Síndrome pós-covid-19: o que é e o que fazer a respeito?

Síndrome pós-covid-19

Síndrome pós-covid-19: o que é e o que fazer a respeito?

Além da covid-19 e seus sintomas, também existe um outro problema que é a consequência da doença: a síndrome pós-covid-19. Continue lendo para entender melhor o assunto.

Síndrome pós-covid-19, ou “Long COVID” em inglês, é um termo que está sendo utilizado para descrever os casos em que a pessoa foi considerada curada da infecção por SARS-CoV-2, mas continua apresentando alguns sintomas ou problemas de saúde relacionados com a infecção, como cansaço excessivo, dor muscular, tosse, dificuldade de pensamento e/ou sensação de falta de ar.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), para ser considerada uma condição pós-covid, a pessoa deve apresentar todos estes critérios:

  • Apresentar sintomas 3 meses após os primeiros sintomas de covid-19.

  • Ter apresentado uma infecção confirmada ou provável por SARS-CoV-2.

  • Ter sintomas ou problemas de saúde que duram por mais de 2 meses.

  • Não possuir outro diagnóstico que justifique os sintomas.

Este tipo de síndrome já foi observada em outras infecções virais do passado como a gripe espanhola ou a infecção por SARS, e, embora a pessoa já não tenha o vírus ativo no corpo, continua apresentando alguns sintomas que podem afetar a qualidade de vida.

Dessa forma, esta síndrome está sendo classificada como uma possível sequela da covid-19.

Síndrome pós-covid-19: por que ela acontece?

Síndrome pós-covid-19: por que ela acontece

A síndrome pós-covid-19, assim como todas as possíveis complicações do vírus, ainda estão sendo estudadas. Por esse motivo, não se conhece a causa exata para o seu aparecimento.

No entanto, como os sintomas aparecem mesmo depois que a pessoa é considerada curada, é possível que a síndrome seja causada por alterações deixadas pelo vírus no corpo.

Nos casos leves e moderados, a síndrome pós-covid-19 está sendo relacionada à “tempestade” de substâncias inflamatórias que acontece durante a infecção.

Essas substâncias, conhecidas como citocinas, são produzidas em grande quantidade durante a infecção. E podem acabar se acumulando no sistema nervoso central, causando vários dos sintomas característicos da síndrome.

Já nos pacientes que apresentaram uma forma mais grave de covid-19, é possível que os sintomas persistentes sejam resultado de lesões causadas pelo vírus em várias partes do corpo, como pulmões, coração, cérebro e músculos, por exemplo.

Ainda não existe um tratamento específico para combater a síndrome pós-covid-19 e, por isso, é importante que todas as pessoas com sintomas pós-covid-19 façam uma avaliação com um clínico geral.

Esse médico poderá, de acordo com os sintomas, receitar o uso de medicamentos. Também aconselhar alterações no estilo de vida ou encaminhar a pessoa para um especialista.

Isso significa que pessoas com dor no peito e palpitações são normalmente encaminhadas para o cardiologista, enquanto pessoas com cansaço, tosse e sensação de falta de ar são geralmente encaminhadas para o pneumologista.

Estes especialistas podem recomendar tratamentos direcionados para o alívio dos sintomas. Que poderão também avaliar os diferentes órgãos para entender se existe alguma sequela mais específica que precise de tratamento.

E todos esses especialistas podem ser encontrados na Imed Saúde! E de quebra, com o Cartão iSaúde, você conta com descontos exclusivos em consultas e exames! Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais!

Reforce as medidas de segurança para minimizar o impacto da Covid-19 e suas variantes

Reforce as medidas de segurança para minimizar o impacto da Covid-19 e suas variantes

Reforce as medidas de segurança para minimizar o impacto da Covid-19 e suas variantes

Talvez você já esteja cansado(a) de ouvir falar em coronavírus, covid-19, variantes e todos os assuntos relacionados ao tema. Mas quando o assunto é cuidar da sua saúde, principalmente medidas de prevenção, nunca é demais falar sobre! Por isso, neste artigo iremos recomendar que você reforce as medidas de segurança para minimizar o impacto da covid-19 e suas variantes. Tenha uma boa leitura!

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça com frequência que lavar as mãos regularmente, evitar tocar nos olhos, nariz e boca e seguir o distanciamento social são as medidas mais eficazes para prevenir a contaminação pelo (não tão) novo coronavírus. Mas o que fazer no caso de apresentar um quadro leve da doença?

David Urbaez, infectologista e diretor científico da Sociedade de Infectologia do DF, dá algumas dicas para minimizar o impacto da covid-19 e suas variantes.

Mantenha seu corpo hidratado

“Vias aéreas hidratadas são vias aéreas que sofrem menos”, afirma o infectologista. Opte por se alimentar com sopas, beba muita água, sucos e chás.

O uso de umidificadores no ambiente também ajuda. Para quem não tem o aparelho, a dica é ligar o chuveiro na água quente e respirar o vapor da água.

Monitore a temperatura do seu corpo

Em caso de febre branda, o ideal é tomar algum remédio, como paracetamol. Entre em contato com um médico se a febre passar dos 39°C.

Pessoas com histórico de doenças respiratórias, como asma, devem manter a bombinha, medicamento tradicional, sempre por perto e ficarem atentas ao prazo de validade delas.

Fique em casa

Mesmo os pacientes com quadro leve não devem sair de casa ou ter contato com outras pessoas. Aproveite o isolamento social para descansar e se recuperar da doença.

“Nada disso pretende substituir o tratamento técnico, mas são orientações que devem ser levadas com bom senso”, completa o infectologista.

Enxaguante bucal serve para reforçar medidas de segurança para minimizar o impacto da covid-19 e suas variantes?

Foi feito um estudo por cientistas de diferentes países sobre como os enxaguantes bucais podem ajudar a minimizar o impacto da covid-19 e suas variantes.

De acordo com os pesquisadores, os experimentos in vitro apontaram que os enxaguantes bucais com cloreto de cetilpiridínio foram capazes de inibir o Sars-CoV-2 em 99,99%.

Mesmo com a presença de saliva humana, fator que poderia alterar a capacidade antiviral da substância.

Os mesmos resultados foram encontrados em testes feitos com as variantes Alfa (B.1.1.7), Beta (B.1.351) e Gama do coronavírus.

Segundo a Dra. Bruna Conde, cirurgiã dentista, “as evidências sugerem que os enxaguantes reduzem a carga da Covid-19 pela saliva, mas isso não é sinônimo de impedir a transmissão ou contágio, uma vez que o vírus é transmitido por meio de gotículas”.

“Nos enxaguantes bucais existem compostos que ajudam a diminuir a quantidade do vírus na saliva e reduzem a contaminação das placas bacterianas na boca. Mas, os ideais são os que possuem na sua composição o cloreto de cetilpiridínio, cloreto de dequalínio e o cloreto de benzoilmetronidazol, porém esses produtos precisam ser indicados pelo seu dentista, pois ele saberá qual é o ideal para suprir a sua necessidade”.

Lembrando que, se você está com sintomas da covid-19, pode contar com a Imed! Além dos diversos testes, também contamos com uma equipe médica pronta para te ajudar na cura!

Além disso, o Cartão iSaúde te proporciona descontos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais!

Fevereiro Roxo e a importância do diagnóstico precoce das doenças para melhor qualidade de vida

Fevereiro Roxo e a importância do diagnóstico precoce das doenças para melhor qualidade de vida

Fevereiro Roxo e a importância do diagnóstico precoce das doenças para melhor qualidade de vida

No nosso último post falamos sobre o Fevereiro Laranja, que é uma campanha de conscientização sobre a leucemia. Mas neste mês existe uma outra campanha tão importante quanto, conhecida como Fevereiro Roxo. Continue lendo para saber mais!

Em fevereiro, uma campanha de conscientização ao mal de Alzheimer é realizada no país para prevenir a doença.

A campanha de conscientização “Fevereiro Roxo” também é voltada para a fibromialgia e lúpus. Três doenças diferentes, mas com dois pontos em comum: são crônicas e incuráveis.

No caso do mal de Alzheimer, o diagnóstico precoce é importante pois o tratamento pode melhorar a qualidade de vida do paciente.

Dados do estudo Global Burden of Disease, publicado no periódico científico Lancet Public Health, mostram que o número de adultos com 40 anos ou mais vivendo com demência em todo o mundo deve quase triplicar até 2050.

No Brasil, podemos chegar a 5,6 milhões de pacientes nas próximas três décadas.

De acordo com a geriatra especialista em cuidados paliativos Maria Carolyna Fonseca Arbex, a idade é um fator de risco importante.

“Como a expectativa de vida está aumentando, mais casos de demência devem aparecer, sendo que Alzheimer é a doença mais comum e portanto aparece com mais frequência”, explica.

A campanha de conscientização Fevereiro Roxo é importante para chamar a atenção da população e dos familiares para ficarem atentos aos sintomas.

“Ter um mês focado na conscientização também é importante para elaboração de políticas públicas, já que é uma doença que está ficando cada vez mais frequente”, avalia a médica.

Fevereiro Roxo e a prevenção do Alzheimer

A faixa etária de maior risco é acima de 70 anos e alguns fatores podem influenciar, como sedentarismo, obesidade, tabagismo e pressão alta.

“Atividades que levam a traumas frequentes, como lutadores de boxe e jogadores de futebol americano, também têm mais chances de desenvolver a doença”, afirma a médica especialista.

Contudo, algumas ações podem ajudar na prevenção. “Fazer atividade física, ter um papel na comunidade e manter as doenças controladas são exemplos de fatores de prevenção”, orienta Maria Carolyna.

Outras atividades também auxiliam, como aprender uma segunda língua, realizar trabalhos manuais e tocar um instrumento musical.

“Em alguns casos, esses hábitos conseguem retardar a doença em até mais de cinco anos, quando conseguimos associar os fatores”, completa.

Principais sintomas da doença

O principal sintoma do Alzheimer é o esquecimento, ou seja, a memória recente é prejudicada.

“O paciente começa a ter dificuldades com atividades do dia a dia, se atrapalhando na hora de tomar as medicações, na organização da casa, nas compras, esquece o caminho, não lembra onde estacionou o carro”, exemplifica.

Além disso, a pessoa também pode ter dificuldade em aprender coisas novas. “Por exemplo, o micro-ondas da casa é trocado e a pessoa começa a ter dificuldades para usar o novo eletrodoméstico”, explica.

O diagnóstico é clínico, ou seja, feito de acordo com a avaliação do médico. Não existe um exame que detecte o Alzheimer, por isso é importante que os idosos façam acompanhamento regularmente com o clínico geral ou geriatra.

A Imed Saúde também apoia a campanha Fevereiro Roxo e para isso conta com uma equipe e ambiente de qualidade para cuidar da sua saúde. Tudo por um preço que cabe no seu bolso!

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Janeiro Roxo – A hanseníase tem cura?

A hanseníase tem cura

Janeiro Roxo – A hanseníase tem cura?

No nosso último artigo falamos sobre o Janeiro Branco, uma campanha que tem por objetivo conscientizar as pessoas sobre a saúde mental e sua importância. Inclusive, se você ainda não leu esse artigo, recomendamos que leia, pois tem informações valiosas! Mas neste artigo aqui que você está lendo agora, vamos falar de uma outra campanha que também é promovida no mês de janeiro, que é o Janeiro Roxo. Continue lendo para saber mais!

No dia 30 de janeiro deste ano será celebrado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Com o objetivo de conscientizar a população sobre os sintomas e a existência de tratamento para essa doença, tão estigmatizada e negligenciada, criou-se o Janeiro Roxo.

O Brasil é o segundo país com maior número de casos de hanseníase no mundo, ficando atrás somente da Índia. Em nosso país ocorrem cerca de 30 mil novos casos da doença por ano.

A enfermidade, antigamente conhecida como lepra, ainda traz o preconceito e a discriminação. Isso ocorre pela generalizada falta de informação da população a seu respeito.

Em tempos passados, as pessoas que tinham hanseníase eram afastadas da sociedade e encaminhadas para centros de tratamentos, conhecidos como “leprosários”, onde permaneciam isoladas para o resto da vida, sem contato com os familiares.

Isso acontecia, pois não existia medicamento eficaz. Hoje em dia, a situação é completamente diferente. Os pacientes não precisam ser internados e excluídos da sociedade, pois existe tratamento, inclusive fornecido gratuitamente pelo governo.

Janeiro Roxo: o que é a hanseníase?

o que é a hanseníase?

Acabamos de responder a pergunta que dá título a este artigo e, como você pôde notar, a hanseníase tem cura sim. Mas ainda não saia desta página, pois queremos compartilhar com você mais algumas informações relevantes sobre a hanseníase!

Afinal, estamos aqui falando da hanseníase, mas o que é a tal doença? Como ela é causada, transmitida e como se manifesta? É o que você descobrirá agora:

A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae.

O homem é a única fonte de transmissão, tal qual acontece por meio do ar, por gotículas de saliva e aerossóis eliminados pelas vias aéreas.

O contágio ocorre somente por contato íntimo e prolongado com uma pessoa doente e os sintomas podem demorar em torno de cinco anos para aparecer, pois o bacilo se reproduz muito lentamente.

Um dado importante: somente 10% das pessoas não nascem com defesas naturais contra a bactéria.

Entre os sinais e sintomas da hanseníase podemos destacar os seguintes:

  • manchas na pele (brancas, avermelhadas ou acastanhadas) associadas à diminuição ou ausência de sensibilidade tátil, térmica e dolorosa.

  • fraqueza muscular.

  • sensação de formigamento.

  • inchaço e dor nas mãos e pés.

  • choque, fisgada e dormência nos nervos acometidos.

  • perda de pelos em algumas áreas.

  • feridas e ressecamento no nariz.

  • pele seca.

  • febre e mal-estar.

O controle da hanseníase é um desafio , inclusive pelos profissionais da área de saúde, por falta de conhecimento, em se fazer o diagnóstico precoce. Por isso a importância do Janeiro Roxo.

Caso você apresente algum destes sintomas, é importante procurar um dermatologista. E para isso, você pode contar com a Imed! Além de ótimos preços, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato e saiba mais!

Janeiro Branco – Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do físico

Janeiro Branco

Janeiro Branco – Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do físico

Como já é de costume aqui na Imed, todos os meses divulgamos alguma campanha relacionada à saúde e bem-estar como foi o caso do Outubro Rosa e Novembro Azul, só para citar alguns exemplos. E em janeiro não seria diferente. Neste artigo falaremos do Janeiro Branco. Boa leitura pra você!

Nos últimos anos, a saúde mental vem se tornando cada vez mais importante, passando a ser tratada como uma questão médica que precisa de cuidado, tratamento e acompanhamento.

Para que cada vez mais pessoas saibam da importância de estar atento a esse cuidado, foi criada a campanha Janeiro Branco.

Cada início de ano costuma ser um bom momento para refletir sobre as perspectivas futuras e aprender com o que se passou. Usando esse momento de reflexão, também é o momento de se atentar à saúde mental.

Criada em 2013, a campanha Janeiro Branco busca mostrar que o cuidado com a mente é tão importante quanto com o corpo.

Por motivos culturais, o mental e emocional acaba sendo um tabu e deixado de lado. Afinal de contas, quem nunca ouviu alguém dizer que terapia é “coisa pra doido”?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde mental está relacionada com o bem-estar físico e social.

Ou seja, a forma como a pessoa lida com as emoções, exigências, cobranças, desejos e ambições afeta toda a sua vida.

No Brasil, a ansiedade afeta mais de 18 milhões de brasileiros e a depressão é considerada a doença do século. São transtornos que atrapalham o dia a dia de muitas pessoas, mas que podem ser tratadas.

Janeiro Branco: conheça alguns hábitos para cuidar melhor da sua saúde mental

conheça alguns hábitos para cuidar melhor da sua saúde mental

O ideal é que os cuidados com a saúde mental sejam acompanhados por um profissional. Mas existem algumas pequenas atitudes que você pode pôr em prática no seu dia a dia que farão grande diferença. Veja algumas delas, logo a seguir:

  • Reserve momentos para relaxar: Os momentos de descanso são pouco valorizados, mas representam um momento de pausa para a mente. Procure incluir na rotina alguns minutos para esvaziar a cabeça e use os fins de semana para descansar e se divertir.

  • Pratique atividades físicas: Além de ser essencial para o cuidado com o corpo, a prática de exercícios ajuda a aliviar a ansiedade, melhora a disposição e traz melhores noites de sono.

  • Tenha uma rotina de sono saudável: O sono de qualidade ajuda a estar preparado para o dia seguinte, reduzindo o cansaço físico, mental e a sensação de esgotamento. Assim como melhora o humor e a disposição.

  • Cuide da sua alimentação: Ter uma dieta equilibrada é importante porque alguns alimentos liberam substâncias que atuam no cérebro e influenciam positivamente na saúde mental.

  • Não tenha vergonha de buscar um tratamento: Não deixe de buscar ajuda por sentir vergonha. A saúde mental é tão importante quanto a física e precisa de atenção e cuidado constante. Por isso, ao primeiro sinal converse com um especialista.

O Janeiro Branco existe para conscientizar a todos que a saúde mental é coisa séria. As doenças relacionadas à mente são responsáveis por mais de um terço do total de problemas de saúde nas Américas.

Se você tem sentido muita ansiedade, mal-estar ou estresse, depressão, ou qualquer tipo de perturbação, entre em contato conosco. Temos excelentes profissionais prontos para te ajudar!

E além de preços justos, você também tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde.

A importância de consultar-se com um cardiologista. Como anda a saúde do seu coração?

A importância de consultar-se com um cardiologista

A importância de consultar-se com um cardiologista. Como anda a saúde do seu coração?

Você e eu sabemos que adotar hábitos saudáveis costuma ser a principal medida praticada por pessoas que buscam manter a qualidade de vida. E um desses hábitos é visitar o médico. Neste artigo nós iremos falar sobre a importância de consultar-se com um cardiologista. Continue lendo para saber mais!

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a consulta a um cardiologista pode prevenir o surgimento de doenças no coração, identificando e tratando os fatores de risco.

Além disso, uma avaliação médica regular possibilita o diagnóstico precoce de um problema cardíaco, elevando as chances de cura.

Quando a consulta acontece com frequência, dificilmente uma disfunção passa despercebida. Isso porque o paciente é analisado de forma individual, conforme sua idade, histórico familiar, sintomas e fatores de risco.

As principais condições que influenciam o aparecimento de doenças cardíacas e que, portanto, devem ser avaliadas pelo especialista são:

  • obesidade

  • sedentarismo

  • tabagismo

  • colesterol alto

  • hipertensão

  • diabetes

  • estresse

  • distúrbios endócrinos, infecciosos e nos rins

A importância de consultar-se com um cardiologista e os exames que este profissional pode solicitar

A importância de consultar-se com um cardiologista e os exames que este profissional pode solicitar

Quando o paciente possui um ou mais dos problemas acima e se consulta com um cardiologista periodicamente, o médico pode orientá-lo sobre mudanças de hábito necessárias, assim como acompanhar sua evolução.

Nas consultas de rotina ao cardiologista, é possível realizar diversos exames visando a detecção de disfunções. Os mais comuns são:

  • eletrocardiograma: tem como objetivo observar o ritmo do coração, se há distúrbios na condução elétrica, alguma sobrecarga ou alteração no funcionamento do órgão.

  • teste ergométrico ou de esforço: analisa o desempenho cardiovascular em momentos de esforço físico. É fundamental, portanto, para pessoas que fazem ou pretendem fazer atividades físicas. Nem sempre os resultados são conclusivos sobre a existência de alguma anormalidade, mas o teste pode levar o médico a ampliar a investigação.

  • ecocardiograma: é uma ultrassonografia que avalia o tamanho do coração, a espessura de suas paredes, o quanto de sangue é bombeado o movimento das válvulas cardíacas.

  • radiografia de tórax: além da avaliação pulmonar, observa-se se há um aumento cardíaco e alongamento da aorta.

  • testes laboratoriais: os exames de sangue mais frequentes são os de colesterol, triglicérides e glicemia, mas outros podem ser solicitados conforme o histórico do paciente.

Com o check-up preventivo, é possível evitar ou tratar precocemente várias doenças no coração.

Um exemplo que leva à morte de milhões de pessoas todos os anos é o infarto agudo do miocárdio, também chamado de ataque cardíaco. Trata-se de uma obstrução na artéria coronária que bloqueia a passagem do sangue para o músculo cardíaco.

A insuficiência cardíaca é outro problema que pode ser prevenido com a consulta a um cardiologista. Ela costuma desenvolver-se devido a outras condições, como hipertensão e disfunções vasculares, e caracteriza-se por não conseguir bombear o sangue adequadamente para outros órgãos.

Não deixe para depois

Não deixe para depois

Assim como qualquer outro especialista, você não deve deixar para visitar o cardiologista apenas quando sente algo fora do normal, como uma dor, por exemplo.

O check-up cardiológico de rotina possui um papel duplo: além de prevenir disfunções, possibilita que um distúrbio seja identificado de maneira precoce, aumentando as chances de cura.

As doenças no coração podem piorar a sua qualidade de vida, portanto, marque uma consulta com a Imed Saúde! Além de preços acessíveis, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde! Entre em contato conosco e saiba mais!

Câncer de próstata: estudo revela que taxa de cura em estado inicial é de 90%

Câncer de próstata

Câncer de próstata: estudo revela que taxa de cura em estado inicial é de 90%

Como você já deve saber, todo mês de novembro é promovida a campanha Novembro Azul. E é claro que a Imed não poderia ficar de fora. Neste mês estamos promovendo a campanha Novembro Azul: Viva Mais, Cuidando da sua Saúde. E neste artigo iremos falar um pouco mais sobre o câncer de próstata e alguns dados referentes ao tema. Tenha uma excelente leitura!

Vamos começar com alguns números um pouco preocupantes.

De acordo com a SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), diagnósticos, internações e cirurgias de câncer de próstata diminuíram a partir de 2020.

Consultas ao urologista também registraram uma taxa menor que o esperado – até julho deste ano, foram realizadas 1.812.982, enquanto em 2019 esse número ultrapassou 4 milhões.

Outras pesquisas já indicavam que a atenção com o câncer de próstata vinha diminuindo.

Um levantamento de janeiro da SBU de São Paulo estimou que aproximadamente 4.560 doentes deixaram de ser diagnosticados no estado em 2020.

Geraldo Faria, presidente da SBU de São Paulo, cita a pandemia como uma explicação para esse cenário. Ele disse o seguinte sobre o assunto:

“A Covid-19 impactou muito a procura dos pacientes a serviços de saúde, resultando numa diminuição de casos diagnosticados”.

O médico afirma que houve receio de ir a instituições de saúde por causa dos riscos de infecção, mas também foi necessário reorganizar as equipes médicas para atender a alta demanda na pandemia, diminuindo a atenção a outras doenças.

Ainda segundo ele, normalmente já há subnotificação dos casos de câncer de próstata no Brasil, resultando em uma situação “de muita gente com a doença, mas sem diagnóstico”. A pandemia, no entanto, piorou ainda mais a situação.

Câncer de próstata: uma doença fatal, mas com grandes chances de cura se descoberta em estágio inicial

Somente para 2021, são estimados mais de 65 mil casos de câncer de próstata, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Esse é o segundo tipo de tumor mais frequente na população masculina, atrás apenas de câncer de pele não-melanoma. Felizmente, essa é uma doença curável, mas é necessário diagnosticar precocemente.

O Dr. André Matos, urologista do Hospital São Vicente Curitiba, disse o seguinte:

“O câncer de próstata é uma doença muito prevalente, mas tem de 85% a 90% de chances de cura quando realmente detectado na fase inicial”.

Ao contrário do que muitos homens acreditam, o câncer de próstata não apresenta sintomas na maioria dos casos, por isso são fundamentais as consultas de rotina com um urologista.

Em fases avançadas, quando o câncer já cresceu muito dentro da próstata, alguns homens, isso é exceção, podem ter alterações para urinar, jato mais fraco ou sangue na urina e aumento na frequência de ir ao banheiro.

Outros sintomas que podem surgir são dores nos ossos, na coluna e no quadril, mas isso em casos bem avançados, quando a doença já se espalhou, ou seja, teve metástase.

A indicação da Sociedade Brasileira de Urologia é que o acompanhamento médico seja feito a partir dos 50 anos, quando existem mais riscos de desenvolvimento da doença.

E nessa medida, você pode contar conosco! Preços acessíveis, ambiente cômodo e profissionais competentes é o que você encontrará na Imed. E além disso, com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos em consultas e exames médicos. Fale com a nossa equipe e saiba mais!

Baixa testosterona? Confira os efeitos nos homens e como controlar este hormônio

Baixa testosterona

Baixa testosterona? Confira os efeitos nos homens e como controlar este hormônio

A baixa testosterona não está apenas relacionada a músculos, mas vai um pouco além disso. E manter o nível de testosterona baixo pode não ser muito benéfico para o homem. Então, como resolver esse problema? É o que você irá descobrir lendo este artigo. Boa leitura!

A testosterona é o principal hormônio masculino, sendo responsável por características consideradas masculinas como crescimento da barba, engrossamento da voz ou aumento da massa muscular.

Mas não é só isso. A testosterona também estimula a produção de espermatozoides, sendo diretamente relacionado com a fertilidade masculina.

Embora seja considerado um hormônio masculino, a testosterona também está presente nas mulheres, mas em menor quantidade.

Após os 50 anos de idade é comum haver diminuição na produção de testosterona, o que caracteriza a andropausa na vida masculina, que é semelhante à menopausa das mulheres.

No entanto, a diminuição da produção de testosterona no homem não significa que ele passa a ser infértil, mas sim que a sua capacidade reprodutiva está diminuída, já que a produção de espermatozoides fica comprometida.

Veja quais são os principais sinais de testosterona baixa

Nos homens a diminuição da produção de testosterona pode levar aos seguintes sintomas:

  • Diminuição da libido.

  • Menor desempenho sexual.

  • Depressão.

  • Diminuição da massa muscular.

  • Aumento da gordura corporal.

  • Diminuição da barba e perda de pelos no geral.

Além da disfunção sexual, a baixa testosterona em homens também pode causar problemas como osteopenia, osteoporose e alteração da fertilidade masculina.

A diminuição da produção hormonal é comum e ocorre especialmente com o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, quando o homem fuma, está acima do peso ou tem diabetes.

Veja como aumentar a testosterona

Os suplementos de testosterona devem ser usados sob indicação médica e podem ser encontrados em forma de comprimidos, gel, creme ou adesivo transdérmico.

No entanto, antes de recorrer ao uso de suplementos, é importante buscar alternativas que estimulem a produção desse hormônio, como a prática de atividade física com peso, aumento do consumo de alimentos ricos em zinco, vitamina A e D, boa noite de sono e adequação do peso para a altura.

Caso essas estratégias não aumentem a produção de testosterona, o médico deve iniciar o tratamento adequado.

Quando a testosterona está abaixo do recomendado e o homem apresenta sinais e sintomas da diminuição da produção de testosterona, o médico especialista poderá receitar o uso da testosterona em forma de comprimidos, injeção ou gel para ser usada conforme sua prescrição.

Os efeitos da testosterona nos homens podem ser observados em 1 mês de tratamento e com isso ele deve apresentar-se mais confiante, com maior desejo sexual, maior rigidez muscular e sentindo-se mais forte.

Assim, a suplementação de testosterona pode ser indicada durante a andropausa para diminuir seus efeitos, melhorando a qualidade de vida do homem.

Apenas para reforçar: o uso da testosterona deve ser recomendado pelo médico, já que pode levar a problemas de saúde como gordura no fígado, colesterol alto, pressão alta e aterosclerose.

E você, amigo, está com algum dos sintomas que mostramos aqui? Está com suspeita de baixa testosterona?

A Imed pode ajudar! Marque sua consulta conosco o quanto antes! Além de preços justos, você também pode ter descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais!

Pobreza menstrual: entenda o tema e como você pode ajudar

Pobreza menstrual

Pobreza menstrual: entenda o tema e como você pode ajudar

Dependendo da data que você está lendo este artigo, ainda estamos em outubro, e como você já deve saber, neste mês a campanha Outubro Rosa é divulgada em todo o país pelas mais diversas instituições, tanto públicas, quanto privadas. Inclusive a Imed também aderiu a campanha e fomos um pouco além, promovendo a campanha Ame-se, que fala não apenas dos cuidados contra o câncer de mama e de colo do útero, mas dos cuidados em geral que a mulher precisa ter com sua saúde. Porém, neste artigo, nós queremos falar sobre um tema um pouco diferente. Trata-se da pobreza menstrual. Continue lendo para saber mais!

Além do Outubro Rosa e a campanha Ame-se que acabamos de mencionar, também apoiamos uma outra campanha em parceria com o Shopping Pátio Cianê e o Girl Up Brasil, um movimento global da Fundação das Nações Unidas voltado à igualdade de gênero. A campanha tem o nome de Todos por Elas, campanha esta que aborda o tema “pobreza menstrual“.

O assunto está em alta no atual momento, mas na verdade é um problema antigo.

A pobreza menstrual, também chamada de precariedade menstrual, é o termo dado à falta de acesso a produtos para manter uma boa higiene no período da menstruação, e está relacionada à pobreza, bem como à infraestrutura do seu ambiente, especialmente de saneamento.

O termo também se refere à falta de acesso à educação necessária para gerenciar a higiene menstrual. A pobreza menstrual e o tabu em torno da menstruação impedem meninas e mulheres de participar da vida cotidiana. O que tem consequências graves como a ausência na escola ou no trabalho durante seus períodos menstruais.

Alguns números relacionados à pobreza menstrual

Talvez, logo de início, esse assunto possa parecer um pouco irrelevante, mas a pobreza menstrual é mais séria do que você pode imaginar. A seguir, vamos te apresentar alguns números para que você tenha uma ideia.

Globalmente, mitos, tabus e desinformação aprisionam a menstruação em um esconderijo que ceifa oportunidades. Castigando ainda mais aquelas já previamente subjugadas pela desigualdade social e racial.

Em decorrência disso, estima-se em pelo menos 500 milhões o número global de meninas e mulheres que não dispõem de instalações para o adequado manejo da higiene menstrual.

Os estudos sobre o tema são bem escassos. Mas mostram que mais de 1,5 milhão de brasileiras estão submetidas ao mais primário dos problemas relativos ao esgoto. Vivendo em residências em que os banheiros sequer existem (BRK AMBIENTAL, 2018).

Nas residências brasileiras, 11% das mulheres com mais de 80 anos não têm acesso à rede geral de distribuição de água, violação que se agrava progressivamente para as mais jovens até chegar a 17% entre as meninas com até 19 anos (BRK AMBIENTAL, 2018).

O Brasil tem hoje cerca de 7,5 milhões de meninas que menstruam na escola. Quase 90% delas frequentam a rede pública de ensino, a qual nem sempre tem condições de receber meninas nessas condições.

Segundo dados da Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (PENSE) do IBGE (2015), cerca de 3% das alunas estudam em escolas que não têm banheiro em condições de uso.

O percentual pode parecer pequeno, mas corresponde a um universo estimado de 213 mil meninas.

Além disso, uma série de mitos circunda a menstruação, entre os quais a ideia de que durante o período menstrual não é bom tocar na comida ou cozinhar, apenas citando um exemplo.

Você pode fazer a diferença!

Como você pode notar, o problema da pobreza menstrual é algo sério, não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro.

É por isso que nós da Imed damos o nosso total apoio a campanha Todos por Elas e convidamos você a fazer o mesmo!

Se você mora em Sorocaba, pode doar absorventes. Nós temos um ponto de arrecadação no Shopping Pátio Cianê, ao lado das lojas Renner.

Ou você também pode fazer sua doação em qualquer uma das unidades da Imed. Para mais detalhes, entre em contato conosco!

Lembrando que, se você não mora em Sorocaba, pode procurar por informações na sua cidade, se há alguma campanha similar a Todos Por Elas e como você pode ajudar!

A saúde da mulher no Brasil

A saúde da mulher no Brasil

A saúde da mulher no Brasil

Dando continuidade à nossa série da campanha Ame-se, relacionada ao Outubro Rosa, hoje nós iremos falar sobre a saúde da mulher no Brasil. Continue lendo para saber mais sobre esse assunto tão relevante, principalmente neste mês de outubro!

Até as primeiras décadas do século XX, a saúde da mulher no Brasil era voltada apenas a questões como partos e gestação.

De lá para cá, as primeiras políticas nacionais da área começaram a surgir. Elas incluíam ações voltadas para o planejamento familiar e o combate à desnutrição nos anos 1950.

Em 1983 foi criado o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM).

Apesar do protagonismo nas políticas de saúde, as mulheres ainda eram vistas apenas como mães, gestantes ou esposas. Isso porque, a assistência prestada era majoritariamente materno-infantil.

Apenas em 2004, com a Política Nacional de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PNAISM), que as pacientes tiveram atenção completa às suas necessidades, e não só na gravidez.

Em primeiro lugar, as políticas do PAISM, consideradas ultrapassadas, foram revistas, dando assim novas perspectivas à atenção obstétrica humanizada e ao planejamento familiar, apenas citando alguns exemplos.

Além disso, novos aspectos importantíssimos passaram a fazer parte da rede de assistência.

Por exemplo, a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, de patologias como o câncer de mama e de colo do útero, climatério, aborto, mudanças na adolescência, etc.

Inclusive, grupos antes negligenciados começaram a ser incluídos, como mulheres negras, indígenas, trabalhadoras rurais, lésbicas, presidiárias, profissionais do sexo, entre outras.

Com o passar dos anos, o avanço das políticas relacionadas à saúde da mulher se desdobrou em outros programas específicos, que hoje são inúmeros.

O pioneirismo na saúde da mulher no Brasil

Sobre a saúde da mulher no Brasil, ainda não temos um cenário ideal. Há muito o que melhorar, mas se olharmos para trás, conseguimos avançar.

As mulheres eram presas fáceis do câncer de colo do útero em fins do século XIX no Brasil. Sem acesso a serviços médicos, muitas morriam sem saber por qual doença ou como se tratar.

As cirurgias e os tratamentos paliativos eram então as principais estratégias da medicina brasileira contra a doença.

Independentemente da terapia, no entanto, as chances de cura eram ínfimas, restringindo-se aos tumores menores.

Aos poucos, as ações de controle desse tipo de tumor começaram a ser mais bem estruturadas, culminando na criação de instituições de atendimento e controle da doença, entre elas o Instituto de Ginecologia, no Rio de Janeiro.

Inaugurado em março de 1947, o instituto foi pioneiro na organização de ações permanentes de combate ao câncer cervical por meio de um modelo específico de diagnóstico que se tornou referência no país.

Em São Paulo, o Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), dirigido pelo médico José Aristodemo Pinotti, iniciou, em 1965, um importante programa de controle do câncer de colo do útero.

Todas as mulheres atendidas eram submetidas ao exame Papanicolau.

Mais tarde, quando a demanda por atendimento se tornou insuficiente, começou-se a planejar a construção do que veio a ser o Centro de Controle do Câncer Ginecológico e Mamário, embrião do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), atual Hospital da Mulher José Aristodemo Pinotti.

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