Posso estar com covid-19 mesmo após o teste rápido ser negativo?

Posso estar com covid-19 mesmo após o teste rápido ser negativo

Essa é uma dúvida bem comum entre as pessoas que fazem o teste rápido, também conhecido como antígeno, para verificar se estão com covid-19 ou não. Continue lendo para saber mais sobre este assunto.

No começo deste ano, além da covid-19, também tivemos um surto de influenza (gripe). E isso fez com que muitas pessoas ficassem em dúvida ao fazer o teste rápido e este dar negativo para o coronavírus.

Já adiantamos que especialistas apontam que um resultado negativo no teste de antígeno não significa que a pessoa não está com a covid-19. Principalmente se estiver com sintomas gripais.

“Um teste de antígeno negativo numa pessoa sintomática não afasta o diagnóstico. É melhor a pessoa repetir ou um PCR, para ter mais certeza, ou um teste de antígeno 24 horas depois”, afirma explica Alberto Chebabo, infectologista da rede de saúde integrada Dasa e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Isso ocorre porque o teste de antígeno é menos sensível que o PCR, considerado o “padrão ouro” do diagnóstico.

Falando um pouco mais sobre o teste antígeno, o antígeno viral é uma estrutura do vírus que faz com que o corpo produza uma resposta imunológica contra ele: os anticorpos.

Os testes de antígeno detectam essas estruturas. Se ele dá positivo, significa que a pessoa está infectada no momento do teste e pode infectar outras.

A diferença do teste antígeno para o PCR é que enquanto o primeiro detecta pequenas estruturas que estimulam o sistema imune, o segundo detecta o código genético do vírus.

E se o teste rápido der positivo para a covid-19?

E se o teste rápido der positivo para a covid-19

Já te mostramos que se o teste rápido der negativo para covid-19 não significa necessariamente que a pessoa não tenha contraído o coronavírus.

Mas e o contrário? Se eu fizer um teste antígeno e der positivo, isso pode ser um engano? E a resposta é não!

“É muito difícil um antígeno falso positivo. Se der positivo, ele confirma o diagnóstico. Ele tem uma especificidade boa, mas uma sensibilidade um pouco menor. Um exame positivo fecha como positivo. Um exame negativo não garante que está negativo mesmo”, explica Alberto Chebabo.

“Acredita-se que uma pessoa sintomática tem uma carga viral alta e um exame de antígeno, mesmo com uma menor sensibilidade que o PCR, consegue detectar a presença do vírus ali, exatamente por essa maior carga viral”, conclui o médico.

Então, de forma resumida, se você fez um teste rápido e ele deu positivo, dificilmente será um falso positivo e é praticamente certo que você esteja com covid-19.

Agora se você fez o mesmo teste e ele deu negativo, não significa necessariamente que você não tenha contraído o coronavírus. O ideal é você se consultar com o clínico geral e se possível realizar um teste PCR, que como você pode ver aqui, é mais assertivo que o teste antígeno.

Para isso, você pode contar com a Imed! Além do PCR, também trabalhamos com outros testes para covid-19.

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Tireoide – Qual a função, sintomas de problemas e como tratar?

Tireoide

Hoje o assunto para o nosso artigo é tireoide. É bem provável que você já tenha ouvido falar dela, mesmo sem saber exatamente o que significa.

É possível que você já tenha ouvido alguém falar que ganhou peso ou perdeu peso por causa da tireoide. Para entender melhor como isso funciona, e obter mais informações sobre o assunto, continue lendo.

A tireoide é uma das maiores glândulas do corpo humano, localizada no pescoço, um pouco abaixo do pomo de adão. Ela tem um formato de borboleta e atua na produção dos hormônios T3 e T4.

Quando ocorre alguma alteração na tireoide, o que pode acontecer é ela liberar menos ou mais quantidade de hormônio do que o habitual. A glândula pode interferir em:

  • Peso.

  • Concentração.

  • Fertilidade.

  • Humor.

  • Regulação do ciclo menstrual.

Os principais problemas envolvendo a tireoide são os seguintes:

Hipertireoidismo: os hormônios da tireoide são liberados em grande quantidade, fazendo com que o organismo comece a trabalhar de forma mais veloz do que antes.

Alguns dos sintomas do hipertireoidismo são: agitação fora do normal, aumento da frequência cardíaca e palpitações, perda de peso e suor em excesso.

Hipotireoidismo: a tireoide libera menos hormônios, fazendo com que o corpo funcione mais devagar.

Alguns dos sintomas do hipotireoidismo são: sonolência, redução da frequência cardíaca, cansaço, ganho de peso e depressão.

Neste caso, o organismo age como se estivesse querendo poupar a pessoa de gastar muita energia.

Nódulo na tireoide: eventualmente, é possível observar o aparecimento de nódulos na glândula, que em geral são assintomáticos. Na maior parte dos casos, quando se encontra um nódulo na tireoide o seu diagnóstico é benigno.

Porém, é necessário sempre investigá-lo com ultrassonografia e algumas vezes realizar biópsia.

Sintomas que podem indicar problemas na tireoide

Os idosos maiores de 65 anos de idade podem ser mais suscetíveis a mudanças nos hormônios da tireoide.

Em grande parte dos casos acontece o hipotireoidismo e nem sempre é necessário tratamento quando há alteração laboratorial, porém o paciente está assintomático.

Quem tem histórico familiar de parentes com problemas na tireoide precisa ficar atento, pois grande parte das doenças que atingem a glândula são autoimunes e sendo assim há um componente genético na sua ocorrência.

As mulheres também devem ter uma atenção maior quanto a isso, uma vez que são as mais acometidas por doenças autoimunes.

A deficiência hormonal sempre deve ser tratada nas gestantes, pois esses hormônios são fundamentais no processo de desenvolvimento do feto.

O hipotireoidismo pode ocorrer também nos bebês recém-nascidos, que podem ter hipotireoidismo congênito e serem rapidamente diagnosticados através do teste do pezinho.

O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível para que não apresentem sequelas no futuro.

Além de relatar seu histórico de doenças e realizar exame físico (apalpando a região da glândula), exames especializados são usados para diagnosticar distúrbios da tireoide.

  • Exames de sangue para medir os níveis de hormônios tireoidianos e TSH.

  • Exames de imagem (como ultrassom) para investigar o tamanho e a presença de nódulos na tireoide.

  • Biópsia e punção aspirativa por agulha fina.

  • Cintilografia de tireoide.

E por falar em exames e tratamento, para isso você pode contar com a Imed!

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Glaucoma – O que é? Tem cura?

Glaucoma

Você já ouviu falar em glaucoma? Mesmo que tenha ouvido falar, te convidamos a continuar lendo este artigo para complementar seu conhecimento. E para você que não sabe nada ou quase nada sobre o assunto, essa leitura será ainda mais proveitosa!

O glaucoma é uma doença grave que aparece geralmente após o aumento da pressão intraocular, que constitui o principal fator de risco para essa condição.

Esta pressão acontece devido ao aumento de um líquido chamado de humor aquoso, que é produzido na parte anterior do olho ou por uma deficiência de sua drenagem através de seu canal.

Quando há um bloqueio desse fluido do olho, este provoca o aumento da pressão ocular. Na maioria dos casos de glaucoma, essa pressão está elevada e provoca danos no nervo óptico.

A falta de visão é uma consequência da destruição das células ganglionares. Essas estruturas ligam o olho ao cérebro e são responsáveis pela condução das imagens da retina ao cérebro.

O glaucoma costuma ser assintomático e pode provocar cegueira ou perda de visão severa se não for diagnosticado e tratado corretamente.

A doença pode estar presente e a pessoa não percebe causando uma piora do quadro e progressivamente uma lesão irreversível do nervo que, por sua vez, afeta o campo de visão.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são registrados 2,4 milhões de novos casos de glaucoma anualmente, o que totaliza 60 milhões de pessoas no mundo.

No Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Glaucoma, a doença atinge 2% dos brasileiros acima dos 40 anos, resultando em cerca de um milhão de pessoas.

Glaucoma tem cura?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o que é glaucoma, vem a questão: a doença tem cura? E a resposta é: infelizmente não! O glaucoma é uma doença crônica, ou seja, não tem cura.

Mas mesmo não tendo cura, a pressão intraocular pode ser controlada e os sintomas atenuados, com o tratamento adequado.

Assim, o ideal é que sempre que existe suspeita de ter a doença se consulte um oftalmologista para iniciar o tratamento, que pode incluir o uso de colírios, comprimidos ou, até, cirurgia.

Geralmente, o médico precisa começar por fazer uma avaliação para entender qual o tipo de glaucoma, já que pode influenciar o tipo de tratamento.

Um exame ocular pode ser usado para confirmar o diagnóstico de glaucoma.

O médico precisará examinar o interior do olho, observando através da pupila, que geralmente é dilatada.

O especialista geralmente realiza um exame completo do olho.

Somente a averiguação da pressão intraocular (por meio da tonometria) não é suficiente para diagnosticar o glaucoma, pois a pressão ocular costuma mudar.

Por isso, outros exames deverão ser feitos para que o médico possa diagnosticar o paciente com glaucoma ou não.

Como você deve ter percebido durante a leitura, o glaucoma muitas vezes é assintomático. Portanto, marque uma consulta com o oftalmologista e verifique se está tudo certo com a saúde dos seus olhos.

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Urologista: Mulher também precisa ir?

Urologista

Quem nunca ouviu algo do tipo: ginecologista é o médico para mulher e o urologista é o médico para homem?

Talvez você acredite nisso, assim como muitos outros. Mas saiba que essa frase não é totalmente verdadeira.

O ginecologista sim cuida da saúde da mulher e de órgãos específicos do sexo feminino.

Mas sobre o urologista, ele não é um médico exclusivo para o homem. Continue lendo para entender melhor.

O urologista é sim responsável por tratar problemas do aparelho sexual masculino, mas além disso, é ele também que cuida do aparelho urológico (rins, ureteres, bexiga e uretra…) de homens e mulheres.

Sendo assim, cabe ao urologista tratar tanto homens, quanto mulheres!

Mas calma, não feche a página, ainda não termina por aqui!

Agora que você já sabe que o urologista é responsável também por cuidar de todo o aparelho urológico feminino, vamos descobrir quais doenças que este profissional trata das mulheres.

Como acabamos de dizer, cabe ao médico urologista tratar de forma clínica e até mesmo cirúrgica uma série de patologias que acometem os rins, bexiga e alguns outros órgãos que fazem parte do sistema urinário feminino.

Dito disso, vamos compartilhar com você uma lista com as 7 principais motivos que fazem com que mulheres procurem por um urologista:

  1. Cálculos renais
  2. Incontinência Urinária
  3. Bexiga Hiperativa
  4. Infecções urinárias e cistites
  5. Cólica Renal
  6. Prolapso de órgãos da pelve (Útero ou Bexiga caída)
  7. Doenças sexualmente Transmissíveis

Além dessas doenças, uma série de outros problemas que acometem o sistema urinário são atendidos pelos urologistas. Esses são apenas os mais frequentes, porém não os únicos.

Quando a mulher precisa ir ao urologista?

Quando a mulher precisa ir ao urologista

Como você viu, existem algumas doenças que as mulheres podem tratar com a ajuda do urologista. Mas quais os sintomas que devem fazer com que ela visite este especialista? É o que nós iremos te mostrar agora.

Ao perceber sintomas como dores na bexiga, pélvis ou região genital, dor ao urinar, necessidade frequente de urinar, desconforto ou sangue na urina a mulher deve procurar um urologista para fazer o diagnóstico correto e recomendar o melhor tratamento, que poderá ser à base de antibióticos.

A infeção urinária soma mais de 2 milhões de casos no Brasil e é muito mais comum nas mulheres. O motivo é justamente a anatomia do corpo feminino.

O canal urinário da mulher é mais curto do que o do homem, além de ser mais próximo da vagina e ânus. Esta condição facilita a entrada de bactérias, ocasionando a infecção.

Por essa razão, a higiene da mulher precisa de atenção especial. Cuidar na hora de fazer a limpeza da região genital após ir ao banheiro, lavar-se corretamente após relações sexuais e não usar o mesmo absorvente por muito tempo são ações importantes para evitar infeções.

É de suma importância que casos de infecção urinária sejam tratados com acompanhamento do médico.

Se a infecção não for eliminada da forma correta, ela pode tornar-se recorrente e até se agravar, causando complicações nos rins como a pielonefrite.

Portanto, se você, mulher, estiver com algum desses sintomas, procure ajuda médica o quanto antes. E se este for o seu caso, a Imed pode te ajudar!

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Cardiologista: Porque devo cuidar do meu coração desde cedo?

Cardiologista

Muitos de nós temos o mau costume de procurar ir ao médico somente quando um problema incomoda, quando sentimos dor ou desconforto. Neste artigo você irá descobrir porque deve ir ao cardiologista o quanto antes e cuidar do seu coração desde cedo. Boa leitura!

Os mais jovens tendem a não se preocupar muito em visitar o médico com certa frequência. Muito menos cuidar da saúde do coração. Mas isso é um erro.

Um estudo feito pela Fundação Favaloro na Argentina, revela que a primeira causa de morte da humanidade é o ataque cardíaco ou morte súbita.

A placa arterial é uma substância dura que se forma e cresce dentro das artérias, fazendo com que os vasos sanguíneos fiquem obstruídos e endurecidos.

A formação dessas placas, conhecidas como doença arterial coronariana ou aterosclerose coronariana, muitas vezes leva a ataques cardíacos e derrames por ir lentamente cortando o fornecimento de sangue para órgãos vitais.

Coágulos sanguíneos formados por estas plaquetas que se libertam das paredes das artérias podem bloquear o fluxo de sangue e causar a morte.

A arteriosclerose é outra doença que envolve a formação de placas nas artérias e também é vulgarmente chamada de “endurecimento das artérias”. A placa é constituída por gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias do sangue.

Especialistas aconselham levar uma alimentação saudável, pobre em gordura e sódio, mas rica em fibras.

Além disso, fazer uma rotina de exercícios durante 30 minutos, pelo menos três vezes por semana para remover a gordura do corpo. E beber muita água para manter o sistema hidratado.

A Organização Mundial de Saúde estima que pelo menos 80% das mortes prematuras por doenças cardíacas e derrames poderiam ser evitados através de uma dieta saudável, atividade física regular e abandono do tabaco.

Porque cuidar do coração mais cedo e como o cardiologista pode ajudar

Nosso coração possui a função essencial de manter o corpo em funcionamento. Ele faz isso através do bombeamento do sangue pelo sistema circulatório.

O lado direito do coração manda o sangue para os pulmões, onde ocorre a troca gasosa.

Consequentemente, esse sangue é preenchido com oxigênio e devolvido ao lado esquerdo que, simultaneamente, envia esse sangue rico em oxigênio para as artérias.

Desse modo, o sangue nutre os órgãos e tecidos do corpo, enquanto remove o excesso de resíduos.

A importância de cuidar do coração deve estar presente desde a juventude e continuar por toda a vida. Porém, nunca é tarde para fazer mudanças no estilo de vida que poderão melhorar a saúde do seu coração.

Claro que quanto mais cedo começar, melhor. Mas é sempre preferível começar hoje mesmo do que daqui alguns meses ou anos, independentemente da sua idade.

No mundo, em média 18 (dezoito) milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças cardiovasculares.

Do mesmo modo, no Brasil, ocorrem aproximadamente quatrocentos mil óbitos por ano. Isso representa mais de mil mortes por dia. E, enfim, o mais importante, 50% dessas mortes são evitáveis.

Portanto, manter o coração saudável é fundamental para uma boa saúde em geral.

Sempre é melhor prevenir do que remediar. Isso é fato. Mas diagnosticar e tratar pessoas que já estejam com algum problema cardíaco também é fundamental. E é aí que entra o papel do cardiologista.

E se você precisa de um bom cardiologista, a Imed é a sua solução! Além de preços atrativos, contamos com o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato conosco para saber mais.

Gaslighting: significado, conscientização sobre saúde mental e tratamento

Gaslighting

Você conhece alguma pessoa ou algumas pessoas que estão em um relacionamento tóxico? É possível que essa(s) pessoa(s) podem ser vítimas das armações dos seus parceiros sem perceber. Acontece que muitos indivíduos demonstram uma habilidade de manipulação com os seus companheiros. Para explicar melhor essa situação, entenda o significado de gaslighting e como identificá-lo.

Gaslighting se trata de uma manipulação feita por uma pessoa com o intuito de controlar o parceiro. Muitas informações são distorcidas, omitidas e inventadas para que a pessoa continue o abuso psicológico na vítima. Por sua vez, a vítima convive com uma sensação de medo e insegurança em relação ao agressor.

Além de duvidar de si, o alvo desse abuso assume por completo a responsabilidade dos problemas no relacionamento. Por isso, em casos mais graves o indivíduo começa a duvidar da sua própria sanidade.

O gaslighting pode ser praticado tanto por mulheres quanto por homens em seus relacionamentos. Porém, esse comportamento abusivo é frequente entre o público masculino.

A palavra gaslighting originou-se do filme Gaslight, em português À meia luz, lançado em 1944.

O filme mostra um marido abusivo tentando convencer a esposa e os amigos de que ela é louca. Para tanto, ele manipula o ambiente ao redor, negando os comentários de que a casa está mudando.

Nos estudos a respeito do gaslighting, a psicologia esclarece que os maus tratos à vítima é uma forma de se beneficiar da situação. Ainda que o agressor seja confrontado por esse comportamento, ele vai negar ter más intenções.

Sendo uma forma de violência psicológica, o gaslighting afeta a psique da vítima por causa das constantes manipulações psicoemocionais.

Tanto que indivíduos que não conseguem romper relações abusivas possuem a autoestima frágil em razão do abuso que sofreram.

Gaslighting: como identificar e receber ajuda

como identificar e receber ajuda

Como a vítima sofre com manipulações discretas, tem dificuldades de reconhecer o abuso. Tudo porque está esgotada mentalmente e pode desenvolver sinais de uma depressão.

A vítima precisa analisar o comportamento do parceiro de forma mais racional e questionar quais emoções ele gera nela. Ficar com esse parceiro gera bem-estar, estresse, emoções boas ou ansiedade? Por isso é importante refletir.

Também é importante pensar a respeito das ocasiões em que o seu parceiro mentiu ou fez acusações falsas. Caso o número de situações de conflito seja grande, certamente a vítima está sendo agredida sem saber.

O agressor tentará mostrar como a vítima age de forma equivocada, confusa e transfere para ela a responsabilidade das suas ações.

Ele talvez até diga como a sua vítima deve se sentir em relação aos eventos ditos na conversa e por isso essa atitude também se torna duvidosa.

Uma relação saudável é marcada por uma troca dos dois lados, apoio, encorajamento e capacidade de conversar abertamente entre o casal.

Além de te fazer bem, esse tipo de relacionamento trará o melhor dos seus sentimentos, bem como vai mostrar a verdade no seu parceiro.

O amor de verdade não manipula, mas sim acolhe para que o casal se desenvolva para demonstrar o seu melhor.

Se você ou alguém conhecido sofre com o gaslighting deve buscar o apoio de pessoas queridas e de psicólogos para se recuperar.

Além de recuperar a autoestima, essa rede de apoio ajudará na recuperação do seu amor-próprio e confrontar o parceiro abusivo.

A Imed pode te ajudar a cuidar da sua saúde mental. Temos profissionais qualificados e preços justos. Além disso, com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos. Entre em contato conosco e saiba mais.

Gastro: Azia e queimação constante. Por que sinto isso?

Gastro: Azia e queimação constante. Por que sinto isso

De forma geral, não é difícil diagnosticar a azia somente a partir da descrição de sintomas. No entanto, às vezes, ela pode ser confundida com outros problemas de saúde. Por isso, em caso de o diagnóstico não estar claro, você poderá se consultar com um médico gastroenterologista – ou simplesmente gastro – para fazer mais exames. Se você tem sentido azia e queimação no estômago constantes e gostaria de saber o que pode ser, continue lendo!

Em primeiro lugar vamos entender o que é a azia. A azia é uma sensação de queimação na região do esôfago, no peito, atrás do osso esterno. Ela pode provocar, ainda, dor ou incômodo que irradia para o pescoço ou garganta.

Normalmente, a azia é causada por refluxo de ácido gástrico e alguns fatores de risco, como hérnia de hiato e oscilações hormonais na gravidez.

Além disso, a azia pode ser provocada por má alimentação, nervosismo ou uso de roupas muito justas, que acabam prejudicando a digestão dos alimentos.

Independente da causa, o tratamento para a azia constante é feito com antiácidos para diminuir a acidez do estômago e mudança nos hábitos alimentares. Apenas em casos raros indica-se cirurgia para resolver o problema.

A principal causa da azia é o refluxo, no entanto há também outras causas que justificam essa queimação.

O refluxo ocorre quando o retorno involuntário do conteúdo que está no estômago sobe para o esôfago, causando um desconforto intenso por se tratar de um conteúdo muito ácido.

Em casos de refluxo, o sintoma mais comum é a azia, mas também pode haver dor intensa na região do tórax – parecida com a dor do infarto ou angina – tosse seca e, até mesmo problemas respiratórios como asma e pneumonia.

Azia e queimação constante: veja quais as outras razões e como o gastro pode ajudar

Azia e queimação constante

Continuando a falar do refluxo, você pode fazer algumas coisas para aliviar o problema antes mesmo de visitar o gastro.

Por exemplo, evitar deitar-se logo após comer, dormir com a cabeceira elevada e também ter alguns cuidados com a alimentação, evitando o consumo de café, álcool, alimentos gordurosos e bebidas ácidas.

Outro problema que pode estar te causando azia é a hérnia de hiato.

Normalmente a hérnia de hiato é mais comum em pessoas com excesso de peso, que fumam, ou que praticam exercício físico em excesso.

Os sintomas são leves e muito parecidos com os de refluxo, incluindo indigestão principalmente quando a pessoa se deita após comer, e pioram quando a pessoa se inclina, faz esforços ou levanta objetos pesados.

Para aliviar o problema é aconselhado comer devagar e em mais vezes ao dia, evitar refeições pesadas pelo menos duas horas antes de ir dormir.

Também, evitar alimentos gordurosos, ácidos, álcool, cigarros, e a perda de peso quando há obesidade ou sobrepeso.

Outro problema comum que pode causar azia é a gastrite.

A gastrite é a irritação ou inflamação que ocorre no estômago causada por infecções, estresse, alergias, uso de alguns medicamentos e alteração no sistema imune.

Os sintomas dependem do tipo de gastrite e, podem ser dor e desconforto abdominal, náuseas e vômitos, indigestão e sensação de estar cheio mesmo após uma refeição pequena.

Estes são apenas alguns problemas que podem estar te causando azia. E mesmo que você possa ter algumas práticas que aliviam os sintomas, o ideal é você procurar por uma ajuda profissional. Neste caso, a do gastro.

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Clínico Geral: 10 motivos para procurar um agora!

Clínico Geral 10 motivos para procurar um agora

Clínico Geral: 10 motivos para procurar um agora!

Você sabia que, apesar do nome, o clínico geral é um médico com especialização?

No entanto, em lugar de se qualificar para o tratamento de apenas uma parte do corpo, este profissional se especializou em clínica geral, também denominada de medicina interna.

O médico clínico geral possui um conhecimento mais amplo sobre o corpo humano e tem competência para tratar várias doenças, que não precisam de um acompanhamento exclusivo.

Além disso, vamos te mostrar mais 10 motivos para procurar um clínico geral o quanto antes. Acompanhe:

1 – Reduz o risco de autodiagnóstico

A internet nos ajuda muito quando queremos obter informações sobre determinados assuntos. Mas nem tudo que se encontra aqui é verdade ou serve para nós.

É muito comum pacientes jogarem seus sintomas no Google e se autodiagnosticar, o que pode trazer muitas consequências negativas como a automedicação e o diagnóstico incorreto. Por isso você deve sempre recorrer ao clínico geral, pois ele é o profissional adequado para te ajudar seja qual for a sua queixa.

2 – Economia

E não estamos falando apenas de economizar dinheiro, mas tempo também. Ao invés de perder tempo com diversas consultas a especialistas e exames que muitas vezes nem seriam necessários, você pode procurar um clínico geral e obter suas respostas corretas e, então, ser direcionado ao que precisa.

3 – Histórico médico

Muitas vezes o clínico geral se torna o médico da família, pois ele tem acesso a todo o histórico médico de seus pacientes. Sabendo precisamente quais são suas doenças, a causa delas e até mesmo fatores psicológicos e sociais que podem agravá-las. Assim, ele transmite mais confiança e segurança aos pacientes.

4 – Prontidão

Ter conhecimento aprofundado do corpo humano, acesso ao histórico médico e estar consciente da situação dos seus pacientes torna o esse profissional mais apto para o atendimento rápido e eficaz em casos emergenciais, diagnósticos e tratamentos.

5 – Eficiência no atendimento

Com exceção de doenças cirúrgicas, ginecológicas e obstétricas, qualquer outra pode ser tratada de maneira mais eficiente pelo clínico geral. Ele está apto a diagnosticar a doença, o tratamento ou a especialidade médica mais adequada para cada caso.

6 – Orientação nutricional

Como já falamos aqui, o clínico geral pode fazer uma avaliação do que você precisa e depois te encaminhar para um especialista. E no caso da nutrição não é diferente. Ele pode te dar algumas orientações nutricionais e se for necessário, o encaminhamento para um nutricionista.

7 – Realizar um checkup

Fazer um checkup de tempos em tempos é um dos bons hábitos que você deve ter e, para isso, o clínico geral pode ser de grande valia. Ele não apenas está habilitado para solicitar os exames que são necessários, mas também poderá interpretá-los.

8 – Aparecimento de alergias

É comum pensar logo no dermatologista quando surge alguma alergia em nosso corpo. Mas quando estiver com alguma alergia mais intensa ou diferente, é bastante recomendável procurar um clínico geral.

9 – Surgimento de qualquer sintoma

Qualquer sintoma novo que você perceber em seu corpo, deve te levar a uma visita ao clínico geral. Principalmente se for algo inespecífico ou que você não correlacione com alguma especialidade médica.

10 – Previne doenças

A realização de exames, consultas e conversas são importantes para o reconhecimento de fatores de risco, além do fato de podermos ter um diagnóstico e tratamentos precoces que podem ser mais eficientes no combate de qualquer doença.

Depois desses 10 motivos que te mostramos, não deixe de marcar sua consulta com o clínico geral. Aqui na Imed você conta com descontos exclusivos por meio do Cartão iSaúde. Entre em contato conosco e saiba mais!

Você sabe a diferença entre os tipos de colesterol?

Você sabe a diferença entre os tipos de colesterol

Você sabe a diferença entre os tipos de colesterol?

Embora seja mais famoso pelos malefícios que provoca no organismo, você sabia que o colesterol também pode ser muito benéfico, sendo um elemento essencial para o corpo? A explicação para isso está nos dois tipos de colesterol que existem: LDL e HDL. Mas você sabe a diferença entre os tipos de colesterol? Continue a leitura para descobrir!

Colesterol é uma palavra relativamente comum entre a maioria das pessoas. Mas você sabe dizer o que exatamente é o colesterol?

O colesterol é uma gordura encontrada e produzida naturalmente no corpo humano. Entre as importantes funções que desempenha no organismo estão a produção de hormônios e de sais biliares.

O colesterol é essencial para o corpo, pois faz parte da membrana celular. Nesse sentido, é necessário para a fabricação da vitamina D e de outras substâncias fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

Porém, apesar de ser classificado de duas formas distintas, na verdade o colesterol é um só.

O que muda são as chamadas lipoproteínas, composto químico presente nas membranas celulares formadas por um lipídio e uma proteína.

Inclusive, o papel dessas lipoproteínas é transportar o colesterol pela corrente sanguínea até os tecidos. Outrossim, o fígado produz as lipoproteínas de duas formas distintas: HDL e LDL.

Veja qual a real diferença entre os tipos de colesterol

Veja qual a real diferença entre os tipos de colesterol

Ambos os tipos de colesterol precisam ser encontrados no sangue para que o organismo funcione corretamente. Porém, se a quantidade de HDL estiver baixa e a LDL estiver alta, há um risco maior no desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Dessa forma, entende-se o LDL como o colesterol ruim e o HDL como o colesterol bom. O equilíbrio na presença dessas substâncias é fundamental.

Por isso, recomenda-se a avaliação periódica dos seus níveis no sangue. A seguir, entenda mais sobre as diferenças entre esses tipos.

Colesterol HDL

A sigla HDL significa High Density Lipoprotein, ou, em tradução literal, Lipoproteína de Alta Densidade. Esse composto transporta o colesterol, removendo as moléculas em excesso no sangue e nos tecidos, direcionando-as para o fígado, onde serão processadas e eliminadas pelo intestino.

Por isso, o HDL é considerado o “colesterol bom”, pois impede-se o acúmulo de gorduras nos vasos sanguíneos. Além disso, ele previne a ocorrência de doenças cardiovasculares, como, por exemplo, a aterosclerose e o infarto.

Para que desempenhe seu papel corretamente, o nível de colesterol HDL no sangue precisa estar acima de 40 mg/dL, sendo este o seu valor de referência.

Quando é necessário melhorar sua taxa, recomenda-se o consumo de abacate, castanha, amendoim, salmão e sardinha.

Colesterol LDL

O colesterol LDL, ou Low Density Lipoprotein (Lipoproteína de Baixa Densidade), tem por função transportar o colesterol do fígado e do intestino para as células e tecidos. Ou seja, faz o caminho inverso do tipo HDL.

Ainda, esse trajeto reverso tem por objetivo fornecer colesterol para a fabricação da membrana celular, vitamina D, hormônios esteroides e ácidos biliares. O problema está no excesso de LDL no sangue.

Para que seja considerado bom, o nível de LDL precisa estar abaixo de 130 mg/DL. Para os fumantes, pessoas acima do peso, com diabetes ou arritmia, o valor de referência é de, no máximo, 100 mg/DL.

Agora que você já sabe a diferença entre os tipos de colesterol, quando foi a última vez que fez um exame para checar o seu?

Na Imed você pode agendar uma consulta com o médico e este irá te solicitar o exame. Na Imed você também conta com o Cartão iSaúde, um cartão de descontos para deixar seus exames e consultas com um preço ainda mais interessante! Entre em contato conosco e saiba mais!

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Saiba quais são as doenças mais comuns no inverno

Neste mês de junho o inverno começa. E apesar de ainda não ter começado, o frio já deu as caras em várias regiões do Brasil, principalmente nas regiões Sul e Sudeste. E é por isso que nesse artigo nós iremos te mostrar quais são as doenças mais comuns no inverno. Continue lendo para saber mais!

O frio é ideal para programas caseiros e cenários românticos – inclusive junho, o mesmo mês que começa o inverno, é o mês dos namorados aqui no Brasil – porém é também nessa época que algumas doenças aparecem.

Gripes e resfriados podem ser recorrentes, porém há outras doenças mais comuns no inverno como a sua época de proliferação.

Isso acontece porque elas podem ser causadas por microorganismos, como vírus, fungos e bactérias, e para fugir do frio é frequente encontrar aglomerações de pessoas em locais fechados.

Isso facilita a transmissão de tais agentes. As reações alérgicas também dão as caras no inverno, isso porque em ambientes fechados é possível encontrar vários estímulos alérgicos.

Além das doenças respiratórias e alérgicas, as doenças de pele também podem ter um destaque na estação mais fria do ano.

A dermatite atópica, os eczemas e as micoses são exemplos de doenças que podem acometer a pele durante o inverno.

Isso porque, além de o clima frio gerar ressecamento da epiderme, muitas pessoas costumam tomar banho com água quente, o que provoca desidratação e afeta a barreira cutânea.

O uso de meias, por exemplo, contribui para o surgimento das micoses, principalmente se forem calçadas com os pés molhados. Afinal, a umidade favorece a proliferação de fungos.

Quais são as doenças mais comuns no inverno e como evitá-las

Quais são as doenças mais comuns no inverno e como evitá-las

Antes de falarmos sobre como você pode evitar as doenças mais comuns no inverno, queremos citar uma outra doença que não é tão falada: a otite.

A otite média aguda é uma infecção que acontece no ouvido médio — espaço localizado atrás dos tímpanos — e provoca dor muito forte, diminuição da audição e secreção.

Esse problema pode ter origem viral ou bacteriana, e geralmente está associado a outras doenças, como a gripe e o resfriado.

Agora sim, sobre a prevenção das doenças!

Não é nada fora do comum, são cuidados básicos e talvez até óbvios, mas muitas vezes o óbvio também deve ser dito!

Lave as mãos

Você sabia que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), lavar as mãos é uma das práticas mais importantes quando o objetivo é prevenir doenças?

Isso porque os vírus e as bactérias estão em todas as partes, especialmente, aquelas que todos tocam — maçanetas, corrimões, cadeiras etc.

Basta tocar o rosto, os olhos ou o nariz para se contaminar. Assim, adquira o hábito de lavar as mãos, não somente antes e após as refeições.

Tenha uma boa alimentação

Os alimentos estão entre os fatores que mais influenciam a saúde. Desse modo, a adoção de uma alimentação balanceada, ou seja, rica em verduras, legumes, frutas e carnes brancas, ajuda a manter o organismo saudável, pois fortalece o sistema imunológico.

Vacine-se

Atualmente, já existem vacinas que previnem algumas das doenças de inverno — gripe e pneumonia, por exemplo. Inclusive, elas são ofertadas gratuitamente em postos de saúde.

Por isso, vale a pena apostar nessa forma de prevenção. A vacina estimula o organismo a produzir anticorpos contra essas enfermidades e, ao contrário do que muitos pensam, não trazem prejuízos à saúde.

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