Ansiedade: saiba como identificar os sintomas e prevenir-se

Ansiedade: saiba como identificar os sintomas e prevenir-se

É bem provável que você tenha ouvido expressões do tipo: “sou uma pessoa muito ansiosa!” Ou “estava ansioso para saber logo o resultado do exame”. A ansiedade pode ser classificada como um sentimento ou emoção, dependendo do contexto. Mas a ansiedade que vamos falar aqui é algo bem mais sério. Continue lendo e saiba mais!

A ansiedade que vamos abordar neste artigo é caracterizada como um distúrbio psiquiátrico que prejudica a qualidade de vida de diversas pessoas ao redor do mundo.

Controlar essa sensação pode ser um desafio para muitos durante toda a vida. Sem saber como lidar com esse sentimento, muitas pessoas acabam aprendendo a conviver com essa apreensão por longos períodos.

Quem sofre desse distúrbio acaba se preocupando excessivamente e, por fim, seus temores passam longe da realidade. Em resumo, isso tudo atrapalha muito o cotidiano.

Os transtornos de ansiedade podem ser divididos em transtorno de ansiedade generalizada (TAG), síndrome e ataques de pânico e fobias específicas.

O ataque de pânico é caracterizado por um período curto em que uma pessoa sente angústia e medo extremos, de início súbito e acompanhados por sintomas emocionais e físicos. Os sinais do ataque de pânico são:

  • dor no peito.

  • sensação de engasgo.

  • medo de morrer, perder o controle ou enlouquecer.

  • agitação.

  • náuseas e vertigens.

  • dormência e formigamento, principalmente, nas mãos e pés.

  • palpitações.

  • tremor.

  • sensação de falta de ar.

Como os sintomas de um ataque de pânico envolvem órgãos vitais, como coração, cérebro e pulmões, é comum que as pessoas confundam com infarto.

Normalmente, os sinais atingem o seu ápice em 10 minutos e, após esse tempo, regridem. Quando isso ocorre, não há alterações nos exames laboratoriais, ou seja, um médico não consegue achar nenhum problema na saúde do paciente que justifique os sintomas.

Como lidar com o problema no cotidiano?

Como lidar com o problema no cotidiano

Para lidar com os transtornos de ansiedade, a pessoa deve contar com a ajuda de um psiquiatra. A terapia medicamentosa pode ser instituída, a fim de evitar novas crises.

Além disso, a psicoterapia é uma opção, visto que as crises de pânico podem ser desencadeadas por situações de estresse.

A maioria de nós tem uma rotina agitada, com várias coisas acontecendo de uma forma rápida. E isso pode colaborar para que o controle da ansiedade seja mais difícil. Tanto para quem sofre do transtorno de forma generalizada quanto para pessoas levemente ansiosas.

Veja o que você pode fazer para evitar crises de ansiedade:

Controle sua respiração: A respiração é algo fundamental para o controle diário da ansiedade. Praticar a respiração profunda é um conselho antigo e pede um pouco de treinamento. Ao inspirarmos e expirarmos o ar lentamente, fazemos com que nosso cérebro compreenda que devemos relaxar. Controlar a respiração oferece um efeito de relaxamento quase que imediato.

Evite situações de gatilho: Em muitos casos, a ansiedade é provocada por situações que acontecem de repente e nos pegam de surpresa. Mas determinados acontecimentos servem como gatilho para desencadear uma crise ou para um comportamento ansioso. Por exemplo, a ida a um local estressante e uma conversa com uma pessoa negativa podem ser gatilhos para certas pessoas desenvolverem quadros de ansiedade.

Faça atividade física: Praticar qualquer tipo de atividade física, pelo menos três vezes por semana, oferece inúmeros benefícios para a saúde. Além de auxiliar no controle da ansiedade, exercícios diários previnem e servem como tratamento complementar para alguns transtornos mentais.

Tenha um sono de qualidade: Dormir uma boa noite de sono é um dos métodos mais eficazes para diferentes situações, inclusive, para a ansiedade.

Pratique atividades relaxantes: após um dia tenso, talvez estressante no trabalho, escute uma música relaxante, apague as luzes do seu quarto e deite confortavelmente. Tente esvaziar a mente e não pensar nos problemas, no trabalho ou nas tarefas de casa. Concentre-se no momento presente. Ao repetir essa técnica irá perceber que a ansiedade irá diminuir.

Mas lembre-se: nenhuma dessas técnicas pode substituir o parecer de um profissional. Portanto, se você está com problemas envolvendo ansiedade, estamos à sua disposição! Entre em contato para saber mais!

Como saber se minha imunidade está baixa?

Como saber se minha imunidade está baixa

O nosso corpo naturalmente costuma nos enviar sinais quando algo não está bem. No entanto, devido ao ritmo acelerado de vida que muitos de nós temos, não prestamos atenção nestes sinais. Se você já se perguntou: “como saber se minha imunidade está baixa?” E não sabe ao certo a resposta, continue lendo que nós iremos te ajudar! Boa leitura!

Primeiro, é importante entender como funciona o nosso sistema imunológico.

E a função dele é proteger nosso corpo da invasão de agentes causadores de doenças, como vírus, bactérias e fungos.

Para desempenhar essa função, contamos com o trabalho de órgãos como o baço, a medula óssea e o intestino, além de células específicas que circulam pelo nosso sangue, como os linfócitos, neutrófilos, basófilos, macrófagos, entre outras.

Essas moléculas são capazes de identificar quando um micróbio ou corpo estranho entra em contato com nosso organismo, e imediatamente dão início a uma resposta de proteção, capturando e destruindo os invasores nocivos.

Importante destacar que alguns desses mecanismos de defesa já estão presentes em nosso organismo desde o nascimento, enquanto outros são adquiridos ao longo da vida. Quando entramos em contato com determinados micro-organismos e nos recuperamos de uma doença ou quando somos vacinados.

Em certos momentos da vida, nosso organismo pode ficar fragilizado, o que causa uma redução do funcionamento dos nossos mecanismos de defesa e da quantidade de células imunes. É aí que identificamos o quadro de imunidade baixa, que nos torna mais vulneráveis ao ataque de agentes causadores de doenças e infecções.

Entre os fatores que podem desencadear a redução da imunidade, podemos citar a má alimentação, o estresse, e exposição excessiva ao frio, e, ainda, procedimentos como a radioterapia e a quimioterapia, administrados no tratamento de pacientes com câncer, além de doenças que afetam o sistema imunológico, como o HIV.

Como saber se minha imunidade está baixa e como resolver o problema?

Como saber se minha imunidade está baixa e como resolver o problema

Existem alguns sinais que podem indicar que você esteja com a imunidade baixa. Veja logo em seguida quais são eles:

  • cansaço excessivo.

  • fraqueza.

  • gripes recorrentes ou persistentes.

  • infecções frequentes, como candidíase, otite ou infecção intestinal.

  • demora para se recuperar de doenças aparentemente simples, como amigdalites.

  • herpes.

  • queda de cabelo.

  • unhas quebradiças.

  • alergias.

  • dores no corpo.

  • febre e calafrios sem motivo aparente.

Dicas para manter o sistema imunológico em dia

 

Mantenha uma alimentação balanceada: Para garantir uma imunidade alta, devemos dar preferência a uma alimentação natural, livre de conservantes, ingerir pelo menos cinco porções de frutas e vegetais diariamente e procurar ter uma dieta variada.

Praticar exercícios físicos: A prática regular de atividades físicas promove o aumento da produção de linfócitos, um dos protagonistas do sistema imunológico.

Se expor ao sol: Embora o sol em excesso possa causar danos à saúde da pele, a exposição à radiação solar é necessária para que nosso organismo produza a vitamina D, que tem um papel importante para reforçar nossa imunidade. Portanto, é recomendável ficar no sol por 15 a 20 minutos por dia, expondo grandes áreas de pele, como braços e pernas.

Dormir bem: Enquanto dormimos, nosso organismo produz uma série de hormônios necessários ao bem-estar, regula o metabolismo e realiza a síntese de proteínas necessárias para restaurar músculos e tecidos.

Beber água em quantidade adequada: Existem cálculos específicos para identificar a quantidade ideal de água para o seu organismo. No caso de adultos, para cada quilo de peso corporal, devem ser consumidos 35 ml de água por dia. Assim, basta multiplicar o seu peso por 35 e chegar ao valor de mililitros que você deve beber diariamente. Por exemplo: se uma pessoa pesa 70 kg, deverá consumir 2,45 litros de água por dia, pois 70 x 35 = 2.450.

Visitar o médico regularmente: Por fim, mas não menos importante, você deve consultar o médico com certa frequência, pois ele irá pedir exames que irão mostrar como está seu sistema imunológico.

E por falar em visita o médico, você pode contar com a Imed e também com o Cartão iSaúde para ter ainda mais descontos em suas consultas e exames. Entre em contato conosco e saiba mais!

Descobrir o sexo do bebê: veja como e quando

Descobrir o sexo do bebê

É comum que você, mamãe de primeira viagem, fique ansiosa para descobrir o sexo do bebê a partir do momento que sabe da sua gravidez. Ou mesmo você que já tem filho(s) mas está grávida novamente, também tem a curiosidade de saber o sexo do bebê com o máximo de antecedência possível, não é mesmo?

Neste artigo nós iremos te contar como e quando você pode descobrir o sexo do bebê durante a gravidez. Boa leitura!

Vamos direto ao ponto. Dependendo do método que se usa para descobrir o sexo do bebê, dá para saber se é menino ou menina a partir de dois meses de gravidez, embora o mais comum seja saber com, mais ou menos, quatro meses.

Veja, logo a seguir, os métodos que são usados para descobrir o sexo do bebê. Mas no lugar de meses, usaremos semanas:

  • A partir de 8 semanas, você já pode saber o sexo do bebê com um exame de sangue de sexagem fetal (não é coberto por convênios médicos ou pelo SUS).

  • A partir de 10 semanas, com um exame de urina de farmácia.

  • A partir de 10 semanas, com o diagnóstico pré-natal não-invasivo, um exame de sangue de custo alto que detecta síndromes congênitas como a de Down.

  • A partir de 10 semanas, com exames genéticos e invasivos, que trazem certo risco ao bebê e só são recomendados se houver outros motivos.

  • A partir de 13 semanas, pelo ultrassom, dependendo da perícia do ultrassonografista, da qualidade do aparelho e da posição do bebê, e mesmo assim com chance de erro de cerca de 20 por cento.

  • A partir de 16 semanas, pelo ultrassom, com mais certeza, mas ainda dependendo da posição do bebê e da experiência do profissional.

Descobrir o sexo do bebê: ultrassom

Descobrir o sexo do bebê ultrassom

Como você pode perceber, existem vários métodos de descobrir o sexo do bebê durante a gravidez. Mas um dos mais conhecidos é o ultrassom. E é sobre ele que iremos falar um pouco mais.

Além de ser mais conhecido, o ultrassom é o método mais barato para saber qual o sexo do seu bebê.

Geralmente só a partir do segundo trimestre (mais ou menos do quarto mês de gravidez em diante), que é possível perceber através de ultrassons as sutis diferenças dos órgãos sexuais masculino e feminino nesta fase do desenvolvimento fetal.

Nas ecografias de rotina da gestação, quando é realizado o morfológico do primeiro trimestre, entre 11 e 14 semanas, o profissional muitas vezes consegue dar um palpite sobre o sexo pela posição do tubérculo genital.

Mas atenção, mamãe! A esta altura da gestação, trata-se mais de um chute e não há 100% de certeza, portanto não vale a pena começar a comprar um monte de roupinhas específicas.

A partir de 20 semanas, os médicos costumam pedir outra ultrassonografia detalhada, o ultrassom morfológico do segundo trimestre, e aí já é bem mais garantido descobrir de fato o sexo do seu bebê, pois os órgãos genitais já estão formados (só que, de novo, dependendo da posição do bebê, que tem que “colaborar” e estar com as perninhas abertas!).

Um truque para fazer o bebê se mexer na hora da ultrassonografia é levar alguma coisa doce para comer ou beber, como um chocolate ou suco de laranja, e guardar para usar dentro da sala de exame mesmo, se necessário.

E por falar em ultrassom, você pode viver a melhor experiência ao descobrir o sexo do seu bebê. A Imed conta com uma sala de ultrassom personalizada. E se você possui o Cartão iSaúde, tem ainda mais vantagens! Entre em contato conosco e saiba mais!

Vacinas: Desconstruindo Mitos

Vacinas

O termo “fake news” está em alta nos dias atuais. E significa “notícias falsas”. Elas sempre existiram e prejudicam muito a nós todos, principalmente quando o assunto é saúde. Neste artigo nós iremos falar sobre as vacinas e o que é mito e o que é verdade sobre elas. Uma boa leitura para você!

Estamos em meio a uma pandemia e um dos principais temas são as vacinas que estão sendo produzidas e aplicadas para combater o vírus da Covid-19, o coronavírus.

E como aconteceu no passado, hoje também existe uma grande quantidade de fatos desencontrados sobre vacinação.

Se entre os especialistas não há dúvidas de que essa estratégia foi responsável direta por melhorias na saúde e no aumento da expectativa de vida, alguns boatos teimam em acusá-la das mais terríveis complicações – sem apontar nenhuma evidência séria disso.

Como funcionam as vacinas

Antes de falar sobre os mitos e verdades sobre as vacinas, é importante saber como elas funcionam.

Os vírus e as bactérias, quando entram em contato com o organismo celular humano, provocam uma resposta única no sistema imunitário. Isso gera os sintomas da doença, que são nossas células entrando no modo de defesa.

A vacina estimula essa mesma resposta, mas sem causar a doença, criando em nosso corpo uma espécie de memória viral ou bacteriana.

Isso acontece porque, em grande maioria, elas apresentam uma carga enfraquecida ou inativada (morta) dos causadores da doença. Na ciência, isso é denominado antígeno.

Dessa forma, quando a recebemos, o sistema imunitário reconhece o antígeno como um corpo estranho e começa a produzir células de defesa, as quais chamamos de anticorpos. Tratam-se de proteínas capazes de derrotar o vírus ou a bactéria.

A memória causada pela vacina permite que, mesmo que entremos em contato direto com a doença, nosso corpo seja capaz de recordar e produzir os anticorpos necessários para o combate, nos protegendo dos invasores. Essa imunidade pode durar por anos.

Mitos e verdades sobre vacinação

Como funcionam as vacinas

Muito bem! Depois de entendermos como as vacinas funcionam, vamos às principais alegações sobre as vacinas e descobrir se são mitos ou verdades.

“Vacinas são úteis, mas, às vezes, causam mais doenças do que previnem.”

MITO. Todos esses produtos passam por testes rigorosíssimos antes de chegarem até nós.

“Quem é saudável não precisa se vacinar.”

MITO. O imunizante serve justamente para que as pessoas continuem saudáveis e livres de infecções.

“Algumas vacinas ajudam a prevenir o câncer.”

VERDADE. Aquelas que bloqueiam as hepatites e o HPV evitam tumores no fígado e no colo do útero, respectivamente.

“É perigoso tomar várias vacinas de uma vez.”

MITO. Com raras exceções, não há risco nenhum em adotar essa estratégia. O sistema imune não fica sobrecarregado.

“Vacinas comumente causam efeitos colaterais perigosos.”

MITO. Algumas até provocam eventos adversos com certa frequência, mas são leves ou moderados. As reações mais graves são raríssimas e, às vezes, estão ligadas a contraindicações. Fale com seu médico sobre o assunto.

“Existem vacinas que precisam ser tomadas antes de viagens.”

VERDADE. Você pode se informar sobre o assunto no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

“Não há evidência de que as vacinas sejam seguras e eficazes.”

MITO. Para serem aprovadas, elas são estudadas em milhares de voluntários e são exigidos resultados satisfatórios.

Podemos chegar à conclusão que as vacinas não são perigosas e que você pode e deve confiar nelas. Portanto, sempre mantenha sua carteira de vacinação em dia. E caso tenha alguma dúvida sobre quais você precisa tomar e se existe alguma contraindicação, fale com seu médico!

Saiba qual a importância do checkup e porque você deve fazer

Saiba qual a importância do checkup e porque você deve fazer

A grande maioria das pessoas ouvem desde crianças que todos precisamos cuidar bem da nossa saúde, praticando atividades físicas e tendo uma alimentação balanceada, consumindo alimentos que nos ajudam a ter uma boa saúde. Porém fazer visitas ao médico, mesmo que não haja nenhum problema evidente, também faz parte de cuidar bem da nossa saúde. Neste artigo iremos falar sobre a importância do checkup e porque você deve fazer. Boa leitura!

O termo “check-up” vem do idioma inglês e, traduzido para a nossa língua, pode ser entendido como a revisão ou a conferência de algo ou de uma situação.

De forma mais resumida, é uma análise completa do estado de saúde do paciente. Além da avaliação física — que os médicos chamam de anamnese —, alguns exames são necessários.

O objetivo da bateria de exames que os médicos costumam solicitar é fazer um mapeamento para avaliar todo o funcionamento dos órgãos e dos sistemas que compõem o organismo.

Dessa forma, é possível não só fazer o diagnóstico de doenças precoces, mas também orientar o paciente sobre eventuais fatores de risco para a saúde.

Logo, o checkup médico é o direcionamento que o profissional adotará para incentivar o paciente à mudança do estilo de vida e à busca de hábitos mais condizentes com a boa saúde.

Por isso, o ideal é realizar esse tipo de avaliação dentro da periodicidade adequada para cada faixa etária ou gênero — ou conforme a existência de doenças que exijam um acompanhamento mais frequente.

A importância do checkup: porque ela existe?

A importância do checkup: porque ela existe

A importância do checkup existe, isso é um fato. Ela é essencial para a manutenção da saúde em dia e, também, para chegar à longevidade com mais disposição e mais tranquilidade.

Nisso reside a importância de não ignorar a necessidade de fazer esse tipo de análise no período indicado pelo seu médico.

De forma bem resumida, o objetivo do checkup é possibilitar ao médico um tempo hábil para adotar o melhor plano de tratamento, caso algum problema seja identificado. Além disso, o profissional de saúde pode orientar terapias alternativas para complementar o tratamento.

Pelos exames clínicos, também há possibilidade de descobrir algum risco para doenças que nem sempre apresentam sintomas claros. Por isso, mesmo realizando checkups periódicos, não se pode descartar a relevância de manter um estilo de vida mais equilibrado. Ter essa conscientização é um dos aspectos mais determinantes para manter uma boa saúde.

Listamos os fatores mais importantes e que justificam a realização do checkup médico. Veja quais são:

  • melhor qualidade de vida.

  • descoberta precoce de doenças.

  • mais chance de viver mais e melhor.

  • redução da ansiedade e do estresse.

  • prevenção de enfermidades crônicas.

  • conhecimento da própria condição de saúde.

  • melhoria da confiança entre paciente e médico.

  • redução das preocupações com o surgimento inesperado de doenças.

Sobre a frequência que o checkup médico deve ser feito, quem a define é o clínico geral ou pelo médico responsável pelo acompanhamento do paciente em tratamento. A periodicidade dos exames varia, sobretudo no caso de doenças graves, ou em idosos.

E você, quando foi a última vez que fez um checkup médico? Se já está na hora de marcar um ou você precisa de algum especialista médico, agende sua consulta com a Imed Saúde! Nossa equipe ficará muito feliz em falar com você!

Dia Mundial da Saúde – Mês da saúde (Abril)

Dia Mundial da Saúde

A palavra “saúde” está em evidência nos dias atuais, muito por causa da crise mundial envolvendo o coronavírus. Cuidar de você e de quem você ama, independentemente de pandemia, é sempre uma prioridade. Mas você sabia que existe o Dia Mundial da Saúde? Continue lendo para saber mais!

Estamos no fim do mês de abril, mas a Imed não poderia deixar de falar de uma data tão importante que é o Dia Mundial da Saúde.

O Dia Mundial da Saúde é comemorado no dia 7 de abril. Ele foi criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948.

Com o objetivo de monitorar e melhorar as informações entre os países, sua responsabilidade é manter o bem-estar de toda população do mundo e conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação da vida.

Mas o que significa a palavra saúde para você?

De acordo com a OMS, saúde pode ser definida como estado de completo bem-estar físico, mental e social.

Não consiste apenas na ausência de doenças e enfermidades, mas estar bem consigo mesmo.

Cuidar da alimentação, ter boas noites de sono, praticar atividades físicas e beber bastante água são algumas das recomendações da organização para manter o corpo saudável. Mas nem todos conseguem usufruir esses benefícios.

A desigualdade social é um dos grandes problemas que atingem diversos países ao redor do mundo, e o Brasil está entre esses países.

Isso fica bem evidente quando poucas pessoas conseguem ter acesso a serviços básicos de qualidade.

A importância da saúde nunca foi tão evidente. Líderes de todos os países precisam se reunir para criarem estratégias de políticas públicas voltadas para o bem-estar da população.

O Dia Mundial da Saúde é importante por estimular os cuidados com o corpo e incentivar os cidadãos a saberem sobre os seus direitos.

Dia Mundial da Saúde e seus temas

Dia Mundial da Saúde e seus temas

A cada ano o Dia Mundial da Saúde escolhe um tema específico para abordar.

No ano de 2017, por exemplo, foi a depressão. Em 2018 o assunto foi “Saúde para todos”. E neste ano, 2021, o tópico levantado é: “Juntos por um mundo mais justo e saudável”.

Estamos passando por um momento que, com certeza, irá ficar marcado na história mundial.

A pandemia do novo coronavírus (covid-19) fez com que países fechassem suas fronteiras para conterem a disseminação e evitar novos colapsos na saúde.

Economias estão em declínio e o mais lastimável, milhares de vidas estão sendo perdidas todos os dias. É preciso se cuidar, estar sempre lavando as mãos e se possível evitar aglomerações.

A pandemia existe, não é invenção e não deve ser vista como uma simples guerra política. Mesmo com vacinas desenvolvidas por diversos laboratórios em todo o mundo, ainda não saímos da crise, com exceções de alguns poucos países que já vacinaram boa parte de sua população.

Precisamos agir com muita responsabilidade, continuando a seguir os protocolos de segurança e saúde como usar máscara, evitar aglomerações sempre que possível, entre outros cuidados.

O Dia Mundial da Saúde é oficialmente celebrado no dia 7 de abril de todo ano, mas é claro que você deve cuidar da sua saúde sempre, independentemente do dia ou do mês. E para isso, você pode contar com a Imed Saúde, onde você recebe um atendimento de alto nível, pagando um preço justo! Entre em contato conosco e saiba mais!

Reumatologista: Quando procurar?

Reumatologista

Quem nunca sentiu algum tipo de dor nas costas, ombros ou joelhos? E não, não é algo comum apenas em pessoas com mais de 60 anos como muitos acreditam. Se você sente dores em algum desses lugares, talvez pense em marcar uma consulta com o ortopedista. Porém, talvez o profissional mais indicado para o seu problema possa ser um reumatologista. Continue a leitura para saber mais!

Reumatologista e ortopedista são profissionais que atuam de forma próxima e, em boa parte das vezes, até complementar.

Mas é importante conhecer bem cada especialidade para evitar perda de tempo e dinheiro, compreendendo o que é e do que exatamente trata cada especialista.

O ortopedista deve ser procurado quando ocorre um trauma ou uma torção que resulte em um quadro de dor ou o inchaço.

Por outro lado, o reumatologista é o especialista mais indicado quando os sintomas são crônicos e incluem dificuldade de movimento e indícios de inflamação.

O que é a Reumatologia?

O que é a Reumatologia

A reumatologia é a especialidade que estuda as doenças que causam dores musculoesqueléticas de origem não traumática.

Ou seja, qualquer causa de dor no corpo, incluindo músculos, ossos, articulações e que não tenham sido causadas por quedas, torções, batidas ou qualquer outro trauma.

Além disso, o Reumatologia também atua na prevenção e tratamento de doenças do metabolismo ósseo, sendo a osteoporose o exemplo mais conhecido.

As doenças reumáticas são as que mais atingem as pessoas. Estima-se que a lombalgia, por exemplo, atinja cerca de 80% da população ao menos uma vez na vida, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Nunca ouviu falar em lombalgia? Sabe aquela dor na lombar? Pois bem, essa é a lombalgia. Porém, ela não costuma durar muito tempo.

Entre os que sofrem com a lombalgia, mais de 50% acaba melhorando após a primeira semana. Já 90% dessas pessoas tem sua melhora somente depois de 8 semanas, enquanto 5% continua a apresentar sintomas mesmo após 6 meses.

Fibromialgia, artrite reumatoide, osteoporose e outras doenças reumáticas também ocorrem com frequência. E não apenas em indivíduos acima de 60 anos, como muitas pessoas acreditam e já mencionamos no início deste artigo.

Quem é o Reumatologista?

Quem é o Reumatologista

O reumatologista é o especialista que estuda as doenças de origem não traumática que causam dores musculoesqueléticas.

Isso quer dizer que ele trata as dores nas articulações, nos músculos e ossos que não tenham sido causadas em virtude de batidas, quedas e torções.

Esse profissional também atua na prevenção e no tratamento de doenças do metabolismo ósseo, como a osteoporose, por exemplo.

É importante deixar claro que o médico reumatologista atua em parceria com outros profissionais da saúde para promover um tratamento mais completo aos seus pacientes.

Além disso, atua na educação dos enfermos e familiares, provendo valiosas informações sobre como conviver com uma doença reumática crônica e ter mais qualidade de vida.

Esse cuidado inclui técnicas de prevenção de incapacidade, uso de medicamentos, dicas para recuperação de funções e para preservar o bem-estar do indivíduo na comunidade na qual ele está inserido.

Se você tem algum dos sintomas que citamos aqui, é bom pensar em procurar um reumatologista. E para isso você pode contar com a Imed Saúde! Estamos à sua disposição!

Como a autoestima influencia na sua saúde

Como a autoestima influencia na sua saúde

Você já notou que quando nos sentimos bem com nós mesmos o nosso corpo reflete isso? Parece que tudo flui melhor e que até nossa disposição aumenta. Coincidência? Continue lendo e saiba como a autoestima influencia na sua saúde.

Antes de qualquer coisa, vamos entender o que de fato significa autoestima.

Normalmente o termo é visto como sinônimo de vaidade, ou do excesso dela, até mesmo como arrogância ou egocentrismo.

Autoestima em seu significado literal significa: “estimar-se”, em outros sinônimos, valorizar-se, prezar-se, afeiçoar-se, cuidar-se.

Ou seja, o conceito autoestima está estritamente relacionada com o ego, nossa identidade individual, que segundo a psicologia, é o núcleo de personalidade de uma pessoa.

A autoestima é a responsável por como nos sentimos interiormente, afinal, é ela que vai nos permitir entender nossos limites, emoções, anseios, prazeres, determinações, objetivos e assim em diante.

Nesse sentido, a autoestima é composta por um conjunto de fatores, que abrange desde a parte estética até a emocional e comportamental de uma pessoa.

Diante de tantas tendências de estereótipos, personalidades e influências midiáticas, deste modo, somos condicionados a buscar um padrão inalcançável, o que faz com que a autoestima se desmorone, dando lugar não só a inseguranças, bem como, medos e angústias.

Nas redes sociais existem tantos exemplos de vidas “perfeitas” e as consequências de estar cercado destes exemplos podem ser diversos, desde o sentimento de fracasso até o desgaste emocional em busca de uma perfeição, que de fato não existe. Todos esses fatores podem trazer impactos na saúde física e psíquica.

Como a autoestima influencia na sua saúde física e mental

Como a autoestima influencia na sua saúde física e mental

Depois de deixarmos claro o que é a autoestima, agora queremos mostrar a você como a autoestima influencia na sua saúde física e mental.

Tendo em vista que nossa saúde física depende da saúde mental, alguns estudos comprovam que a autoestima está relacionada com a postura corporal do indivíduo e também com a imunidade.

Ou seja, uma pessoa com a autoestima equilibrada, tende a manter a postura mais ereta em comparação à uma pessoa com a autoestima baixa. Já a imunidade, está de fato, bastante relacionada com a saúde emocional, neste caso, se existe um equilíbrio emocional, a imunidade não será afetada.

Uma pesquisa feita pelo Centro Internacional para Saúde e Sociedade de Londres, indicou que pessoas com baixa autoestima apresentam uma diminuição da atividade do sistema imunológico.

Isso faz com que elas tenham maior risco de desenvolver doenças graves, como infartos, acidentes vasculares cerebrais (AVC), doenças respiratórias e gastrointestinais.

Além disso, outro grande problema é que esse grupo de pessoas têm menor disposição para fazer exercícios físicos ou manter uma dieta saudável.

Sobre a saúde mental, podemos relacionar a baixa autoestima o estresse e a depressão.

Cuidar da saúde é a chave para melhorar a autoestima

Cuidar da saúde é a chave para melhorar a autoestima

Bem, acreditamos que conseguimos mostrar a você como a autoestima influencia na sua saúde e vice-versa.

Queremos ajudar você a manter os dois em dia, tanto autoestima, quanto saúde, já que ambos andam lado a lado.

Procure sempre manter uma alimentação balanceada acompanhada de exercícios físicos. Eles não precisam ser muito pesados, faça uma atividade que te agrade ao mesmo tempo em que te mantenha em movimento.

Além disso, visite regularmente o médico e o dentista para acompanhar o estado da sua saúde física e oral.

Se você mora na região de Sorocaba – SP e quer manter sua saúde e autoestima em dia, sem gastar muito, entre em contato com a Imed Saúde. Nossa equipe está pronta para atender você e indicar um especialista para a sua necessidade!

Frutas da Estação e seus Benefícios

Frutas da Estação e seus Benefícios

Nós, que moramos aqui no Brasil podemos nos considerar privilegiados, pois temos uma variedade de alimentos naturais que se adaptam ao nosso clima e ao nosso solo. Afinal, isso possibilita termos uma gama de opções para investir em um cardápio farto e nutritivo. No entanto, cada fruta, verdura e legume se desenvolvem melhor em determinada época do ano. Por essa razão é tão comum ouvirmos o termo “frutas da estação”, ao fazermos a feira da semana. Continue lendo para saber mais!

Não é apenas a maior oferta que faz com que valha mais a pena investir nas frutas da estação.

Os benefícios vão muito além e são sentidos tanto no paladar, quanto no bolso.

De acordo com a nutricionista Ana Cristina Ulhôa Rodrigues, os alimentos da estação têm como principal trunfo o fato de serem mais frescos e nutritivos em comparação com os outros. “Isso acontece porque quando cultivados em seu período natural, esses produtos captam melhor os nutrientes do solo em que são plantados”, explica.

Além disso, um grande ponto que vai contra os vegetais cultivados fora de época é que, para se desenvolverem, os agricultores lançam mão de uma grande quantidade de agrotóxicos, pesticidas e fertilizantes.

Já os da estação, muitas vezes, dispensam esse volume de compostos químicos, o que garante uma alimentação mais natural e, consequentemente, mais saudável.

Com tantas interferências que o plantio e cultivo de vegetais fora de época sofrem é natural que o sabor deles também seja afetado.

Esses alimentos costumam ser cultivados em estufas. E isso, juntamente com o uso de agrotóxicos, reduz o valor nutricional desses produtos e deixam os sabores mais fracos.

Já as frutas da época são mais saborosas, já que têm os seus ciclos respeitados, o que faz também com que sejam mais nutritivas.

Frutas da estação atual: quais são e seus benefícios

Frutas da estação atual

Depois de falarmos dos benefícios das frutas da estação, não apenas as frutas, mas de todos os vegetais, vamos agora falar das frutas da estação atual, ou seja, verão e quais são os seus benefícios:

  • Abacaxi: Atua como anti-inflamatório; reduz riscos de trombose; alivia as dores nas articulações; ajuda a perder peso por ser rico em água e fibras; melhora a saúde da pele e dos cabelos e previne doenças cardíacas.

  • Abacate: Melhora a memória; é útil contra o ácido úrico; ajuda no controle do colesterol e dos triglicérides; contribui para uma pele bonita e hidratada e previne a prisão de ventre.

  • Banana: Evita cãibras musculares; reduz a pressão arterial; melhora o humor e ajuda a combater a depressão; previne o envelhecimento precoce; previne contra úlceras gástricas; fornece energia para realizar as atividades físicas; ajuda no controle do colesterol e mantém a saúde do coração e fortalece o sistema imune.

  • Coco: Ajuda no combate à diabetes por auxiliar na regulação da liberação da insulina, o que controla os índices glicêmicos do sangue; melhora a disposição, e ajuda a eliminar a sensação de cansaço; acelera a queima de gordura; ajuda no tratamento de distúrbios cerebrais, como o Alzheimer, por exemplo.

  • Maracujá: É bem provável que você já tenha ouvido que o maracujá é um calmante natural. Isso é verdade! O maracujá ajuda a reduzir a ansiedade e depressão, pois contém um composto que age direto no sistema nervoso. Também ajuda a combater a insônia, nervosismo, agitação.

Essas são apenas algumas frutas da estação e seus benefícios. Poderíamos listar muitas outras aqui, mas este conteúdo ficaria muito grande! Esperamos que tenha gostado das informações e que você faça bom uso dessas frutas e que cuide muito bem da sua saúde neste verão e sempre!

Maquiagem e cuidados com a pele

Maquiagem e cuidados com a pele

Os cuidados com a pele são responsabilidade e necessidade de quaisquer pessoas. Seja homem, mulher, criança ou adulto. Se proteger do sol, manter a pele hidratada e limpa são coisas que refletem na saúde do corpo e podem evitar doenças. E para quem usa maquiagem esses cuidados devem ser redobrados.

A saúde da pele é algo muito importante para se pensar. Dependendo da nossa rotina durante algum tempo, a nossa saúde se reflete na pele.

Quando bebemos bastante água, comemos bem e utilizamos dermocosméticos adequados, a nossa pele se torna mais saudável, com mais viço, mais hidratação e mais firmeza, sem sinais de fotoenvelhecimento.

As afecções estéticas da pele (alterações que podem causar doenças) são: ressecamento ou excesso de sebo, comedões e pústulas, rugas e linhas de expressão, flacidez de pele e poros dilatados.

Um dos fatores que podem causar algumas dessas afecções é o uso da maquiagem. Então quer dizer que não deve ser usada? Calma! Se você adora usar maquiagem, não precisa abandoná-la. Apenas precisa ter uma atenção maior com os cuidados com a pele, como falamos logo no início.

A maquiagem é um pigmento para esconder imperfeições, destacar regiões da face ou valorizar a beleza da mulher (público que mais utiliza os cosméticos).

A base, geralmente é a grande responsável por deixar a pele ressecada, oleosa ou com os poros dilatados. Mas sabia que existem maneiras de evitar isso e que a base não é só um acessório de beleza?

Uma base de boa cobertura pode ser uma grande aliada na fotoproteção da pele, já que os pigmentos fazem com que os raios do sol sejam refletidos e não absorvidos na pele.

Cuidados com a pele e com a maquiagem

Cuidados com a pele e com a maquiagem

Antes de compartilharmos com você algumas dicas de cuidados com a pele envolvendo a maquiagem, queremos ressaltar a diferença entre cosmético e dermocosméticos. O cosmético é produto para a beleza, como a maquiagem (rímel, batom, sombra, base).

Já os dermocosméticos são produtos que possuem alguma função benéfica para a pele, que possuem princípios ativos com função de hidratar, controlar oleosidade, clarear mancha, gerar ação antioxidante ou até proteger a pele dos raios ultravioletas solares.

Dicas úteis

  • Mantenha uma rotina de cuidados diários com a pele.

  • Nunca durma com maquiagem, esse é o momento em que você deixa a pele “respirar”, desobstruindo os poros. Para retirar a maquiagem, evite demaquilante, pois pode possuir uma fórmula com muito óleo, desequilibrando a barreira hidrolipídica da pele. Prefira água micelar para demaquilar e fuja de fórmulas com álcool na sua composição, pois resseca a pele causando também um desequilíbrio na barreira hidrolipídica da pele.

  • Não retire a maquiagem com lenço umedecido! Ele não foi feito para demaquilar além de conter álcool na composição.

  • Lave o rosto antes da maquiagem e após retirar a maquiagem. Utilize sabonetes líquidos, nunca em barra, com ativos ideais para o seu tipo de pele.

  • Após a limpeza, hidrate a sua pele com hidratante específico para o rosto. O hidratante serve para reequilibrar a barreira hidrolipídica da pele que, como o nome mesmo diz, possui porções de óleo e porções de água. Uma pele ressecada pode ter excesso de óleo, falta de óleo ou falta dos dois componentes. Por isso, todos os tipos de pele devem ser hidratados, inclusive a pele oleosa.

  • Após utilizar todos os dermocosméticos necessários, utilize o filtro solar e, só após essa etapa, utiliza a maquiagem. Assim, a pele estará protegida e estará sendo tratada. O filtro solar é utilizado após os dermocosméticos porque ele cria um “filme” de proteção e não deixa outros princípios ativos ou substâncias permearem a pele.

Ao final do dia, refaça todas essas etapas de cuidados com a pele logo após retirar a maquiagem.

Esperamos que essas dicas sejam úteis para você! E se precisar de ajuda profissional, entre em contato com a gente! A Imed Saúde possui excelentes dermatologistas, todos prontos para te ajudar nos cuidados com a pele!

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