5 coisas que te darão uma vida mais saudável e que ajudam na prevenção do câncer de mama

5 coisas que te darão uma vida mais saudável e que ajudam na prevenção do câncer de mama

Dependendo da data que você estiver lendo este post, o Outubro Rosa já passou. Mas isso não significa que devemos baixar a guarda. Por isso, nós vamos compartilhar com você 5 coisas que te darão uma vida mais saudável e que ajudarão na prevenção do câncer de mama. Continue lendo para saber mais!

O câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer na população feminina do Brasil, com exceção apenas da região Norte, onde o câncer do colo do útero ocupa essa posição, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer.

Os dados atualizados mostram que as maiores taxas de mortalidade são nas regiões Sul e Sudeste do país, ainda que o número de vítimas da doença tenha desacelerado e/ou reduzido.

Em torno de 13% dos casos da doença em 2020 no Brasil (aproximadamente, 8 mil ocorrências) poderiam ser evitados pela redução de fatores de risco relacionados ao estilo de vida.

O estudo ainda destaca que a prática de atividades físicas é um dos principais hábitos que podem contribuir com a diminuição dos casos, reduzindo a incidência em 5%. Mas falaremos um pouco mais sobre isso logo adiante.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a mamografia (falamos mais sobre este exame em outro post) seja realizada a cada dois anos em mulheres acima dos 50 anos.

No entanto, a medicina preventiva já tem mudado essa recomendação, sugerindo que seja feito pela população acima dos 40 anos e, se possível, anualmente. Isso porque o diagnóstico precoce aumenta em 95% as chances de cura.

Conheça agora 5 coisas que você pode fazer que ajudam na prevenção do câncer de mama

Como você pode notar, o câncer de mama é um problema sério que deve despertar a alerta de todos, principalmente das mulheres.

O Outubro Rosa é importante, mas você, mulher, não deve apenas ter cuidados com a prevenção do câncer de mama só uma vez por ano. Pelo contrário, você deve estar alerta o ano todo e procurar fazer as seguintes coisas:

1 – Praticar atividade física

Equilibra os níveis hormonais, melhora a defesa do corpo e ajuda na manutenção do peso adequado, fatores que influenciam diretamente na prevenção do câncer de mama.

2 – Alimentação saudável e manter o peso corporal adequado

O excesso de peso gera alterações hormonais que podem provocar mutações nas células ou crescimento de células já alteradas. Portanto, manter o peso adequado é fundamental para prevenir que isso aconteça.

3 – Evitar o consumo de bebidas alcoólicas

O álcool pode ajudar no aparecimento do câncer por diferentes mecanismos (danifica o DNA, torna os tecidos humanos mais sensíveis a danos, entre outros). Evitar a ingestão de todos os tipos de bebidas alcoólicas favorece a prevenção não só do câncer de mama, mas de inúmeros outros.

4 – Não fumar e evitar o tabagismo passivo

O cigarro e outros produtores de fumaça (narguilé, charuto, cigarrilha, entre outros) contêm no mínimo 69 substâncias químicas que provocam câncer. Evitar fumar ou ficar perto de pessoas que fumam são medidas importantes que podem contribuir para a prevenção.

5 – Amamentar

Durante o período de aleitamento, as taxas de alguns hormônios que favorecem o desenvolvimento desse tipo de câncer caem na mulher. Além disso, na amamentação também ocorre renovação de células que poderiam ter lesões, diminuindo assim as chances da doença. Quanto mais prolongada for a amamentação, maior a proteção para a mãe.

Conte com a Imed para cuidar da sua saúde!

Esperamos que você possa seguir essas dicas e que elas te ajudem na prevenção do câncer de mama! A Imed está à sua disposição para te ajudar a cuidar da sua saúde! Entre em contato conosco e saiba mais!

O que é mamografia e a partir de que idade devo fazer?

O que é mamografia e a partir de que idade devo fazer

Quando falamos em câncer de mama, estamos falando do tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil e no mundo. Para se ter uma ideia, estima-se que a cada 100 mil mulheres, 62 terão esse tipo de câncer. Mas os números de mortes podem ser minimizados com algumas medidas preventivas, como é o caso do exame de mamografia. Mas se você se pergunta: “o que é a mamografia e a partir de que idade devo fazer?”, este post é pra você. Continue lendo para saber mais!

Vamos começar com o que é a mamografia. Por mais que muitas pessoas saibam (talvez você seja uma dessas pessoas) é sempre bom explicarmos e deixarmos bem clara a definição.

A mamografia ou mastografia é um tipo de raio-x realizado em um aparelho chamado mamógrafo, que comprime a mama e gera imagens de alta qualidade capazes de revelar a existência de sinais precoces do câncer de mama.

A compressão da mama é necessária para que o tecido da glândula mamária seja adequadamente espalhado e eventuais nódulos e microcalcificações revelem-se e o exame seja efetivo.

Algumas mulheres têm receio da mamografia por causa do medo da dor que o exame pode causar. O eventual desconforto que pode acontecer é totalmente suportável.

E não deve ser uma barreira para que as mulheres deixem de fazer o exame, pois ele é fundamental para a obtenção de um diagnóstico ainda em fase inicial da doença.

Os números de mortes podem ser minimizados e melhores tratamentos podem ser programados caso a doença seja identificada na fase inicial, quando ainda não apresenta nódulos palpáveis ou mudanças nas mamas.

Nessa fase, as lesões ainda são muito pequenas e quase todas só serão identificadas nos exames de imagem.

A partir de que idade devo fazer a mamografia?

Essa é uma dúvida bem comum entre as mulheres e talvez também seja a sua: a partir de que idade devo fazer a mamografia?

Todas as mulheres devem iniciar a realizar mamografia aos 40 anos segundo as orientações da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Devo fazer o exame mesmo sem estar sentindo nada? Sim!

A mamografia tem o objetivo de identificar lesões bem pequenas que não são sentidas ao toque, como já mencionamos antes.

Para esses exames realizados na busca de achados sem sintomas chamamos de rastreio. O rastreio das mamas para as mulheres da população geral deve ser realizado anualmente a partir dos 40 anos.

E para as mulheres que apresentam alto risco para o câncer de mama, são aplicadas estratégias e modalidades de imagem adaptadas, diferentes da realizada na população geral.

Podemos dizer que mulheres de alto risco para desenvolver o câncer de mama são aquelas que:

  • tenham parentes de primeiro grau (mãe, irmãs ou filhas) com histórico de câncer de mama antes dos 45 anos ou com histórico de câncer de mama bilateral ou câncer de ovário.

  • tenham parentes de primeiro grau com câncer de mama em homem (irmão, pai ou filho).

  • foram submetidas a tratamento de câncer de tórax.

  • tenha diagnóstico de alguma mutação genética, como exemplo a mutação do gene BRCA que ficou popularmente conhecido após a atriz Angelina Jolie ter detectado essa mutação.

Agora que você já sabe o que é a mamografia e a partir de que idade deve fazer o exame, se você já tem idade, procure a Imed! Nós temos uma equipe pronta e especializada para te ajudar. Além disso, também temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato conosco e saiba mais!

Autoexame: como fazer e quais são os sinais de alerta do câncer na mama?

Autoexame

O câncer de mama é um assunto muito sério que é debatido com mais intensidade durante o Outubro Rosa. Mas não há dúvida que este assunto não pode ser esquecido em outras datas também! É por isso que iremos falar aqui sobre o como fazer o autoexame e quais os sinais de alerta do câncer de mama. Continue a leitura para saber mais!

O câncer de mama é a principal causa de óbitos por câncer das mulheres no Brasil. Para prevenir o desenvolvimento e detectar precocemente essa doença, o autoexame das mamas é o primeiro passo.

Para você ter uma ideia, uma média de 80% dos tumores de mama são descobertos pelas próprias mulheres. O ideal é que cada uma conheça detalhadamente as suas mamas, o que facilita a percepção de qualquer alteração.

O autoexame é recomendado para todas as mulheres maiores de 20 anos de idade. Ele é feito sete dias após o início da menstruação. Após a menopausa, deve-se escolher um dia por mês para fazê-lo.

A partir dos 40 anos de idade, as mulheres devem realizar todos os anos a mamografia, exame que permite a identificação de lesões não palpáveis.

O câncer de mama atinge principalmente mulheres em idade em torno da menopausa (entre 45 e 55 anos). Em todas as faixas etárias podem aparecer nódulos benignos, que também vão precisar de tratamento.

Importante lembrar que o autoexame é apenas a primeira precaução. A consulta com ginecologista todos os anos e a atenção aos sinais emitidos pelo corpo, como o aparecimento de secreções e dores, são essenciais para prevenir e tratar qualquer problema.

Veja agora como fazer o autoexame

O autoexame de mamas pode ser feito em frente ao espelho, em pé ou deitada. Veja os detalhes de como fazê-lo:

Em frente ao espelho:

  • Posicione-se em frente ao espelho

  • Observe os dois seios, primeiramente com os braços caídos

  • Coloque as mãos na cintura fazendo força

  • Coloque-as atrás da cabeça e observe o tamanho, posição e forma do mamilo

  • Pressione levemente o mamilo e veja se há saída de secreção

Em pé (pode ser durante o banho):

  • Levante seu braço esquerdo e apoie-o sobre a cabeça

  • Com a mão direita esticada, examine a mama esquerda

  • Divida o seio em faixas e analise devagar cada uma dessas faixas. Use a polpa dos dedos e não as pontas ou unhas

  • Sinta a mama

  • Faça movimentos circulares, de cima para baixo

  • Repita os movimentos na outra mama

Deitada:

  • Coloque uma toalha dobrada sob o ombro direito para examinar a mama direita

  • Sinta a mama com movimentos circulares, fazendo uma leve pressão

  • Apalpe a metade externa da mama (é mais consistente)

  • Depois apalpe as axilas

  • Inverta o procedimento para a mama esquerda

Se você sentir algum nódulo ou mudança na textura ou tamanho, procure um médico ginecologista. Ele realizará o exame clínico de mama e poderá solicitar a mamografia.

E falando em médico, neste caso, você pode contar com a Imed! Além de excelentes profissionais e uma estrutura pensada e projetada para melhor atender você, temos o Cartão iSaúde que te proporciona descontos exclusivos! Entre em contato conosco e saiba mais!

Síndrome de Ramsay Hunt: entenda a doença que afeta Justin Bieber

Síndrome de Ramsay Hunt entenda a doença que afeta Justin Bieber

Síndrome de Ramsay Hunt. Talvez você não tenha ouvido falar dela até o momento. Ou não a conhecia até saber que o cantor Justin Bieber tem essa doença. Seja como for, continue lendo para saber mais a respeito dessa síndrome.

Meses atrás um vídeo divulgado pelo cantor Justin Bieber ganhou grande repercussão. Neste vídeo o artista anunciava que estava com uma paralisia facial, causada pela Síndrome de Ramsay Hunt. Ainda no vídeo, o cantor fala sobre a condição e demonstra que não consegue piscar ou movimentar a boca em um dos lados do rosto.

A Síndrome de Ramsay Hunt é semelhante à paralisia de Bell, tendo como diferença a origem do problema. As duas síndromes se referem a uma paralisia facial periférica.

A diferença é que a Ramsay Hunt é desencadeada por um quadro de herpes-zóster no ouvido. Ela forma lesões bolhosas que acabam atingido o nervo, que inflama e causa a paralisia

A herpes-zóster, causada pelo vírus varicela-zoster, é conhecida popularmente por outros nomes, como “cobreiro” ou “comichão”, e costuma acometer o tronco dos pacientes.

As lesões costumam ser bastante doloridas. Quando ela atinge o ouvido, causa a Síndrome de Ramsay Hunt.

Isso pode acontecer com qualquer um que teve catapora na infância, pois o vírus fica adormecido. Mas em um momento de baixa imunidade, pode despertar.

E justamente por quase todas as pessoas terem contraído a catapora na infância, não tem como prever quem será acometido pela Síndrome de Ramsay Hunt. Isso quer dizer que não existe um grupo de risco.

A síndrome tem esse nome por causa do neurologista James Ramsay Hunt, seu descobridor. Hunt descobriu a síndrome em 1907.

Síndrome de Ramsay Hunt: sintomas e tratamento

Síndrome de Ramsay Hunt

O principal sintoma da Síndrome de Ramsay Hunt é a dor de ouvido, que pode ser muito forte por conta das lesões. A dor, inclusive, pode aparecer antes das bolhas. E, depois que elas aparecem, ou no mesmo momento, vem a paralisia.

A doença não costuma acometer novamente o mesmo paciente e recebe o título de síndrome por conta das lesões e da necessidade de tratar a infecção pelo vírus.

Não pela paralisia, mas por conta das lesões, a doença pode progredir para uma meningite e, por isso, o tratamento é de extrema importância.

E por falar em tratamento, a Síndrome Ramsay Hunt também é diferente da paralisia de Bell, nesse sentido. Isso porque o paciente precisará tomar remédios antivirais utilizados no tratamento da infecção da herpes-zoster.

No geral, quando se fala em paralisia facial periférica recente, é comum que o médico receite um corticoide por uma semana. Na Ramsay, são receitados os antivirais.

Depois de um período de cerca de 15 dias, o paciente é encaminhado para a fisioterapia facial. Esse tempo é necessário porque o paciente tem muita dor no início, o que seria incômodo durante os exercícios.

Importante lembrar que, mesmo após o tratamento, é possível que o paciente fique com sequelas, com parte do rosto ainda paralisado.

Além disso, até em casos sem sequelas permanentes, os pacientes podem levar até nove meses para recuperar os movimentos, que é o tempo que o nervo pode demorar para desinflamar por completo.

Sendo Síndrome de Ramsay Hunt, ou qualquer outro problema de saúde, a Imed pode te ajudar! Nós contamos com uma equipe experiente e dedicada, pronta para prestar o melhor serviço para você e sua família.

Ainda te oferecemos o Cartão iSaúde, que proporciona descontos exclusivos em consultas e exames. Entre em contato conosco e saiba mais!

Importância do Mastologista na Saúde da Mulher

Importância do Mastologista na Saúde da Mulher

Praticamente todos já ouviram falar do ginecologista e sabem que ele é o médico responsável pela saúde da mulher. Mas você sabia que ele não é o único? E tem mais: existe um médico, que não é o ginecologista e cuida de uma parte específica do corpo da mulher. Continue lendo para saber a importância do mastologista na saúde da mulher.

Em primeiro lugar, vamos esclarecer o que é a mastologia.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia – a “mastologia é a especialidade médica que estuda, previne, diagnostica e trata as doenças, alterações congênitas e adquiridas das mamas ou a elas relacionadas, promovendo e executando, à luz do que dispõe a ciência médica, os meios terapêuticos – cirúrgicos, reparadores e clínicos – necessários”.

Sem dúvida, o câncer mamário é uma parte muito importante da mastologia, no entanto existem outras doenças benignas que o mastologista também trata, como nódulos, cistos, fluxo papilar, mastites, dentre outras.

Sabemos que o câncer de mama não é uma exclusividade da mulher, que homens podem – mesmo que em um grau muito menor, se comparados com as mulheres – também ter a doença. Mas isso é bem raro.

Mas voltando a falar da mastologia, ela não se resume apenas às doenças da mama, mas também sua fisiologia (funcionamento normal), nos processos de embriogênese (formação intra útero), mamogênese (puberdade e gravidez), lactogênese (lactação) e involução (declínio da produção láctea).

Importância do Mastologista na Saúde da Mulher e Quando Procurar o Profissional

Acho que já ficou claro a esta altura a importância do mastologista na saúde da mulher. Mas você sabe quando é o momento ideal para procurar este profissional? É o que nós vamos te dizer agora!

O ideal é que você, mulher, vá ao mastologista pelo menos uma vez ao ano a partir dos 35 anos de idade.

No caso de mulheres que estejam entre o grupo de risco (acima dos 40 anos, com histórico de câncer na família e menstruação precoce ou tardia) devem começar o acompanhamento mais cedo – e, muitas vezes, mais de uma vez ao ano.

As situações ideais para que você possa procurar o mastologista, além dessas que acabamos de citar são as seguintes:

  • quando sentir a presença de nódulos ou massas durante o autoexame.
  • se o diagnóstico for positivo para câncer de mama – nesse caso, o ideal é procurar um mastologista para que possa ser formada uma linha de tratamento.
  • em casos de ocorrência de câncer de mama em familiares – o ideal é fazer acompanhamentos com o médico mastologista com frequência desde cedo.
  • no caso de tratamento de doenças mamárias.

Se você perceber muita sensibilidade e dores nas mamas, o especialista deve ser consultado.

Em casos de cirurgias plásticas nos seios – como redução ou reconstrução -, o ideal é que a intervenção seja feita com um cirurgião plástico acompanhado de um mastologista.

E mastologista você encontra na Imed! Além desse profissional, toda a nossa equipe de profissionais é capacitada para prestar o melhor atendimento para você! E de quebra você tem direito a descontos exclusivos em consultas e exames com o Cartão iSaúde! Entre em contato conosco e saiba mais!

Câncer de cabeça e de pescoço: sintomas diagnóstico e tratamento

Câncer de cabeça e de pescoço

Você sabia que o câncer de cabeça e de pescoço representa a segunda maior incidência nos cânceres entre os homens, de acordo com Instituto Nacional do Câncer (INCA)? Continue lendo para saber mais sobre este tipo específico de câncer, quais são seus sintomas, diagnóstico e tratamento.

O câncer de cabeça e de pescoço é caracterizado pelos tumores de lábios, cavidade oral, faringe, laringe, cavidade nasal e tireoide.

Este é um tipo de câncer que não apresenta sintomas em seu estágio inicial.

Um detalhe interessante que observamos sobre o câncer de cabeça e de pescoço é que a maioria dos pacientes que são acometidos por ele são do sexo masculino e possuem idade acima de 60 anos.

Entre os fatores de risco da doença podemos citar o tabagismo, o consumo de bebidas alcoólicas e a junção de ambos.

Além da infecção pelo papilomavírus humano (HPV), principalmente no que diz respeito às relações sexuais que atingem a pele e a mucosa bucal.

Podemos chegar a conclusão que, como o câncer de cabeça e de pescoço geralmente é causado pelos fatores de risco que acabamos de mostrar, existem alguns hábitos que você pode adotar para prevenir a doença:

  • preservar a higiene bucal

  • ir regularmente ao dentista

  • usar preservativo durante o ato sexual

  • tomar a vacina contra o papilomavírus humano (HPV)

  • evitar o tabagismo (fumar) e o consumo de bebidas alcoólicas em excesso

  • manter uma alimentação equilibrada

Sintomas, diagnóstico e tratamento do câncer de cabeça e de pescoço

diagnóstico e tratamento do câncer de cabeça e de pescoço

Agora que te falamos como prevenir o câncer de cabeça e de pescoço, vamos falar sobre os sintomas, diagnóstico e tratamento.

Como falamos no início, esse é um tipo de câncer que não apresenta sintomas em seu estágio inicial, costuma ser silencioso.

Por isso, na maioria das vezes, quando os sintomas desconfortáveis surgem, é provável que a doença já esteja em um estágio mais avançado. Os principais sintomas relacionados ao câncer de cabeça e de pescoço são:

  • dificuldade para engolir

  • feridas persistentes na boca

  • rouquidão

  • ferida aparente na face

  • emagrecimento sem causa definida

A partir da observação persistente de qualquer um desses sintomas, a recomendação é procurar ajuda médica. Ao ser diagnosticado o câncer, o profissional indicado para combater a doença é o oncologista.

E por falar em diagnóstico, este é feito por meio de avaliação clínica da cavidade oral, além de exames de imagem, como ressonância magnética ou tomografia. A confirmação da doença sempre será enfatizada pela biópsia.

Sobre o tratamento, o procedimento mais eficaz é a cirurgia. Claro que cada caso deve ser analisado pelo médico, já que a operação vai depender do estágio e localização do tumor e ainda se há ou não presença de metástase (invasão feita por células cancerígenas a outros órgãos do corpo).

Dependendo da lesão, a cirurgia pode incluir a retirada de partes da mandíbula, lábios ou língua e, nesses casos, pode ser indicada também uma cirurgia plástica, além de acompanhamento fonoaudiólogo para a recuperação da fala e deglutição.

Além da cirurgia, o câncer de cabeça e pescoço também conta com radioterapia e quimioterapia, que podem ser realizados de forma combinada, dependendo de cada paciente.

Conte com a Imed Saúde!

Se você apresenta algum dos sintomas que descrevemos aqui, procure pela Imed. Nós contamos com uma equipe de profissionais preparados para prestar o melhor serviço para você!

Além disso, com o Cartão iSaúde, você tem direito a descontos exclusivos! Entre em contato e saiba mais!

Como cuidar da pele no frio?

Como cuidar da pele no frio

Dependendo da data em que você estiver lendo este texto, estamos no inverno (pelo menos estávamos na data que foi escrito!). E por causa das baixas temperaturas e das agressões que elas podem causar ao nosso corpo, é essencial ter atenção aos cuidados com a pele no inverno. Nos meses mais frios, é comum que ela fique ressecada, que surjam alergias e que o seu aspecto fique comprometido. Por isso, neste artigo, nós iremos te mostrar como cuidar da pele no frio. Boa leitura!

Assim como as estações do ano vão mudando, acontece o mesmo com a nossa pele. Ou seja, conforme a estação do ano muda, a nossa pele reage de uma forma diferente.

Cuidar da pele no verão não é a mesma coisa que cuidar da pele no inverno. A estação mais fria do ano é perfeita para alguns cuidados específicos, enquanto outros, tão falados no verão, acabam deixados de lado. Mas isso não deve acontecer.

Por exemplo, o protetor solar. Muitos pensam que ele só é necessário nos dias quentes, principalmente no verão. Mas isso é um engano!

O protetor solar deve permanecer na sua rotina de cuidados com a pele mesmo em dias frios, e mesmo que você não saia de casa. Afinal, os raios UVA têm o poder de passar por nuvens e pelos vidros das janelas de nossas casas e carros.

Portanto, a nossa primeira dica é: nunca deixe de usar o protetor solar, mesmo no inverno e mesmo em dias frios!

Mais algumas dicas de como cuidar da pele no frio

Mais algumas dicas de como cuidar da pele no frio

Outro hábito bem comum nos dias mais frios – e até agradável – é tomar banho quente, bem quente! E é aí que mora o perigo!

Os banhos quentes são uma das maiores tentações durante os meses de baixas temperaturas. Em especial para as mulheres, que naturalmente sentem mais frio do que os homens.

Porém, a água quente demais, além de poder ocasionar queimaduras na pele, também retira toda a sua proteção natural, causando ressecamento.

O ideal é que o banho seja morno, numa temperatura agradável. Ao mesmo tempo, procure usar sabonetes hidratantes, que minimizam as agressões e ajudam a nutrir a pele.

E por falar em hidratantes, não adianta apenas hidratar sua pele de fora para dentro. Você deve continuar bebendo bastante água, mesmo nos dias frios!

É comum que sintamos mais sede no verão, nos dias quentes e, consequentemente, bebamos mais água. Mas o ideal mesmo é beber água antes de sentirmos sede, pois quando estamos com sede é sinal que nosso corpo já está desidratado.

É indispensável que seu organismo esteja hidratado, para que a pele possa produzir a sua proteção natural.

E falando ainda em organismo, no inverno nosso corpo queima mais calorias e por isso sentimos mais fome nos dias frios. E é normal que sintamos vontade de comer alimentos doces e mais pesados, deixando de lado as verduras, frutas e legumes.

No entanto, esse é um erro que devemos evitar, já que a pele continua necessitando de nutrientes para se manter bonita e saudável.

Por fim, mas não menos importante, uma das melhores dicas que podemos te dar sobre como cuidar da pele no frio é: procure ajuda profissional, ou seja, um dermatologista. Para isso, você pode contar com a Imed! Entre em contato conosco e saiba mais!

Covid, gripe e sinusite: Qual a diferença?

Entenda agora a diferença entre covid, gripe e sinusite

Apesar de possuírem algumas semelhanças, covid, gripe e sinusite não são a mesma coisa. E para saber qual a diferença entre uma e outra, continue a leitura!

Dor de cabeça, febre e coriza passaram a causar mais preocupação com o aparecimento da covid-19. Porém, nem sempre a pessoa pode estar contaminada pelo coronavírus.

O quadro é característico de algumas outras doenças e pode causar certa confusão. Por isso é importante conhecer os sintomas de cada doença e intensificar ainda mais os hábitos de prevenção.

Além dos sintomas parecidos, boa parte dessas doenças que estamos falando têm em comum a transmissão causada por um vírus. Febre, dores de cabeça e no corpo, cansaço e mal-estar são alguns sintomas comuns entre elas.

Alguns sinais, como o modo de evolução dos sintomas, podem até dar algumas pistas.

No entanto, especialistas em saúde dizem que só um exame de sangue ou um teste de laboratório específico – ou um autoteste no caso da covid – para as doenças podem confirmar o diagnóstico.

O que aprendemos durante dois anos de pandemia é o seguinte: se os sintomas gripais/respiratórios são leves, isole-se em casa e espere passar.

Caso você tenha sintomas fortes, como falta de ar e febre alta que não cessa com remédio, procure ajuda médica.

Logo a seguir nós vamos falar um pouco mais sobre covid, gripe e sinusite para te ajudar a diferenciar uma da outra.

Entenda agora a diferença entre covid, gripe e sinusite

Entenda agora a diferença entre covid, gripe e sinusite

Que covid, gripe e sinusite têm sintomas similares, você já sabe. Mas vamos entender um pouco mais a fundo cada uma dessas três doenças, começando pela covid-19.

A covid-19 pode se apresentar em três formas: leve, moderada ou grave. O diagnóstico pode ser feito por exame clínico e por testes de laboratório em amostras colhidas no nariz, principalmente.

Atualmente os sintomas mais comuns são: febre ou calafrios, tosse seca, falta de ar, cansaço, dores musculares, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, congestão nasal ou nariz escorrendo, náusea, vômitos e diarreia.

Pesquisas recentes mostram que duas doses de vacina causam uma redução no tempo de duração de sintomas, que também é diferente em casos de outras doenças com sintomas parecidos.

Agora, falando sobre a gripe, ela é causada pelo vírus da influenza, que possui centenas de mutações. Esse é o motivo pelo qual a vacina contra a gripe precisa ser atualizada e administrada todos os anos.

A gripe pode ter sintomas bem semelhantes aos da covid-19. A diferença é que seu período de incubação tende a ser mais curto, ou seja, os sintomas surgem rápido (de um dia para o outro, muitas vezes) e a piora no quadro tende a ser aguda.

Os sintomas mais comuns da gripe são: tosse (geralmente seca), febre, dor de cabeça, dores no corpo, mal-estar e cansaço. Podem ocorrer dor de garganta, diarreia (especialmente em crianças) e coriza ou congestão nasal (nariz entupido).

Por fim, falando sobre a sinusite, ela é uma inflamação aguda ou crônica, dos seios da face. Pode ser causada por vírus ou bactérias além de poluição, choques térmicos, corpo estranho e alterações anatômicas no nariz. Seus sintomas incluem dor de cabeça, secreção espessa nasal ou posterior à garganta, tosse, alterações do olfato e febre são sintomas.

Seja covid, gripe ou sinusite, o ideal é sempre buscar um diagnóstico com um especialista, ou seja, com um clínico geral. E para isso você pode contar com a Imed Saúde! Entre em contato conosco e descubra os diversos benefícios em usar nossos serviços!

A alimentação do seu filho pode estar contribuindo com a Obesidade Infantil

A alimentação do seu filho pode estar contribuindo com a Obesidade Infantil

As crianças costumam ter mais energia e disposição do que nós, adultos. Mas a tecnologia, principalmente celulares, tablets e brinquedos eletrônicos podem fazer com que as crianças fiquem sedentárias. Além disso, a má alimentação também pode desencadear a obesidade infantil. E é sobre este tema que nós iremos falar neste artigo. Continue lendo para saber mais!

Nos últimos anos tem havido uma mudança importante no padrão alimentar da nossa população. Os alimentos naturais, como frutas, verduras, legumes, cereais, entre outros, têm sido cada vez mais substituídos pelos alimentos industrializados e ultraprocessados.

As crianças estão cada vez mais expostas a alimentos como: biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, sorvetes, bolos industrializados, alimentos congelados prontos para o consumo, doces em geral, refrigerantes, achocolatados, cereais matinais e sucos industrializados, entre outros.

Tem sido cada vez mais comum encontrar crianças menores de dois anos que já consumiram, ou que até mesmo consomem com certa frequência esses alimentos. O que não é o ideal.

Por isso, é muito importante a modificação dos hábitos alimentares para o combate à obesidade infantil.

E por falar em hábitos alimentares, você sabia que tudo começa pela mãe? Isso mesmo. A alimentação durante a gestação pode programar o seu metabolismo, fazendo com que ele se torne mais suscetível a determinadas doenças ao longo da vida.

Nesse sentido, há vários estudos que mostram uma correlação entre obesidade infantil e alimentação inadequada durante a gravidez.

Ou seja mães que têm uma dieta com alimentos ricos em açúcares, gorduras e calorias, além de ganhar peso excessivamente na gestação, ainda aumentam as chances do bebê se tornar obeso na infância e na sua vida adulta.

Obesidade Infantil: quais as consequências e como evitar

Obesidade Infantil

A obesidade infantil pode acarretar diversos problemas de saúde, como hipertensão arterial e alterações metabólicas, aumento dos triglicerídeos e de “colesterol ruim” (LDL), alteração dos níveis de glicose no sangue, resistência à insulina e diabetes.

Além disso, pode aumentar o risco de esteatose hepática (fígado gorduroso), colecistite, câncer (de mama, endométrio e intestino) e doenças cardiovasculares como infarto e derrame cerebral.

Para evitar todos esses problemas que a obesidade infantil pode causar, é muito importante a modificação dos hábitos alimentares.

Como falamos antes, no caso das gestantes, é ideal que procurem melhorar o seu hábito alimentar. Substituindo aqueles alimentos industrializados e ultraprocessados por alimentos naturais.

Já para os bebês recém-nascidos, o ideal é que tomem apenas leite materno até os 6 meses de vida. crianças amamentadas exclusivamente ao peito têm menor risco de serem obesas do que aquelas que consomem fórmulas infantis ou leites artificiais.

Mesmo com o início da introdução alimentar, o leite materno ainda continua sendo a principal fonte de energia e nutrientes para o bebê. Nessa fase os alimentos são necessários apenas para complementar as necessidades nutricionais da criança.

E atenção! Nada de oferecer refrigerantes, sucos industrializados e alimentos ricos em açúcares e gorduras antes dos 2 anos.

Sabemos que a vida hoje em dia é corrida, mas procure cozinhar alimentos naturais.

Compre mais frutas, legumes e verduras em geral. Inclua mais cereais integrais como arroz integral e aveia, feijões e demais leguminosas como ervilha e lentilha. E introduza fontes de proteína como cortes de carne magros, frango, peixes e ovos e laticínios como leite, queijos brancos e iogurte natural.

E por fim, leve seu filho(a) ao pediatra e endocrinopediatra. Nisso, você pode contar com a Imed! Entre em contato conosco e saiba mais!

Diabetes gestacional: riscos na hora do parto

diabetes gestacional

É quase certo que você que está lendo já tenha, no mínimo, ouvido falar sobre diabetes. Mas e a diabetes gestacional, você sabe o que é? Já ouviu falar. Para saber mais sobre o assunto, continue a leitura!

No último dia 15 de agosto, dia da gestante, a Sociedade Brasileira de Diabetes lançou um alerta para uma das complicações mais comuns na gravidez que é a diabetes mellitus gestacional.

É estimado que o problema atinja cerca de 18% das grávidas, ou seja, uma a cada seis grávidas no Brasil podem apresentar esse diagnóstico.

Esse problema acontece por causa das mudanças hormonais que a mulher sofre durante a gestação. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença não é facilmente identificada através dos sintomas. Por isso é preciso acompanhar a glicose da mulher durante toda a gestação.

Importante deixar bem claro que diabetes gestacional é diferente de se descobrir que tem diabetes na gestação. A diabetes gestacional surge em decorrência da própria fisiologia da gravidez e normalmente desaparece no fim dela.

Quando não diagnosticada e tratada na suas fases iniciais a diabetes gestacional pode trazer riscos à mãe e ao bebê como por exemplo com o feto crescendo de forma excessiva.

Bebês cujas mães não tiveram sua diabetes tratada na gravidez costumam nascer com mais de quatro quilos. Isso acarreta mais riscos na hora do parto.

diabetes gestacional: causas e tratamento

diabetes gestacional

Sobre as causas da diabetes gestacional, podemos citar a placenta, que além de ser um órgão de nutrição, também é endócrino, responsável pela produção de hormônios.

Em outros casos ocorre sobrecarga no pâncreas, órgão que produz insulina que, quando insuficiente, faz com que eleve o nível de açúcar presente na corrente sanguínea muito acima do normal.

Apesar de ser uma doença temporária, isso não significa que a diabetes gestacional não seja grave. Os riscos para os bebês são grandes.

O bebê pode ter dificuldade para respirar, pode ter dificuldade de controlar o açúcar no sangue depois que nasce e precisar até de UTI.

Por outro lado, apesar dessas preocupações, o tratamento costuma ser bem simples.

A melhor coisa a se fazer é prevenir a doença. E para fazer isso, a mamãe precisa mudar alguns hábitos alimentares e praticar atividades físicas. Controlar o peso durante a gestação é fundamental. O aumento de peso excessivo durante este período é um grande fator que favorece o aparecimento da diabetes gestacional.

Importante desmistificar algo que muitos acreditam: que o açúcar em excesso provoca a diabetes gestacional. Mas como acabamos de dizer, é o sobrepeso, o principal vilão.

O risco maior de desenvolver esse tipo de doença, inclusive, está entre mulheres sedentárias, com hipertensão e colesterol descontrolado.

Isso não significa que mulheres que levam uma vida mais saudável não possam desenvolver a doença. E é por isso que os exames médicos são tão importantes.

Não dá pra saber com certeza se a alteração da glicemia durante a gestação aconteceu por causa da gravidez. Por isso é recomendável fazer um acompanhamento com endocrinologista após o nascimento do bebê.

E neste caso, a Imed pode te ajudar! Entre em contato e saiba mais!

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