito o diagnóstico e qual o tratamento adequado

como é feito o diagnóstico e qual o tratamento adequado

O diagnóstico do vitiligo deve ser feito por um dermatologista, como acabamos de falar. Ele irá determinar o tipo de vitiligo do paciente, verificar se há alguma doença autoimune associada e indicar a terapêutica mais adequada.

Inclusive, em alguns casos, para realizar o diagnóstico diferencial com outras doenças de pele, o médico pode indicar a realização de biópsia das manchas, principalmente para investigar a presença ou ausência de melanócitos.

Também pode ser feito o exame com a lâmpada de Wood para identificar as áreas de vitiligo, que emitem fluorescência específica quando submetidos à luz UV.

É importante também que sejam realizados exames de sangue, principalmente imunológicos, para verificar se há alguma indicação de que o vitiligo está relacionado às alterações autoimunes.

O tratamento visa cessar o aumento das lesões com a estabilização do quadro e também a repigmentação da pele. Para isso, existem medicamentos que induzem à repigmentação das regiões afetadas.

A fototerapia com radiação ultravioleta B banda estreita (UVB-nb) é indicada para quase todas as formas de vitiligo, com resultados excelentes, principalmente para lesões da face e tronco.

Pode-se utilizar também tecnologias como o laser, bem como técnicas cirúrgicas ou de transplante de melanócitos.

Porém, tome muito cuidado com medicamentos ditos milagrosos, fórmulas ditas naturais e receitas dadas por leigos, pois podem levar à frustração e também a reações adversas graves.

Importante lembrar também que as manchas provocadas pela doença costumam impactar na qualidade de vida e na autoestima dos pacientes. Assim, na maioria dos casos, recomenda-se o acompanhamento psicológico.

Todo esse procedimento pode ser feito na Imed Saúde! E além de preços justos, o Cartão iSaúde te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato conosco e saiba mais!

Teste PCR para covid-19 e síndromes gripais

Teste PCR para covid-19 e síndromes gripais

Existem vários tipos de testes para detectar a covid-19. E um deles é o PCR. Mas você sabia que além de ser usado para identificar a covid-19, o PCR também pode ser usado para identificar outras síndromes gripais? Continue lendo para saber mais!

Sobre os testes, cada um deles foi desenvolvido para detectar a presença do vírus ou dos anticorpos em diferentes fases da doença e, como têm diferentes custos, podem ser implantados em massa ou ser de uso mais restrito.

De acordo com o documento da Organização Panamericana da Saúde (Opas) Recomendações para Estratégias Nacionais de Testagem para Sars-CoV-2 e Capacidades Diagnósticas, as políticas de testagem de cada país devem seguir critérios como a situação epidemiológica, disponibilidade de recursos e fatores como áreas de difícil acesso.

“Todos os indivíduos que atendem à definição de caso suspeito de covid-19 devem ser testados para Sars-CoV-2, independentemente da situação de vacinação ou histórico da doença”, enfatiza a recomendação, destacando que “o teste é uma ferramenta fundamental para detectar o agente etiológico [causador da doença], entender a transmissão do vírus e orientar e monitorar as medidas de controle de saúde pública e o manejo clínico dos pacientes”.

O órgão ressalta que a testagem deve estar vinculada às outras ações de saúde pública, como atendimento clínico, isolamento de casos, rastreamento de contatos, quarentena de contatos com apoio e fornecimento de informações para as pessoas submetidas a testes.

Teste PCR também usado para síndromes gripais

Teste PCR também usado para síndromes gripais

Desde o fim do ano passado, a Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) emitiu uma nota técnica que orienta os profissionais de Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e de hospitais estaduais a realizarem a coleta de amostras para o teste molecular RT-PCR nas pessoas com sintomas de gripe.

Isso porque o exame é capaz de detectar não só o vírus sars-cov 2, que causa a covid-19, como os vírus influenza A e B – causadores de síndromes gripais.

A orientação da SVS aconteceu diante da epidemia de gripe que ocorreu em estados brasileiros, como o Rio de Janeiro.

A recomendação é necessária porque as amostras de RT-PCR estavam chegando em menor número no Laboratório Central (Lacen/SVS), o que acarreta menor quantidade de material analisado em busca de vírus circulantes.

Embora seja eficiente, o teste rápido antígeno aponta apenas a presença do vírus causador da covid-19. Já o PT-PCR é considerado padrão ouro pelas autoridades de saúde, já que uma amostra permite a investigação de diferentes síndromes gripais.

As análises epidemiológicas desses resultados são essenciais para a tomada de decisões assertivas sobre as medidas sociais e de saúde pública; diagnóstico, vacinas e/ou tratamentos disponíveis.

Apesar dos sintomas serem semelhantes, covid-19 e influenza devem ser tratadas de formas diferentes.

Por isso que essa medida de poder usar o teste PCR também para síndromes gripais têm ajudado a identificar qual a doença e assim iniciar o tratamento correto.

E por falar em testes, tratamentos, você pode fazer testes e tratar tanto a covid-19 quanto síndromes gripais na Imed Saúde! Além de excelentes profissionais, você consegue descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato e saiba mais.

Covid-19: a importância da realização do teste

Covid-19 a importância da realização do teste

Covid-19: a importância da realização do teste

Já estamos no segundo ano da pandemia e o Brasil registra até o momento mais de 155 milhões de pessoas vacinadas com duas doses da vacina contra o coronavírus. Número que equivale a cerca de 72,3% da população. Mesmo com o avanço da vacinação a importância da realização do teste da covid-19 não deve ser deixado de lado. Continue lendo para saber mais!

Apesar do alto índice de pessoas vacinadas no Brasil, em 2022 o país já registra mais casos que todo o segundo semestre do ano passado, segundo números do Ministério da Saúde.

Mesmo com a cobertura vacinal, é notório que certos cuidados deixaram de ser adotados por muitas pessoas.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a imprensa registra o otimismo de foliões para o “2º Carnaval do ano”, quando as escolas de samba devem desfilar em abril. A data foi adiada justamente buscando diminuir os casos provocados pela variante Ômicron.

Neste contexto, mesmo mantendo as medidas de prevenção, é difícil ter segurança em relação ao contágio.

Além disso, há um mês, o aumento de casos de Influenza, com sintomas parecidos com aqueles decorrentes da covid-19, lotaram hospitais e clínicas pelo país.

Uma solução para evitar aglomerações e ajudar no tratamento do novo coronavírus é o uso de autotestes. A Anvisa já liberou 6 destes produtos no Brasil.

Covid-19 e os autotestes

Covid-19 e os autotestes

Já no início do mês de março, os exames caseiros, os autotestes, começaram a chegar às redes farmacêuticas.

Ao longo do período de análise, foram verificadas pela Anvisa a segurança e a eficácia dos testes.

Segundo a agência, o teste de covid-19 é seguro, e os critérios avaliados incluíram a regularidade da documentação técnica e a clareza de instruções de uso, armazenamento e descarte, já que pessoas leigas vão usar os dispositivos.

De acordo com o levantamento feito pela imprensa, os valores variam entre R$ 39,90 e R$ 69,90.

O custo é mais em conta quando comparado aos testes de antígenos, que custam em média R$ 110, mas ainda não são acessíveis a toda população.

Alguns países contam com distribuição gratuita, como o Reino Unido, e outros com a inclusão na rede pública de saúde, como Canadá e Austrália.

O teste é realizado por meio de swab (um cotonete) que colhe material nasal ou saliva, dependendo do fabricante. A haste é colocada em reação química, que vai para a testagem.

Em cerca de 30 minutos, o resultado fica pronto, indicando positivo ou negativo para a presença do vírus.

Quando usado de maneira correta, esse é um dispositivo médico importante no controle da pandemia e na identificação da quantidade de pessoas que já foram infectadas.

E por falar em testes e covid-19, você pode realizar outros tipos de testes na Imed. Além disso, contamos com profissionais que te ajudarão a combater a doença em caso positivo!

E de quebra, temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato e saiba mais!

21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down. Saiba mais sobre essa síndrome

Dia Internacional da Síndrome de Down

21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down. Saiba mais sobre essa síndrome

Dia 20 de março é celebrado o Dia Internacional da Felicidade, como falamos aqui nesse nosso outro artigo. Mas o dia seguinte também é uma data muito importante. Estamos falando do Dia Internacional da Síndrome de Down. Continue a leitura para saber um pouco mais.

O Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, faz alusão aos 3 cromossomos no par número 21, característico das pessoas com Síndrome de Down.

A data está no calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo comemorado pelos 193 países-membros da ONU e tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelos direitos igualitários.

A Síndrome de Down não é uma doença. E sim uma falha genética, que acontece na divisão celular do óvulo, que resulta em um par a mais no cromossomo 21, chamada trissomia.

Pessoas com tal síndrome têm os direitos assegurados pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU. Ratificada pelo Brasil com força constitucional e pela Lei Brasileira de Inclusão.

No Brasil existem aproximadamente 300 mil pessoas com síndrome de Down, segundo dados do IBGE.

A inclusão dessas pessoas na vida escolar e profissional aumenta a possibilidade de desenvolvimento, além de reforçar para a sociedade a necessidade de respeito às diferenças, quaisquer que sejam.

“As pessoas com Síndrome de Down têm dado lições ao mundo quanto à inclusão. Hoje, elas estão nos bancos escolares, são professores, empresários, atores, repórteres, vendedores, fotógrafos, dentre tantas outras profissões, ocupando um lugar próprio e digno na sociedade”, informa o secretário nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Pellegrini.

Dia internacional da Síndrome de Down: veja como a síndrome é diagnosticada

veja como a síndrome é diagnosticada

Ainda durante a gestação, é possível fazer testes para diagnosticar a síndrome de down. Podem ser feitos os seguintes exames:

  • Translucência nucal – é o exame genético feito durante a ultrassonografia morfológica. Nele, é analisado o acúmulo de líquido sob a pele atrás do pescoço fetal, sendo possível identificar possíveis complicações, como Síndrome de Down, por exemplo.

  • Cordocentese – é feita a coleta do sangue do cordão umbilical. Com o material reunido, é possível verificar a presença de doenças genéticas, congênitas, hematológicas, metabólicas, hidropsia (caracterizada pelo acúmulo de líquidos em várias partes do corpo fetal, inclusive pulmões) e anemia fetais.

Esses exames não são obrigatórios para todas as gestantes, mas recomendados quando a mãe tem mais de 35 anos ou quando é portadora da Síndrome de Down.

O que fazer quando o diagnóstico for positivo?

A Síndrome de Down é um fator de risco à saúde mental. As doenças mentais decorrentes da síndrome variam de acordo com a idade de cada paciente.

As crianças mais novas, que ainda têm dificuldades com a linguagem e cognição, costumam apresentar problemas de comportamento, ansiedade, dificuldade para dormir e variações de humor.

Crianças mais velhas, adolescentes e jovens adultos tendem a ter depressão, ansiedade, comportamentos obsessivos compulsivos, falta de habilidades sociais e cognitivas, além de dificuldade para dormir.

Já os adultos, além de todos esses problemas, também podem sofrer de demência.

Por isso, é muito importante tomar cuidados com a saúde mental, para que a pessoa tenha melhor qualidade de vida, mais equilibrada, conseguindo exercer suas habilidades sociais e pessoais.

O importante é que as pessoas mais próximas estejam atentas aos principais sinais de doenças mentais. Como mudanças repentinas de comportamento, alterações no sono e no apetite, entre outros.

E nunca esquecer de procurar ajuda profissional sempre! E para isso, você pode contar com a Imed! Além dos preços justos, também temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos. Para mais detalhes, fale com a gente!

20 de março: Dia Mundial da Saúde Bucal. Cuide do seu sorriso na IMED Saúde

Dia Mundial da Saúde Bucal

20 de março: Dia Mundial da Saúde Bucal. Cuide do seu sorriso na IMED Saúde

Além de 20 de março ser o Dia Internacional da Felicidade, como mostramos aqui nesse nosso outro artigo, a data também é lembrada por ser o Dia Mundial da Saúde Bucal. Continue lendo para saber mais sobre esse dia e sua importância.

Talvez você já saiba disso e pode parecer até óbvio, mas cuidar da saúde da sua boca é tão importante quanto cuidar da saúde das outras partes do corpo.

Isso porque, cuidar dos dentes não é só uma questão estética, já que muitos problemas relacionados à saúde bucal, como a cárie, se não tratados, podem impactar a saúde de todo o organismo da pessoa. Você sabia disso?

Portanto, é muito importante aprender a prevenir os problemas relacionados aos dentes, língua e gengiva para ter uma vida saudável.

Mas voltando a falar do Dia Mundial da Saúde Bucal, essa data foi criada pela Federação Dentária Internacional (FDI) em 2007.

Originalmente, o Dia Mundial da Saúde Bucal era comemorado em setembro, no entanto, após uma decisão do FDI em 2012, essa data passou a ser celebrada no dia 20 de março.

O objetivo do Dia Mundial da Saúde Bucal é alertar a população sobre a importância de ter uma boa higiene bucal e de visitar o dentista regularmente (a cada seis meses).

Além disso, essa data também foi criada para mostrar às pessoas que a saúde bucal tem grande impacto na vida de todos.

Isso porque, os dentes, a gengiva, a língua e a mucosa bucal são estruturas que impactam diretamente na fala, na alimentação e na saúde como um todo.

Conheça os principais problemas bucais

Conheça os principais problemas bucais

As doenças bucais atingem a maioria da população. Só a gengivite, por exemplo, afeta um a cada dois adultos, de acordo com um estudo publicado no Journal of Dental Research.

Confira a seguir quais são as doenças bucais mais prevalentes entre a população:

  • Cáries.

  • Gengivite.

  • Câncer de boca.

  • Candidíase oral (também conhecida como “sapinho na boca”).

  • Macroglossia (também conhecido como língua grande).

  • Aftas.

  • Língua geográfica.

  • Língua preta pilosa.

Algumas dessas condições podem se manifestar devido a um problema em outra parte do organismo da pessoa. Por exemplo: uma das causas da macroglossia pode ser o hipotireoidismo.

Já a afta e a língua geográfica podem estar ligadas a deficiências nutricionais.

Dia Mundial da Saúde Bucal: veja como cuidar melhor dos seus dentes e boca

Cuidar da saúde bucal não é difícil, e com a adoção de pequenos hábitos no dia a dia é possível ter uma boca saudável e prevenir várias doenças.

Para cuidar bem da sua saúde bucal você deve:

  • Escovar os dentes após as principais refeições.

  • Usar fio dental.

  • Usar enxaguante bucal.

Além disso, a alimentação também pode afetar a saúde da sua boca. Por isso, procure ter uma dieta balanceada e evite ingerir alimentos e bebidas com muito açúcar. Também é importante não consumir álcool em excesso.

Fumar também pode causar muitos prejuízos à saúde como um todo, portanto, se você tem esse hábito, procure ajuda para parar de fumar.

Quem quer ficar longe dos problemas bucais, e de outras doenças que podem estar relacionadas a eles, também precisa fazer visitas periódicas ao dentista.

E por falar em dentista, você pode encontrar profissionais de alto nível aqui na IMED Saúde! Além disso, temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais!

20 de março: Dia Internacional da Felicidade. Como anda sua saúde mental?

Dia Internacional da Felicidade

20 de março: Dia Internacional da Felicidade. Como anda sua saúde mental?

Dia da mulher, dia das mães, dia das crianças, dia dos pais, dia do amigo. Parece que cada grupo tem o seu dia especial. Mas você sabia que a felicidade também tem o seu dia? Isso mesmo, também existe o Dia Internacional da Felicidade, que é celebrado no dia 20 de março. Continue lendo para saber mais!

Internacionalmente conhecido como International Day of Happiness, o Dia Internacional da Felicidade é comemorado em 20 de março, como acabamos de dizer.

E tem o principal objetivo de fazer com que as pessoas percebam a importância de ser feliz para poder conviver em paz, lembrando aos povos do mundo que evitem guerras sociais e conflitos, diferenças étnicas ou comportamentos adversos que comprometam a paz e o bem estar das pessoas.

A Assembleia Geral das Nações Unidas instituiu o Dia Internacional da Felicidade em 2012, inspirando-se para isso numa reunião ocorrida em abril do mesmo ano que teve como tema “Felicidade e Bem Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico”.

A instituição da data é o reconhecimento da importância da felicidade para o ser humano, acima dos interesses econômicos e visa demonstrar que o bem estar deve ser a meta universal para o homem e servir para a condução política dos povos.

Vale lembrar que, pelo menos entre os delegados dos países do mundo na ONU, a iniciativa foi consagrada pela unanimidade dos países membros – 193 na época, muito embora se saiba que em muitos países a felicidade não seja o maior interesse dos dirigentes políticos.

Dia Internacional da Felicidade: saúde e mental e o que é a felicidade

saúde e mental e o que é a felicidade

Estamos aqui falando do Dia Internacional da Felicidade e como ele surgiu. Mas o que é a felicidade, afinal?

Uma palavra só, múltiplas possibilidades para interpretar, reinventar e viver. Ouse defini-la, lembrando que, talvez, todas as tentativas sejam limitadas e insuficientes. Há tantas canções, poesias, filmes e outras formas artísticas de expressá-la, não é mesmo?

Há tantas relações humanas, momentos e trajetórias que a traduzem em verdade e em energia pulsante. Seu significado é complexo e subjetivo, pois não é sobre uma chegada a algum lugar específico.

É sobre um percurso de altos e baixos, perfeições e imperfeições, erros e acertos em uma gangorra que apelidamos de “vida”.

O Relatório Mundial da Felicidade foi divulgado recentemente e, para a nossa surpresa (ou não), o Brasil ocupa a 39º posição no ranking dos países mais felizes do mundo.

No ano passado, o Brasil havia ficado na 41º colocação e em 32º, no ano de 2020. Em comparação com outros países da América Latina, o Brasil só perde para Costa Rica (23º) e Uruguai (30º). Entre os latino-americanos, a Venezuela ficou na pior posição, em 108º lugar.

O relatório se baseia em pesquisas realizadas com a população, que questionam sobre os sentimentos das pessoas. As respostas são avaliadas em conjunto com os dados econômicos, sociais e políticos dos países, para avaliar o nível geral de felicidade da população.

Saúde Mental

E por falar em sentimentos, a felicidade (ou falta dela) pode estar relacionada à saúde mental. E é de extrema importância que você cuide da sua!

Nós temos aqui um artigo em nosso blog onde compartilhamos algumas dicas para que você possa cuidar melhor da sua saúde mental, clique aqui para acessá-lo.

E se você precisa de ajuda profissional, a Imed pode te ajudar! Além de ótimos preços, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde! Fale conosco agora mesmo e saiba mais!

Damos valor à sua privacidade

Nós e os nossos parceiros armazenamos ou acedemos a informações dos dispositivos, tais como cookies, e processamos dados pessoais, tais como identificadores exclusivos e informações padrão enviadas pelos dispositivos, para as finalidades descritas abaixo. Poderá clicar para consentir o processamento por nossa parte e pela parte dos nossos parceiros para tais finalidades. Em alternativa, poderá clicar para recusar o consentimento, ou aceder a informações mais pormenorizadas e alterar as suas preferências antes de dar consentimento. As suas preferências serão aplicadas apenas a este website.

Cookies estritamente necessários

Estes cookies são necessários para que o website funcione e não podem ser desligados nos nossos sistemas. Normalmente, eles só são configurados em resposta a ações levadas a cabo por si e que correspondem a uma solicitação de serviços, tais como definir as suas preferências de privacidade, iniciar sessão ou preencher formulários. Pode configurar o seu navegador para bloquear ou alertá-lo(a) sobre esses cookies, mas algumas partes do website não funcionarão. Estes cookies não armazenam qualquer informação pessoal identificável.

Cookies de desempenho

Estes cookies permitem-nos contar visitas e fontes de tráfego, para que possamos medir e melhorar o desempenho do nosso website. Eles ajudam-nos a saber quais são as páginas mais e menos populares e a ver como os visitantes se movimentam pelo website. Todas as informações recolhidas por estes cookies são agregadas e, por conseguinte, anónimas. Se não permitir estes cookies, não saberemos quando visitou o nosso site.

Cookies de funcionalidade

Estes cookies permitem que o site forneça uma funcionalidade e personalização melhoradas. Podem ser estabelecidos por nós ou por fornecedores externos cujos serviços adicionámos às nossas páginas. Se não permitir estes cookies algumas destas funcionalidades, ou mesmo todas, podem não atuar corretamente.

Cookies de publicidade

Estes cookies podem ser estabelecidos através do nosso site pelos nossos parceiros de publicidade. Podem ser usados por essas empresas para construir um perfil sobre os seus interesses e mostrar-lhe anúncios relevantes em outros websites. Eles não armazenam diretamente informações pessoais, mas são baseados na identificação exclusiva do seu navegador e dispositivo de internet. Se não permitir estes cookies, terá menos publicidade direcionada.