Como cuidar da pele no frio?

Como cuidar da pele no frio

Dependendo da data em que você estiver lendo este texto, estamos no inverno (pelo menos estávamos na data que foi escrito!). E por causa das baixas temperaturas e das agressões que elas podem causar ao nosso corpo, é essencial ter atenção aos cuidados com a pele no inverno. Nos meses mais frios, é comum que ela fique ressecada, que surjam alergias e que o seu aspecto fique comprometido. Por isso, neste artigo, nós iremos te mostrar como cuidar da pele no frio. Boa leitura!

Assim como as estações do ano vão mudando, acontece o mesmo com a nossa pele. Ou seja, conforme a estação do ano muda, a nossa pele reage de uma forma diferente.

Cuidar da pele no verão não é a mesma coisa que cuidar da pele no inverno. A estação mais fria do ano é perfeita para alguns cuidados específicos, enquanto outros, tão falados no verão, acabam deixados de lado. Mas isso não deve acontecer.

Por exemplo, o protetor solar. Muitos pensam que ele só é necessário nos dias quentes, principalmente no verão. Mas isso é um engano!

O protetor solar deve permanecer na sua rotina de cuidados com a pele mesmo em dias frios, e mesmo que você não saia de casa. Afinal, os raios UVA têm o poder de passar por nuvens e pelos vidros das janelas de nossas casas e carros.

Portanto, a nossa primeira dica é: nunca deixe de usar o protetor solar, mesmo no inverno e mesmo em dias frios!

Mais algumas dicas de como cuidar da pele no frio

Mais algumas dicas de como cuidar da pele no frio

Outro hábito bem comum nos dias mais frios – e até agradável – é tomar banho quente, bem quente! E é aí que mora o perigo!

Os banhos quentes são uma das maiores tentações durante os meses de baixas temperaturas. Em especial para as mulheres, que naturalmente sentem mais frio do que os homens.

Porém, a água quente demais, além de poder ocasionar queimaduras na pele, também retira toda a sua proteção natural, causando ressecamento.

O ideal é que o banho seja morno, numa temperatura agradável. Ao mesmo tempo, procure usar sabonetes hidratantes, que minimizam as agressões e ajudam a nutrir a pele.

E por falar em hidratantes, não adianta apenas hidratar sua pele de fora para dentro. Você deve continuar bebendo bastante água, mesmo nos dias frios!

É comum que sintamos mais sede no verão, nos dias quentes e, consequentemente, bebamos mais água. Mas o ideal mesmo é beber água antes de sentirmos sede, pois quando estamos com sede é sinal que nosso corpo já está desidratado.

É indispensável que seu organismo esteja hidratado, para que a pele possa produzir a sua proteção natural.

E falando ainda em organismo, no inverno nosso corpo queima mais calorias e por isso sentimos mais fome nos dias frios. E é normal que sintamos vontade de comer alimentos doces e mais pesados, deixando de lado as verduras, frutas e legumes.

No entanto, esse é um erro que devemos evitar, já que a pele continua necessitando de nutrientes para se manter bonita e saudável.

Por fim, mas não menos importante, uma das melhores dicas que podemos te dar sobre como cuidar da pele no frio é: procure ajuda profissional, ou seja, um dermatologista. Para isso, você pode contar com a Imed! Entre em contato conosco e saiba mais!

Covid, gripe e sinusite: Qual a diferença?

Entenda agora a diferença entre covid, gripe e sinusite

Apesar de possuírem algumas semelhanças, covid, gripe e sinusite não são a mesma coisa. E para saber qual a diferença entre uma e outra, continue a leitura!

Dor de cabeça, febre e coriza passaram a causar mais preocupação com o aparecimento da covid-19. Porém, nem sempre a pessoa pode estar contaminada pelo coronavírus.

O quadro é característico de algumas outras doenças e pode causar certa confusão. Por isso é importante conhecer os sintomas de cada doença e intensificar ainda mais os hábitos de prevenção.

Além dos sintomas parecidos, boa parte dessas doenças que estamos falando têm em comum a transmissão causada por um vírus. Febre, dores de cabeça e no corpo, cansaço e mal-estar são alguns sintomas comuns entre elas.

Alguns sinais, como o modo de evolução dos sintomas, podem até dar algumas pistas.

No entanto, especialistas em saúde dizem que só um exame de sangue ou um teste de laboratório específico – ou um autoteste no caso da covid – para as doenças podem confirmar o diagnóstico.

O que aprendemos durante dois anos de pandemia é o seguinte: se os sintomas gripais/respiratórios são leves, isole-se em casa e espere passar.

Caso você tenha sintomas fortes, como falta de ar e febre alta que não cessa com remédio, procure ajuda médica.

Logo a seguir nós vamos falar um pouco mais sobre covid, gripe e sinusite para te ajudar a diferenciar uma da outra.

Entenda agora a diferença entre covid, gripe e sinusite

Entenda agora a diferença entre covid, gripe e sinusite

Que covid, gripe e sinusite têm sintomas similares, você já sabe. Mas vamos entender um pouco mais a fundo cada uma dessas três doenças, começando pela covid-19.

A covid-19 pode se apresentar em três formas: leve, moderada ou grave. O diagnóstico pode ser feito por exame clínico e por testes de laboratório em amostras colhidas no nariz, principalmente.

Atualmente os sintomas mais comuns são: febre ou calafrios, tosse seca, falta de ar, cansaço, dores musculares, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, congestão nasal ou nariz escorrendo, náusea, vômitos e diarreia.

Pesquisas recentes mostram que duas doses de vacina causam uma redução no tempo de duração de sintomas, que também é diferente em casos de outras doenças com sintomas parecidos.

Agora, falando sobre a gripe, ela é causada pelo vírus da influenza, que possui centenas de mutações. Esse é o motivo pelo qual a vacina contra a gripe precisa ser atualizada e administrada todos os anos.

A gripe pode ter sintomas bem semelhantes aos da covid-19. A diferença é que seu período de incubação tende a ser mais curto, ou seja, os sintomas surgem rápido (de um dia para o outro, muitas vezes) e a piora no quadro tende a ser aguda.

Os sintomas mais comuns da gripe são: tosse (geralmente seca), febre, dor de cabeça, dores no corpo, mal-estar e cansaço. Podem ocorrer dor de garganta, diarreia (especialmente em crianças) e coriza ou congestão nasal (nariz entupido).

Por fim, falando sobre a sinusite, ela é uma inflamação aguda ou crônica, dos seios da face. Pode ser causada por vírus ou bactérias além de poluição, choques térmicos, corpo estranho e alterações anatômicas no nariz. Seus sintomas incluem dor de cabeça, secreção espessa nasal ou posterior à garganta, tosse, alterações do olfato e febre são sintomas.

Seja covid, gripe ou sinusite, o ideal é sempre buscar um diagnóstico com um especialista, ou seja, com um clínico geral. E para isso você pode contar com a Imed Saúde! Entre em contato conosco e descubra os diversos benefícios em usar nossos serviços!

A alimentação do seu filho pode estar contribuindo com a Obesidade Infantil

A alimentação do seu filho pode estar contribuindo com a Obesidade Infantil

As crianças costumam ter mais energia e disposição do que nós, adultos. Mas a tecnologia, principalmente celulares, tablets e brinquedos eletrônicos podem fazer com que as crianças fiquem sedentárias. Além disso, a má alimentação também pode desencadear a obesidade infantil. E é sobre este tema que nós iremos falar neste artigo. Continue lendo para saber mais!

Nos últimos anos tem havido uma mudança importante no padrão alimentar da nossa população. Os alimentos naturais, como frutas, verduras, legumes, cereais, entre outros, têm sido cada vez mais substituídos pelos alimentos industrializados e ultraprocessados.

As crianças estão cada vez mais expostas a alimentos como: biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, sorvetes, bolos industrializados, alimentos congelados prontos para o consumo, doces em geral, refrigerantes, achocolatados, cereais matinais e sucos industrializados, entre outros.

Tem sido cada vez mais comum encontrar crianças menores de dois anos que já consumiram, ou que até mesmo consomem com certa frequência esses alimentos. O que não é o ideal.

Por isso, é muito importante a modificação dos hábitos alimentares para o combate à obesidade infantil.

E por falar em hábitos alimentares, você sabia que tudo começa pela mãe? Isso mesmo. A alimentação durante a gestação pode programar o seu metabolismo, fazendo com que ele se torne mais suscetível a determinadas doenças ao longo da vida.

Nesse sentido, há vários estudos que mostram uma correlação entre obesidade infantil e alimentação inadequada durante a gravidez.

Ou seja mães que têm uma dieta com alimentos ricos em açúcares, gorduras e calorias, além de ganhar peso excessivamente na gestação, ainda aumentam as chances do bebê se tornar obeso na infância e na sua vida adulta.

Obesidade Infantil: quais as consequências e como evitar

Obesidade Infantil

A obesidade infantil pode acarretar diversos problemas de saúde, como hipertensão arterial e alterações metabólicas, aumento dos triglicerídeos e de “colesterol ruim” (LDL), alteração dos níveis de glicose no sangue, resistência à insulina e diabetes.

Além disso, pode aumentar o risco de esteatose hepática (fígado gorduroso), colecistite, câncer (de mama, endométrio e intestino) e doenças cardiovasculares como infarto e derrame cerebral.

Para evitar todos esses problemas que a obesidade infantil pode causar, é muito importante a modificação dos hábitos alimentares.

Como falamos antes, no caso das gestantes, é ideal que procurem melhorar o seu hábito alimentar. Substituindo aqueles alimentos industrializados e ultraprocessados por alimentos naturais.

Já para os bebês recém-nascidos, o ideal é que tomem apenas leite materno até os 6 meses de vida. crianças amamentadas exclusivamente ao peito têm menor risco de serem obesas do que aquelas que consomem fórmulas infantis ou leites artificiais.

Mesmo com o início da introdução alimentar, o leite materno ainda continua sendo a principal fonte de energia e nutrientes para o bebê. Nessa fase os alimentos são necessários apenas para complementar as necessidades nutricionais da criança.

E atenção! Nada de oferecer refrigerantes, sucos industrializados e alimentos ricos em açúcares e gorduras antes dos 2 anos.

Sabemos que a vida hoje em dia é corrida, mas procure cozinhar alimentos naturais.

Compre mais frutas, legumes e verduras em geral. Inclua mais cereais integrais como arroz integral e aveia, feijões e demais leguminosas como ervilha e lentilha. E introduza fontes de proteína como cortes de carne magros, frango, peixes e ovos e laticínios como leite, queijos brancos e iogurte natural.

E por fim, leve seu filho(a) ao pediatra e endocrinopediatra. Nisso, você pode contar com a Imed! Entre em contato conosco e saiba mais!

Fato ou Mito: Leite faz bem para os ossos e as articulações?

Fato ou Mito Leite faz bem para os ossos e as articulações

É muito provável que você já tenha ouvido falar que leite faz bem para os ossos e as articulações. Que isso acontece por causa do cálcio. Mas será que isso é mito ou verdade? Continue lendo para descobrir!

Em primeiro lugar temos que deixar bem claro que não existe nenhum alimento mágico que evita a deterioração dos ossos e qualquer doença relacionada.

Porém, um estudo sugere que, para algumas pessoas, beber leite pode realmente ajudar os ossos e retardar a progressão de doenças que o envolvam.

O consumo de laticínios tem sido reconhecido como um fator importante na saúde óssea, diz o autor do estudo e professor assistente de Harvard Bing Lu, MD:

“O leite contém muitos dos nutrientes que são necessários diariamente, incluindo cálcio, fósforo e proteína, e é fortificado voluntariamente com vitamina D.”

A pesquisa mostrou que beber leite pode reduzir a perda óssea e diminuir o risco de fraturas ósseas, por isso faz sentido que também possa ajudar a reduzir a perda da cartilagem protetora que conecta nossos ossos e articulações – a principal causa da osteoartrite.

Bing Lu e seus colegas recrutaram mais de 2.000 pacientes com osteoartrite de joelho e monitoraram a ingestão de laticínios por quatro anos.

E descobriram que, pelo menos para as mulheres, quanto mais leite desnatado e sem gordura bebiam por semana, menos a artrite progredia.

No entanto, duas observações: os homens não colheram os mesmos benefícios – sua artrite progrediu da mesma forma, independentemente do que eles beberam.

E mesmo para as mulheres, apenas o leite teve efeito positivo.

O consumo de queijo na verdade aumentou na progressão da doença, enquanto o consumo de iogurte não teve impacto significativo.

Então, o leite faz bem para os ossos e as articulações?

o leite faz bem para os ossos e as articulações

Talvez você tenha notado até agora que não existe uma resposta exata para essa pergunta. Leite faz bem para os ossos e as articulações? De acordo com a pesquisa que acabamos de ver: depende! Para mulheres, teve efeito positivo. E para homens, um efeito nulo.

Para dar um pouco mais de luz a esta questão, em 1997 uma pesquisa feita pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, acompanhou 77 mil enfermeiras por dez anos.

E não encontraram nenhuma diferença significativa no número de fraturas de braços entre as participantes que bebiam um copo de leite por semana ou menos e aquelas que ingeriam dois ou mais.

Já em 2015, um grupo de pesquisadores da Nova Zelândia revisou, combinou e reanalisou 15 estudos deste tipo. E descobriu que durante dois anos registou-se um aumento na densidade mineral óssea, mas após esse período o crescimento parou.

Conclusão: se você toma leite pensando que seus ossos ficarão mais fortes, principalmente se você for homem, pode estar enganado. E se você for mulher, seus ossos podem ter um aumento na densidade, mas por pouco tempo.

Se você quer cuidar bem dos seus ossos, sugerimos que visite um reumatologista e um nutricionista. Esses profissionais irão te orientar da melhor forma possível.

E sabe o que é melhor? Você pode encontrá-los aqui na Imed! E melhor ainda: além de preços acessíveis, você consegue descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Não deixe sua saúde para depois, entre em contato conosco agora mesmo!

 

Diabetes gestacional: riscos na hora do parto

diabetes gestacional

É quase certo que você que está lendo já tenha, no mínimo, ouvido falar sobre diabetes. Mas e a diabetes gestacional, você sabe o que é? Já ouviu falar. Para saber mais sobre o assunto, continue a leitura!

No último dia 15 de agosto, dia da gestante, a Sociedade Brasileira de Diabetes lançou um alerta para uma das complicações mais comuns na gravidez que é a diabetes mellitus gestacional.

É estimado que o problema atinja cerca de 18% das grávidas, ou seja, uma a cada seis grávidas no Brasil podem apresentar esse diagnóstico.

Esse problema acontece por causa das mudanças hormonais que a mulher sofre durante a gestação. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença não é facilmente identificada através dos sintomas. Por isso é preciso acompanhar a glicose da mulher durante toda a gestação.

Importante deixar bem claro que diabetes gestacional é diferente de se descobrir que tem diabetes na gestação. A diabetes gestacional surge em decorrência da própria fisiologia da gravidez e normalmente desaparece no fim dela.

Quando não diagnosticada e tratada na suas fases iniciais a diabetes gestacional pode trazer riscos à mãe e ao bebê como por exemplo com o feto crescendo de forma excessiva.

Bebês cujas mães não tiveram sua diabetes tratada na gravidez costumam nascer com mais de quatro quilos. Isso acarreta mais riscos na hora do parto.

diabetes gestacional: causas e tratamento

diabetes gestacional

Sobre as causas da diabetes gestacional, podemos citar a placenta, que além de ser um órgão de nutrição, também é endócrino, responsável pela produção de hormônios.

Em outros casos ocorre sobrecarga no pâncreas, órgão que produz insulina que, quando insuficiente, faz com que eleve o nível de açúcar presente na corrente sanguínea muito acima do normal.

Apesar de ser uma doença temporária, isso não significa que a diabetes gestacional não seja grave. Os riscos para os bebês são grandes.

O bebê pode ter dificuldade para respirar, pode ter dificuldade de controlar o açúcar no sangue depois que nasce e precisar até de UTI.

Por outro lado, apesar dessas preocupações, o tratamento costuma ser bem simples.

A melhor coisa a se fazer é prevenir a doença. E para fazer isso, a mamãe precisa mudar alguns hábitos alimentares e praticar atividades físicas. Controlar o peso durante a gestação é fundamental. O aumento de peso excessivo durante este período é um grande fator que favorece o aparecimento da diabetes gestacional.

Importante desmistificar algo que muitos acreditam: que o açúcar em excesso provoca a diabetes gestacional. Mas como acabamos de dizer, é o sobrepeso, o principal vilão.

O risco maior de desenvolver esse tipo de doença, inclusive, está entre mulheres sedentárias, com hipertensão e colesterol descontrolado.

Isso não significa que mulheres que levam uma vida mais saudável não possam desenvolver a doença. E é por isso que os exames médicos são tão importantes.

Não dá pra saber com certeza se a alteração da glicemia durante a gestação aconteceu por causa da gravidez. Por isso é recomendável fazer um acompanhamento com endocrinologista após o nascimento do bebê.

E neste caso, a Imed pode te ajudar! Entre em contato e saiba mais!

A misteriosa hepatite em crianças

A misteriosa hepatite em crianças

Todos já estão cansados de ouvir falar em pandemia, coronavírus, covid-19 e afins. A boa notícia é que após dois anos de isolamento social, muitos prejuízos sociais e econômicos, temos vacinas e, apesar de a pandemia ainda não ter acabado, estamos conseguindo controlá-la aos poucos. No entanto, uma nova doença tem preocupado as autoridades: a misteriosa hepatite em crianças.

Um tipo de hepatite aguda de origem desconhecida está acometendo crianças em ao menos 20 países. Muito severa, a doença não tem relação direta com os vírus conhecidos da hepatite, e 10% dos casos exigiu transplante de fígado.

Houve relatos na Espanha, Israel, Estados Unidos, Dinamarca, Irlanda, Holanda, Itália, Noruega, França, Romênia, Bélgica e Argentina – a maioria em crianças de um mês a 16 anos, com uma morte relatada. No Brasil, 16 casos suspeitos estão sob investigação.

A síndrome clínica entre os casos identificados é a hepatite aguda (inflamação do fígado de forma abrupta) com enzimas hepáticas acentuadamente elevadas.

O adenovírus foi detectado em pelo menos 74 casos; em 18 casos, testes moleculares identificaram a presença do adenovírus F tipo 41 e em 20 foi identificada a presença do SARS-CoV-2 (coronavírus). Além disso, em 19 houve uma coinfecção por SARS-CoV-2 e adenovírus.

Os vírus comuns que causam hepatite viral aguda (vírus da hepatite A, B, C, D e E) não foram detectados em nenhum desses casos. Viagens internacionais ou conexões em outros países não foram identificados como fatores da doença. Sua real causa ainda está sob investigação pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A misteriosa hepatite em crianças em crianças e sua possível causa

A misteriosa hepatite em crianças em crianças e sua possível causa

Como acabamos de dizer, o novo surto de hepatite em crianças ainda é um mistério e as autoridades na área da saúde estão investigando.

Mas especialistas do Reino Unido acreditam ter identificado a causa da recente onda de misteriosos problemas hepáticos que afetam crianças pequenas em todo o mundo.

Em seus estudos, chegaram à conclusão que dois vírus comuns voltaram a circular após o fim das restrições impostas pelos governos para controlar a pandemia da covid-19 — e desencadearam os raros, mas muito graves, casos de hepatite.

Duas equipes de pesquisadores, de Londres, na Inglaterra e Glasgow, na Escócia, dizem que bebês expostos mais tarde do que o normal — por causa das restrições da pandemia — perderam alguma imunidade precoce a:

  • adenovírus, que normalmente causa resfriados e dores de estômago

  • vírus adeno-associado dois (AAV2), que normalmente não causa doença e requer um vírus “auxiliar” coinfectante – como o adenovírus – para se replicar

Isso poderia explicar por que alguns desenvolveram complicações hepáticas incomuns e preocupantes.

Não está claro por que alguns desenvolvem inflamação no fígado — mas a genética pode influenciar na gravidade do quadro.

Os cientistas descartaram qualquer conexão com vacinas contra o coronavírus ou à própria covid-19.

Os sintomas da hepatite em crianças são os seguintes: dor abdominal, diarreia e vômitos e aumento dos níveis de enzimas hepáticas (aspartato transaminase (AST) ou alanina aminotransaminase (ALT) acima de 500 UI/L), além de icterícia e ausência de febre.

Caso você tenha filhos pequenos e apresentem algum desses sintomas, procure a Imed. Com certeza nossos pediatras poderão ajudar a aliviar os sintomas e restaurar a saúde dos pequenos!

Além de preços acessíveis, você também conta com o Cartão iSaúde, que te proporciona descontos em exames e consultas. Entre em contato conosco e saiba mais!

Câncer de Cólon: Como reconhecer os sintomas? As fezes indicam sinais?

Câncer de Cólon

Existem diversas partes do corpo que são afetadas pelo câncer e o cólon é uma delas. Mas como reconhecer os sintomas? As fezes indicam sinais? Afinal, o que exatamente é o câncer de cólon? Tudo isso você irá descobrir continuando a leitura!

Em primeiro lugar vamos entender o que é o cólon.

O cólon representa a maior parte do intestino grosso. Ele se inicia no ceco, mais especificamente após a válvula ileocecal, e termina no reto. O cólon possui cerca de 1,5 metros de comprimento e emoldura o intestino delgado na cavidade abdominal.

Agora que você já sabe o que é e onde fica o cólon, vamos falar sobre o câncer de cólon e porque devemos dar a devida atenção a este assunto.

Recentemente, a produtora e empresária Patricia Perissinotto Kisser, esposa do músico Andreas Kisser, da banda Sepultura, morreu de câncer de cólon, aos 52 anos.

Um pouco antes disso, a apresentadora britânica da BBC Deborah James também morreu de câncer de cólon, aos 40 anos. Constantemente repetia uma dica na sua campanha para aumentar a conscientização sobre a doença: verifiquem as suas fezes.

Essa dica pode parecer um pouco estranha e até fútil, mas é mais importante do que parece. Todos nós devemos segui-la sem ter vergonha ou algum receio.

Precisamos ficar atentos a sinais de sangue nas fezes e também de sangramento na área do ânus.

O sangue vermelho claro pode ser resultado de vasos sanguíneos inchados, mas também pode ser causado por câncer de cólon.

Sangue vermelho escuro ou preto pode vir do intestino ou do estômago, o que também pode ser preocupante.

Câncer de cólon: mais alguns sinais e sintomas

Câncer de cólon: mais alguns sinais e sintomas

Além da presença de sangue nas fezes, outros sinais que você deve observar são as mudanças nos hábitos intestinais, como fezes mais soltas ou a necessidade de defecar com mais frequência do que o normal.

Também deve prestar atenção se você sentir que não está esvaziando totalmente o intestino, ou que não vai ao banheiro com frequência suficiente.

A detecção do câncer de cólon pode se dar através de uma colonoscopia (procedimento que usa uma câmera dentro de um tubo longo para olhar dentro de todo o intestino) ou uma sigmoidoscopia flexível, que examina parte dele.

Mais de 90% das pessoas diagnosticadas com câncer de cólon em seu estágio inicial sobrevivem por cinco anos ou mais. Em comparação com 44% quando diagnosticados no estágio mais avançado.

É por isso que nós queremos reforçar aqui que você observe bem se há alguma anormalidade, das quais já citamos no seu organismo. E se for o caso, procure um especialista. Inclusive, existe um especialista para tratar tipos de câncer.

Aqui na Imed nós temos este especialista, que é o oncologista.

A oncologia (também conhecida como cancerologia no Brasil) é um ramo da medicina que estuda sobre os tumores (neoplasias), incluindo a maneira com que eles se desenvolvem e qual a melhor forma de tratamento para cada tipo.

O oncologista é o médico capacitado para tratar tumores sejam eles benignos ou malignos. Inclusive para prescrever tratamentos de quimioterapia, hormonioterapia e imunoterapia, quando necessários.

Saúde é coisa séria e não deve ser deixada para depois. Por isso a Imed quer ajudar a cuidar da sua! E com o Cartão iSaúde, você paga ainda menos em suas consultas e exames. Entre em contato e saiba mais!

Entenda o que é a Endometriose, as causas e o tratamento

Endometriose

Hoje o assunto que queremos tratar neste artigo é com você, mulher. Queremos falar sobre a sua saúde e falar de um tema específico: a endometriose. Vamos falar sobre o que é, as causas e o tratamento. Continue lendo para saber mais!

Talvez você tenha ouvido falar sobre endometriose por causa da cantora Anitta que divulgou o assunto em seu Twitter recentemente. Veja o que ela postou:

Se você não sabe exatamente o que é a endometriose, não precisa pesquisar, como aconselhou Anitta, pois vamos te explicar agora mesmo!

O útero é revestido por um tipo de tecido que é afetado diretamente pelos hormônios, engrossando sua espessura e sendo expelido do corpo conforme o ciclo menstrual da mulher, e é chamado de endométrio.

O endométrio é o que permite, por exemplo, que o óvulo se instale ali para que possa ser fecundado pelo espermatozoide, gerando uma gravidez.

Quando esse tecido cresce fora do útero, em lugares da cavidade abdominal, como os ovários e a bexiga, a paciente é diagnosticada com endometriose.

Normalmente, ao final do ciclo menstrual, o endométrio costuma ser expelido do corpo, por meio da menstruação. Quando há endometriose, ou seja, a presença de endométrio em outros pontos do corpo, isso não acontece, gerando dores intensas.

Causas e tratamento para endometriose

Causas e tratamento para endometriose

Agora que você já sabe o que é a endometriose, chegou o momento de saber o que causa essa inflamação e principalmente como tratar.

A endometriose não tem causa muito bem estabelecida, no entanto algumas teorias explicam o que poderia favorecer o crescimento de tecido endometrial fora do útero.

Uma delas é a menstruação retrógrada, que é uma situação em que a menstruação não é eliminada corretamente, podendo seguir em direção aos outros órgãos pélvicos.

Dessa forma, os fragmentos do endométrio que deveriam ser eliminados na menstruação permanecem nos outros órgãos, dando origem à endometriose.

Os fatores ambientais também podem ser responsáveis pela inflamação. Por exemplo, a presença de poluentes que são encontrados na gordura das carnes e refrigerantes poderiam alterar o sistema imune fazendo com que o corpo não reconheça estes tecidos.

Porém, mais pesquisas científicas devem ser realizadas para comprovar estas teorias.

Sobre o tratamento para endometriose deve ser orientado pelo ginecologista de acordo com os sintomas apresentados pela mulher, idade e gravidade da endometriose.

E falando em ginecologista, a Imed conta com excelentes profissionais que podem ajudar você, mulher a tratar tanto a endometriose, quanto qualquer outro tipo de problema envolvendo a sua saúde. Além também de ajudar a cuidar da saúde de toda a sua família.

De quebra você e sua família têm direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Para saber mais, entre em contato conosco. Estamos à sua disposição!

Posso estar com covid-19 mesmo após o teste rápido ser negativo?

Posso estar com covid-19 mesmo após o teste rápido ser negativo

Essa é uma dúvida bem comum entre as pessoas que fazem o teste rápido, também conhecido como antígeno, para verificar se estão com covid-19 ou não. Continue lendo para saber mais sobre este assunto.

No começo deste ano, além da covid-19, também tivemos um surto de influenza (gripe). E isso fez com que muitas pessoas ficassem em dúvida ao fazer o teste rápido e este dar negativo para o coronavírus.

Já adiantamos que especialistas apontam que um resultado negativo no teste de antígeno não significa que a pessoa não está com a covid-19. Principalmente se estiver com sintomas gripais.

“Um teste de antígeno negativo numa pessoa sintomática não afasta o diagnóstico. É melhor a pessoa repetir ou um PCR, para ter mais certeza, ou um teste de antígeno 24 horas depois”, afirma explica Alberto Chebabo, infectologista da rede de saúde integrada Dasa e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Isso ocorre porque o teste de antígeno é menos sensível que o PCR, considerado o “padrão ouro” do diagnóstico.

Falando um pouco mais sobre o teste antígeno, o antígeno viral é uma estrutura do vírus que faz com que o corpo produza uma resposta imunológica contra ele: os anticorpos.

Os testes de antígeno detectam essas estruturas. Se ele dá positivo, significa que a pessoa está infectada no momento do teste e pode infectar outras.

A diferença do teste antígeno para o PCR é que enquanto o primeiro detecta pequenas estruturas que estimulam o sistema imune, o segundo detecta o código genético do vírus.

E se o teste rápido der positivo para a covid-19?

E se o teste rápido der positivo para a covid-19

Já te mostramos que se o teste rápido der negativo para covid-19 não significa necessariamente que a pessoa não tenha contraído o coronavírus.

Mas e o contrário? Se eu fizer um teste antígeno e der positivo, isso pode ser um engano? E a resposta é não!

“É muito difícil um antígeno falso positivo. Se der positivo, ele confirma o diagnóstico. Ele tem uma especificidade boa, mas uma sensibilidade um pouco menor. Um exame positivo fecha como positivo. Um exame negativo não garante que está negativo mesmo”, explica Alberto Chebabo.

“Acredita-se que uma pessoa sintomática tem uma carga viral alta e um exame de antígeno, mesmo com uma menor sensibilidade que o PCR, consegue detectar a presença do vírus ali, exatamente por essa maior carga viral”, conclui o médico.

Então, de forma resumida, se você fez um teste rápido e ele deu positivo, dificilmente será um falso positivo e é praticamente certo que você esteja com covid-19.

Agora se você fez o mesmo teste e ele deu negativo, não significa necessariamente que você não tenha contraído o coronavírus. O ideal é você se consultar com o clínico geral e se possível realizar um teste PCR, que como você pode ver aqui, é mais assertivo que o teste antígeno.

Para isso, você pode contar com a Imed! Além do PCR, também trabalhamos com outros testes para covid-19.

De quebra, você tem direito a descontos exclusivos com o Cartão iSaúde. Entre em contato conosco e agende sua consulta ou o seu teste contra a covid-19!

Tireoide – Qual a função, sintomas de problemas e como tratar?

Tireoide

Hoje o assunto para o nosso artigo é tireoide. É bem provável que você já tenha ouvido falar dela, mesmo sem saber exatamente o que significa.

É possível que você já tenha ouvido alguém falar que ganhou peso ou perdeu peso por causa da tireoide. Para entender melhor como isso funciona, e obter mais informações sobre o assunto, continue lendo.

A tireoide é uma das maiores glândulas do corpo humano, localizada no pescoço, um pouco abaixo do pomo de adão. Ela tem um formato de borboleta e atua na produção dos hormônios T3 e T4.

Quando ocorre alguma alteração na tireoide, o que pode acontecer é ela liberar menos ou mais quantidade de hormônio do que o habitual. A glândula pode interferir em:

  • Peso.

  • Concentração.

  • Fertilidade.

  • Humor.

  • Regulação do ciclo menstrual.

Os principais problemas envolvendo a tireoide são os seguintes:

Hipertireoidismo: os hormônios da tireoide são liberados em grande quantidade, fazendo com que o organismo comece a trabalhar de forma mais veloz do que antes.

Alguns dos sintomas do hipertireoidismo são: agitação fora do normal, aumento da frequência cardíaca e palpitações, perda de peso e suor em excesso.

Hipotireoidismo: a tireoide libera menos hormônios, fazendo com que o corpo funcione mais devagar.

Alguns dos sintomas do hipotireoidismo são: sonolência, redução da frequência cardíaca, cansaço, ganho de peso e depressão.

Neste caso, o organismo age como se estivesse querendo poupar a pessoa de gastar muita energia.

Nódulo na tireoide: eventualmente, é possível observar o aparecimento de nódulos na glândula, que em geral são assintomáticos. Na maior parte dos casos, quando se encontra um nódulo na tireoide o seu diagnóstico é benigno.

Porém, é necessário sempre investigá-lo com ultrassonografia e algumas vezes realizar biópsia.

Sintomas que podem indicar problemas na tireoide

Os idosos maiores de 65 anos de idade podem ser mais suscetíveis a mudanças nos hormônios da tireoide.

Em grande parte dos casos acontece o hipotireoidismo e nem sempre é necessário tratamento quando há alteração laboratorial, porém o paciente está assintomático.

Quem tem histórico familiar de parentes com problemas na tireoide precisa ficar atento, pois grande parte das doenças que atingem a glândula são autoimunes e sendo assim há um componente genético na sua ocorrência.

As mulheres também devem ter uma atenção maior quanto a isso, uma vez que são as mais acometidas por doenças autoimunes.

A deficiência hormonal sempre deve ser tratada nas gestantes, pois esses hormônios são fundamentais no processo de desenvolvimento do feto.

O hipotireoidismo pode ocorrer também nos bebês recém-nascidos, que podem ter hipotireoidismo congênito e serem rapidamente diagnosticados através do teste do pezinho.

O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível para que não apresentem sequelas no futuro.

Além de relatar seu histórico de doenças e realizar exame físico (apalpando a região da glândula), exames especializados são usados para diagnosticar distúrbios da tireoide.

  • Exames de sangue para medir os níveis de hormônios tireoidianos e TSH.

  • Exames de imagem (como ultrassom) para investigar o tamanho e a presença de nódulos na tireoide.

  • Biópsia e punção aspirativa por agulha fina.

  • Cintilografia de tireoide.

E por falar em exames e tratamento, para isso você pode contar com a Imed!

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